Aurora, a young girl from 1895 Austria, awakens on the lost fairytale continent of Lemuria. To return home she must fight against the dark creatures of the Queen of the Night, who have stolen the sun, the moon and the stars. At stake is not only Lemuria, but Aurora’s true destiny.
Análises de usuários:
Todas:
Muito positivas (7,114 análises) - 92% das 7,114 análises de usuários deste jogo são positivas.
Data de lançamento: 29/abr/2014

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Inclui 3 itens: Child of Light, Valiant Hearts: The Great War™ / Soldats Inconnus : Mémoires de la Grande Guerre™, Trials Fusion™

 

Sobre este jogo

Aurora, a young girl from 1895 Austria, awakens on the lost fairytale continent of Lemuria. To return home she must fight against the dark creatures of the Queen of the Night, who have stolen the sun, the moon and the stars. At stake is not only Lemuria, but Aurora’s true destiny.

Key Features



An Adventure Waits!
Created by a talented team at Ubisoft Montreal using the UbiArt Framework, Child of Light is an RPG inspired by fairy tales complemented with a story carefully crafted in verse and rhyme. Step into a living painting, the breathtaking scenery of Lemuria is an invitation to explore a long lost world.

Enter the World of Lemuria
Across your journey through Lemuria you will encounter many eccentric creatures, from spirits of the forest to talking mice to wicked witches and evil sea serpents. Discover a vast land with iconic locations and exciting dungeons that will evolve as Aurora regains the stolen lights.

Fight the Dark
Battle enemies using an Active-Time Battle System alongside the firefly Igniculus and other members of Aurora’s party on their quest to recover the sun, the moon and the stars. Beat your enemies using a deep party system and the varied skill trees of your party. Play with a friend as both Aurora and Igniculus using the seamless drop-in drop-out cooperative multiplayer.

Requisitos de sistema

    Mínimos:
    • SO: Windows Vista, Windows 7 SP1, Windows 8/8.1 (32/64bit versions)
    • Processador: Intel Core2Duo E8200 @ 2.6 GHz or AMD Athlon II X2 240 @ 2.8 GHz
    • Memória: 2 GB de RAM
    • Placa de vídeo: nVidia GeForce 8800 GT or AMD Radeon HD2900 XT (512MB VRAM with Shader Model 4.0 or higher)
    • DirectX: Versão 9.0c
    • Rede: Conexão de internet banda larga
    • Armazenamento: 3 GB de espaço disponível
    • Placa de som: DirectX Compatible Sound Card with latest drivers
    • Outras observações: Windows-compatible keyboard and mouse required, optional Microsoft XBOX360 controller or compatible
    Recomendados:
    • SO: Windows Vista, Windows 7 SP1, Windows 8/8.1 (32/64bit versions)
    • Processador: Intel Core2Quad Q8400 @ 2.6 GHz or AMD Athlon II X4 620 @ 2.6 GHz
    • Memória: 4 GB de RAM
    • Placa de vídeo: nVidia GeForce GTX260 or AMD Radeon HD4870 (512MB VRAM with Shader Model 4.0 or higher)
    • DirectX: Versão 9.0c
    • Armazenamento: 3 GB de espaço disponível
    • Placa de som: DirectX Compatible Sound Card with latest drivers
    • Outras observações: Windows-compatible keyboard and mouse required, optional Microsoft XBOX360 controller or compatible
Análises úteis de usuários
57 de 60 pessoas (95%) acharam esta análise útil
5 pessoas acharam esta análise engraçada
1.5 horas registradas
Publicada: 31 de março
Esse jogo é uma arte!
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
16 de 16 pessoas (100%) acharam esta análise útil
15.1 horas registradas
Publicada: 18 de março
Child of Light é um RPG diferente do que estamos acostumados a jogar. Não só pelo sistema de combate em turnos, que já foi tão comum em outros tempos, mas também pelo ar de inocência e pela simplicidade, bem diferente das densas atmosferas que dominam o gênero atualmente.

Com uma história meiga e cativante, o jogo nos conta sobre Aurora, uma princesa de coração puro, que após ter supostamente morrido, acorda em um mundo de ilusões. Na verdade, sua morte não passou de um golpe da Rainha da Noite, sua madrasta a qual roubou o sol, a lua e as estrelas para tentar dominar o reino. Assim caberá à Aurora restaurar a luz para salvar o reino e voltar para casa.

Um dos pontos mais charmosos do jogo é o desenvolvimento da história por meio de rimas, o que dá um tom poético à narrativa além de contribuir fortemente para a ambientação criada em um universo de conto de fadas.

Os cenários de beleza indescritível deixam claros o alto nível de esmero da equipe artística com a apresentação de um conceito muito adequado ao tema, e que lembra outros jogos da própria empresa, tais como a série Rayman.

No decorrer da campanha, Aurora encontrará várias pessoas pelo caminho, que dependendo das ações do jogador, se juntarão ao seu grupo e irão ajuda-lo durante o combate. Falando em combate, este se dá pelo bom e velho sistema de turnos, mas com uma particularidade bastante interessante, que é a possibilidade de o jogador manipular a ordem dos turnos.

Isso ocorre porque um dos personagens que nos acompanharam durante o jogo tem a capacidade de interferir diretamente na barra de ações, o que abre um leque de possibilidades para se montar a estratégia na hora de batalhar.

Ao subir de nível, os personagens recebem pontos que poderão ser distribuídos em qualquer um dos 3 ramos da árvore de habilidades. Cada ramo dará ao personagem um estilo de luta que deverá ser usado em conjunto com o grupo para alcançar bons resultados em batalha.

Além disso, há também os chamados Oculi, que são espécies de joias mágicas capazes de dar poderes elementais aos seus portadores, que poderão ser usados estrategicamente a depender do inimigo a ser enfrentado.

O jogo é bem simplificado em termos de RPG, já que fora as duas coisas que citei, não há nenhuma outra opção de personalização do personagem, tais como itens de equipamento e muito menos moeda, já que não haveria nada para se comprar. A limitação para usar apenas dois personagens do grupo por vez também me parece bastante sem sentido.

Uma coisa chata é que não aparece a quantidade de HP dos inimigos. Isso é péssimo as vezes e atrapalha a tomar algumas decisões como por exemplo interromper e zergar – ignorar a defesa e atacar com todas as forças – se o inimigo estiver morrendo ou trocar de personagem/curar no caso de o inimigo estar com muita vida restante.

Porém, chato mesmo é o jogo não possuir conquistas Steam, porque todas estão concentradas na Uplay... Quando é que eles vão aprender que aquilo é uma bosta? Bom, pelo menos eles tem mais bom senso que a EA e vendem os jogos também pelo Steam.

No geral, Child of Light é um jogo belíssimo acompanhado de uma atmosfera única criada pela combinação de uma série de acertos que com certeza só poderiam significar sucesso. Embora simplificado, e com desafio quase nulo para jogadores experientes, o jogo pode ser considerado uma sábia escolha para todos os amantes de uma bela obra de arte. IMPERDÍVEL (10/10).
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
6 de 6 pessoas (100%) acharam esta análise útil
2 pessoas acharam esta análise engraçada
15.3 horas registradas
Publicada: 18 de dezembro de 2015
Desde o dia em que eu joguei Braid pela primeira vez, que eu dou credibilidade para um dos meus amigos com relação as recomendações de games, o Mário nunca errou, seja com o Braid, ou Machinarium, ou Portal, ele definitivamente nunca errou.

E falando em acerto, Child of Light foi um jogo que ele fez questão de me mandar o trailer quando a Ubisoft fez o anúncio.

Cá estou eu dois anos depois do anúncio, quase um ano depois do lançamento, conferindo o game de perto graças a summer sale linda do meu coração da steam.

Logo de cara o game instala um novo servidor no meu computador.

O que? Como?

É, o jogo usa uma plataforma a parte da própria Ubisoft ao invés de utilizar a própria Steam como a maioria dos jogos. Ou seja, nada de achievments, nada de cartas colecionáveis, nada de nada, ou melhor, isso existe sim no jogo, mas no servidor próprio.

Esquisitisses aparte, o jogo começa com a narrativa de uma história contada em terceira pessoa...
...o jogo estava em português.

Minha cabeça explodiu!

Gente eu sou da época que jogo traduzido já era um luxo, dublado então? Não se fala.

Mas antes que vocês se preparem para a vergonha alheia, qualidade do trabalho me surpreendeu como eu nunca imaginaria, a dublagem é boa! Uma narrativa agradável feita pela voz de uma jovem menina, no puro estilo histórias de contos de fada, intro que me lembrou muito à animação original de A Bela e a Fera da Disney. Ou seja, impecável.

A história do game conta como Aurora, uma jovem princesa filha de um amado e querido rei austríaco, adoece poucos dias após o casamento de seu pai com uma nova mulher, a clássica madrasta que faz juz ao prefixo fonético de "má".
Em meio a dores e sofrimento, Aurora acorda fora da cama de seu castelo em um outro mundo, em um lugar misterioso e fantástico chamado Lemúria. E é ai que a aventura começa.

A todo o momento, tanto as falas dos personagens, quanto a história, é narrada na forma de poesia, com tudo rimando e composto por frases divididas em sílabas métricas. Algo que parece desconfortável descrevendo dessa maneira, mas na prática foi muito legal, principalmente devido ao fato de que cada personagem tem um estílo próprio de rimar, aumentando ainda mais a profundidade deles.

Child of Light é um RPG com todos os seus elementos clássicos. Trata-se de uma plataforma 2D que simula um mundo quase aberto, é possível explora-lo livremente e ir e vir conforme for necessário, seja diretamente ta tela principal de gameplay ou até mesmo selecionando o local de destino pelo mapa no menu.

O jogo conta com a história principal e algumas sidequests que lhe conferem alguns itens. É possível coletar poções para restaurar a vida, MP, aumentar velocidade, defesa, como em qualquer RPG padrão. Assim como é possível coletar pedras especiais chamadas óculis, que conferem diversos poderes conforme a sua coloração. Também existe a possibilidade de combinar esses óculis entre si para gerar óculis mais poderosos ou com cores, e portanto poderes, diferentes. Há também alguns fragmentos de papel espalhados pelo cenário, eles são achievments do jogo, e contam um pouco da história de Lemúria para aqueles que gostam de se aprofundar bastante nas histórias.

Já o combate, apresenta a clássica estrutura de turnos tão comum em RPGs do gênero, quanto maior a sua velocidade mais rápido você avança na linha do tempo, receber um golpe te joga para trás na linha retardando sua ação e até mesmo, cancelando seu ataque. Graças a esse sistema, a seleção de ações acaba exigindo um pouco de estratégia, forçando o jogador a escolher com sabedoria se vai defender ou tentar atacar, até mesmo usar um item. Infelizmente só é possível jogar com dois personagens de cada vez, sendo necessário troca-los durante o próprio gameplay de combate.

A essa altura da análise já ficou bem claro que outros personagens aparecem para serem jogaveis, e sim, são vários, com diversas habilidades, opções, estilos de combate, uma pena que só seja possível contrar dois por vez.

De maneira geral o jogo é decepcionantemente fácil, em absolutamente nenhum momento eu senti qualquer dificuldade, as diversas possibilidades de combate geradas pelos tão diversos personagens quase não fizeram diferença, eu tive de insistir muito para jogar com todos um pouco e aproveitar o gameplay. Praticamente não utilizei itens, de vez em quando algo para recuperar o MP, e olhe lá. Os óculis foram mais usados por conta do seu ataque elemental, criaturas de sombra são fracas contra luz, criaturas de água fracas contra raio, e assim por diante, padrão bem lógico e clichê de diversos jogos. Fica mais óbvio ainda quando a direção de arte deixa bem claro que a criatura pertence ao elemento fogo quando ela é vermelha e feita de chamas.

E falando em facilidade, o jogo não apresenta puzzles decentes, não aproveita muito o cenário. Em resumo, ele é um jogo fácil que quase se joga sozinho, tive a impressão de que se tratava de um jogo destinado à um público mais infantil, o que me ofende um bocado se eu for parar pra pensar que nessa idade, eu jogava Megaman, vai entender...

Mas para compensar, a programação é impecável, controlar a Aurora é muito agradável em todos os aspectos. Nada trava, nada atrapalha, a resposta dos controles é magnífica. E junto com os controles magníficos vem a trilha sonora, e toda a direção de arte.

O grafico é lindo. E lindo como poucas vezes eu vi em jogos do gênero, tudo parece pintado em aquarela como se fosse uma ilustração de um livro de contos de fada. Uma pena que a personagem Aurora seja em 3D, achei isso tão desnecessário, tentei pensar em uma boa justificativa, algo do tipo "mostrar que ela não pertence a esse mundo", mas ainda assim ficou horrível. Se todos estão em 2D, e tão maravilhosos, porque não fizeram ela assim também? Porém, meio que para compensar o 3D constrangedor da Aurora, a movimentação do seu cabelo é divina, uma física insana que mais lembra o movimento de cabelos dentro d'agua, algo único, merece ser reconhecido e elogiado.

E pra fechar com chave de ouro, aquele momento tiete onde eu fico gastando toda a ceda possível para a trilha sonora.

É simplesmente maravilhosa, muito bem colocada em cada momento, exploração de dungeon, mundo aberto, combate
contra minions, enfrentando um boss, tudo muito bem pontuado. E como se não bastasse as linhas de piano e flauta, toda a trilha é pincelada com tons de melancolia, afinal de contas, Aurora está longe de seu pai que, na sua ausência, entra em depressão profunda.

Seria de fato um jogo maravilhoso, mesmo sendo tão fácil, uma pena que é muito curto. É, pra variar além de se jogar praticamente sozinho, seu gameplay é minusculo, em poucas horas é possível finaliza-lo, vou chutar umas 8h ou 9h em média, mas os mais apressadinhos que fazem tudo da forma mais objetiva possível e não dão a mínima pra ficar coletando itens e abrindo todos os baús, podem fazer final em apenas 7h. Onde já se viu isso? RPG que acaba rápido? Eu hen, sou da época que jogar Final Fantasy exigia dedicação e foco total, onde a batalha contra boss exigia inteligência e raciocínio, onde o mundo aberto ficava infinito e com inúmeras possibilidades, onde poções de 'reviver' e 'cura' estavam sempre na lista de compras para a lojinha da próxima cidade. Ah, e antes que eu me esqueça, Child of Light também entra na minha lista de RPGs comunistas, não tem dinheiro aqui, ou você abre um baú, ou dropa de algum combate, ou ganha de presente de alguém.

Justamente por isso, que a minha nota para esse jogo é:

6/10

Espero que vocês tenham gostado da resenha de hoje, e não se esqueçam de escovar os dentes antes de dormir.

Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
5 de 5 pessoas (100%) acharam esta análise útil
10.4 horas registradas
Publicada: 7 de janeiro
Eu geralmente não costumo fazer muitas análises de jogos, apenas faço de jogos que eu gostei / me diverti bastante, e Child of Light foi um deles, é muito raro eu comprar um jogo e jogar ele várias e várias horas seguidas até terminá-lo (e é ainda mais raro continuar jogando depois de terminá-lo para fazer 100%) foi o que aconteceu comigo com esse joguinho, eu demorei bastante pra comprar, e quando comprei terminei ele em 1 dia. kk
Terminei a história em umas 7~8 horas, e fiquei + 1~2 horas fazendo as Side-Quests e explorando os mapas.

Uma unica coisa que quase não achei no jogo foi dificuldade, completei ele sem gastar 1 Poção de HP,MP ou Reviver algum personagem.
Se você é aquele tipo de pessoa que procura dificuldade num game, coloque logo no dificil, pois como só tem 2 dificuldades pra escolher, botei na Normal achando que seria algo mediano, mas é extremamente facil. xD

Enfim, o jogo é uma espécie de conto de fadas, 2 Rainhas, Princesas, etc.. Mas possui uma história muito bonita, jogabilidade boa, gráficos "bem trabalhados" e trilha bonitinha até, recomendo comprar ele & suas DLCS se estiver em promoção.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
26.3 horas registradas
Publicada: 31 de dezembro de 2015
Gostei muito do jogo. Ele é um jogo esteticamente muito lindo, a jogabilidade mesmo sendo algo mais clássica, como os Final Fantasy mais antigos, ela consegue ser extremamente divertida. A história consegue prender o jogador pela curiosidade, além de haver a preocupação nas rimas e de estar muito bem traduzidas. Sinceramente eu me senti num mundo mágico. Jogo me prendeu bastante, além de ter ficado muito tempo entretida em querer upar, conseguir mais pontos para desbloquear magias e obter mais pedras e upá-las para fazer cada personagem ser mais forte. Outra coisa que gostei muito no jogo foi a soundtrack, as músicas do Child of Light são muito lindas e emocionantes. O ùnico ponto negativo que achei foi que o jogo é bem curto. Ele é tão lindo que poderiam ter colocado um pouquinho mais de tempo de jogo antes de ir para o boss final. Mas como um todo, eu recomendo o Child of Light. É um excelente jogo! Gostaria que a UbiSoft trouxesse mais jogos assim.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada