Shortly after landing on an alien surface, you learn that hundreds of your men have been reduced to just a few. Now you must fight your way through heavily fortified military installations, lower the city's defenses and shut down the enemy's war machine. Only then will the fate of humanity be known.
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Data de lançamento: 11/nov/1997

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Inclui 8 itens: QUAKE, QUAKE II, QUAKE II Mission Pack: Ground Zero, QUAKE II Mission Pack: The Reckoning, Quake III Arena, QUAKE III: Team Arena, QUAKE Mission Pack 1: Scourge of Armagon, QUAKE Mission Pack 2: Dissolution of Eternity

 

Sobre este jogo

Shortly after landing on an alien surface, you learn that hundreds of your men have been reduced to just a few. Now you must fight your way through heavily fortified military installations, lower the city's defenses and shut down the enemy's war machine. Only then will the fate of humanity be known.

Requisitos de sistema

    Minimum: A 100% Windows XP/Vista-compatible computer system

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Captain Falcon
29.0 hrs
Publicada: 8 de julho
Quake II é um jogo de tiro em primeira pessoa (FPS), desenvolvido pela ID Software e publicado originalmente pela Activision (quem diria que a mesma se inspiraria nesse jogo para fazer os novos COD, huh? :P {zuerinha}), lançado no dia 9 de Dezembro de 1997. Originalmente lançado para Windows, ele ganhou ports para Nintendo 64, Playstation, Dreamcast, Xbox360 e Zeebo (sem bonus round dessa vez, sendo q ele sofre os mesmos problemas do Quake 1 que havia citado na minha análise do mesmo, com exceção da música, que sinceramente ficou tão boa quanto a versão de PC, e da dublagem, que sinceramente vcs vão querer ficar ouvindo a dublagem de BF: Hardline e MKX pro resto da vida :P). Ele é o segundo game da série Quake, embora esse n tenha nada haver com o primeiro.

O jogo usa a ID Tech 2, ou Quake II Engine (Quake II {duh}, Heretic II, Anachronox, Daikatana {Must not Memes :P}, etc), uma versão melhorada do motor gráfico do primeiro Quake (o q mais sofreu alteração aqui foi a iluminação). Entre os principais envolvidos no projeto, temos John Carmack (programador), Adrian Carmack (artista) e a incrivel participação de Sonic Mayhen (músicos). Esse foi o primeiro grande projeto da ID sem Romero, que estava produzindo Daikatana (Must... not... meme... John Romero's about to make you his bitc*). O jogo ganhou duas expansões: Quake II Mission Pack 1: The Reckoning e Quake II Mission Pack 2: Ground Zero (além de uma terceira, chamada Quake II Netpack I: Extremities, que é um pacote de mods vendidos oficialmente [Embora eu fico triste pelas pessoas que compraram isso, afinal todos os mods vcs podem achar pela internet :P]). As duas expansões contam com novas fases tanto singleplayer quanto deathmatch, mas aviso que elas n são tão boas quanto às expansões do Quake I eram (AAAAAHHHH TURRETS! -RIP Quake II Ground Zero; 1998 - Turret).

No jogo, você controla Bitterman, um soldado humano para lutar contra os Stroggs, uma espécie de aliens. Os humanos e estes aliens estavam em guerra, e como último esforço humano lançam um exército para Stroggos, o planeta deles, como parte da Operation Alien Overlord. Porém, a maioria do exército acaba morto antes de chegar na superfície graças a Big Gun, uma grande arma destruidora que impedia as tropas humanas de chegarem ao planeta. Você é um dos poucos que sai vivo, com o objetivo de cumprir as ordens enviadas por seus comandantes no territorio inimigo. As expansões contam com histórias paralelas a esta. O jogo funciona por unidades, cada unidade tendo várias fases que estão ligadas, muitas vezes te obrigando a voltar em lugares que vc já foi. Durante as fases, você tem um computador, que mostra suas missões durante as fases/unidades. Você deve ir pegando novas armas, ficar mais forte e seguir até chegar ao seu objetivo final.

O jogo possui 10 unidades (ambas as expansões contam com 5 unidades adicionais cada), além de 8 fases Deathmatch (The Reckoning adiciona 7 arenas a mais, enquanto Ground Zero adiciona 14) e 5 fases CTF (embora tenha q ter algumas manhas para fazer esse modo funcionar. Inclui 5 mapas, mas outros 3 foram lançados oficialmente, basta procurar na internet... Além deles, existem alguns outros mapas oficias, incluindo alguns para 64 Jogadores simultaneos, mas n cheguei a procurar muito sobre). O tempo de campanha depende de uma das 4 dificuldades (a dificuldade hard+ só pode ser acessada via Console), durando entre 4 a 10 horas (também depende de vc querer completar 100%, achando os secrets e matando todos os inimigos). As expansões, juntas, demoram um tanto mais... Algo entre 2 a 10 horas cada (Ground Zero + Turrets = Se prepara pra perder tempo).

Jogabilidade 9/10
O maior erro do Quake original, não poder agachar, foi corrigido aqui. A movimentação do game tbm mudou bastante, agora sendo mais simples que o primeiro jogo, o que os jogadores mais competitivos n gostaram muito. Em geral, jogo é mais lento, já que há muitas escadas (se voce bate em um degrau da escada enquanto corre, você desacelera, diferente de Quake III Arena, que você pode continuar pulando nela para n perder tanta velocidade), vários lugares para se agachar e obstáculos no caminho. Quake II: Ground Zero consegue ser mais lerdo ainda graças à turrets, mas mesmo assim, bem mais rápido q os jogos de FPS modernos. Em relação aos ítens e aos inimigos do jogo, ele tem uma variedade bem grande de ambas, e suas expansões auxiliam nisso, com mais recursos para recolher e ameaças a se enfrentar, sendo bem reguladas no jogo (embora a maioria dos chefes seja fácil matar com a Grande Ferrando Arma :P).

Trilha Sonora 9/10
É um rock muito bom, mas nem sempre combina com o ambiente. Descent Into Cerberon > All. A versão da Steam está sem música, então procurem o patch!

Gráficos 9/10
Os gráficos do jogo eram muito bons na época que foi lançado, e na moral, não envelheceram tão mal assim (a n ser que você n goste de marrom claro... 90% do jogo é marrom), diferente de Quake 1, que os modelos e suas animações ficaram meio ruins com o tempo (sorte que existem Source Ports para nos livrar daquelas animações de 5 frames :D). De qualquer maneira, o jogo tinha ótimos gráficos, mesmo comparado aos outros jogos da época.

Otimização 9,5/10
Vai rodar até na batata, a versão da Steam não tem música, mas com patch da pra arrumar, tirando isso o jogo roda liso. Tem alguns bugs (como pedaços de gibs voando no nada), mas são bem raros.

Level Design 7,5/10
Então, aqui estamos... Definitivamente, o pior problema do jogo. Lembram quando eu disse que a música deveria mudar quando o jogo tivesse climas mais ambientes? Poisé, o que acontece é que os lugares do jogo são todos muito parecidos visualmente, e fazem com que tenhamos a sensação de estar sempre na mesma fase, fazendo as mesmas coisas com clima frenético mesmo quando o ambiente é de muita escuridão (maldita música), e as cores usadas não ajudaram muito (lembram do marrom? Quake 1 tbm sofreu disso, mas pelo menos o level design era mais interessante), fazendo o jogo ficar meio repetitivo as vezes. Esse jogo não teve a participação de Romero, o que com certeza fez o level design piorar de qualidade nos jogos da ID a partir deste.

Enredo 8,5/10
Um dos avanços desse jogo em relação aos jogos anteriores da ID foi, sem dúvidas, o enredo. Ele teve uma boa melhorada, tendo falas entre os soldados durante algumas fases. Basicamente todas as missões do jogo tem alguma explicação pela qual devem ser realizadas, o que deixa tudo mais interessante. Uma pena Quake III não ter campanha, pois se tivesse um enredo como o deste jogo, seria muito interessante.

Multiplayer 8/10
Ok, esse aqui é quase um 8,5. O que acontece aqui é que os servidores são praticamente vazios, raramente você acha alguém para enfrentar neste jogo (mesmo com source port!!!), diferente de Quake 1, que ainda hoje é possível encontrar server no nQuake. Sobre o multiplayer em si, ele não tem nada demais. A jogabilidade lembra mais Quake III do que o primeiro, ele é razoavelmente rápido (mas as escadas ainda são um problema), tem rocket/strafe jump, vem alguns mapas Deathmatch inclusos (as expansões tem até mais mapas que o próprio Quake II, mas boa sorte em achar alguém que jogue nelas :P), etc. Se quiserem Multiplayer, vão de I, III ou Live. É possível jogar a campanha em modo coop.


GERAL 8,5/10
O jogo é excelente. Podia ter sido melhor? Podia. Mas foi bom? Na minha opinião, sim. Então, tudo depende de você agora :).

Alright Bitterman. You're on the green and ready to go.
®[ Majin ]™ AUGU$TO CE$AR
0.3 hrs
Publicada: 1 de junho
Produto recebido de graça
*_*
noventikus
8.0 hrs
Publicada: 14 de março
Prefiro a série UNREAL, mas Quake tem seus méritos, até porque são parecidos. A diferença é que em Quake os mapas tem uma pegada industrial marciana "quadrada"(envelheceu mal) enquanto que Unreal tem uma variedade maior de locações(e ganhou HD textures dos fãs). Parece que o multiplayer não funciona(Unreal ainda funciona) então joguei a campanha pela primeira vez na vida, pois na faculdade a gente jogava só Deatmatch em LAN. Recomendo só pra quem jogou e gostava MUITO dele na época do lançamento, caso contrário, se quiser experimentar algo do gênero(rato em um labirinto), jogue Unreal.
Devorador de cus
12.3 hrs
Publicada: 26 de dezembro de 2015
Eu adorei!!
Recomendo muito,pois é um jogo da minha e com certeza da sua infância!
Mas uma coisa que eu nao gostei foi a primeira missão,eu pensei que fosse igual do ps1

wisktoN
0.5 hrs
Publicada: 22 de novembro de 2015
Jogo épico! Um dos melhores jogos de 1vs1.
Arthur
14.5 hrs
Publicada: 18 de outubro de 2015
Quake II é um clássico, foi um jogo que marcou minha infância e até hoje ainda considero como sendo um dos melhores jogos já feitos. Principalmente no que diz respeito a parte sonora, a música se encaixa perfeitamente com o cenário e a ação, sem falar nos sons dos efeitos e do ambiente que são extremamente realistas para época em que o jogo foi feito.
xaneljfmg
0.4 hrs
Publicada: 25 de julho de 2015
Quake ii um dos melhores jogos que joguei na minha infancia, porem a versão da steam comprometeu a qualidade do jogo com a falta das músicas em missões e falta da resolução widescreen , versão original 10/10, versão da steam 8/10.
Half Life
10.7 hrs
Publicada: 16 de março de 2015
Quake é o tipo de FPS que cai no gosto de qualquer apreciador do genero. Rapido, simples e funcional.

Receita ótima para se passar o tempo com a mesma qualidade do Quake original

PROS:
-Gráficos ( para época)
-Inimigos
-Final Boss épico

CONTRAS:
-??

94/100
« Åℓ » C.A.P.
16.4 hrs
Publicada: 14 de janeiro de 2015
Quake II não é a continuação do primeiro Quake. Sabia? Eu não.
Quake II é um desafio de paciência. O ambiente não fornece um caminho claro e objetivo para chegar ao seu final. O computador, responsável por passar dicas, informa de maneira vaga o que deve ser feito. E é essa falta de objetividade que faz com que o jogador ande em círculos sem saber para onde ir. Esse vai e vem para destrancar portas e ativar segredos, deixa Quake II entediante. Tão entediante, que só em 2015 encontrei algum ânimo para terminar o jogo. É um jogo longo. O armamento é fraco. O enredo é bom. As cutscenes foram feitas a facão e são totalmente dispensáveis (exceto a presente no final do jogo). O fator “surpresa” é o que traz alguma emoção ao jogo e me faz recomendá-lo.
Iridur
12.1 hrs
Publicada: 14 de setembro de 2014
I play Quake II ever since it was launched. Dedicated enough hours to this game to say without a minute of thought that this was the first person shooter I've played the most - ever. Shoot, shoot, shoot, some strategy, brilliant architecture, weapons that are reliable... the game is a masterpiece, one of my top 10 list.
Análises mais úteis  No geral
3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
0.3 horas registradas
Publicada: 1 de junho
Produto recebido de graça
*_*
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
29.0 horas registradas
Publicada: 8 de julho
Quake II é um jogo de tiro em primeira pessoa (FPS), desenvolvido pela ID Software e publicado originalmente pela Activision (quem diria que a mesma se inspiraria nesse jogo para fazer os novos COD, huh? :P {zuerinha}), lançado no dia 9 de Dezembro de 1997. Originalmente lançado para Windows, ele ganhou ports para Nintendo 64, Playstation, Dreamcast, Xbox360 e Zeebo (sem bonus round dessa vez, sendo q ele sofre os mesmos problemas do Quake 1 que havia citado na minha análise do mesmo, com exceção da música, que sinceramente ficou tão boa quanto a versão de PC, e da dublagem, que sinceramente vcs vão querer ficar ouvindo a dublagem de BF: Hardline e MKX pro resto da vida :P). Ele é o segundo game da série Quake, embora esse n tenha nada haver com o primeiro.

O jogo usa a ID Tech 2, ou Quake II Engine (Quake II {duh}, Heretic II, Anachronox, Daikatana {Must not Memes :P}, etc), uma versão melhorada do motor gráfico do primeiro Quake (o q mais sofreu alteração aqui foi a iluminação). Entre os principais envolvidos no projeto, temos John Carmack (programador), Adrian Carmack (artista) e a incrivel participação de Sonic Mayhen (músicos). Esse foi o primeiro grande projeto da ID sem Romero, que estava produzindo Daikatana (Must... not... meme... John Romero's about to make you his bitc*). O jogo ganhou duas expansões: Quake II Mission Pack 1: The Reckoning e Quake II Mission Pack 2: Ground Zero (além de uma terceira, chamada Quake II Netpack I: Extremities, que é um pacote de mods vendidos oficialmente [Embora eu fico triste pelas pessoas que compraram isso, afinal todos os mods vcs podem achar pela internet :P]). As duas expansões contam com novas fases tanto singleplayer quanto deathmatch, mas aviso que elas n são tão boas quanto às expansões do Quake I eram (AAAAAHHHH TURRETS! -RIP Quake II Ground Zero; 1998 - Turret).

No jogo, você controla Bitterman, um soldado humano para lutar contra os Stroggs, uma espécie de aliens. Os humanos e estes aliens estavam em guerra, e como último esforço humano lançam um exército para Stroggos, o planeta deles, como parte da Operation Alien Overlord. Porém, a maioria do exército acaba morto antes de chegar na superfície graças a Big Gun, uma grande arma destruidora que impedia as tropas humanas de chegarem ao planeta. Você é um dos poucos que sai vivo, com o objetivo de cumprir as ordens enviadas por seus comandantes no territorio inimigo. As expansões contam com histórias paralelas a esta. O jogo funciona por unidades, cada unidade tendo várias fases que estão ligadas, muitas vezes te obrigando a voltar em lugares que vc já foi. Durante as fases, você tem um computador, que mostra suas missões durante as fases/unidades. Você deve ir pegando novas armas, ficar mais forte e seguir até chegar ao seu objetivo final.

O jogo possui 10 unidades (ambas as expansões contam com 5 unidades adicionais cada), além de 8 fases Deathmatch (The Reckoning adiciona 7 arenas a mais, enquanto Ground Zero adiciona 14) e 5 fases CTF (embora tenha q ter algumas manhas para fazer esse modo funcionar. Inclui 5 mapas, mas outros 3 foram lançados oficialmente, basta procurar na internet... Além deles, existem alguns outros mapas oficias, incluindo alguns para 64 Jogadores simultaneos, mas n cheguei a procurar muito sobre). O tempo de campanha depende de uma das 4 dificuldades (a dificuldade hard+ só pode ser acessada via Console), durando entre 4 a 10 horas (também depende de vc querer completar 100%, achando os secrets e matando todos os inimigos). As expansões, juntas, demoram um tanto mais... Algo entre 2 a 10 horas cada (Ground Zero + Turrets = Se prepara pra perder tempo).

Jogabilidade 9/10
O maior erro do Quake original, não poder agachar, foi corrigido aqui. A movimentação do game tbm mudou bastante, agora sendo mais simples que o primeiro jogo, o que os jogadores mais competitivos n gostaram muito. Em geral, jogo é mais lento, já que há muitas escadas (se voce bate em um degrau da escada enquanto corre, você desacelera, diferente de Quake III Arena, que você pode continuar pulando nela para n perder tanta velocidade), vários lugares para se agachar e obstáculos no caminho. Quake II: Ground Zero consegue ser mais lerdo ainda graças à turrets, mas mesmo assim, bem mais rápido q os jogos de FPS modernos. Em relação aos ítens e aos inimigos do jogo, ele tem uma variedade bem grande de ambas, e suas expansões auxiliam nisso, com mais recursos para recolher e ameaças a se enfrentar, sendo bem reguladas no jogo (embora a maioria dos chefes seja fácil matar com a Grande Ferrando Arma :P).

Trilha Sonora 9/10
É um rock muito bom, mas nem sempre combina com o ambiente. Descent Into Cerberon > All. A versão da Steam está sem música, então procurem o patch!

Gráficos 9/10
Os gráficos do jogo eram muito bons na época que foi lançado, e na moral, não envelheceram tão mal assim (a n ser que você n goste de marrom claro... 90% do jogo é marrom), diferente de Quake 1, que os modelos e suas animações ficaram meio ruins com o tempo (sorte que existem Source Ports para nos livrar daquelas animações de 5 frames :D). De qualquer maneira, o jogo tinha ótimos gráficos, mesmo comparado aos outros jogos da época.

Otimização 9,5/10
Vai rodar até na batata, a versão da Steam não tem música, mas com patch da pra arrumar, tirando isso o jogo roda liso. Tem alguns bugs (como pedaços de gibs voando no nada), mas são bem raros.

Level Design 7,5/10
Então, aqui estamos... Definitivamente, o pior problema do jogo. Lembram quando eu disse que a música deveria mudar quando o jogo tivesse climas mais ambientes? Poisé, o que acontece é que os lugares do jogo são todos muito parecidos visualmente, e fazem com que tenhamos a sensação de estar sempre na mesma fase, fazendo as mesmas coisas com clima frenético mesmo quando o ambiente é de muita escuridão (maldita música), e as cores usadas não ajudaram muito (lembram do marrom? Quake 1 tbm sofreu disso, mas pelo menos o level design era mais interessante), fazendo o jogo ficar meio repetitivo as vezes. Esse jogo não teve a participação de Romero, o que com certeza fez o level design piorar de qualidade nos jogos da ID a partir deste.

Enredo 8,5/10
Um dos avanços desse jogo em relação aos jogos anteriores da ID foi, sem dúvidas, o enredo. Ele teve uma boa melhorada, tendo falas entre os soldados durante algumas fases. Basicamente todas as missões do jogo tem alguma explicação pela qual devem ser realizadas, o que deixa tudo mais interessante. Uma pena Quake III não ter campanha, pois se tivesse um enredo como o deste jogo, seria muito interessante.

Multiplayer 8/10
Ok, esse aqui é quase um 8,5. O que acontece aqui é que os servidores são praticamente vazios, raramente você acha alguém para enfrentar neste jogo (mesmo com source port!!!), diferente de Quake 1, que ainda hoje é possível encontrar server no nQuake. Sobre o multiplayer em si, ele não tem nada demais. A jogabilidade lembra mais Quake III do que o primeiro, ele é razoavelmente rápido (mas as escadas ainda são um problema), tem rocket/strafe jump, vem alguns mapas Deathmatch inclusos (as expansões tem até mais mapas que o próprio Quake II, mas boa sorte em achar alguém que jogue nelas :P), etc. Se quiserem Multiplayer, vão de I, III ou Live. É possível jogar a campanha em modo coop.


GERAL 8,5/10
O jogo é excelente. Podia ter sido melhor? Podia. Mas foi bom? Na minha opinião, sim. Então, tudo depende de você agora :).

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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
0.2 horas registradas
Publicada: 14 de janeiro de 2012
Clássico que me iniciou no FPS e de onde até hoje me baseio nos controles.
Valido para jogatinas nostalgia (jogo nao envelheceu bem).
Nota: 7/10
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2 de 6 pessoas (33%) acharam esta análise útil
Não recomendado
8.0 horas registradas
Publicada: 14 de março
Prefiro a série UNREAL, mas Quake tem seus méritos, até porque são parecidos. A diferença é que em Quake os mapas tem uma pegada industrial marciana "quadrada"(envelheceu mal) enquanto que Unreal tem uma variedade maior de locações(e ganhou HD textures dos fãs). Parece que o multiplayer não funciona(Unreal ainda funciona) então joguei a campanha pela primeira vez na vida, pois na faculdade a gente jogava só Deatmatch em LAN. Recomendo só pra quem jogou e gostava MUITO dele na época do lançamento, caso contrário, se quiser experimentar algo do gênero(rato em um labirinto), jogue Unreal.
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22.7 horas registradas
Publicada: 9 de julho de 2014
Esse Jogo é bem melhor do que eu pensava, relembrei minha infancia. O final é bem idiota kkkkkkk. A parte do Satelite é muito dificil, mas que venha outros.
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12.1 horas registradas
Publicada: 14 de setembro de 2014
I play Quake II ever since it was launched. Dedicated enough hours to this game to say without a minute of thought that this was the first person shooter I've played the most - ever. Shoot, shoot, shoot, some strategy, brilliant architecture, weapons that are reliable... the game is a masterpiece, one of my top 10 list.
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1.7 horas registradas
Publicada: 12 de agosto de 2013
Grande clássico, a trilha sonora é algo fora de série e o game todo muito bom até hoje!
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16.4 horas registradas
Publicada: 14 de janeiro de 2015
Quake II não é a continuação do primeiro Quake. Sabia? Eu não.
Quake II é um desafio de paciência. O ambiente não fornece um caminho claro e objetivo para chegar ao seu final. O computador, responsável por passar dicas, informa de maneira vaga o que deve ser feito. E é essa falta de objetividade que faz com que o jogador ande em círculos sem saber para onde ir. Esse vai e vem para destrancar portas e ativar segredos, deixa Quake II entediante. Tão entediante, que só em 2015 encontrei algum ânimo para terminar o jogo. É um jogo longo. O armamento é fraco. O enredo é bom. As cutscenes foram feitas a facão e são totalmente dispensáveis (exceto a presente no final do jogo). O fator “surpresa” é o que traz alguma emoção ao jogo e me faz recomendá-lo.
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0.4 horas registradas
Publicada: 25 de julho de 2015
Quake ii um dos melhores jogos que joguei na minha infancia, porem a versão da steam comprometeu a qualidade do jogo com a falta das músicas em missões e falta da resolução widescreen , versão original 10/10, versão da steam 8/10.
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14.5 horas registradas
Publicada: 18 de outubro de 2015
Quake II é um clássico, foi um jogo que marcou minha infância e até hoje ainda considero como sendo um dos melhores jogos já feitos. Principalmente no que diz respeito a parte sonora, a música se encaixa perfeitamente com o cenário e a ação, sem falar nos sons dos efeitos e do ambiente que são extremamente realistas para época em que o jogo foi feito.
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