The horns sound, the ravens gather. An empire is torn by civil war. Beyond its borders, new kingdoms rise. Gird on your sword, don your armour, summon your followers and ride forth to win glory on the battlefields of Calradia. Establish your hegemony and create a new world out of the ashes of the old.
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15 de fevereiro

Dev Blog 15/02/18



Saudações, guerreiros de Calradia!

Na semana passada, conhecemos a política, história e personalidades das três facções imperiais. Agora vamos ver como elas serão representadas no jogo.

Militarmente, os tipos de tropa e equipamentos do Império são baseados no século XI, período do ressurgimento bizantino. As tropas bizantinas mais conhecidas são os catafractários, uma cavalaria de armadura completa que batalhava com um arsenal de lança, sabre e maça de cabo longo. Porém, os bizantinos também tinham o apoio de cavalaria média e leve, além de lanceiros e escaramuçadores, sem contar todos os mercenários que podiam contratar. Eram mestres das armas combinadas, autores de manuais militares como o Strategikon, que aconselhava a paciência como prioridade, e pioneiros de uma abordagem de guerra mais científica.



O Império também faz uso de uma poderosa cavalaria pesada, lanceiros resistentes e escaramuçadores. Além disso, nosso sistema de comando aprimorado permite que jogadores testem combinações de armas. Melhorias nos cálculos de moral, como o efeito de choque quando tropas numerosas são derrotadas de uma vez, podem tornar mais eficazes táticas como ataques flanqueados. Catafractários imperiais também podem ser aproveitados em ataques oportunistas, planejados com mais cautela do que o rolo compressor vlandiano. Eles usam lanças kontos de duas mãos - um leve anacronismo, pois são armas mais típicas do fim da Idade Antiga do que do início da Idade Média, mas achamos que isso traz uma variedade interessante. Sem o escudo, é mais fácil interromper um ataque frontal dos catafractários com mísseis. Se o inimigo não tiver tropas de apoio que usem mísseis, o alcance adicional das kontos pode ser devastador. Suas maças pesadas, brandidas do alto de um cavalo veloz, também podem desferir um golpe esmagador.

Assim como os romanos, considera-se que o Império instaurou um tipo de Pax Calrádica - pelo menos na região central, já que as fronteiras vivem em conflito. A paz e a estabilidade permitiram que as cidades crescessem, então o Império é considerado um pouco mais desenvolvido que os reinos externos. Em Bannerlord, incluímos várias novas formas de demonstrar esse tipo de investimento acumulado. Podemos apontar o poder econômico de uma cidade segundo sua quantidade de oficinas. Seu poder defensivo é indicado pelos muros externos, que podem ser um de três níveis, cada um com cenas diferentes.



Como em todos os reinos de Calradia, a variação regional ao longo do império será mostrada principalmente por facções menores. Zonas imperiais de fronteira tendem a ser mais violentas e caóticas do que as áreas centrais, e isso é representado no jogo pelos fronteiriços. Embora tenham lealdade ferrenha ao império, adotam muitos costumes das tribos guerreiras que enfrentam - do armamento à preferência por chacinas em vez de tribunais. Os Observadores, no país montanhoso do norte, representam os ácritas, famosos exércitos bizantinos da fronteira da Anatólia. Ao sul e ao leste, colônias de fugitivos e andarilhos livres aprenderam a viver como os povos das estepes a quem combatem, formando os Eleftheroi. São baseados nos cossacos - mais próximos da Terceira Roma, diferentes (mas provavelmente não muito) dos que protegiam as fronteiras bizantinas no Mar Negro. E, é claro, temos uma facção baseada nos varangianos (ou varegues), os temíveis guardas nórdicos do Imperador que, no tumulto após a morte de Arenicos, formaram um grupo mercenário.

Um aventureiro pode ganhar fama nos reinos externos, mas, para atingir o auge do poder no jogo, em algum momento o jogador deve lidar com o Império e seu legado. Você pode ser como Átila e conquistá-lo, como Justiniano e restaurá-lo, ou como Carlos Magno e reconstruí-lo em uma nova terra. Vista a toga roxa ou pisoteie-a com os cascos do seu cavalo: a escolha é sua.



Na próxima semana, vamos conversar com um dos programadores da nossa equipe, Gökhan Uras. Se você quiser fazer uma pergunta a ele, escreva-a na seção de comentários. Vamos escolher uma pergunta para ele responder.

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8 de fevereiro

Dev Blog 08/02/18



Saudações, guerreiros de Calradia!

Nesta postagem nova de nossa série sobre as facções de Bannerlord, vamos falar do Império. Como o Império é, de certa forma, o centro de gravidade do jogo, vamos dividir a postagem em duas partes. No começo do jogo, o Império está dividido em três facções, envolvidas em uma guerra civil. Mas antes de descrevermos as três facções e por que elas lutam, vamos ver como o conflito começou...

Há mil anos, os Calradoi eram uma das várias tribos que viviam no território montanhoso entre o mar do sul e os bosques batanianos. Com o tempo, eles subjugaram seus vizinhos, forçando-os a formar uma confederação de cidades-estados. Talvez fossem um pouco mais fortes que os outros, ou apenas tivessem sorte, ou talvez fosse por causa da tradição que os distinguia: os Calradoi não tinham reis. Desde que o herói Echerion matou o tirano Cypegos, a instituição da monarquia havia sido banida, pelo menos em teoria. Havia uma assembleia de cidadãos livres que se reunia ocasionalmente, um senado de anciãos (na prática, os maiores proprietários de terra) em sessão permanente e, quando fosse absolutamente necessário, o comando supremo podia ser delegado por curto tempo a um imperador, um título que na época não significava muito mais que o direito de liderar um exército.

De sua terra natal nas colinas, os Caldaroi começaram a se espalhar. Enquanto isso, suas tradições políticas - que nunca haviam sido escritas - começavam a mudar. Logo, o exército ficava em campo por mais tempo do que em paz, e gradualmente os imperadores pararam de se aposentar ao final das campanhas. Enquanto isso, os senadores migravam para as províncias conquistadas e adquiriam grandes propriedades. A capital mudava de um lugar a outro, e a assembleia do povo era convocada sempre que o imperador desejasse. Na prática, geralmente ela se reunia em um acampamento do exército, onde os veteranos do imperador intimidavam qualquer oposição. A questão da sucessão sempre era uma crise em potencial. Geralmente, o imperador indicava um herdeiro, o senado ratificava a escolha e o povo (ou seja, o exército) a aclamava. Mas isso nem sempre acontecida de forma tranquila, e a sucessão tinha de ser resolvida no campo de batalha de um guerra civil.



Há vinte anos, um general chamado Arenicos vestiu o manto púrpura dos imperadores, e colocou a coroa de louros, que nem deveria ser chamada de coroa, na testa. Seu histórico militar, sua diligência em se livrar de magistrados corruptos e ineficientes e a confiança que ele era capaz de inspirar com um único discurso fizeram dele um governante popular. Ele também tinha o dom de ser tudo para todos. Ele ganhou destaque como um homem do povo e do exército, mas também trabalhava intimamente com os proprietários de terra e os fazia acreditar que ele poderia restaurar o poder do Senado. Ele elogiava os ideais republicanos de Calradia como o ápice das realizações humanas, mas se casou com a filha de um rei insignificante das terras a leste do Império para conseguir uma rota comercial importante, formou um batalhão de guarda-costas com mercenários estrangeiros, fiéis somente a ele, e fez vista grossa quando cultos começaram a adorá-lo como monarca sagrado. Ele falava sobre uma Calradia restaurada, mas não explicava os detalhes sobre como seria.

Havia uma sombra pairando sobre o reino de Arenicos: a relutância em escolher um herdeiro. Parecia que ele estava em busca de alguém que entendesse sua visão, mas nunca encontrava. Tradicionalmente, os imperadores procuravam seus sucessores em três lugares: sua família, os anciãos do Senado e os altos escalões do exército. Ele só tinha uma filha, Ira. Calradia teve imperatrizes regentes no passado, mas Ira tinha um pendão selvagem e irreverente. Seu direito ao trono era defendido por sua mãe, Rhagaea, a esposa estrangeira de Arenico. “É bom que os filhos dos imperadores sucedam seus pais”, diziam os partidários dela. “Se nos unirmos em lealdade à família imperial, as guerras civis vão parar.” Uma facção de nobres poderosos, sob o comando do honrado, mas obstinado, aristocrata Lucon, exigia que o Senado escolhesse o próximo imperador. "Entendemos de política e de leis”, eles diziam. “Voltemos aos velhos dias; devolva-nos o poder." Enquanto isso, o extremamente popular Garios, vencedor de guerras contra Batânia e Aserai, dizia para quem quisesse ouvir que esperava que seus veteranos pudessem aclamar um novo imperador. "A corrupção dos poderosos nos rouba a força", ele dizia a seus homens. "Que vocês, soldados que sangram por esta terra, escolham seus governantes."

O tempo estava se esgotando. Arenicos estava envelhecendo. Ele precisava tomar alguma decisão logo. Então, ao voltar ao seu palácio na cidade de Lycarion, na região sul, depois de sua última campanha vitoriosa nas fronteiras, ele pediu tempo para se recolher sozinho aos seus aposentos para cuidar de uma dor de cabeça penetrante; quando seus guardas o procuraram poucas horas depois, ele estava morto, sobre uma poça de sangue. Imediatamente, Lucon convocou os senadores em sua base ao norte e se declarou imperador. Garios, em campanha na fronteira bataniana, se viu diante de uma assembleia de seus soldados que exigiam que ele assumisse o manto púrpura. E Rhagaea saiu do palácio e se dirigiu à multidão que havia se aglomerado com a notícia da morte do imperador. Ela ergueu diante deles o manto do imperador assassinado, encharcado com seu sangue. A multidão gritou que ela deveria ser a imperatriz, que a família imperial deveria governar dali por diante e que ela deveria se vingar dos assassinos - embora apenas rumores dessem conta da identidade deles naquela altura. Mais uma vez, a guerra civil se aproximava; desta vez com três facções equilibradas e igualmente dispostas a lutar, parecia que ela seria mais terrível que nunca.



O Império é a última facção - ou melhor dizendo, as três últimas - que vamos examinar nesta série. Ele se baseia na tradição clássica da Grécia e de Roma, e de seus sucessores medievais, os bizantinos. Obviamente, muita coisa mudou em mais de 2.000 anos de história. Embora a república romana tenha se tornado um império de fato sob o comando de Augusto, vestígios delas, como o Senado, persistiram até a década de 1300. Enquanto isso, o que começou como um estado burocrático, com prefeitos e governadores designados para mandatos muito curtos, evoluiu para um verdadeiro feudalismo até o século XI, com magnatas bizantinos governando feudos e tendo obrigações militares iguais a de qualquer conde ou duque no ocidente. Ao mesmo tempo, as regras de sucessão nunca eram fixadas, o que cai muito bem com nossos propósitos no jogo. Se um jogador estiver de olho no manto púrpura, há várias maneiras diferentes de obter legitimidade para tanto. Os últimos anos da República Romana, os tempos de Júlio César, Antônio, Otávio, Cleópatra, Catão o Moço e Cícero, tiveram um impacto enorme no pensamento político ocidental e são uma grande inspiração para a literatura, então alguns dos nossos personagens vieram dessa era. Mas governantes bizantinos, como Justiniano e Aleixo Comneno, que restauraram o império da quase perdição, são personalidades igualmente fascinantes, assim como imperatrizes regentes como Zoé e Irene.

Na semana que vem, vamos falar um pouco sobre os recursos novos e tipos de tropas que vamos usar para representar o Império no jogo.

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Sobre este jogo

The horns sound, the ravens gather. An empire is torn by civil war. Beyond its borders, new kingdoms rise. Gird on your sword, don your armour, summon your followers and ride forth to win glory on the battlefields of Calradia. Establish your hegemony and create a new world out of the ashes of the old.

Mount & Blade II: Bannerlord is the eagerly awaited sequel to the acclaimed medieval combat simulator and role-playing game Mount & Blade: Warband. Set 200 years before, it expands both the detailed fighting system and the world of Calradia. Bombard mountain fastnesses with siege engines, establish secret criminal empires in the back alleys of cities, or charge into the thick of chaotic battles in your quest for power.

SIEGE GAMEPLAY
Construct, position and fire a range of heavy machinery in sieges that will test your wits and skill like never before. Experience epic, sprawling combat across ramparts and rubble as you desperately hold on to your castle or seek to seize one from the enemy.

Historically authentic defensive structures offer the ultimate medieval warfare experience, as you batter a rival's gate with your ram or burn his siege tower to ashes. Mount & Blade II: Bannerlord lets you live every moment of a chaotic battle through the eyes of a single soldier.

DIPLOMACY
Engage in diplomacy, with meaningful consequences that impact the world. Strike historic peace deals that win land for your kingdom or free you to take on a new foe. An all-new barter system gives players flexibility in cementing deals, from marriage offers to treason pacts, offering all the options available to NPCs. Use a new influence system to direct your faction's energies or strangle the aspirations of a rival.

SANDBOX ECONOMY
See the availability of goods ebb and flow in a simulated feudal economy, where the price of everything from incense to warhorses fluctuates with supply and demand. Invest in farms and workshops, or turn anarchy to your advantage by being the first to bring grain to a starving town after a siege or reopening a bandit-plagued caravan route.

CRAFTING
Craft your own weapon, name it and carry it with you to the field of battle! A deep, physics-based system gives each weapon you create a unique set of attributes, strengths and weaknesses. Forge a finely-tuned killing machine to match your own prowess and complement your play-style, or take the sword of your enemy and brandish it as a trophy of war.

MODDING
The engine and tools used to develop Mount & Blade II: Bannerlord are being made available to the community, so that modders can re-interpret Calradia or create their own worlds! Players can now combine different mods, making it easier than ever to play the game of your dreams.

ENGINE
An all-new tailor-made game engine, developed in-house to fulfill the unique needs of the series, offers the perfect balance of performance and graphical fidelity, scalable with the power of your hardware.

Experience Mount & Blade with richer, more beautiful graphics than ever, immersing you in the world of Calradia, rendering the game's magnificent battles with equally spectacular detail.

Requisitos de sistema

    Mínimos:
    • Processador: Intel i3-2100 / AMD FX-6300
    • Memória: 4 GB de RAM
    • Placa de vídeo: Intel HD 4600 / Nvidia GT730 / AMD R7 240
    • Armazenamento: 40 GB de espaço disponível
    • Outras observações: These estimates may change during final release
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