Aurora, a young girl from 1895 Austria, awakens on the lost fairytale continent of Lemuria. To return home she must fight against the dark creatures of the Queen of the Night, who have stolen the sun, the moon and the stars. At stake is not only Lemuria, but Aurora’s true destiny.
Análises de usuários: Majoritariamente positivas (3,473 análises)
Data de lançamento: 29/abr/2014

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Inclui 3 itens: Child of Light, Valiant Hearts: The Great War™ / Soldats Inconnus : Mémoires de la Grande Guerre™, Trials Fusion™

 

Recomendado por curadores

"With its gorgeous art, exemplary combat, and hand-crafted aesthetic, no RPG fan should miss Child of Light."
Veja a análise completa aqui.

Sobre este jogo

Aurora, a young girl from 1895 Austria, awakens on the lost fairytale continent of Lemuria. To return home she must fight against the dark creatures of the Queen of the Night, who have stolen the sun, the moon and the stars. At stake is not only Lemuria, but Aurora’s true destiny.

Key Features



An Adventure Waits!
Created by a talented team at Ubisoft Montreal using the UbiArt Framework, Child of Light is an RPG inspired by fairy tales complemented with a story carefully crafted in verse and rhyme. Step into a living painting, the breathtaking scenery of Lemuria is an invitation to explore a long lost world.

Enter the World of Lemuria
Across your journey through Lemuria you will encounter many eccentric creatures, from spirits of the forest to talking mice to wicked witches and evil sea serpents. Discover a vast land with iconic locations and exciting dungeons that will evolve as Aurora regains the stolen lights.

Fight the Dark
Battle enemies using an Active-Time Battle System alongside the firefly Igniculus and other members of Aurora’s party on their quest to recover the sun, the moon and the stars. Beat your enemies using a deep party system and the varied skill trees of your party. Play with a friend as both Aurora and Igniculus using the seamless drop-in drop-out cooperative multiplayer.

Requisitos de sistema

    Minimum:
    • OS: Windows Vista, Windows 7 SP1, Windows 8/8.1 (32/64bit versions)
    • Processor: Intel Core2Duo E8200 @ 2.6 GHz or AMD Athlon II X2 240 @ 2.8 GHz
    • Memory: 2 GB RAM
    • Graphics: nVidia GeForce 8800 GT or AMD Radeon HD2900 XT (512MB VRAM with Shader Model 4.0 or higher)
    • DirectX: Version 9.0c
    • Network: Broadband Internet connection
    • Hard Drive: 3 GB available space
    • Sound Card: DirectX Compatible Sound Card with latest drivers
    • Additional Notes: Windows-compatible keyboard and mouse required, optional Microsoft XBOX360 controller or compatible
    Recommended:
    • OS: Windows Vista, Windows 7 SP1, Windows 8/8.1 (32/64bit versions)
    • Processor: Intel Core2Quad Q8400 @ 2.6 GHz or AMD Athlon II X4 620 @ 2.6 GHz
    • Memory: 4 GB RAM
    • Graphics: nVidia GeForce GTX260 or AMD Radeon HD4870 (512MB VRAM with Shader Model 4.0 or higher)
    • DirectX: Version 9.0c
    • Hard Drive: 3 GB available space
    • Sound Card: DirectX Compatible Sound Card with latest drivers
    • Additional Notes: Windows-compatible keyboard and mouse required, optional Microsoft XBOX360 controller or compatible
Análises úteis de usuários
23 de 24 pessoas (96%) acharam esta análise útil
35.8 hrs registradas
Publicada: 2 de dezembro de 2014
Poesia, Luz, contos de fada e beleza: Child of Light.


(Review na formatação correta está no meu blog, http://Sonhos, Teorias e Palavras )


Sabe aquela coisa que você vê e pensa "Eu tenho que ter isto", e imediatamente entra num hype colossal para tê-la?

Eu não tenho muito isso. E, aliás, se alguma coisa, o Steam me fez repensar o conceito de promoções. Comprar algo numa pré-venda é raríssimo para mim. O último tinha sido justamente Contrast, aquele meu amor S2.
Child of Light mandou e ainda manda uma reação incrível de desejo, paixão e carinho pelo jogo, que é, sob todas as análises, uma verdadeira obra de arte.

Tudo me encantava. Desde a voz da dubladora original ao estilo gráfico pintado à mão com aquarela, passando pelo cabelo belíssimo de Aurora, a premissa e os personagens ligeiramente estereotipados, típicos de contos de fada, e isto me fez forçar meu dinheiro na tela do computador e comprar na pré.

Eu me lembro de dizer que queria literalmente dar um abraço naquele jogo. E eu ainda quero.


Nunca gostei de jogos em turno. Os últimos que tinha jogado antes dele era Sonny (um joguinho de navegador) e Shining Force. A versão de Mega Drive.
Child of Light foi absolutamente tudo o que eu esperava (e olha que eu esperava muitíssimo) e ainda mais. A trilha sonora é linda, a ambientação e os gráficos foram ainda mais.

Cada única linha de diálogo foi feita com bastante atenção. Antes que eu fale mais sobre isso, assistam o trailer.

https://www.youtube.com/watch?v=ev5TdyaTGuw

Notaram algo? Sim, é dublado em português. O jogo todo é assim, na verdade. Tanto a dublagem quanto o texto (pode ser assim, na verdade, já que você pode escolher outros idiomas. A tradução para o português foi excelente. Prefiro a dubladora original, mas o voice tone pairing e a tradução per se foi excelente.).
Mas não é isso o que estou perguntando. Sim, aquela outra coisa. As rimas.
Absolutamente todas as linhas de diálogo são escritas em verso, e isto já valeria o valor do jogo.
Mas CoL não fica apenas em um jogo lindo, aquarelado e rimado. O roteiro é interessante, e deixa espaço para continuações, tanto para lore, quanto para personagens.
O trailer acima dá uma boa ideia sobre o tema.

A jogabilidade é incrível (embora seja muito melhor se você tiver um controle) e o combate é bem interativo e intuitivo.
Dificilmente alguém conseguirá todas as skills no primeiro jogo, já que a partir do nível 45 é necessário muito XP para upar. No entanto, CoL conta com New Game +, e aí sim dá pra dar master.
Os combates são nivelados e intuitivos, e as animações de batalha são condizentes com o estilo do jogo: simples, belas e bem trabalhadas para cada personagem.
Durante os combates, quando a HP cai abaixo de 30 ou 40% (não lembro de cabeça), dá para notar que o personagem está abatido, cansado, cada um do seu jeito. Aurora fica cabisbaixa, e com a espada mais frouxa, Finn abaixa um pouco o cajado etc... As animações de dodge e ataque são exclusivas de cada classe também.
A animação do cabelo de Aurora, que tem uma importância simbólica moderada, é a melhor e mais linda que já vi, e roubou o primeiro lugar de Alice, de Alice: Madness Returns. O terceiro é da Lara do último Tomb Raider.
Crafting de itens trabalha de forma similar ao de Diablo 2, embora muito mais enxuto, e as gemas muuuuuuuuuito mais comuns.
A física per se também é simples, imaginativa e bela. Voar perto de água é fantástico.

Chega de tecnicalidades, vamos voltar ao que interessa!!! Beleza, poesia e intertextualidades!

Os diálogos dos personagens são espirituosos, em rima, e a construção de cada personagem é redonda, embora muitos sejam arquétipos comuns na literatura, como a dialogia palhaço triste/palhaço bufão.
Há referências a diversos contos de fada e obras da literatura fantástica. Para dizer apenas os mais conhecidos, temos Branca de Neve, Cinderella, a própria Bela Adormecida (qual era o nome da Bela Adormecida mesmo?) e, para minha eterna alegria, O Mágico de Oz (hint hint este personagem reclama que lhe falta uma parte de si, e que não consegue sentir como deveria).


O simbolismo é bonito e inteligente. A coroa foi uma das sacadas mais bonitinhas que já vi. Sob última instância, para um jogo 2D, tem tantos caminhos que eu me perdi mais de uma vez.


Um detalhe que não comentei: apenas a narradora tem voz. Todos os outros personagens falam por meio de texto, o que foi uma mudança agradável no mar de jogos por aí.

Raramente compro qualquer coisa na pré-venda, e muito menos com o preço completo. Paguei em Child of Light e não me arrependi.

Tenho uma implicância considerável com a Ubisoft (distribuidora do jogo), e CoL foi a primeira vez que disso: espero que a Ubi faça uma franquia de CoL. Eu compraria.

A Ubi se redimiu novamente da série de cagadas besteiras que tem feito com Valiant Hearts, mas por mais belo e emotivo que VH tenha sido, não chega ao par que é Child of Light.

E tem mais uma coisa que me fez amar esta lindeza: Aurora, a Filha da Luz, teve na sua edição de colecionador um poster exclusivo de Yoshitaka Amano, desenhista da versão original de Sandman: Caçadores de Sonhos. De novo, como não amar?


Aurora é a protagonista que eu tanto queria num jogo, viva. Ela mexe com tudo o que eu sempre gostei, e isto inclui, mas não se limita a beleza, poesia, contos de fada, releituras, dragões, referências a diversas obras, metamorfoses, simbolismo e arte.

Baum disse sobre O Mágico de Oz "Ele aspira a ser um conto de fadas moderno, em que o espanto e alegria são mantidos e os sofrimentos e pesadelos são deixados de fora", e Chesterton que "Contos de fada não dizem às crianças que dragões existem. Crianças já sabem que dragões existem. Contos de fada dizem às crianças que dragões podem ser mortos".

Child of Light foi uma mescla de ambos os anteriores: é a criação de um conto de fadas moderno, com espanto e alegria, e que mostra seus dragões, e nos mostra como eles podem ser derrotados.

Child of Light é amor em forma de jogo, e sob última análise, escolheu o caminho menos viajado. E isto fez toda a diferença.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
1,357 de 1,423 pessoas (95%) acharam esta análise útil
5 pessoas acharam esta análise engraçada
16.3 hrs registradas
Publicada: 8 de outubro de 2014
Dear child,

Tuck yourself in and listen to what I have to say.
It is for those too, who have doubts with Uplay.

When I first heard that a third party program needs to be installed,
I thought 'It's too much a bother to be buying this at all'.
But I was in love with the game as I was with Odin Sphere,
so I researched and researched until all doubts were clear.

It seems that Uplay has improved over the years,
as told by a friend whom I very love so dear.
After registering I instantly unravelled
that once I ticked 'auto login' it is never a hassle.
Switch Uplay to offline mode so it won’t meddle.

As confused as I was along the way,
thorough research finally made me pay
and playing this game now makes my day.

Child of Light is like a delightful bedtime story.
You play as a little girl, very cute and dandy,
though her arms are a little bit wobbly
to be carrying a sword both sharp and pointy.

What I really appreciate is the effort that they took
to make each and every sentence look so good.
The beautiful world of Lemuria will captivate your eyes,
with beautifully matched music as you zip through the sky.

Bottom line be told,
This game is made of gold.
I did not regret buying it a single bit,
and I’m writing this so that your path may be lit.

Godspeed.
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13 de 13 pessoas (100%) acharam esta análise útil
40.5 hrs registradas
Publicada: 20 de outubro de 2014
Hey! Para quem gosta de dificuldade, jogue o jogo normalmente no modo Normal mesmo, ou se estiver extremamente fácil, vai no hard tranquilamente (inclusive até recomendo ir de cara, pq é bem facinho no normal)...
A parte maneira do jogo começa quando vc o termina! Existe o modo NEW GAME+!
Esse modo, ele reseta todo o storyline do jogo, mas vc mantém tudo o que vc conseguiu do jogo anterior, com exceção das sidequests e dos personagens (mas o level e skills de todos se mantem até quando voltarem para que vc possa jogar com eles novamente), além de acrescentar a dificuldade HARD, EM CIMA DO NÍVEL QUE VC ESCOLHEU! Ou seja, se vc escolher normal, os inimigos receberam um bônus da dificuldade HARD + NORMAL = PRO. O mesmo vale para o HARD! HARD + HARD = ULTIMATE MODE!!
Comecei o jogo no Hard, teve uma dificuldadezinha legal e tal, terminei level 58, ok... abri o NEW GAME+ no modo Hard, na batalha de tutorial levei 2 hits de um lobo e morri (ISSO SEM CRÍTICO)!!!
A experiência ganha aumenta brutalmente de acordo com esse modo novo! Na primeira batalha eu ganhei 180k de exp, mais que um boss anteriormente!
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7 de 7 pessoas (100%) acharam esta análise útil
14.9 hrs registradas
Publicada: 1 de dezembro de 2014
Lindo, lindo! Esse jogo é totalmente fofo, me apaixonei de primeira. A trilha sonora é linda, os gráficos são interessantes, a história é adorável, e a fluidez dos personagens é perfeita~

Super recomendo. :3
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8 de 9 pessoas (89%) acharam esta análise útil
16.3 hrs registradas
Publicada: 25 de setembro de 2014
Child Of Light é aquele jogo que vc não consegue parar de jogar. E quando ele termina fica aquela sensação de vazio...de quero mais por favor!
Child of Light é uma obra de arte.

Aurora é uma fofa e não tem como você em algum momento não se identificar com os problemas que vão surgindo no game.

Sistema de batalha em turnos, assim como Final Fantasy VII e VIII, com belíssimas animações de skills e trilha sonora fantástica...ahhh a trilha sonora deste jogo.. *---*

Personagens envolventes e com um envolvimento bastante pessoal entre eles.

Recomendo muito!
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11 de 15 pessoas (73%) acharam esta análise útil
4.3 hrs registradas
Publicada: 2 de dezembro de 2014
Não joguei nem uma hora ainda, diferente de outros da mesma desenvolvedora que joguei por horas e não me cativou... mas dos jogos da Ubi, esse é o melhor que eu joguei até agora!

10/10
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12 de 18 pessoas (67%) acharam esta análise útil
24.8 hrs registradas
Publicada: 27 de novembro de 2014
Melhor jogo do mundo *-*
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4 de 4 pessoas (100%) acharam esta análise útil
3.2 hrs registradas
Publicada: 30 de dezembro de 2014
Me surpreendi quando vi que tratava-se de um RPG em turnos, eu pensava que era só um jogo de uma garotinha afundada no mundo das drogas Ò_Ò e que acabou viajando para um mundo de fantasia durante uma dessas "aventuras", mas não, é um jogo bastante fofinho e ainda é dublado, o que me surpreendeu especialmente porque trata-se de um jogo narrado em versos que tem que rimar, então a dublagem precisou ser muito bem adaptada pra combinar. Simplesmente muito fofo! Análise completa aqui:

http://www.nerdmaldito.com/2014/05/child-of-light-um-tocante-jogo-no.html
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4 de 4 pessoas (100%) acharam esta análise útil
15.6 hrs registradas
Publicada: 1 de dezembro de 2014
Um exemplar imperdivel do gama artistico em jogos de video game. Além da arte de cenários bélissima, a maneira que a história é contada, nos diálogos, demonstram o tremendo esmero da criação do jogo. A história comovente e mínima se expande a cada nova paisagem descoberta, a cada novo adversário, o que me leva a comentar o sistema de combate que afronte parece simples e fácil, mas que logo que os inimigos mudam a estratégia e dificuldade tambem o fazem, o que torna cada batalha unica e excitante. Não vejo a hora de jogar mais.

TL;DR: Jogo lindo e bem feito.
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5 de 6 pessoas (83%) acharam esta análise útil
13.8 hrs registradas
Publicada: 23 de dezembro de 2014
Primeiro quero dizer que a arte é linda demais, parece uma pintura, e iss colabora demais na construção do mundo, bem colorido, variado e cativante... dito isso, o jogo é todo em 2D com personagens em 3D ue conseguem se misturar bem com o background, sem parecer algo deslocado

O jogo mistura bastante exploração com RPG em turnos, com vários segredos, coletáveis e estímulo natural ao backtracking, sem ser forçado a retornar pra alguma área por causa da história, mas pra buscar baús, já que nesse jogo não existem lojas, então todos os itens de cura e boost são via coleta, sendo necessário usar com sabedoria, sem abusar, já que não são renováveis (ou queimar pontos na Uplay com alguns deles)

O sistema de batalhas, apesar de ser em turnos tem boas peculiaridades como a administração do tempo que é essencial na vitória ou derrota, principalmente em chefes que é onde o sistema se sobressai, já que contra inimigos comuns é mais facil e não exige tanta atenção ou estratégia

Ele lembra o Final Fantasy X, com uma timeline que indica a ordem de ataque, e a velocidade pode fazer com que um passe o outro a invés de ter que esperar a vez, fora que ainda existe uma segunda barra que fica entre o comando e a execução, e nesse período é possível interromper o inimigo ao atacar ele, fazendo com que volte pro início da barra sem ser ameaça... o contrário também é possível, jáque normalmente as batalhas tem três inimigos contra uma party de dois, então vai acabar levand muita ♥♥♥♥♥da sem poder reagir

Como ajuda existe o vaga-lume que coleta itens, resolve puzzles (ponto negativo do CoL, são todos iguais), e nas batalhas ele serve pra retardar o tempo dos inimigos ou curar os personagens, então acaba sendo bem essencial em alguns casos

A party é bem variada, com personagens bem importantes pra vários cenários, seja pra curar constantemente, força bruta, buff e debuff, foco em magia elementar, hit em múltiplos alvos etc, e assim como o FFX, é possível fazer trocas a qualquer momento, não sendo necessário fazer uma seleção prévia... e todos recebem xp ao fim da luta, independente de ter participado ou não, e até mesmo se estiver morto

Por fim, existem algumas sidequests pra completar e dá pra recuperar a vida pós batalhas sem a necessidade de qualquer item, só passando por algumas plantas especiais e coletando as orbs em certa ordem, algo que permite passar das quests sem dor de cabeça com hp
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3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
1.6 hrs registradas
Publicada: 2 de dezembro de 2014
A Ubisoft se superou com esse RPG em turnos.
Uniu o útil ao agradavel, é dificil voce achar um RPG em turno bons hoje em dia, Child of Light tem um grafico muito, mas muito lindo, é simples, mas o cenário deixa tudo muito bonito, e a trilha sonora, sensaconal.
Claro que o ponto que chama atenção também é o fato do jogo ser dublado, as histórias são hipnóticas, ainda mais na bélissima voz da Luiza Caspary, todo cuidado é válido, e a ubisoft acertou em cheio.
Os poderes não são extravagantes, o sistema de itens e óculis não são exageradamente grandes, daqueles que voce encontra hoje, que duas armas são praticamente iguais, mudando o dano que uma é 10 e a outra 11 e etc...
Voltaram no tempo com esse jogo, e acertaram em cheio.
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3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
18.3 hrs registradas
Publicada: 22 de dezembro de 2014
Uma palavra que define Child of Light : Encantador.

- Arte que é uma pintura sensacional.
- Trilha Sonora épica.
- História que não é mais um conto de fadas.
- O jogo é escrito todo cheio de rima, parece uma grande poesia.
- Personagens Carismáticos.
- RPG de turno, porém com uma mecânica muito diferenciada

Com certeza melhor jogo do ano e se tornou meu jogo favorito :)
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
20.1 hrs registradas
Publicada: 2 de janeiro
Lindo jogo!
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
14.7 hrs registradas
Publicada: 7 de dezembro de 2014
Além de ter uma linda história, tem uma jogabilidade perfeita. As batalhas são em turnos, e as skills são em árvores. O jogo ainda é em 2D. Gráfico impecável. Quer algo mais?
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
15.5 hrs registradas
Publicada: 1 de setembro de 2014
Child of Light impressiona pela aparecência de simplicidade em um fundo que beira a perfeição!
Os controles são ótimos, os gráicos são lindos e a história, é como jogar um conto de fadas. Isso tudo é gay demais, mas é uma experiência única.
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
24.8 hrs registradas
Publicada: 3 de setembro de 2014
Apesar de ser um jogo meio infantil, ele tem uma arte incrível e muitos mini-games e puzzles pra matar o tempo, depois de completado a primeira vez é legal tentar fazer todas as combinações de oculi possíveis. A trilha sonora é perfeita e pra quem não conhecia Coeur de Pirate vale a pena só pra ouvir as músicas.
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
16.3 hrs registradas
Publicada: 23 de setembro de 2014
Com toda a certeza um dos jogos mais lindos que eu já joguei nos últimos tempos. Os gráficos parecem ser pintados a mão e a história é simples e cativante, apesar de ser clichê, lembra muito um misto de conto de fadas da Bela Adormecida com outros contos. O gameplay é muito gostoso, mas senti falta de desafio, nesse ponto parece que o jogo foi feito para aqueles jogadores que não tiveram um contato anterior a jogos de turnos e rpgs, as batalhas são muito fáceis apesar do sistema de batalha ser bem interessante e o modo Hard mais parece que desequilibra o jogo do que trás um desafio ao jogador.
Outro ponto fraco é que o jogo é muito curto, apesar de ter um New Game + e uma DLC com uma 'quest' a mais, senti falta de uma trama mais estendida. É um jogo bonito e divertido, recomendo.
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
18.0 hrs registradas
Publicada: 23 de dezembro de 2014
Com certeza um dos melhores jogos do ano, quero visitar a Áustria agora dps dessa obra de arte.

Prós:
- Enredo super cativante
- Excelente História
- Sistema de batalha muito bom
- Soundtrack dos Deuses
- Estilo visual soberbo
- Coop excelente para quem tem um filho ou um irmão mais novo e quer introduzi-lo a esse maravilhoso mundo dos jogos.

Contras:
- Me deparei com alguns crashes no início do jogo e com alguns problemas de otimização no final, mas nada que não fosse resolvido com pequenas pesquisas.

8,5/10
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
39.0 hrs registradas
Publicada: 14 de janeiro
O jogo é realmente incrível. Como uma profunda admiradora de games e futura estudante de engenharia de software, fiquei encantada com cada detalhe do jogo. Estou escrevendo antes de terminar, mas acho que já vi e joguei o suficiente para uma avaliação.

Arte do jogo:
É realmente muito bonita, e pensada detalhadamente. Desde a poeirinha que você levanta quando está pisando em um chão de terra (ou as ondinhas/gotículas na água) até o cabelo da Aurora se movimentar quando o Ignículos passa junto dele, a impressão é que cada hipótese, por mais insignificante que seja, foi pensada pelos criadores do jogo. Hoje mesmo eu, completando uma quest secundária (que, a propósito, também são interessantes) passei perto de uma árvore, e a noção de profundidade foi tão bem executada que eu passei entre dois galhos que pareciam lado a lado (quem já fez algum jogo sabe o quanto é difícil lidar com profundidade, e em qualquer outro jogo "mais bruto" os galhos provavelmente atravessariam o personagem). A trilha sonora se encaixa perfeitamente, e embora eu costume ficar com minha música separada tocando (Metallica combina com qualquer jogo) não tenho feito com Child of Light.
P.S.: no UbiPlay, com os pontos ganhos jogando, você pode baixar os pacotes de arte pro seu computador. Não vale a pena.

Batalhas:
A mecânica das batalhas se assemelha a vários RPGs mais antigos (o Dragon Fable era muito popular entre os meus amigos, não sei se alguém conhece) mas com pequenas adaptações. Por exemplo: geralmente os ataques são por grupo (você e seus aliados, o monstro e os aliados dele). Aqui não, cada personagem se move individualmente durante a batalha, uns mais rápidos e outros menos. Eu diria que esse foi um ponto do jogo que não me cativou muito, porque as lutas demoram muito e eu não sou muito paciente. Logo no segundo boss, como meu pc estava atualizando e era a primeira luta que eu fazia com três personagens disponíveis, eu levei quase uma hora pra matar todos.

Enredo:
Bem interessante. Conforme você avança no jogo vai descobrindo mais sobre Lemúria e sobre a própria Aurora. Todos os textos são rimados, das interações entre personagens às confissões. As cutscenes podem ser beeeeeem longas as vezes.

Mecânica do jogo:
Você tem de usar o teclado e o mouse para mover Aurora e Ignículus respectivamente. Se por um lado isso possibilita que se jogue multiplayer, por outro dificulta pra jogar sozinho. Pode ser que seja porque sou meio desastrada, mas sempre esbarro o vaga-lume onde não era pra encostar, ou o esqueço pra trás e fico no escuro. Ainda assim, a experiência é altamente agradável,

Minha nota para o jogo é 10/10. Eu sou do tipo que explora cada detalhe, faz todas as quests possíveis, passa por todos os caminhos e entra em todas as casas, e tem realmente bastante coisa para explorar. Já meu irmão é do tipo que cumpre as missões o mais rápido possível e também foi bom; apesar de alguns jogos te obrigarem a usar todo o conteúdo "extra" dele esse não obriga. Realmente amei, e tenho me divertido bastante.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
12.1 hrs registradas
Publicada: 17 de fevereiro
Child of Light é realmente como dizem: ''Uma aquarela em movimento''. Várias vezes durante o game, eu senti que estava dentro de uma história de conto de fadas. O cenário, o design e o carisma dos personagens faz esse jogo ter vários aspectos únicos. Sem falar da trilha sonora que é realmente fantástica e melancólica. Excelente jogo de RPG! XD
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada