What Ancients Begat is a complete (~15 hour) game of family generations surviving the rise of western civilization. Survival is the ultimate goal. The sub-goals, you choose, build their story.Experience an abstract telling of the lives of our earliest recorded ancestors.
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Neutras (446 análises) - 58% das 446 análises de usuários deste jogo são positivas.
Data de lançamento: 7/jun/2013

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Análises

"An engaging combination of board game mechanics and pure storytelling, 7 Grand Steps is an addictive telling of one family's journey through history."
Gamespot

"...it’s so clever that you can’t help but love it."
Indie Statik

"7 Grand Steps hides a deeply strategic experience behind its deceptively simple and charming graphical appearance, ...immersive and engaging gaming."
GGS Gamer

"...entirely apart from the hundreds of games that have passed through my PC..."
Rock Paper Shotgun

"...I walked away from it as though I was telling a story that reached through time."
G4TV

"It's a simple looking game, but -- I found myself unable to stop."
KillScreen

Sobre este jogo

What Ancients Begat is a complete (~15 hour) game of family generations surviving the rise of western civilization. Survival is the ultimate goal. The sub-goals, you choose, build their story.


Experience an abstract telling of the lives of our earliest recorded ancestors. Part board game, part machine, part nod to computer games of yore, it begins with a simple mechanic. Spend tokens to traverse the wheel of life. Earn tokens by tempting the jaws of death. Then, like layers upon a pearl, game play expands, introducing fresh tactics and strategies which, turn by turn, drive a sophisticated, emergent narrative. How you play defines the lives of one family's generations through the changing ages.


An enormous tableau of ancient western culture awaits your exploration:


  • Core Mechanic - Back and forth tactics, across four social boundaries, to win legend points.
  • Family Strategy - Romance. Raise children. Rite of Passage.
  • Family Drama - Tales in the life. Sibling rivalry. Failed branches. Graveyard of ancestry.
  • Grand Legends - Earned over generations, they strengthen your family: Discoveries and Invention. Social Advancement. Heroics.
  • Ruling Games - City Administration. Warring Kingdoms. Imperial Senate.
  • The Challenges of an Age - Special for each social level. Survive and overcome, to enter a new age.

Requisitos de sistema

Windows
Mac OS X
    Minimum:
    • OS:XP
    • Processor:1GHz
    • Memory:1 GB RAM
    • Graphics:1024x768
    • Hard Drive:200 MB HD space
    Recommended:
    • OS:XP
    • Processor:1GHz
    • Memory:1 GB RAM
    • Graphics:1024x768
    • Hard Drive:200 MB HD space
    Minimum:
    • OS:10.5.8
    • Processor:1GHz
    • Memory:1 GB RAM
    • Graphics:1024x768
    • Hard Drive:200 MB HD space
    Recommended:
    • OS:10.5.8
    • Processor:1GHz
    • Memory:1 GB RAM
    • Graphics:1024x768
    • Hard Drive:200 MB HD space
Análises de usuários
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Neutras (446 análises)
Últimas análises
ModeradorDeRua
3.7 hrs
Publicada: 19 de janeiro
Tediante, chato..

BORING
marcus.machado
29.9 hrs
Publicada: 1 de janeiro de 2015
Imagine controlar o futuro de seus descendentes !? Esta é a possibilidade que este jogo oferece a você. No papel de um daemon (gênio) familiar, você faz escolhas que determinam o futuro de seus descendentes. Tais escolhas influenciarão a sorte de chegar ao fim do jogo com uma prole que começa na pré-história e avança ao começo da Idade Média quando o jogo prepara você para uma possível continuação. Infelizmente ainda não sei quando ou se esta continuação será lançada, mas, a mecânica aparentemente simples esconde um jogo viciante que o faz refletir sobre sua própria genealogia.
MetroidFelipe
2.7 hrs
Publicada: 9 de março de 2014
E uma espécie de jogo de tabuleiro, ele e divertido se você gosta de jogos do gênero, infelizmente ele e meio limitado, ele é uma espécie de Civilization aonde você deve coletar moedas para progredir socialmente e tecnologicamente, ele tem uma mecânica bem simples e conta a historia a partir de seus ancestrais de forma bem abstrata, e um game besta e viciante.
cabrapreta
6.1 hrs
Publicada: 20 de janeiro de 2014
Matriarca aos crocodilos

Jamais sairia recomendando "7 Grand Steps" por aí. Mesmo assim, todas as vezes que comecei a jogar levei horas para me livrar dele. Em contraste com o "grinding" de um JRPG tradicional, em que ações repetitivas geram um bem-estar quase hipnótico, aqui as mecânicas inspiram apenas uma ansiedade indistinta. Uma sensação de "o que diabos estou fazendo?", acompanhada pela impossibilidade de parar.

Ambientado nos primórdios da civilização, com elementos que lembram o Crescente Fértil e o Antigo Egito, o jogo é uma mistura de estratégia e simulação com "puzzle" e gerenciamento de recursos, mecânicas de jogos de tabuleiro e estética de máquinas de salão do início do século XX.

É uma saga familiar que se confunde com a história humana: o objetivo é criar uma linhagem que sobreviva ao tempo. Educar filhos, aprender habilidades, ascender socialmente, superar rivais, tudo se faz a partir de fichas.

É enganosamente simples. A cada geração que escapa de ser devorada pelos crocodilos sempre à espreita, uma história gradualmente mais complexa vai se construindo. Relações entre irmãos ganham importância, avós deixam saudade, ambições começam a escapar do controle. Ao mesmo tempo, o jogo começa a parecer desonesto, vulnerável demais ao acaso. Mas começamos a aceitar a ausência de justiça, conformados com mais esse elemento de realismo. E jogamos só mais um turno.

Tenho 241 outros jogos no Steam. Mesmo assim, sempre voltava a "7GS". Sem entender o porquê. Quando minha compulsão era, por exemplo, "Crusader Kings II", o impulso era fácil de entender. "CK2" é uma experiência muito rica, uma obra-prima de narrativa emergente feita sob medida para fanáticos por história. Mas "7GS" é quase oposto: ao invés do prazer de infinitas possibilidades, rotina. Trabalho. Cansaço. E, no máximo, um muito vago senso de realização.

Quando chegamos à última (digamos) fase, a família ascende enfim à classe dominante e a mecânica ganha uma bem-vinda nova camada: além de escrever a crônica da família é preciso gerenciar o reino. É uma implementação de "Hamurabi", o primeiro game de estratégia, criado em 1968, mas figurinha carimbada nos micros dos anos 1980. É quase um recado dos desenvolvedores: tudo aqui é o primeiro passo. O início da civilização, o começo dos arcades, o princípio dos jogos de estratégia.

E este "7GS" é também apenas o primeiro passo, com o subtítulo "Step 1: what ancients begat". É difícil até imaginar no que consistirão os próximos seis passos. Além da progressão de tempo na ambientação, a estética também vai mudar? E as mecânicas? Nem faço ideia. Mas estarei lá, jogando, para descobrir.

Acabei entendendo o que me fazia voltar ao jogo ao observar meu filho de seis anos. Chegava perto enquanto eu jogava e ficava ali, olhando. "Esses são os pais?", apontava. "Posso colocar uma fichinha?". "Cuidado com os crocodilos!". E então percebi como o jogo apela como poucos ao nosso instinto de sobrevivência. Tudo lembra a sensação cotidiana de estar vivo. E contra isso é difícil resistir. Só mais um turno. Só mais um dia.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/danielpellizzari/2014/01/1399122-matriarca-aos-crocodilos.shtml
Análises mais úteis  No geral
13 de 13 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
6.1 horas registradas
Publicada: 20 de janeiro de 2014
Matriarca aos crocodilos

Jamais sairia recomendando "7 Grand Steps" por aí. Mesmo assim, todas as vezes que comecei a jogar levei horas para me livrar dele. Em contraste com o "grinding" de um JRPG tradicional, em que ações repetitivas geram um bem-estar quase hipnótico, aqui as mecânicas inspiram apenas uma ansiedade indistinta. Uma sensação de "o que diabos estou fazendo?", acompanhada pela impossibilidade de parar.

Ambientado nos primórdios da civilização, com elementos que lembram o Crescente Fértil e o Antigo Egito, o jogo é uma mistura de estratégia e simulação com "puzzle" e gerenciamento de recursos, mecânicas de jogos de tabuleiro e estética de máquinas de salão do início do século XX.

É uma saga familiar que se confunde com a história humana: o objetivo é criar uma linhagem que sobreviva ao tempo. Educar filhos, aprender habilidades, ascender socialmente, superar rivais, tudo se faz a partir de fichas.

É enganosamente simples. A cada geração que escapa de ser devorada pelos crocodilos sempre à espreita, uma história gradualmente mais complexa vai se construindo. Relações entre irmãos ganham importância, avós deixam saudade, ambições começam a escapar do controle. Ao mesmo tempo, o jogo começa a parecer desonesto, vulnerável demais ao acaso. Mas começamos a aceitar a ausência de justiça, conformados com mais esse elemento de realismo. E jogamos só mais um turno.

Tenho 241 outros jogos no Steam. Mesmo assim, sempre voltava a "7GS". Sem entender o porquê. Quando minha compulsão era, por exemplo, "Crusader Kings II", o impulso era fácil de entender. "CK2" é uma experiência muito rica, uma obra-prima de narrativa emergente feita sob medida para fanáticos por história. Mas "7GS" é quase oposto: ao invés do prazer de infinitas possibilidades, rotina. Trabalho. Cansaço. E, no máximo, um muito vago senso de realização.

Quando chegamos à última (digamos) fase, a família ascende enfim à classe dominante e a mecânica ganha uma bem-vinda nova camada: além de escrever a crônica da família é preciso gerenciar o reino. É uma implementação de "Hamurabi", o primeiro game de estratégia, criado em 1968, mas figurinha carimbada nos micros dos anos 1980. É quase um recado dos desenvolvedores: tudo aqui é o primeiro passo. O início da civilização, o começo dos arcades, o princípio dos jogos de estratégia.

E este "7GS" é também apenas o primeiro passo, com o subtítulo "Step 1: what ancients begat". É difícil até imaginar no que consistirão os próximos seis passos. Além da progressão de tempo na ambientação, a estética também vai mudar? E as mecânicas? Nem faço ideia. Mas estarei lá, jogando, para descobrir.

Acabei entendendo o que me fazia voltar ao jogo ao observar meu filho de seis anos. Chegava perto enquanto eu jogava e ficava ali, olhando. "Esses são os pais?", apontava. "Posso colocar uma fichinha?". "Cuidado com os crocodilos!". E então percebi como o jogo apela como poucos ao nosso instinto de sobrevivência. Tudo lembra a sensação cotidiana de estar vivo. E contra isso é difícil resistir. Só mais um turno. Só mais um dia.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/danielpellizzari/2014/01/1399122-matriarca-aos-crocodilos.shtml
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
29.9 horas registradas
Publicada: 1 de janeiro de 2015
Imagine controlar o futuro de seus descendentes !? Esta é a possibilidade que este jogo oferece a você. No papel de um daemon (gênio) familiar, você faz escolhas que determinam o futuro de seus descendentes. Tais escolhas influenciarão a sorte de chegar ao fim do jogo com uma prole que começa na pré-história e avança ao começo da Idade Média quando o jogo prepara você para uma possível continuação. Infelizmente ainda não sei quando ou se esta continuação será lançada, mas, a mecânica aparentemente simples esconde um jogo viciante que o faz refletir sobre sua própria genealogia.
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Recomendado
2.7 horas registradas
Publicada: 9 de março de 2014
E uma espécie de jogo de tabuleiro, ele e divertido se você gosta de jogos do gênero, infelizmente ele e meio limitado, ele é uma espécie de Civilization aonde você deve coletar moedas para progredir socialmente e tecnologicamente, ele tem uma mecânica bem simples e conta a historia a partir de seus ancestrais de forma bem abstrata, e um game besta e viciante.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Não recomendado
3.7 horas registradas
Publicada: 19 de janeiro
Tediante, chato..

BORING
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