From the creators of Amnesia: The Dark Descent and Dear Esther comes a new first-person horrorgame that will drag you to the depths of greed, power and madness. It will bury its snout into your ribs and it will eat your heart.
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Data de lançamento: 10/set/2013

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Inclui 2 itens: Amnesia: A Machine for Pigs, Amnesia: The Dark Descent

 

Sobre este jogo

O mundo é uma máquina. Uma máquina para porcos. Útil apenas para o abate de porcos.

Dos criadores de Amnesia – The Dark Descent e Dear Esther, o mundo recebe um novo jogo de terror em primeira pessoa que o apresentará às profundezas da ambição, do poder e da loucura. A Machine for Pigs não sairá da sua cabeça e devorará o seu coração.

O ano é 1899

O rico industrialista Oswald Mandus acorda em sua cama com febre e amaldiçoado pelos sonhos de um motor obscuro e infernal. Torturado por visões de uma expedição desastrosa ao México, enlouquecido pelos sonhos fracassados de uma utopia industriária, acometido por culpa e por uma doença tropical, ele acorda em um pesadelo. A casa está silenciosa, mas o chão sob ele vibra por causa de uma máquina infernal. Mandus só sabe que seus filhos estão em grave perigo e que cabe a ele salvá-los.

Principais características

  • Abordagem inovadora ao mundo de Amnesia sem renegar a origem.
  • A história mais obscura e horrenda já contada em um jogo.
  • Trilha sonora esplêndida criada pela premiada compositora Jessica Curry.

Requisitos de sistema

Windows
Mac OS X
SteamOS + Linux
    Mínimos:
    • SO: Windows Vista
    • Processador: CPU Intel Core i3 / AMD A6 de linha média ou equivalente.
    • Memória: 2 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce 200 / AMD Radeon HD 5000 de linha média. A Intel HD Graphics integrada deve funcionar, mas não tem suporte. Geralmente os problemas são resolvidos ao atualizar os drivers.
    • Armazenamento: 5 GB de espaço disponível
    Recomendados:
    • SO: Windows 7
    • Processador: CPU Intel Core i5 / AMD FX de linha superior ou equivalente.
    • Memória: 4 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce 400 / AMD Radeon HD 6000 de linha superior. A Intel HD Graphics integrada deve funcionar, mas não tem suporte. Geralmente os problemas são resolvidos ao atualizar os drivers.
    • Armazenamento: 5 GB de espaço disponível
    Mínimos:
    • SO: OS X 10.6.8
    • Processador: CPU Intel Core i3 / AMD A6 de linha média ou equivalente.
    • Memória: 2 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce 200 / AMD Radeon HD 5000 de linha média. A Intel HD Graphics integrada deve funcionar, mas não tem suporte. Geralmente os problemas são resolvidos ao atualizar os drivers.
    • Armazenamento: 5 GB de espaço disponível
    Recomendados:
    • SO: OS X 10.7.5
    • Processador: CPU Intel Core i5 / AMD FX de linha superior ou equivalente.
    • Memória: 4 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce 400 / AMD Radeon HD 6000 de linha superior. A Intel HD Graphics integrada deve funcionar, mas não tem suporte. Geralmente os problemas são resolvidos ao atualizar os drivers.
    • Armazenamento: 5 GB de espaço disponível
    Mínimos:
    • SO: Distribuição popular do Linux de 2010.
    • Processador: CPU Intel Core i3 / AMD A6 de linha média ou equivalente.
    • Memória: 2 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce 200 / AMD Radeon HD 5000 de linha média. A Intel HD Graphics integrada deve funcionar, mas não tem suporte. Geralmente os problemas são resolvidos ao atualizar os drivers.
    • Armazenamento: 5 GB de espaço disponível
    Recomendados:
    • SO: Distribuição popular do Linux de 2012.
    • Processador: CPU Intel Core i5 / AMD FX de linha superior ou equivalente.
    • Memória: 4 GB de RAM
    • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce 400 / AMD Radeon HD 6000 de linha superior. A Intel HD Graphics integrada deve funcionar, mas não tem suporte. Geralmente os problemas são resolvidos ao atualizar os drivers.
    • Armazenamento: 5 GB de espaço disponível
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48 de 52 pessoas (92%) acharam esta análise útil
Recomendado
7.8 horas registradas
Publicada: 23 de dezembro de 2013
Uma das primeiras coisas que percebi em Amnesia A Machine for Pigs foi algo que apontava para uma escolha de design que significantemente distingue ele de seu antecessor: Não há mais um inventário e os puzzles não mais compõe um aspecto muito presente no jogo. A primeira vista isso tinha me parecido meramente uma tentativa de simplificar e minimizar, mas na verdade é mais do que isso; se trata de um investimento em um componente que é central nesse jogo, a sua atmosfera. Sistemas de inventário – assim como puzzles inverossímeis – podem causar quebras de imersão do jogador, pois eles te fazem lembrar que “aquilo é só um jogo”. Essa escolha de design que leva à “eliminação do HUD” é algo que já era explicitado nos planos de design do primeiro game (Amnesia The Dark Descent), por isso é que desde então ele já usava de um sistema extensivo e silencioso de autosave, se trata na realidade de minimizar a necessidade do jogador de acessar interfaces e assim manter o nível certo de “suspenção da descrença” e também de determinar o ritmo ideal do gameplay.

E o investimento na construção de uma atmosfera forte, consistente e absorvente definitivamente não param por aí. Tudo trabalha de uma forma coerente: Na área sonora, por exemplo, Amnesia A Machine For Pigs é excepcional; há uma combinação muito harmoniosa de sons arrepiantes (tais como portas rangendo) com uma musicalidade bizarra e tensa que vai desde o som daqueles waterphones típicos de filmes de terror com o som de mulheres cantando ópera, todos estes tendo uma qualidade muito realística. Muitas vezes esses efeitos sonoros chegam a passar uma impressão convincente de serem alucinações sonoras, notei inclusive como em certo momento o nosso protagonista ouve uma voz o chamando, após averiguação se percebe que o dono da voz não está ali e o cara estava simplesmente "ouvindo coisas", mas mesmo assim não era uma voz fantasmagórica (como são tipicamente representadas as “vozes que só existem na cabeça” em filmes e vídeo games), era uma voz que parecia estar lá no local e essa é justamente uma experiência que é muito mais condizente com as alucinações sonoras de verdade que são frequentemente tidas por pessoas com problemas mentais, principalmente esquizofrênicos.

O level design também não fica pra traz, ele cumpre muito bem duas funções: A primeira é causar medo, frequentemente através de formas claustrofóbicas e também através de uma delimitação que cria vulnerabilidades ao player character, obrigando-o a se expor para prosseguir. E a segunda função é reforçar o seu próprio contexto – que é a Inglaterra no século XIX – com um cenário recheado da cultura material victoriana (passando por tudo desde a sua tecnologia, sua mobília, sua arquitetura e até a sua arte) e assim reforçar aquele aspecto que eu havia dito ser tão importante: A atmosfera consistente e imersiva.

O tipo de terror que se encontra em Amnesia é altamente metódico, não é simplesmente feito na base da “bricolagem”, possui uma teoria sobre a qual se funda; mais especificamente, o jogo cria medo e terror com muita inspiração em métodos de tortura, especialmente tortura medieval. Isso é explicado no gameplay comentado pelos devs de The Dark Descent: Uma sessão de tortura se inicia explicando a vítima com muitos detalhes todos os procedimentos atrozes que lhe serão acometidos para assim a encher de medo e tensão, depois os procedimentos são de fato executados, lentamente, depois se pausa para que a dor passe um pouco, depois se inflige dor novamente e assim por diante... Esse modo de operação para tortura foi usado historicamente e ainda é usado até hoje e é justamente de sua estrutura básica que Amnesia extrai sua fórmula: “tensão seguida de dor seguida de pausa seguida de dor e repita à exaustão...”

Ritmo é, portanto, outro aspecto importantíssimo de Amnesia. O jogo tem um passo lento, lento ao ponto que pessoas que tenham dificuldade pra se imergir na atmosfera ou que já estejam muito acostumadas a jogos onde 250 coisas explodem a cada minuto provavelmente se entediarão rapidinho. Todavia, para quem se “sincroniza” com o ritmo do jogo o resultado é um nível alto de tensão e medo e horror que se prolonga ao extremo chegando a causar algumas musculaturas doloridas e dores de cabeça por excesso de adrenalina.

Notar todas essas escolhas cuidadosamente feitas pelos desenvolvedores do jogo é o que me faz perceber com clareza o ponto mais alto de Amnesia, isso é: A genialidade do seu design. Não tem nada no jogo que está lá simplesmente por estar, tudo é colocado com intenção de se construir algo profundamente horripilante que parte de um ideal metódico de se fazer terror que já foi premeditado com muito cuidado e reflexão. Se trata obviamente de um jogo feito com muita inteligência e esmero.
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29 de 30 pessoas (97%) acharam esta análise útil
2 pessoas acharam esta análise engraçada
Recomendado
7.6 horas registradas
Publicada: 5 de julho de 2015
Amnesia A machine for pigs consegue entreter o jogador do começo ao fim com uma história “bizarra” e interessante. Esse game é uma sequência [não direta] do Amnesia The Dark Descent. Houve algumas mudanças do primeiro game para o “A Machine For Pigs”, mas não foram muito boas, já irei explicar.
O game foi desenvolvido pela The Chinese Room, que já tem no currículo um jogo atmosférico ao extremo, Dear Esther. Os fãs já esperavam algo tão bom quanto o primeiro Amnesia, que não foi feito pela Chinese Room e sim pela própria Frictional Games, que apenas distribuiu esse segundo game.

O ano é 1899, século 19, a história começa com um homem acordando onde deve ser a sua casa, ele não se lembra de nada, [dur, Amnesia] apenas lembra dos seus filhos que desapareceu, aos poucos ele vai lembrando dos momentos antes de sua vida nos mesmos momentos que vai atrás de seus filhos. Uma pessoa misteriosa liga em um telefone e fala que para salvar as crianças ele tem que acabar com a inundação que aconteceu na “Maquina”, e descer até as profundezas para achar seus filhos que estão em perigo.

A história é contada na maior parte do tempo por meio de cartas escrito pelo personagem [que não irei falar o nome para não spoilar] de meses e dias antes de sua “Amnesia”, um diário também auxilia o jogador a entender um pouco o personagem e também a continuar no jogo. O diário, diferente das cartas, são escritos em tempo real [no que o personagem está pensando naquele momento ou no que ele quer fazer para prosseguir.] Há também gravações feitas por 2 personagens que são ouvidas nos Fonógrafos que ficam espalhados nos cenários, essas conversas foram feitas no passado e é muito importante para o desenvolver da história, e claro, o cara do “telefone” que fala para onde o jogador tem que ir para salvar seus filhos.

A história é muito boa e bizarra como disse no começo, é meio complicada no começo como todo jogo de terror é, principalmente os que usam muito os recursos por cartas para contar a história, mas no todo é de boa para entender, não é algo muito complicado como outros jogos de terror, o primeiro Amnesia é bem mais difícil de compreender a história na primeira jogatina por exemplo.

As mudanças que não foram boas na verdade foram coisas que foi tirado e simplificado nesse segundo jogo, por exemplo: no Amnesia The Dark Descent o jogador tem que ficar preocupado com a sua sanidade toda vez que presenciava um monstro ou algo “sobrenatural”, a sanidade do jogador abaixava obrigando o jogador a tomar remédios para diminui-la. Havia também um menu onde ficava itens de interesse, chaves ou qualquer outro item que fosse necessário para avançar no jogo, os puzzles também eram bem mais elaborado.

Deu para ver que os desenvolvedores simplificaram bastante o jogo no gameplay, infelizmente o jogo acabou ficando muito mais fácil e com puzzles bem medíocres.

Graficamente é bom em certos locais, mas é inferior ao primeiro game principalmente no gráfico da água, a direção de arte compensa essa inferioridade nos gráficos.

A trilha sonora é um dos pontos altos do jogo, todos os games de terror tem que ter uma qualidade sonora bem alta, talvez seja o gênero que mais precisa ter uma trilha sonora tão bem trabalhada quanto a história, e isso a The chinese Room fez com maestria, também já é conhecida pela qualidade sonora no Dear Easter [game que citei no começo da análise.]
O Ponto negativo do jogo é sua otimização, eu já disse que graficamente não é muito bom mas o jogo ainda é pesado ao extremo, certas partes o jogo simplesmente cai para 30 e são partes que não tem nada de relevante para essa queda drástica.

Mesmo com o gameplay simplificado ou com gráficos um pouco inferiores ao primeiro jogo, a The chinese Room fez um trabalho fantástico no lado do terror, suspense e na trilha sonora [o essencial para um jogo de terror ser bom]. A direção de arte é muito boa e a “Maquina” é grandiosa e surreal, a história vai deixar o jogador ligado do começo ao fim.
A Machine For Pig é um fantástico game de terror que é obrigatório para todo fã de Survival Horror.

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A Frictional Games está desenvolvendo um novo jogo de terror chamado SOMA, que parece estar fantástico, o jogo vai se passar em uma instalação submarina. Se espera que saia em setembro para PC e PS4.
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A The Chinese Room está desenvolvendo um jogo que já apareceu na E3 chamado Everybody's Gone to the Rapture que parece ser ótimo, atmosférico e bem profundo, vai sair em Agosto, uma pena que só para PS4. [Saiu para pc também!]
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A Frictional Games criou dois jogos que todo fã de Survival Horror tem que jogar, Penumbra: Overture, que foi o primeiro jogo da desenvolvedora, depois ela fez uma sequência, Penumbra: Black Plague. São dois jogos de terror obrigatório e com forte influência em H.P Lovecraft, muita coisa do Amnesia foi um avanço das ideias de Penumbra.
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8 de 8 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
7.2 horas registradas
Publicada: 7 de dezembro de 2013
Confesso que estava desconfiado com as reclamações quase constantes dos "fãs" da franquia. Felizmente, minhas desconfianças foram em vão.

Ao invés de descorrer somente sobre os detalhes técnicos do jogo gostaria de ir um pouco além, até porque acredito que esta sequência merece tal tratamento e creio eu que você entenderá o por que disso ao terminar de ler este texto.

Antes de mais nada, gostaria de lhe fazer uma pergunta. Uma simples pergunta: Você joga jogos de horror para se assustar? Se a resposta for sim, temo em lhe dizer que, provavelmente, não gostará deste título, por mais que tente.O por que disso é simples.

Esse jogo foi desenvolvido pela The Chinese Room, aquela "controversa" produtora que também desenvolveu Dear Esther.

Ainda não entendeu, não é? Ok, vamos por passos então!

Todos nós estamos cansados de saber que a Frictional Games sabe fazer jogos de horror. E quando digo "horror", digo aquilo que te assusta, que te causa espanto ou repugnância, seja física ou psicológica. É um "dom" deles e este feito já fora provado na série Penumbra.

Portanto, quando veio The Dark Descent, todos esperavam que o mesmo acontecesse. E aconteceu, para a infelicidade de muitos, de uma maneira sombria e terrível. Ouve-se boatos de que algumas pessoas ainda usam fraudas geriátricas por causa do maldito jogo. "Boatos!" eu digo, mas só quem jogou sabe o vacilo no coração que se tem quando se ouve o nome desse título indigno de qualquer divindade sendo pronunciado por qualquer lábio. Portanto, quando os novos tempos trouxeram consigo a má sorte (digo isso na melhor das intenções) de uma sequência, todos aqueles que "gostaram" do primeiro jogo (aspas pelo fato de que é impensável que alguém tenha gostado da sensação de voltar a ter medo do escuro) ficaram esperando ansiosos pelo resultado.

"E aonde está o problema?" você me pergunta. Tente me acompanhar.

A Frictional Games criou um jogo para um nicho de pessoas. Esse nicho eram aqueles que procuravam por um horror mais direto, contado essencialmente pelas mecânicas e pela ambientação, o que, de fato, a Frictional domina muito bem. O primeiro título se separa completamente do segundo nesse ponto de técnicas, lhes restando em comum somente o universo ao qual pertencem.

Por exemplo: Lembram de Dear Esther, de como toda informação necessária para se entender a mensagem que o jogo queria passar era transmitida de maneira sútil? Então, agora coloque isso em um jogo de horror que continha milhares ou até milhões de fãs que estavam esperando por algo completamente direto e aterrorizante. Deu para entender a comoção agora?

O que quero dizer com toda esse enrolação é: o horror não sumiu, só se mudou a forma de produzi-lo e com isso algumas pessoas se sentiram aborrecidas com o processo.

Enquanto a Frictional Games usava todas as vertentes que o jogo oferecia para proporcionar ao jogador uma experiência de horror única e mais facilmente concebida, The Chinese Room utilizou daquilo que eles mais se destacavam (que é a narrativa) e tentaram passar o mesmo horror através dessa técnica. O unico problema era que, pelo que se vê, a maioria das pessoas que reclamaram do jogo não estavam preparadas (ou acostumadas) a lidar com o horror na narrativa pura e sim com uma abordagem mais direta que facilmente se encontrava nos títulos da Frictional.

Precisa-se de olhos atentos para capitar o horror contido neste novo título, da mesma forma como se estivesse lendo um bom livro de tema semelhante, com as mesmas características: o caminho é linear, não se tem imagens (ou, pelo menos, não será através delas que você irá imergir na estória) e você fica completamente dependente da narrativa para entender e se horrorizar com o acontecido. Sem isso, o jogo é vazio pois ele não depende da mesma mecânica que seu anterior e nem sequer dos mesmos monstros. Você se sentirá mais chocado com os "Porques" do que com o que de fato vê. Se sentirá mais chocado com "o que se está escrito" do que aquilo que está sendo representado graficamente diante de você.

Lendo as anotações deixadas pelo protagonista e por outros personagens, prestando atenção no que se é dito nas visões (flashbacks?), nas conversas feitas com a voz misteriosa que te guia durante o jogo e nas gravações de audio em um passado não muito distante são alguns dos requisitos necessários para que você aproveite este jogo por completo. Explore cada pedaço desse ambiente nefasto e então conseguira captar o horror escondido por essa delicada camada de sutileza.

Dessa forma você irá compreender o quão horrível o universo de Amnesia continua sendo. Mesmo sem os monstros do passado para assombrá-lo.
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6 de 6 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
3.9 horas registradas
Publicada: 14 de janeiro de 2015
Sequencia alterada de The Dark Descent,Amnesia A Machine For Pigs se passa em 1899 nas pacatas ruas de Londres e segue a história de Oswald Mandus que ao despertar percebe que sua esposa e filhos desapareceram e ao perambular pela casa percebe que algo estranho esta acontecendo e decide investigar para descobrir a verdade.Mandus em torno de suas descobertas ira receber chamadas de antigos telefones,notas ou escrituras relatadas por ele mesmo dos acontecimentos que irão lhe suceder.

Amnesia A Machine For Pigs possue uma excelente história,trilha sonora e com nenhuma base no game anterior.Aquele terror psicologico,sobrenatural e assustador anterior passou a ser algo bizarro e morbido tirado de uma maquina de porcos para mente de um só homem.
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Recomendado
5.4 horas registradas
Publicada: 27 de dezembro de 2014
-Amnesia: A Machine for Pigs.

Apresentando uma história de suspense/horror o jogo se passa na maioria do tempo em uma fábrica de alimentos retirados de porcos, onde o personagem principal sai a procura de seus familiares desaparecidos, tendo uma certa ajuda de uma voz de outro integrante do jogo!

-Comparação a 'Amnesia the dark descent'.

1 O primeiro jogo dessa franquia considerado por muitos o melhor até então ainda ganha, pois A Machine for Pigs contando com todo o horror e história não se compara ao primeiro jogo, (claro que eu pessoalmente me assustei muito com o jogo em diversas partes onde ele realmente soube trabalhar a palavra MEDO).

2 O jogo apresenta um duração pouca de gameplay onde com apenas 4-5 horas de jogo contínuo você consegue fechar ele por completo, onde contudo o primeiro jogo da série com 5-6 horas o jogo estará também fechado!!

-Ambientação do jogo e pequenos puzzles.

O jogo como dito antes soube trabalhar bem o medo nos seus diversos casos, trazendo inimigos deformados e com aparência bem horripilante, onde em muitas partes é necessário parar e pensar qual trajeto tomar para fujir dos respectivos monstros, escultar os passos dos inimigos e só assim então seguir rumo ao final do game contudo isso somado aos mistérios que se tem a desvendar tornou o jogo rico e bem vivido, com puzzles nem fáceis nem difíceis onde um bom nível de inglês lhe ajudará!

-Conclusão.

Algumas coisas ainda em pauta para falar, porém para evitar SPOILERS vou terminar por aqui, tendo todos esses aspectos juntos eu recomendo 100% o jogo A Machine for Pigs e também The dark descent para aqueles que gostam de jogos de desse grau de história, sendo um dos jogos mais interessante e que poderá aterrorizar até o mais valente coração!

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5 de 5 pessoas (100%) acharam esta análise útil
1 pessoa achou esta análise engraçada
Recomendado
8.2 horas registradas
Publicada: 7 de julho de 2014
Para quem falou que esse jogo era fraco e etc...! está muito enganado, esse jogo e muito ♥♥♥♥ (: pode comprar sem medo :D
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4 de 4 pessoas (100%) acharam esta análise útil
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5.0 horas registradas
Publicada: 29 de junho de 2014
Para aqueles que jogaram o primeiro jogo (Amnesia: The Dark Descent), este será fácil. Para os que não jogaram, nem tanto.
Amnesia volta para nos matar do coração novamente e tirar nosso sono. Mas será que terá sucesso novamente?
Amnesia: A Machine For Pigs é, como muito sabem, o segundo e mais recente jogo da série. Muitos elementos do primeiro jogo não estão mais presentes neste, o que facilita demais o jogo. A lanterna não gastar mais óleo, e a falta de luz não te deixar louco, acabaram com boa parte do medo. Os puzzles também são bem mais facéis de serem resolvidos no novo título.
Sem comparar com o primeiro, porém, Amnesia: A Machine for Pigs é um ótimo jogo de terror. Os puzzles não apresentam muita dficuldade, mas alguns podem te deixar preso porum tempo. A história é muito boa, e o jeito que esta nos é apresentada é perfeito. A trilha sonora e efeitos sonors são, como era de se esperar, incríveis. Os jump scares são menos frequentes, e o medo aqui é algo mais pessoal. Conforme o jogo progredia meu medo não era somente morrer de forma brutal, mas também de descobrir quem era meu personagem, e que tipo de coisa terrível eu teria feito para merecer aquele inferno.
No fim das contas, o jogo pode não ser tudo o que se espera de um jogo de terror. Apesar do queda dos jump scares desde o primeiro jogo, este novo título traz uma história terrivelmente pessoal e um terror psicológico muito bom.
Sem sombra de dúvidas, recomendo este jogo.
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5 de 6 pessoas (83%) acharam esta análise útil
Recomendado
7.3 horas registradas
Publicada: 24 de maio de 2015
Jogo é mais assustador que o anterior, entretanto tem menos puzzles. Recomendo jogar de noite e com fones de ouvidos, em ambiente silenciso.
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3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
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3.8 horas registradas
Publicada: 11 de novembro de 2014
Ótima História, Péssima aplicação...
Amnesia A Machine for Pigs é aquele lovecraftian horror perfeito. Suas narrativas, trilha sonora e a história é perfeita e macabra. mas a aplicação ao contexto do jogo foi muito ruim. Eu simplesmente fiquei de boca aberta no final do game com as falas do Engenheiro (antagonista do game)... uma arte em poesia macabra e muito bem trabalhada. mas não é um poema que queremos e sim um game o qual nos fizesse sentir medo a cada passo. Aamfp não é um jogo ruim. mas eu esperava mais de um game que prometia ser ''O'' survival horror. Mas acabou se tornando apenas outro survival horror qualquer e depois do lançamento do Outlast, seu brilho caiu ainda mais. Se você tem dinheiro sobrando e gosta de uma exelente história no estilo lovecraft horror AAMFP é um bom jogo. mas se você quiser gastar seus 40 reais para sentir medo, aconselho comprar outro jogo... Ainda sim Amnesia é um ótimo jogo, mas o primeiro (The Dark Descent) é superior em survival horror.
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5 de 7 pessoas (71%) acharam esta análise útil
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Recomendado
10.0 horas registradas
Publicada: 29 de agosto de 2014
# [1-5] #
[ 3 ] Gráfico (Graphic)
[ 5 ] Som (Sound)
[ 5 ] História (History)
[ 5 ] GAMEPLAY
[ x ] MULTIPLAYER

### PORTUGUÊS ###
Em comparação ao primeiro você leva menos quantidade de sustos mas os sustos estão presentes e fortes. O som é espetacular (músicas, vozes, efeitos...). O gráfico melhorou um pouquinho mas ainda é mediano porém satisfatório. A história é espetacular (o que a raça humana é capaz de fazer, demônio interior, perda, arrependimento, tristeza, redenção, apocalipse...)

### ENGLISH ###
Compared to the first you take the least amount of scares but the scares are present and strong. The sound is spectacular (songs, voices, effects ...). The chart has improved slightly but is still average but satisfactory. The story is spectacular (what the human race is capable of, inner demon, loss, regret, sadness, redemption, apocalypse ...)
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Últimas análises
)I Am(
2.7 h
Publicada: 5 de julho
assustador
Atum262
21.3 h
Publicada: 30 de maio
Muito bom jogo, recomendo!
Katiau
3.6 h
Publicada: 18 de maio
No geral um jogo mais ou menos. Não chega nem aos pés do primeiro Amnesia.

PRÓS: A ambientação é legal, a trilha sonora é muito boa e bem balanceada com os momentos de suspense(*). A história é legal apesar de o jogo ser curto. Puzzles tradicionais.

CONTRAS: Não tem tantos momentos de tensão quanto no Dark Descent. Não se pode interagir totalmente com o ambiente, só com cadeiras e algumas gavetas, nada de ficar jogando garrafas, livros, etc... Monstros mais engraçados do que aterrorizantes. Lanterna que não acaba, falta de itens, essas coisas que tinham no primeiro.

RESUMO: Talvez por eu ter amado e idolatrado o primeiro jogo, esperei demais do segundo. Agora você não fica tenso esperando dentro do armário o monstro vazar: basta passar do lado dele correndo, tomar um soco no máximo. Faltou poder interagir com o cenário como no primeiro jogo.
Na moral, se você for fã da série você vai é dar risada no jogo e não ficar tenso.

Mas recomendo. Se estiver em promoção vale a pena comprar. Valor cheio é meio fora.

Nota: 6/10
Silvestres Catus
19.4 h
Publicada: 30 de abril
a historia é complexa mas totalmente incrivel,o ambiente estilo steampink é totalment lindo,esse pode não ter tantos junps scares nquanto o primeiro,mas é um jogo ótimo da sua propria maneira!
Tranco
7.5 h
Publicada: 24 de abril
Elogiar este jogo? É pouco!
História, Trilha sonora, ambiente gráfico nota 10.
Alan
8.2 h
Publicada: 22 de abril
Olá, Boa Noite!
Cabei de zera esse game e o que posso dizer é que apesar de algumas falhas do game tendo em vista você ocasionalmente ficar preso em algumas partes do cenário alem de desde o início ser persuadido a fazer as coisas ou seja perda da escolha que reflete nos desfechos pois o game é todo direcionado. Ou seja imagine uma história guiada! é isso!
Ainda sim vale jogar pois o enredo é muito bom e há diversas reviravoltas embora o final não tenha sido muito bem especificado havendo contradições no vídeo final e na naração o que da a entender que não haverá continuação.Bacaninha dou Nota 7/10
fsvlopes
9.5 h
Publicada: 22 de abril
jogo diferente da maioria e muito bom, não é sequência do antecessor, não há ligação alguma entre os dois jogos, a história é outra, então não entendo por que tem gente que se diz desapontado por quererem fazer comparações, mas já que querem comparar, de fato a jogabilidade é mais simples e a história é mais curta do que o primeiro, menos difícil também, menos assustador também, o foco do jogo é o suspense da trama e não terror e sustos necessariamente como no primeiro, e a sensação claustrofóbica causada pelos belos e caprichados cenários. vale muito a pena comprar o game, vale cada centavo, e se estiver em promoção, melhor ainda! recomendo.
Neeh & Ryu
6.8 h
Publicada: 21 de abril
O jogo foi bom, porém não tão emocionante quanto dark descent D:
Matias
2.2 h
Publicada: 12 de abril
Amnesia: A Machine for Pigs is a horror game that will mark you somehow:
- If you like good game story, this game is for you.
- If you don't care jumpscaring sometimes, this game is for you.
- If you play horror games to test your heart, this game is for you.

8/10
q viaje eh essa
46.9 h
Publicada: 2 de fevereiro
Jogo muito bom, história ambientação graficos, terror caiu um pouco, mas só um pouco, vale a pena pra quem gostou do outro e curte terror. Achei muito bom e curti quase tanto quanto o antecessor, recomendo.