The Stanley Parable is a first person exploration game. You will play as Stanley, and you will not play as Stanley. You will follow a story, you will not follow a story. You will have a choice, you will have no choice. The game will end, the game will never end.
Análises de utilizadores:
Recentes:
Muito positivas (234 análises) - 89% das 234 análises de utilizadores nos últimos 30 dias são positivas.
No geral:
Muito positivas (24,756 análises) - 91% das 24,756 análises de utilizadores sobre este jogo são positivas.
Data de lançamento: 17 Out, 2013

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Acerca deste jogo

The Stanley Parable is a first person exploration game. You will play as Stanley, and you will not play as Stanley. You will follow a story, you will not follow a story. You will have a choice, you will have no choice. The game will end, the game will never end. Contradiction follows contradiction, the rules of how games should work are broken, then broken again. This world was not made for you to understand.

But as you explore, slowly, meaning begins to arise, the paradoxes might start to make sense, perhaps you are powerful after all. The game is not here to fight you; it is inviting you to dance.

Based on the award-winning 2011 Source mod of the same name, The Stanley Parable returns with new content, new ideas, a fresh coat of visual paint, and the stunning voicework of Kevan Brighting. For a more complete and in-depth understanding of what The Stanley Parable is, please try out the free demo.

Requisitos do Sistema

Windows
Mac OS X
SteamOS + Linux
    Mínimos:
    • Sistema Operativo: Windows XP/Vista/7/8
    • Processador: 3.0 GHz P4, Dual Core 2.0 (or higher) or AMD64X2 (or higher)
    • Memória: 2 GB de RAM
    • Placa gráfica: Video card must be 128 MB or more and should be a DirectX 9-compatible with support for Pixel Shader 2.0b (ATI Radeon X800 or higher / NVIDIA GeForce 7600 or higher / Intel HD Graphics 2000 or higher - *NOT* an Express graphics card).
    • Espaço no disco: Requer 3 GB de espaço livre
    • Placa de som: DirectX 9.0c compatible
    Mínimos:
    • Sistema Operativo: Mac OS X 10.8 or higher required
    • Processador: 3.0 GHz P4, Dual Core 2.0 (or higher) or AMD64X2 (or higher)
    • Memória: 2 GB de RAM
    • Placa gráfica: ATI Radeon 2400 or higher / NVIDIA 8600M or higher
    Mínimos:
    • Sistema Operativo: Ubuntu 12.04
    • Processador: Dual core from Intel or AMD at 2.8 GHz
    • Memória: 2 GB de RAM
    • Placa gráfica: nVidia GeForce 8600/9600GT, ATI/AMD Radeon HD2600/3600 (Graphic Drivers: nVidia 310, AMD 12.11), OpenGL 2.1
    • Espaço no disco: Requer 4 GB de espaço livre
    • Placa de som: OpenAL Compatible Sound Card
Análises de clientes
Sistema de análises de clientes atualizado a setembro de 2016! Mais informações
Recentes:
Muito positivas (234 análises)
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Análises mais úteis  No geral
15 de 15 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
9.7 hrs em registo
Publicada: 22 de Maio de 2014
Faz-te enlouquecer. Faz-te gritar, faz-te chorar, faz-te rir.
Adoro jogos "no sense". Quando mais sem sentido, sem ponta em que se pegue, sem lógica ou impossibilidade, melhor.
E este é fantástico.
Começa com um homem chamado Stanley. É esse o inicio do jogo: "This is a story about a man named Stanley". Sem dúvida a melhor maneira de começar um jogo é com um inicio que marque o jogador e este conseguiu-o. O nome Stanley é ao mesmo tempo simples e estranho.
E o escritório. O próprio trabalho do jogador, todos os dias carregar no mesmo botão, sempre a mesma singularidade e monotonia. Depois algo estranho acontece.
O narrador faz muito bem a sua tarefa, conduzindo-nos ao longo do escritório até ao fim do jogo.
E os vários fins, cada um mais estranho do que o outro, cada um a levar a lados cada vez mais afastados do real, a conduzir-nos pelo impossível, a cruzar salas e salas repletas de tudo e nada.
A maneira de falar do narrador, a decisão do jogador, as escolhas "esquerda ou direita?", "carrego ou não?", "continuo o caminho ou sigo por ali?" mais a atmosfera do local dão ao jogador uma sensação de descontrolo, em que não fazemos nada e o que está ao nosso alcançe é procurar todas a outras opções.
Um jogo fantástico.
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11 de 11 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
2.9 hrs em registo
Publicada: 24 de Maio de 2014
O bom humor e e as charadas postas por esse game são incríveis e sua filosofia pode lhe ensinar grandes lições. Este game é incrível, mas recomendo pegar em promoções.
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11 de 12 pessoas (92%) acharam esta análise útil
Recomendado
5.5 hrs em registo
Publicada: 5 de Fevereiro de 2014
Bem se gostas de mind ♥♥♥♥s, este e exactamente o jogo para ti
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9 de 9 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
4.8 hrs em registo
Publicada: 11 de Dezembro de 2013
Mais que um jogo sobre jogos, The Stanley Parable documenta o embate entre game designers vs jogadores, narrativa embutida vs emergente. E digo 'documenta' pois ele não parece tomar lados, seguir a narrativa recompensa o jogador assim como a livre expressão é incentivada.

No fim, Stanley Parable dá uma aula de game design ao mostrar que - ao invés de mutualmente exclusivas - narrativas embutidas e emergentes se complementam. E que, ao se admitir isso, experiências poderosíssimas são criadas.
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5 de 6 pessoas (83%) acharam esta análise útil
Recomendado
23.4 hrs em registo
Publicada: 13 de Outubro de 2014
1. If me.click = true Then
2.
3. Player.mind = blown
4.
5. End If
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
0.7 hrs em registo
Publicada: 1 de Junho
what the ♥♥♥♥ did i just played, this game its mindblowing
we cant understand it. Very noice Voice inside.

crazy game
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
7.5 hrs em registo
Publicada: 9 de Fevereiro
Just the right amount of everything for this game.
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
9.7 hrs em registo
Publicada: 10 de Novembro de 2013
Quando olha para o chão, Stanley, o empregado nº 427 de um escritório, não vê os pés. Esta é uma convenção usual dos jogos “na primeira pessoa”, em que se assume a perspectiva do protagonista. Por isso, aquela constatação intrigante levou o personagem principal do videojogo "The Stanley Parable" a admitir, por um momento, a hipótese absurda de ser personagem de um videojogo.

De vez em quando, os videojogos interrogam explicitamente convenções como esta. Em "Psychosomnium" de Jonatan Söderström, por exemplo, um personagem não compreende por que raio lhe aparecem no caminho armadilhas mortais de espigões, típicas dos jogos de plataforma. O developer americano Davey Wreden quis precisamente que este questionamento dos clichés dos videojogos fosse a experiência central de "The Stanley Parable".

Stanley acata sempre as ordens que recebe no monitor do computador para carregar em teclas. Um dia, deixando de as receber, decide procurar explicação, mas encontra os escritórios tão vazios quanto a sua própria existência. As escolhas dele - prosseguir por uma de duas portas, em geral - são antecipadas pela voz do narrador, o outro protagonista de "The Stanley Parable".

Com ele, obedecemos ao narrador, seguindo-lhe a narração, ou decidimos desobedecer, tornando Stanley numa espécie de actualização do escrivão Bartleby. Em resultado destas opções, obtemos um dos múltiplos finais do jogo e retomamo-lo do início, à procura de um novo final. Como em "Groundhog Day", temos a sensação de vivermos um mesmo dia sucessivas vezes. É famosa, no filme, uma sequência com Bill Murray em várias tentativas frustradas de suicídio que se assemelha, em "The Stanley Parable", à sucessão de saltos de uma escadaria de vários metros a que somos obrigados - e vamos sobrevivendo, por milagre da física dos videojogos - para completarmos um “final” e recomeçarmos. A mecânica repetitiva de "The Stanley Parable" enfatiza ali o tédio e a alienação da anonimização e da mecanização dos processos e relações de trabalho modernos.

Tendo começado como “modificação” (ou “mod”) de "Half-Life 2", convertendo-o num novo jogo, "The Stanley Parable" mina as convenções dos videojogos por dentro de um dos seus maiores cânones. A “demo” do jogo - gratuita na loja Steam - é, ela mesma, uma brilhante paródia às amostras dos videojogos; meta-demo que frustra o jogador “à procura da demo”. Numa área do jogo, temos acesso aos “props” de "The Stanley Parable" em exposição, acompanhados de legendas detalhadas e textos contextualizadores - ao jogo a desmontar-se a ele próprio, ao mesmo tempo que consuma, com ironia, as reivindicações actuais para se exporem videojogos nos museus (como já se vira, também, nos créditos finais de "Thirty Flights of Loving" de Brendon Chung).

"The Stanley Parable" é raro, porventura apenas classificável “numa escala de Max Ernst a Salvador Dali”, como se propõe num dos documentos fictícios exibidos nessa exposição. Na crítica de videojogos, existe uma demanda obsessiva de anos que consiste em procurar uma miragem, o “Citizen Kane” dos jogos, e poderá distrair de uma descoberta mais importante: os videojogos encontraram o seu “The Stanley Parable”. Têm um mundo a seus pés, ainda que não consigam vê-los.

(Publicado em http://p3.publico.pt/vicios/ecra/9791/o-escrivao-427)
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
3.6 hrs em registo
Publicada: 25 de Junho de 2014
Diferente de qualquer outra coisa que já joguei. The Stanley Parable basicamente se resume a repetir a mesma fase várias vezes, escolhendo caminhos diferentes para descobrir qual impacto isso terá na história. Proposta simples, mas que devido a uma narração impecável faz dele um jogo muito divertido. Não me lembro quando foi a última vez que ri tanto jogando algo.
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3 de 4 pessoas (75%) acharam esta análise útil
Recomendado
14.1 hrs em registo
Publicada: 29 de Novembro de 2013
Jogo muito interessante!! Recomendo.
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Publicadas recentemente
Mr Xouriso
0.8 hrs
Publicada: 6 de Setembro
What can i say about this game is just simple perfect
General Fire
1.9 hrs
Publicada: 23 de Agosto
reliquia
Punk44 [PT]
5.3 hrs
Publicada: 9 de Julho
Um jogo confuso mas engraçado, não foi o melhor jogo que joguei mas não fiquei chateado pois comprei em saldos e ai sim compensa :)

A confused but funny game, was not the best game I played but I was not upset because I bought on sale and this its good :)
Batalhante
7.1 hrs
Publicada: 1 de Julho
esse jogo....... é....... filosofico,divertido,engraçado,com varios finais! rende muitas horas de diverção. ainda nesta promoção que esta 4 reais vale muito a pena comprar o jogo!
123ale44
0.5 hrs
Publicada: 26 de Junho
Gostei
João G.
3.6 hrs
Publicada: 2 de Junho
Divertido, recomendo :-)
Mr. Blue
2.4 hrs
Publicada: 2 de Junho
This game is just mindblowing!
I really like the jokes along the way, but It was just 'meh' ...
Could be better!
I think that the price of the game is just too mutch even on discount.
Agostinho
1.6 hrs
Publicada: 1 de Junho
Não há palavras para descrever este jogo. O narrador vai dizendo piadas sobre as coisas que vamos fazendo. É pequeno mas tem muitos finais diferentes. Achievemnts fáceis de conquistar :p Queria fazer uma review deste jogo mas é impossivel fazer sem dar spoil. E eu não sou spoiler! É divertido. Mas comprem em promoção para não se arrependerem depois.
Daniel_H_C_P
3.5 hrs
Publicada: 23 de Março
É um meta-jogo. Bom, mas você vai se cansar dele em dois ou três dias se não jogar todas as possibilidades de uma vez só. Compre em uma ótima promoção para jogar uma vez só.

Obs: talvez seja melhor você tentar Portal 1 ou 2, Half Life 2, ep 1 e ep 2 etc.

-> 6/10