There is one rule in the game. And it needs to be broken. There is one goal. And when you attain it, you die.
Análises de usuários:
Todas:
Ligeiramente positivas (544 análises) - 74% das 544 análises de usuários deste jogo são positivas.
Data de lançamento: 18/mar/2009

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Sobre este jogo

There is one rule in the game. And it needs to be broken.
There is one goal. And when you attain it, you die.

Six sisters live in an apartment in the city. One by one their mother sends them on an errand to their grandmother, who is sick and bedridden. The teenagers are instructed to go to grandmother's house deep in the forest and, by all means, to stay on the path! Wolves are hiding in the woods, just waiting for little girls to stray.
But young women are not exactly known for their obedience, are they? Will they be able to resist the temptations of the forest? Will they stay clear of danger? Can they prevent the ancient tale from being retold?
The Path is a game about growing, about changing, about making choices, about accepting the consequences of these choices. A game about playing, and failing, about embracing life, perhaps by accepting death.

Key Features:
The Path is a short horror game inspired by older versions of Little Red Riding hood, set in modern day. The Path offers an atmospheric experience of exploration, discovery and introspection through a unique form of gameplay, designed to immerse you deeply into its dark themes. Every interaction in the game expresses an aspect of the narrative. The six protagonists each have their own age and personality and allow the player to live through the tale in different ways. Most of the story, however, relies on your active imagination.
The Path is designed with accessibility in mind. There are no ticking clocks or monsters to defeat. No hard puzzles will ever halt your progress. Most activities in the game are entirely optional and voluntary. The player has all the freedom in the world to explore and experience.

While The Path does not contain any graphic violence or sexuality, it does allude to these themes. The overall melancholy mood of the game and the potentially unsettling course of events, make The Path unsuitable for children. Despite of its origins in fairy tales, The Path is decidedly a game for the mature mind.
The game features a complete realtime 3D environment that can be explored through third person navigation. The characters in this virtual world, including the player's avatars, are governed by a form of artificial intelligence that gives them some autonomy. As a result, nobody knows exactly what you will encounter on your journeys.
Next to the multi-layered stylized graphics, The Path features a continuous soundtrack composed by goth rock diva Jarboe (ex-Swans). In fact, there are hardly any sound effects in the game. Instead the music is continuously changing according to what is happening in the game. Like the behaviours of the characters, the music too is never exactly the same twice.
For a satisfying experience, it takes about 6 hours to complete the game.

Requisitos de sistema

Windows
Mac OS X
    • Operating System: Microsoft® Windows® XP/Vista
    • Processor: 2 Ghz
    • Memory: 1 GB RAM
    • Hard Disk Space: 500 MB
    • Video Card: Recent Geforce® or Radeon® x6xxx 256 MB (no integrated graphics)
    • Sound Card: Any Sound Card
    • DirectX® Version: DirectX® 9.0c
    • Operating System: Mac OS X 10.8
    • Processor: 2 Ghz
    • Memory: 1 GB RAM
    • Hard Disk Space: 500 MB
    • Video Card: Recent Geforce® or Radeon® x6xxx 256 MB (no integrated graphics)
    • Sound Card: Any Sound Card
Análises de usuários
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Todas:
Ligeiramente positivas (544 análises)
Últimas análises
Dragon
2.4 hrs
Publicada: 8 de maio
Este é um jogo de exploração bizarro, filosófico, se você gosta de explorar jogos sombrios talvez seja interessante, mas o jogo não tem um objetivo concreto, mais um jogo focado na experiência do usuário, e isso varia muito de um para outro...
Como não tem meio voto, eu não recomendo, pelo simples fato de que você deve pagar por ele, e ele não oferece conteúdo suficiente para um gameplay aprofundado.
Spaaaace
3.1 hrs
Publicada: 14 de abril de 2014
The Path até tem uma premissa artistica interessante mas sua execução é péssima, seus gráficos são medianos e o que torna o jogo injogável é sua jogabilidade travada.
O Trovador
27.8 hrs
Publicada: 13 de maio de 2013
Um jogo estranho e muito peculiar...

Uma recriação artística para um dos clássicos dos contos infantis. Uma recriação inspirada em suas versões mais antigas. The Path não é um terror propriamente dito, nem mesmo uma aventura propriamente dito. Tale of Tales pretende misturar jogo e arte, procuram criar no jogador o estranhamento próprio da arte e de fato conseguem.

Praticamente, o que é este jogo? O que você faz nele? Isso é simples: Como eu disse no parágrafo anterior, você se perde na floresta. Bem como Dear Esther tudo o que você faz é andar e só. O objetivo do jogo é encontrar e entregar as meninas para o Lobo Mau, mas fazer isso apenas é desvantajos, pois acaba com a imersão.

O lance do jogo é simplesmente deixar-se perder na floresta. Andando aleatoriamente você encontrará alguns itens com os quais as garotas vão interagir, através desses itens você vai entendendo a história e a psicologia que cada garota por traz esconde. Junto com isso vem a imersão.

Você pode se sentir irritado, talvez, por não saber onde ir. Na verdade é isso que os desenvolvedores desejam. Bem... no caso não é te deixar irritado, mas te deixar sem saber para onde ir, afinal você está perdido em uma floresta.

Mas eles te dão uma ajuda, uma ajuda sutil. Vou dizer o que é, mas marco como spoiler (apesar de não ser) para que você possa ter a opção de descobrir por si mesmo, assim como eu fiz. O jogo não tem um HUD convencional, mas tem marcações nas bordas da tela que parecem apenas tato artístico, ajudam você a se encontrar alguns pontos importantes na floresta. A medida leva as meninas a salvo na casa da vovó, ou que encontra flores douradas suficientes, as informações na borda da tela vão sendo aprimoradas

A trilha sonora de Jarboe e Kris Force é perfeita.

Traz uma melodia repetitiva como uma cantiga de ninar e vozes infantis propositalmente desafinadas, que nos evidencia que o jogo se trata de um conto de fada. Mas ao mesmo, a medida que mergulha-se na floresta, a mesma melodia vai se mostrando densa e sombria como a própria floresta, evidenciando a violencia que os mesmos contos-de-fadas tem em suas raízes. A trilha sonora é infantil, suave, sombria, pavorosa e imersiva.

Mas não é possível analisar esse jogo apenas praticamente, pois antes de ser um jogo de aventura ou de terror, The Path é um jogo artístico e deve ser jogado com isso em mente para fins de apreciassão. Para desfrutar bem deste jogo você deve desnudar-se dos próprios antolhos e buscar enxergá-lo com um olhar mais liberto. Deve dedicar-se à contemplação do jogo como se contempla a Sinfonia Pastoral de Beethoven ou a pintura O Violeiro de Almeida Júnior.

O jogo tem uma premissa simples: seis irmãs são tiradas, uma a uma, de seu lar na cidade e deixadas no caminho que leva à casa da vovó, que está doente e vive no meio de um bosque. O jogador irá perder-se diversas vezes em busca do Lobo Mau, mas o que é o lobo mau se não uma metáfora?
Masahiro [物語]
1.2 hrs
Análise de pré-lançamento
Publicada: 8 de abril de 2011
The Path é o típico jogo cujas grandes produtoras jamais ousariam produzir. Um jogo que foca a experiência e exploração, em que a única regra consiste em quebrá-la e ao fazê-lo você morre; mas não é apenas uma morte, mas uma jornada a psique mais íntima e sombriam que envenenam nossas almas e nos induz a tomar as ações que tomamos. The Path é o descobrimento da intimidade insólita e sombria que existe em todos nós.
Análises mais úteis  No geral
2 de 3 pessoas (67%) acharam esta análise útil
Recomendado
27.8 horas registradas
Publicada: 13 de maio de 2013
Um jogo estranho e muito peculiar...

Uma recriação artística para um dos clássicos dos contos infantis. Uma recriação inspirada em suas versões mais antigas. The Path não é um terror propriamente dito, nem mesmo uma aventura propriamente dito. Tale of Tales pretende misturar jogo e arte, procuram criar no jogador o estranhamento próprio da arte e de fato conseguem.

Praticamente, o que é este jogo? O que você faz nele? Isso é simples: Como eu disse no parágrafo anterior, você se perde na floresta. Bem como Dear Esther tudo o que você faz é andar e só. O objetivo do jogo é encontrar e entregar as meninas para o Lobo Mau, mas fazer isso apenas é desvantajos, pois acaba com a imersão.

O lance do jogo é simplesmente deixar-se perder na floresta. Andando aleatoriamente você encontrará alguns itens com os quais as garotas vão interagir, através desses itens você vai entendendo a história e a psicologia que cada garota por traz esconde. Junto com isso vem a imersão.

Você pode se sentir irritado, talvez, por não saber onde ir. Na verdade é isso que os desenvolvedores desejam. Bem... no caso não é te deixar irritado, mas te deixar sem saber para onde ir, afinal você está perdido em uma floresta.

Mas eles te dão uma ajuda, uma ajuda sutil. Vou dizer o que é, mas marco como spoiler (apesar de não ser) para que você possa ter a opção de descobrir por si mesmo, assim como eu fiz. O jogo não tem um HUD convencional, mas tem marcações nas bordas da tela que parecem apenas tato artístico, ajudam você a se encontrar alguns pontos importantes na floresta. A medida leva as meninas a salvo na casa da vovó, ou que encontra flores douradas suficientes, as informações na borda da tela vão sendo aprimoradas

A trilha sonora de Jarboe e Kris Force é perfeita.

Traz uma melodia repetitiva como uma cantiga de ninar e vozes infantis propositalmente desafinadas, que nos evidencia que o jogo se trata de um conto de fada. Mas ao mesmo, a medida que mergulha-se na floresta, a mesma melodia vai se mostrando densa e sombria como a própria floresta, evidenciando a violencia que os mesmos contos-de-fadas tem em suas raízes. A trilha sonora é infantil, suave, sombria, pavorosa e imersiva.

Mas não é possível analisar esse jogo apenas praticamente, pois antes de ser um jogo de aventura ou de terror, The Path é um jogo artístico e deve ser jogado com isso em mente para fins de apreciassão. Para desfrutar bem deste jogo você deve desnudar-se dos próprios antolhos e buscar enxergá-lo com um olhar mais liberto. Deve dedicar-se à contemplação do jogo como se contempla a Sinfonia Pastoral de Beethoven ou a pintura O Violeiro de Almeida Júnior.

O jogo tem uma premissa simples: seis irmãs são tiradas, uma a uma, de seu lar na cidade e deixadas no caminho que leva à casa da vovó, que está doente e vive no meio de um bosque. O jogador irá perder-se diversas vezes em busca do Lobo Mau, mas o que é o lobo mau se não uma metáfora?
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Não recomendado
3.1 horas registradas
Publicada: 14 de abril de 2014
The Path até tem uma premissa artistica interessante mas sua execução é péssima, seus gráficos são medianos e o que torna o jogo injogável é sua jogabilidade travada.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
1.2 horas registradas
Análise de pré-lançamento
Publicada: 8 de abril de 2011
The Path é o típico jogo cujas grandes produtoras jamais ousariam produzir. Um jogo que foca a experiência e exploração, em que a única regra consiste em quebrá-la e ao fazê-lo você morre; mas não é apenas uma morte, mas uma jornada a psique mais íntima e sombriam que envenenam nossas almas e nos induz a tomar as ações que tomamos. The Path é o descobrimento da intimidade insólita e sombria que existe em todos nós.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Não recomendado
2.4 horas registradas
Publicada: 8 de maio
Este é um jogo de exploração bizarro, filosófico, se você gosta de explorar jogos sombrios talvez seja interessante, mas o jogo não tem um objetivo concreto, mais um jogo focado na experiência do usuário, e isso varia muito de um para outro...
Como não tem meio voto, eu não recomendo, pelo simples fato de que você deve pagar por ele, e ele não oferece conteúdo suficiente para um gameplay aprofundado.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada