Take command of your mercenary forces in Atom Zombie Smasher. The zombie apocalypse is upon us and it's up to you to evacuate everyone before they fall prey to the undead. Conduct massive rescue operations with a helping hand from snipers, artillery crews, orbital bombardments, and more.
Data de lançamento: 14 Mar 2011
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Análises

“Atom Zombie Smasher puts a typically fresh spin on the undead, while leaving the developer plenty of room to unleash his unique, blindsiding sense of humour and laudable fondness for surf guitar.”
EDGE Magazine


“What happens when one of the most exciting indie developers of the moment takes a shot at the zombie survival genre? Atom Zombie Smasher, that's what.”
indiegames.com


“[Blendo Games] define development independence strictly through their originality, the innateness of creating things featuring tempered mechanics dressed in weird charm.”
gameandplayer.net

Sobre o jogo

Take command of your mercenary forces in Atom Zombie Smasher. The zombie apocalypse is upon us and it's up to you to evacuate everyone before they fall prey to the undead.

Conduct massive rescue operations with a helping hand from snipers, artillery crews, orbital bombardments, and more. Experience the tactical richness of fully-destructible environments and procedurally-generated campaigns. And when the apocalypse ends, create your own game mods and share them with the Online File Share.

Key features:

  • Mercenaries for hire: Hire and upgrade your ragtag group of snipers, demolition teams, orbital bombardment crews, and more.
  • No two cities are the same: Cities are procedurally-generated, giving a unique experience with each playthrough.
  • Destructible environments: You can absolutely blow up everything.
  • Play with friends: Up to three people can cooperatively play together.
  • Mod support: Modify the game rules however you like, and share your mods through the Online File Share.

Requisitos do sistema – PC

    • OS: Windows XP/Vista/7
    • Processor: 1GHz
    • Memory: 512MB
    • Hard Disk Space: 60MB
    • Video Card: 60MB OpenGL-compatible
    • Additional: Gamepad or Joystick required for multiplayer

Requisitos do sistema – Mac

    • OS: OSX 10.6 or later
    • Processor: 1GHz
    • Memory: 512MB
    • Hard Disk Space: 60MB
    • Video Card: 60MB OpenGL-compatible
    • Additional: Gamepad or Joystick required for multiplayer
Análises úteis de usuários
4 de 4 pessoas (100%) acharam esta análise útil
396 produtos na conta
37 análises
14.6 hrs registradas
O apocalipse zumbi aconteceu: hordas de mortos-vivos avançam pelas ruas da cidade, perseguindo os sobreviventes e adicionando suas vítimas ao crescente exército dos infectados. A última esperança dos fugitivos está em alcançar a segurança do helicóptero. Se parece que estou descrevendo Left 4 Dead, é porque o subgênero jogo de zumbi aparentemente já esgotou todas as possibilidades narrativas. Ou não. Em Atom Zombie Smasher, o exótico desenvolvedor Brendon Chung adiciona a costumeira bizarrice non sense de seus experimentos a um título de estratégia que mistura mortos-vivos com trilha sonora de surf music, bombas de lhama e histórias de amor.

Novamente a fictícia Nuevos Aires reaparece em um enredo de Chung, desta vez atacada por uma infestação de mortos-vivos. O jogador assume o papel de um general orbital, com uma visão estratosférica das cidades afetadas, controlando unidades de mercenários e um helicóptero de resgate para evacuar os sobreviventes. A jogabilidade é muito simples: pouse o helicóptero em um ponto da cidade e aguarde os bons cidadãos se encaminharem até ele com gritos de pânico, enquanto os zumbis avançam de determinados pontos com movimentos imprevisíveis. Cada mapa tem uma duração limitada e quando a noite cai, uma verdadeira legião de mortos surge de todos os lados. Exterminar todos as criaturas de um nível antes do anoitecer não é obrigatório, mas faz toda a diferença na vitória da campanha. Porém, se o jogo é fácil de entender, é muito difícil de dominar.

Atom Zombie Smasher cai na velha máxima dos "jogos casuais": vicia, exige pouquíssimo tempo para disputar cada batalha, mas você acumulará fácil dez horas de dedicação antes de conseguir se tornar um general eficiente. Cada cidade é gerada de forma randômica, a lista de mercenários disponíveis também é aleatória e a cada missão um novo evento, escolhido ao acaso, altera um fator na jogabilidade. Em alguns momentos, a vitória é fácil e pode ser alcançada trinta segundos depois de posicionar suas unidades. Em outros casos, você irá sofrer sucessivas derrotas e novas tentativas até conseguir vencer, se você não conceder a derrota antes, movido pela mais pura frustração. Felizmente, apesar de não possuir níveis de dificuldade, o jogo permite a configuração de diversas variáveis que o tornam mais fácil ou assustadoramente mais difícil. E, se você não quiser brincar com as variáveis, é só escolher a opção "casual" para uma experiência tranquila ou marcar a opção "hardcore" para conhecer o inferno estratégico na Terra.

Seus gráficos simples apresentam momentos inspirados, como os relâmpagos nos dias de chuva, a neve caindo ou a completa destruição proporcionada por canhões orbitais. Mas muita gente pode se afastar do título devido aos zumbis que não passam de quadradinhos cor de rosa ou por preconceito contra o aspecto casual. Para os fãs do trabalho de Chung, o título está repleto de detalhes inusitados e apresenta um nível de extras raramente visto em produções convencionais. Jogar Atom Zombie Smasher desbloqueia Vinhetas, micro-contos gráficos que pouco tem a ver com mortos-vivos e que são pedaços deliciosos de realismo fantástico. Se o autor não estivesse obcecado em criar jogos, ele poderia seguir carreira como quadrinhista. As ilustrações caprichadas estão por toda a parte: nas Vinhetas, nos tutoriais, na "Zedpedia" (a enciclopédia dos zumbis), nos contratos assinados a cada novo mercenário, na introdução e no epílogo. O jogo acaba ganhando pontos de simpatia com estas intervenções bizarras. Na seção de Extras, é possível visualizar todas as vinhetas, mesmo sem tê-las desbloqueado, uma prova que o importante mesmo é a diversão. O menu ainda traz atualizações do Twitter, link para o site, para o Facebook, acesso a Mods e outras novidades que não se costuma ver em outros títulos.

A trilha sonora é um espetá♥♥♥♥ que vai ficar nos seus ouvidos muito depois de encerrar a sessão. Um cruzamento entre surf music e música latina, é o tipo de seleção que só poderia ter saído da cabeça de Chung. São apenas cinco músicas, duas do obscuro Benny Hammond e três da banda The Volcanics.

Atom Zombie Smasher ainda não é o título revolucionário que Brendon Chung está nos devendo desde seus experimentos em Barista. Tampouco irá alterar sua vida ou motivá-lo a desbloquear o achievement de resgatar 100 mil sobreviventes. Mas certamente é um passatempo instigante para uma semana inteira de almoços e os extras sozinhos já valem a conferida.

Originalmente publicado em: http://blog.retinadesgastada.com.br/2011/10/jogando-atom-zombie-smasher.html
Publicada: 27 novembro 2013
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
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26 análises
6.3 hrs registradas
Esse é um jogo muito criativo e divertido de jogar, recomendo para todo mundo que gosta de um bom e desafiador jogo indie. Não tenho muito mais a falar sobre o jogo, só que ele ira de render horas de divertimento.

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This is a very creative and fun game to play, I recommend to everyone who likes a good and challenging indie game. Not much more to say about the game, only it will render hours of fun.
Publicada: 4 fevereiro 2014
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1 de 2 pessoas (50%) acharam esta análise útil
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1 análise
9.9 hrs registradas
1
Publicada: 11 dezembro 2013
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23 de 24 pessoas (96%) acharam esta análise útil
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29 análises
18.0 hrs registradas
Okay, Captain Obvious time - This game involves zombies, the smashing and atomising thereof. The title is as literal as it comes, perhaps second only to NZA 2 (read my review on -that- for more details) in terms of "It does what it says on the tin". Atom Zombie smasher is a variant on those old-school top down "Zombie outbreak simulator" programs that would show lots of little dots rushing around, some were coloured as civilians, and others as zombies, over time you'd watch the infection spread throughout the city, often leaving a small clump of survivors holed up in a dead end praying to survive just another few moments.

This is the logical conclusion of that program, it's a game and a campaign structured around the outbreak simulator program, with you tasked as the last remaining commander of the available defence forces, attempting to save as many lives (and smash as many zombies) as you can. To this end you're provided with a default escape helicopter, and gradually introduced to the toolbox of mercenaries that accompany you over the course of the campaign.

The game runs two distinct "beats", the first is the strategic map, a somewhat procedurally generated vision of a large city with lots of sub districts. This map operates on something of a turn based mode, so at the beginning of a given month, the zombie AI places outbreak counters on various districts, you then select a district to fight in, and depending on the outcome the district is either still infested, cleared out, or reclaimed and made safe for humanity. So far so normal, it's important to note however that whilst you only get ONE district to fight each month, the outbreak AI gets two, and eventually three counters to use, you're fighting a losing battle overall.

However, on the upside, you -do- get some tools at various points, in the strategic map the two major events are access to a prototype cannon (Elephantbird) that allows you to utterly eradicate a district in the tactical mode (more on this shortly), and llama bombs, which essentially decontaminate a bunch of districts in one pass, buying you much needed breathing room. Outside of this, you'll be assigned a squad of mercenaries (randomly selected from the available pool), and you'll get to choose a district to "go tactical" on.

This is where the outbreak simulator program is most visible, in the tactical mode you're presented with a moderately simple top down view, with civilians represented in a sortof beige yellow, zeds in purple, and your forces taking up various other colours. Left unchecked, the map will play out much like the software in question, and eventually all the survivors will be gobbled up, but you've tools to prevent this!

Before the tactical map kicks off, you designate your initial landing point for your rescue chopper (equipped with foghorn that automatically attracts nearby civilians), and you set up your various mercenaries. These range from single shot items like minefields, to ongoing and mobile defences such as infantry and snipers. Effective use and the setting up of choke-points can, if done right, result in you demolishing all the zombies before nightfall and scoring a hefty bonus (indeed, these bonuses, and saving lots of survivors is your path to victory).

The game really livens up once you've got explosives, with the map turning from an often pristine cityscape into a big brown muddy pit. Zombies exploding in clouds of green as your artillery rains down, remote dynamite detonations at key junctions reducing swarms of zombies into kibble, and your infantry protecting choke points and keeping the zeds away from the ever dwindling number of survivors. Once there are no more survivors to rescue, the scores are tallied up and you're returned to the strategic map. Learning how to adapt your tactics to an ever growing outbreak, and racing to the victory of humanity before the zeds inevitably take over forms the core of the campaign.

For a simple pick up and play title, it offers an excellent level of depth, combined with an offbeat and catchy soundtrack. The graphics are not much to look at, but they do the job functionally well (think of a 3D version of that outbreak simulator and you're pretty much there). It's very easy on the system requirements and provided you don't suffer any hiccups at launch, you'll have little complaint from the game. As a cheap impulse buy, it's hard to find fault and as such, comes very much recommended.
Publicada: 27 novembro 2013
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12 de 14 pessoas (86%) acharam esta análise útil
724 produtos na conta
31 análises
3.2 hrs registradas
More than anything, this is a crowd management game done by Monty Python. Great fun.
Publicada: 9 fevereiro 2014
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