Siga uma jornada fascinante, cheia de surpresas onde dois personagens distintos formam uma parceria para sobreviver em uma perigosa América pós-apocalíptica. 150 anos no futuro, a guerra e a destruição deixaram o mundo em ruínas e a natureza recuperou sua força, deixando poucos sobreviventes humanos.
Análises de usuários: Muito positivas (1,404 análises)
Data de lançamento: 24/out/2013

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Recomendado por curadores

"A criminally overlooked game, this beautiful title retells Journey to the West with Andy Serkis being grumpy!"
Veja a análise completa aqui.

Sobre este jogo

Siga uma jornada fascinante, cheia de surpresas onde dois personagens distintos formam uma parceria para sobreviver em uma perigosa América pós-apocalíptica.

150 anos no futuro, a guerra e a destruição deixaram o mundo em ruínas e a natureza recuperou sua força, deixando poucos sobreviventes humanos. Naves escravas misteriosas colhem a população, levando-os para um lugar sem volta.

Trip, uma jovem entendida em tecnologia foi presa por uma nave de escravos mas consegue fugir usando sua proeza mental. Monkey, um solitário e forte, companheiro na prisão também se liberta com seu poder bruto. Trip rapidamente percebe que Monkey é sua passagem para a liberdade e sua única esperança de sobreviver à perigosa jornada para casa. Ela hackeia uma tiara de escravidão e coloca em Monkey, conectando os dois. Se ela morrer, ele morre e a jornada dela agora se torna a jornada dele. ENSLAVED é centralizado na complexa relação entre os dois personagens principais e os jogadores assumem o papel de Monkey. Usando uma mistura de suas habilidades de combate, estratégia e travessia ambiental, você deve garantir que ele e Trip consigam sobreviver às ameaças e obstáculos que se colocam em seus caminhos rumo à liberdade.

Recursos principais

  • Edição Premium inclui o jogo original aclamado pela crítica, e o conteúdo adicional para download "Pigsy's Perfect 10", além dos visuais de personagem Monkey Ninja, Monkey Clássico e Sexy Trip.
  • Enredo Encantador - uma nova versão pós-apocalíptica do romance clássico de 400 anos: Jornada ao Oeste escrito junto com roteirista e autor bem conhecido Alex Garland.
  • Uma obra-prima cinematográfica - cenas dramáticas pelo co-diretor Andy Serkis, que também desempenha o papel principal de Monkey, retratando os eventos críticos que impulsionam a história de Monkey e Trip.
  • Ambientes impressionantes – Explore um mundo belo e assustador de paisagens urbanas devastadas por guerra e recuperadas pela natureza e está repleta de perigos em cada turno.
  • Sistema de Combate dinâmico – Ataque e defender com proeza ágil, utilizando uma combinação de ataques corpo a corpo, guardas e quedas. Use o Monkey para alcançar um inimigo, roubar sua arma, em seguida, assassina-lo sistematicamente.

Requisitos de sistema

    Minimum:
    • OS: Windows XP SP2, Vista or higher
    • Processor: Intel Core 2 Duo @ 2.20GHz / AMD Athlon 64 X2 4600+
    • Memory: 2 GB RAM
    • Graphics: Nvidia Geforce 9600/ ATI Radeon HD 4850
    • DirectX: Version 9.0c
    • Hard Drive: 12 GB available space
Análises úteis de usuários
55 de 56 pessoas (98%) acharam esta análise útil
56.3 hrs registradas
Publicada: 7 de setembro
O jogo se passa a bordo de uma nave que, depois de ser sabotada, cai em Nova York que na ocasião foi devastada por um apocalipse robótico e a partir dae Trip e Monkey ( o nome do protagonista passa a fazer muito mais sentido ao decorrer do GAME ) Encontram-se ligados e tendo assim a jornada iniciada.

e que jornada, em momento algum o jogo se mostrou previsível, foi cheio de surpresas ao seu decorrer, os personagens são bastante carismáticos, os ambientes são incrivelmente bem detalhados, e muito bonitos.

temos a junção de um novo membro ao time um pouco mais tarde na jornada, Pigsley que se mostra bastante fundamental em diversas ocasiões, a partir dae o jogo se torna bem mais desafiador e por deveras vezes mostrando ser bastante necessário o uso do raciocínio para seu avanço bem sucedido.

curti muito a jogabilidade do Game, tendo como possível, diversas melhorias ao decorrer do mesmo, em diversos aspectos.
apesar da boniteza das fases, cenários, não temos muito do quesito 'exploração', seria muito legal, se assim fosse porém, isso não se torna nada que influencie negativamente.

A jornada do nosso um tanto quanto, muito inusitado time, que por uma grande maioria de vezes são carregados pelo jogador através do protagonista , não se torna cansativa pelo simples fato, de seus companheiros serem tão uteis e necessários, quanto ele é para ser o responsável pelos avanços a cada nível, com inimigos variados, embora não em grande escala, pois em suma maioria, tirando os inimigos grandes os demais são mais do mesmo, não sendo tão inovador mesmo com sua campanha de 14 níveis, porém, o jogo é uma experiencia incrivelmente única e fantástica com um final, não tão épico, porém surpreendente e um pouquinho de tristeza :(, que antes mesmo de seu fim, já temos também uma grande revelação.

não posso deixar de citar sua trilha sonora que se encaixa muito bem em cada momento em que nos é apresentada, tornando a experiencia do Game ainda mais agradável.

creio que o final, deixou várias brechas para continuações e gostaria muito de ver mais jornadas de Enslaved que do seu começo ao seu fim foi totalmente desafiador, repleto de cenários lindos e muito satisfatório com uma trama bastante interessante.

Campanha: 10/10
Trilha sonora: 10/10
Gráficos/visual: 10/10
Jogabilidade: 10/10


Não tenho contras a citar, que sejam revelantes a ponto de serem citados ao meu ver,
me arrependi de não ter jogado antes, mais do que recomendado, ENSLAVED é um jogão que você precisa conferir, e não terá arrependimentos.
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29 de 30 pessoas (97%) acharam esta análise útil
11.0 hrs registradas
Publicada: 19 de outubro
Enslaved: Odyssey to the West é um excelênte jogo que infelizmente é desconhecido pra grande maioria dos jogadores, eu mesmo entre os amigos da steam só tem uma pessoa que possui o jogo e este não jogou nem uma hora completa, provavelmente só testou o jogo, se ia rodar, ou algo assim. O jogo possui dois protagonistas que tem uma química muito boa e vão crescendo cada vez mais durante a história, estes são Monkey (o personagem no qual jogamos) e uma linda adolescente no qual ele deve proteger chamada Trip. O jogo é basicamente um hack 'n slash, com um gameplay bastante variado. Além de muita pancadaria, você têm que escalar diversos locais, resolver alguns pequenos puzzles, estar se preocupando o tempo todo com a Trip, usar a melhor combinação das suas habilidades. Além disso você pode usar estratégias stealth em alguns locais. Vale mencionar também a inspiração do jogo em DRAGON BALL (na verdade Enslaved e Dragon Ball tem a mesma inspiração) e as semelhanças entre Goku e Monkey (que possui inclusive uma nuvem voadora), Bulma e Trip, Oolong e Pigsy (este com passagens muito engraçadas), fora alguns outros pontos no jogo. Os graficos são maravilhosos, a única coisa que notei de negativo foram algumas texturas de baixa resolução que provavelmente foram herdadas dos consoles. Recomendo pra quem se interessou pelos pontos que citei acima e garanto que não vão se arrepender de gastar ali suas 10 ou 12 horas neste jogo... Lamento somente o fato do jogo ter vendido pouco devido a incompetência de marketing da Ninja Theory, o que infelizmente acabou enterrando a chance de termos um Enslaved 2.
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15 de 15 pessoas (100%) acharam esta análise útil
14.4 hrs registradas
Publicada: 14 de agosto
O verdadeiro escravo de Bu....

Você começa em uma fortaleza e do nada as paredes começam a cair e tudo vai se destruindo, ai você conhece a Trip que te tranforma em um escravo com uma coroa magnética doida e você é obrigado a ajuda-la, bom o resto deixo pra você que for jogar.

A jogabilidade é bacana e sua unica arma é seu bastão que cresce estilo goku, o jogo é cheio de parkour, mas em alguns momentos lutando a camera é meio atrapalhada, em certas partes do jogo você interage com a Trip para passar obstaculos e resolver alguns enigmas vamos dizer assim.

(Reconhece controle de xbox 360 e xbox one sem precisar configurar nada) :D

Os combos não são muito variados e existe uns closes legais nas finalizações de inimigos.

Não existe muita variedades de inimigos isso é um ponto meio chato no jogo, mas da pra relevar.

Há upgrades para seu escudo, suas técnicas de combate, sua vida e seu bastão do goku.

O gráfico é impecável, cenários paradisiacos com destruição, pós apocaliptico aquela coisa toda regaçada e cheia de ferrujem, muito bem feito por sinal.

A trilha sonora é muito bacana e combina com o jogo, há dialogos frequentes entre os personagens e partes de humor o que deixa o jogo ainda mais envolvente.

Eu acabei de terminar ele, e já estou com saudade, sem duvida um jogaço...

Na minha opinião o cenário, o gráfico e a história e os 3 personagens (Monkey, Trip e Pigsy) são os pontos mais altos do jogo.

Recomendo demais !!!
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15 de 15 pessoas (100%) acharam esta análise útil
14.5 hrs registradas
Publicada: 9 de julho
Excelente game!!!

Com uma ótima história, personagens carismáticos, boa jogabilidade, gráficos maravilhosos (com algumas texturas de baixa resolução - herança dos consoles) e um designing de cenários incrível!!! Esse game é altamente recomendável. Peca pelo fato das escaladas serem muito automáticas: é impossível errar.

Anyway, com certeza, é um dos melhores que já joguei desse gênero (hack'n slash).
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10 de 10 pessoas (100%) acharam esta análise útil
22.9 hrs registradas
Publicada: 27 de dezembro
Por nunca ter ouvido falar do jogo, não esperava muito dele, mas acabei me surpreendendo e ele definitivamente entrou para a minha lista de favoritos.

Ao contrário da maioria dos cenários pós-apocalípticos, este é incrivelmente bonito, com a natureza tendo recuperado seu espaço. Os gráficos são incríveis, a jogabilidade é excelente (joguei usando controle de Xbox 360) e a história bem interessante. Nos quinze primeiros minutos achei o jogo meio chato e parado, mas pouco depois o ritmo aumentou e comecei a gostar bastante. Tanto a história quanto o desenvolvimento dos personagens começam fracos, mas melhoram significativamente ao longo do jogo. A jogabilidade se baseia principalmente em saltos, escaladas e combate. O jogador também acumula pontos ao coletar esferas vermelhas, que podem ser usados para melhorar habilidades variadas, como tipos e força de ataques e resistência. E o final... bem, não sei se agrada a todos, mas é surpreendente.

Uma coisa que achei um pouco frustrante no início é o fato de o jogo não ser mundo aberto - ou seja, é linear e você não pode ir aonde quiser, apenas explorar em um espaço limitado - além de parecer um pouco fácil, principalmente pelo fato de itens "interagíveis", como objetos aos quais se segurar, serem destacados (brilham um pouco). Mas com pouco tempo de jogo percebi que essas duas coisas, além de não atrapalharem, eram importantes para um bom desenvolvimento no jogo, principalmente o destaque dos objetos, pois isso permite que o jogo corra com maior fluidez, o que é bem útil mais para frente, quando você deve avançar com agilidade e velocidade.

Fãs de um certo anime irão reconhecer vários elementos familiares, como: o personagem principal é meio "bruto" mas de bom coração, super forte, usa um "cinto" que faz parecer que tem um rabo, chama-se Monkey, tem um bastão mágico e até uma "nuvem" voadora; também tem uma coadjuvante super inteligente mas meio medrosa e egoísta e um companheiro com traços de porco bem humorado; e ainda coleta esferas mágicas que lhe dão poder. Lembra alguma coisa? ^_^ Não é atoa - assim como Dragon Ball, o jogo foi inspirado na antiga história chinesa do Rei Macaco, apesar de ela não fazer parte efetivamente da trama do jogo.

Infelizmente, em grande parte por culpa de um marketing falho, o jogo não foi bem divulgado e não alcançou nem de longe o sucesso esperado, e por isso mesmo teve os planos de possíveis continuação encerrados. O que, na minha opinião, poderia ter sido um forte concorrente a prêmios junto com grandes títulos lançados na mesma época, acabou se tornando um jogo desconhecido e subestimado.

DEFINITIVAMENTE VALE A COMPRA, e garante boas horas de diversão.
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13 de 16 pessoas (81%) acharam esta análise útil
16.6 hrs registradas
Publicada: 3 de novembro
O jogo e muito bom e vale apena compra lo o interessante e que você se envolve com a história se jogar realmente com interesse de finalizalo, durante o decorre do jogo você percebe a mudança do Monkey e Trip, a realação de mestra e escravo acaba, o final ´we bem legal mas um pouco triste, e assim que finalizar o jogo jogue a dlc do pidgy,depois de finaliza conhecer a historia desse personagem vai entender o motivo do final da campanha principal, o jogo é bom para fãs de DNZ como eu o jogo é baseado na lenda do Rei Macaco - por isso o nome Monkey, traços que vai percebe é o cabelo do Monkey que lembra o cabelo de um SSJ, o bastão dele, a nuvem voadora,bano na cintura que lembra uma cauda entre outros
Unico problema que o jogo apresenta são bug no capitulo 2 e no final, que pra resolver o unico jeito que eu encontrei foi colocando tudo na resolução minima e tela de 800x600 até passar o trecho, e algumas vezes durante o combate os controles não respondem direito e o monkey ataca na direção oposta a que você quer
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8 de 8 pessoas (100%) acharam esta análise útil
17.6 hrs registradas
Publicada: 29 de agosto
Enslaved é um excelente jogo que provavelmente você nunca ouviu a respeito. Foi desenvolvido pela Ninja Theory, hoje mais conhecida, não da melhor maneira, pelo reboot DmC: Devil May Cry. É um jogo de aventura com bastante foco em plataforma, com uma história simples, embora cativante, baseada na famosa romance chinês Jornada ao Oeste. O único ponto negativo do jogo é o combate meio repetitivo na questão dos movimentos e às vezes até irritante na execução dos golpes, mas nada que estrague a experiência pois você passa a maior parte do tempo explorando ao invés de lutar.
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4 de 4 pessoas (100%) acharam esta análise útil
20.7 hrs registradas
Publicada: 23 de setembro
JOGAÇO.
Apesar de muitos não conhecerem este game por já ser um pouco antigo,vale muito apena jogá-lo.RECOMENDO.
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3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
0.3 hrs registradas
Publicada: 26 de novembro
otimo jogo pena que e pouco conhecido
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3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
16.6 hrs registradas
Publicada: 6 de novembro
Finalmente! Tardaram vários anos para trazer este jogo do x-box 360 para o PC, mas não falharam. Jogo de ação de qualidade com uma história interessante. O único ponto fraco deste port é a mira com aceleração de mouse quando você tem que usar turrets ou sua arma de longa distância (Se isso te encomodar muito recomendo usar controle, mas eu zerei com mouse e teclado sem muita dificuldade). Quando não em combate corpo-á-corpo com seus golpes fracos e fortes, bloqueio, evasão e alguns golpes especiais, você estará atravessando alguma parte do cenário se agarrando em paredes, canos e pulando em plataformas, resolvendo algum puzzle, atirando com uma turret para proteger Trip, voando baixo em sua prancha, explorando o cenário, perseguindo alguém ou se esgueirando. Apesar da pouca variedade de inimigos, o jogo faz um bom trabalho de misturá-los assim como todas as situações citadas anteriormente. Para finalizar, o DLC “Pigsy’s Perfect 10” é uma ótima adição, com cutscenes mais bonitas que as do jogo original, uma história legal e a mudança de estilo do jogo para stealth. No DLC vc joga com Pigsy e usa algumas de suas invenções mais seu rifle com mira scope para derrotar os inimigos um a um sem atrair muita atenção. De certa forma gostei mais do DLC do que do jogo príncipal, mas não deixa de ser um pacote quase 10 perfeito.
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
1.8 hrs registradas
Publicada: 17 de novembro
BÃO. ehueh
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
12.1 hrs registradas
Publicada: 18 de novembro
Jogo curto e rápido, consegui finalizar com uma boa porcentagem de itens opcionais em cerca de 11 horas.

O combate estilo hack'n'slash é bem simples, com poucos combos para serem aprendidos, contando com um sistema de upgrade. Também existe uma arma de plasma, para ataques a longa distância, na forma de um bastão de energia - o mesmo usado no combate corpo a corpo. Durante os combates, a câmera pode ser um ponto negativo: muitas vezes ao se mover pelo cenário, a câmera fica presa em um ponto de vista que não é exatamente o mais confortável na hora da batalha.

Nos momentos de jogabilidade de plataforma não existem desafios. Mas até que isso é condizente: Monkey é um personagem ágil, sua história de vida nos conta que ele viveu bastante tempo sozinho na selva, e seria muito estranho que sua fluidez ao pular obstáculos não fosse algo tão natural. Alguns quebra-cabeças existem, mas são extremamente fáceis, não apresentando desafio algum.

A química que existe entre os dois personagens principais, no entanto, é o ponto forte deste jogo. A história de Trip e Monkey te prende na narrativa, e dá o ritmo acelerado, com um tom de urgência durante todo o tempo. O que mais me motivou a avançar pelas fases foi a curiosidade pelo desfecho da história (fortemente baseada no conto chinês "Jornada ao Oeste", que também originou a série "Dragon Ball". Fãs vão encontrar muitas referências divertidas aqui). Monkey depende de Trip, e Trip depende de Monkey, e o jogador sente isso. É uma relação parecida com a que vi ao jogar "God of War III", nas fases em que Kratos era acompanhado por Pandora.

Sem fazer spoilers sobre o desfecho, achei um tanto raso, com muitas pontas soltas. Não sei se a intenção era deixar espaço para uma continuação, entretanto.

Vale bastante a pena, para quando você quiser uma pausa das grandes séries. É um jogo de 2010, antigo para os padrões atuais, então espere gráficos e controles condizentes com uma geração anterior. Mas é um jogo que envelheceu bem. Se ainda não jogou, espere por alguma promoção e adicione esse título na coleção.
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
8.3 hrs registradas
Publicada: 15 de setembro
Um exclente jogo de ação e plataforma,com personagens carismáricos e uma jogabilidade bem fluida,os unicos pontos negativos que posso ressaltar seriam a camera que não é muito boa e o final do jogo que deixa a desejar ,mas no geral eu recomendo ^^
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1 de 2 pessoas (50%) acharam esta análise útil
2.8 hrs registradas
Publicada: 26 de outubro
Enslaved: Gameplay do jogo com a mesma origem de Dragon Ball e Goku:
https://www.youtube.com/watch?v=g0qRbIaT4h0
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260 de 285 pessoas (91%) acharam esta análise útil
10.2 hrs registradas
Publicada: 7 de novembro
Enslaved: Odyssey to the West is a sci-fi reworking of the classic Chinese tale, Journey to the West. Set after an apocalyptic war, the world has largely been abandoned and only a remnant of civilisation remains, alongside what's left of a hostile robot army.The setting is at times stunning. The skeletal remains of civilisation are being re-enveloped by verdant nature. It's a refreshing move away from the barren browns and reds we usually associate with post-apocalyptic settings. Despite its age and technical limitations - coupled with even more limited graphics options - Enslaved is a beautiful game with obvious care and attention paid to its lush environments, its detailed, motion-captured animation overseen by Andy "Gollum" Serkis, and its nuanced character design.It's also clear that care has been lavished on the story. Main characters Monkey and Trip are fully rounded out. The nature of their strained relationship plays out naturally, and develops organically. There are the occasional fumbles, especially at the very beginning as the rules of their relationship are set, and the conflict feels a little rushed and too quickly resolved. Overall, however, the dialogue and character development prove to be sophisticated to a degree far in excess of what one might expect from an action-brawler.Other characters taken and adapted from the novel are equally well represented, and the central narrative pays homage to original story reinterpreting its themes of action, choice and consequence expertly and without the heavy hand mass market media so often utilises. The game plays out as an extended escort mission of sorts. The concept may strike dread in the hearts of many a gamer, but it’s not so much a burden and plays in a similar fashion to Bioshock Infinite’s Elizabeth. Trip will hide from combat while Monkey lays the smack down on robots. The combat its self is initially frantic and exciting, but soon it becomes clear it lacks any sort of depth. In fact, for all its visual punch the combat has no actual power behind it and its limitations quickly become evident. Other aspects of the game also suffer from being pedestrian and uninteresting. Platforming and puzzle elements are functional, but both lack any imagination and act as little more than a distraction from the combat zones.Enslaved is highly scripted and very linear, and despite the verticality of many levels and the sprawling nature of the world Money and Trip have a very narrow path to follow. The scripted nature of the game is both its strength and ultimately its biggest weakness.Despite some stunning art direction and a rich story complete with interesting and complex characters, Enslaved fails to provide a compelling game play experience to complement its artistic and narrative strengths.
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117 de 127 pessoas (92%) acharam esta análise útil
21.3 hrs registradas
Publicada: 24 de julho
Disclaimer: Do not buy this game if you do not own a gamepad. The mouse support is about as bad as it gets. I use kb/m whenever possible in third person games and I had to use a gamepad for this one.

Enslaved is a well-written and satisfying-but-simple spectacle fighter with a heavy story emphasis and some minor puzzles. It is a post-apocalyptic adaptation of a classic Chinese novel "Journey to the West." There are several nods to the original story, such as the names of the main characters which may interest those who have read the book.

The writing is excellent for the most part and acted very well. The game manages to be both serious and humorous while telling the story and rarely feels out of place. My one issue is the way that the two main characters Monkey and Trip meet. The meeting should be the biggest source of conflict in the entire story, yet it is glossed over and forgotten within a minute. It reminds me a lot of the criticism aimed at Tomb Raider 2013 and Far Cry 3 for how quickly those main characters got used to killing people after leading normal, peaceful lives up to that point.

Gameplay is pretty simple and definitely nothing groundbreaking. The game is a simple yet satisfying spectacle fighter with simple one-button traversal mechanics. You also need to solve a few basic puzzles to make it through some levels. It is quite easy even on hard difficulty. Unfortunately the game makes use of seemingly randomly-placed fixed camera angles that can easily confuse the player and will sometimes make your character immediately walk back through a doorway after entering a room. The other big issue with the camera is during combat itself. It likes to jerk the camera around randomly every time you attack and zoom way in so it's impossible to keep track of enemies other than the one you're attacking. It may also cause motion sickness. It's a stupid design decision chosen just to make the combat more flashy, as seems to be a common problem with spectacle fighters.

The game has a nice art style, but average last-gen console-quality graphics. I find that this is enough to hamper the art style in what should be a very beautiful game, which is very unfortunate. It still has its moments, but it would be an absolutely gorgeous game if the developers had put any effort into the PC port.

Speaking of the port, it's just about as lazy as it gets. The mouse is treated like a joystick and is given a deadzone when you go into aim mode, just like Dead Space. It's basically useless and I found it unplayable. Graphical quality is limited to low/medium/high though it thankfully has a separate toggle for motion blur which looks even more fake and ugly than most games. There are no graphical enhancements for the PC version. Button prompts always show controller buttons even if you don't have one plugged in. The game has a custom mouse cursor, yet the mouse doesn't work in menus. The one good thing about the port is that the game uses Unreal Engine 3 so it runs very smoothly and will handle 120/144 Hz flawlessly with only a minor config tweak.

So while it's far from a perfect game, mostly due to poor and outdated design decisions and a lazy port, it's quite fun and a great story experience.

The Premium Edition on PC also includes the Pigsy's Perfect 10 DLC. It turns the game from a simple-but-satisfying story-focused spectacle fighter into a sub-par stealth/cover shooter starring a fat, disgusting, misogynist pig on his quest to build a robot girlfriend. Seriously what were they thinking? Thankfully it was short.
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65 de 82 pessoas (79%) acharam esta análise útil
2.4 hrs registradas
Publicada: 13 de outubro
I'm only on the third chapter, but it's refreshing to see such a lively game that mixes so many great emotions. I don't understand why this isn't some sort of bestseller. Perhaps companies should start looking more into developing PC ports more often as there's a vast amount of gamers like us out there who don't use consoles. I'm glad I discovered this game and these guys deserve the money. Buy it!
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45 de 54 pessoas (83%) acharam esta análise útil
7.4 hrs registradas
Publicada: 18 de outubro
Completed the game in a little over 7 hours. Great story with compelling characters and great voice acting, although by the end it leaves a lot of unanswered questions that I suppose would be answered in a sequel or two, that sadly we are unlikely too see. In that respect it felt a little lackluster and just a bit weird.

Combat on the whole can become very repetetive but it's still a challenge in some scenarios and not bad overall for such an old game. Climbing isn't much of a challenge but still feels cool enough for that to not matter. I feel like a lot of effort went into the opening sequence and would have liked that level of immersion to carry on throughout.

The key thing that kept me playing was the synergy between Monkey & Trip and I feel it would have developed into an excellent franchise had it continued.

Overall: 7/10
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37 de 43 pessoas (86%) acharam esta análise útil
11.0 hrs registradas
Publicada: 27 de outubro
Enslaved: Odyssey to the West is a very good, but somewhat flawed game that deserves to be played by anyone who likes action-adventure-platformers. This game reminded me a lot of the Prince of Persia game from 2008. You do a fair amount of easy platforming and also spent a pretty good amount of time in combat. The combat is by no means difficult and by no means super interesting.

What makes the game work is that it does the few things it does very well. The platforming is solid and has great controls. I found myself enjoying all the little platforming sections they threw at me. They make the next object you are to leap to flash so you never find yourself wondering where to go next. Also, the combat in this game responds well. You are able to upgrade yourself as you play and I found that the extra costumes that came with this version of the game were really useful.

What does not work in this game are the turret sections. I found aiming the turrets in this game to be a chore and that it was really hard to hit moving targets enough to kill them. Obviously, I made it through the game, but I dreaded every time I was in a turret section. Fortunately, there are only about three or four turret sequences. All have terrible checkpoints as well....something that is actually a problem throughout the game. It doesn't save after each major section, but rather saves when it feels like it. I quit once, confident that I would be fine, only to come back and learn I had to replay 10-15 solid minutes. Annoying. The "surf board" sections are also annoying, but quite brief.

The laziness of the PC port is obvious at times. There are graphical glitches and I once had to reduce the game to the lowest resolution for the character to make a jump. Odd.

A final note about a few high points of the game. The characters and story are really good, as are the graphics. I found myself really liking both the main leads and was very much pulled into their adventure. The voice-acting is top notch and the facial capturing they did for these characters is one of the best in any game I've seen. The environments are lush and beautiful and the game ran smoothly for the most part(aside from a few glitches).

In the end, I loved the game and really recommend it if you liked any Prince of Persia game.

8/10 - a solid game everyone should pick up.
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54 de 71 pessoas (76%) acharam esta análise útil
11.5 hrs registradas
Publicada: 31 de outubro
Been playing games since the early 90`s, and this one is up there, maybe in the top 10. .. and i`ve played an awful lot of games.
sure, its linear, but the 3 main characters are brilliantly portrayed, with super voice acting and a bit of comedy dialogue thrown in. good story, keeps you hooked.

simply brilliant. played it on xbox, but PC is just that bit crisper - graphics-wise.
one of the most under-rated games ever.


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