The Longest Journey is an amazing graphical adventure, where the player controls the protagonist, April Ryan, on her journey between parallel universes. Embark on an exciting and original journey of discovery, where you will explore, solve puzzles, meet new people, face terrifying monsters, learn, grow, and live the adventure of a...
Análises de usuários:
Últimas:
Muito positivas (32 análises) - 93% das 32 análises de usuários dos últimos 30 dias são positivas.
Todas:
Muito positivas (719 análises) - 94% das 719 análises de usuários deste jogo são positivas.
Data de lançamento: 17/nov/2000

Inicie a sessão para adicionar este item à sua lista de desejos, segui-lo ou dispensá-lo

Indisponível em Português (Brasil)
Este produto não está disponível no seu idioma. Confira a lista de idiomas oferecidos antes de comprar.

Comprar The Longest Journey

Pacotes que incluem este jogo

Comprar The Longest Journey + Dreamfall

Inclui 2 itens: Dreamfall: The Longest Journey, The Longest Journey

Comprar Funcom Complete Pack

Inclui 4 itens: Dreamfall: The Longest Journey, The Longest Journey, The Park, The Secret World

 

Análises

"The Longest Journey is not only the best adventure games in recent years, it's one of the best games ever"
- GamesDomain

Sobre este jogo

The Longest Journey is an amazing graphical adventure, where the player controls the protagonist, April Ryan, on her journey between parallel universes. Embark on an exciting and original journey of discovery, where you will explore, solve puzzles, meet new people, face terrifying monsters, learn, grow, and live the adventure of a lifetime!
  • Over 150 locations spanning two distinct and detailed worlds
  • More than 70 speaking characters
  • 40+ hours of gameplay
  • 20+ minutes of high-resolution pre-rendered video footage
  • Cinematic musical score

Requisitos de sistema

    Minimum: Windows 2000/XP, Pentium 166 MMX , 32 MB RAM, Mouse and Keyboard, 640x480 SVGA high colour (16bit) video card with 2 MB RAM, Windows compatible sound device, 300 MB free hard drive space
    Recommended: Pentium II, 266 mhz, 64 MB RAM , 3d accelarator card ( Direct 3d compatible ) with 4 MB RAM, 1GB free hard drive space
Análises de usuários
Sistema de análises de usuários atualizado! Saiba mais
Últimas:
Muito positivas (32 análises)
Todas:
Muito positivas (719 análises)
Últimas análises
Ewertonf3
( 54.0 horas registradas )
Publicada: 30 de dezembro de 2015
Melhor jogo de aventura que já joguei até agora. Suas sequências (Dreamfall e Dreamfall: Chapters) também não desmerecem a história criada aqui.
Com certeza, essa história é inesquecivel.
Glov
( 29.8 horas registradas )
Publicada: 27 de dezembro de 2015
♥♥♥♥ the rubber ducky
PATRUSKAS
( 2.7 horas registradas )
Publicada: 11 de outubro de 2015
3/10
Muttien
( 14.2 horas registradas )
Publicada: 12 de setembro de 2015
Um dos melhores jogos de aventura que eu já joguei, talvez o melhor.
Silent Light
( 29.6 horas registradas )
Publicada: 1 de janeiro de 2015
Probably the best game I have ever played. This game is a complete piece of art, from the soundtrack to the scenarios and from the dialogues to the characters. It is a very mature game and it was very ahead from its time, and in many aspects it continues to be. You do not know what is a game that completely takes advantage of what a game can be until you have played The Longest Journey.
Diogenes
( 2.5 horas registradas )
Publicada: 28 de setembro de 2014
Uma história interessante envolvida pelas piores práticas da jogabilidade do gênero 'point and click'. Jogos da Lucas Arts lançados muito tempo antes já tinham uma dinâmica mais fluida, uma pena.
Yarana
( 29.5 horas registradas )
Publicada: 24 de agosto de 2014
Comecei a jogar totalmente por acaso e me surpreendeu.
The Longest Journey é um jogo de aventura com uma das melhores protagonistas femininas que eu já vi, além de ter uma história detalhada e bem escrita, garantindo uma grande imersão. Longe de ser um jogo que faz apenas você ficar correndo do ponto A ao ponto B, em The Longest Journey você é quem toma as decisões, resolvendo puzzles que requerem MUITA atenção e descobrindo todo um mundo novo junto com April Ryan, a protagonista que também descobre seu próprio passado.

Não é um jogo de ação, então não há lutas muito menos a possibilidade de morrer, mas os quebra-cabeças que fazem você ficar preso ou conversando com os personagens por um bom tempo, a dificuldade na medida certa, a progessão da história e a personalidade de April e de todos os personagens, feitos com todo o cuidado, garantem toda a diversão.

Aliás, sem dúvida o ponto alto do jogo é o roteiro e a construção dos personagens. April é simplesmente uma protagonista fantástica, não é a toa que é reconhecida. Todos os outros personagens também tem suas pequenas histórias, personalidades únicas e jeito próprio de falar, agir e tomar decisões. A dublagem é simplesmente perfeita.

Uma pena o sucessor não ter nem 1/3 da qualidade, merecia uma continuação melhor.

Recomendo sem pensar duas vezes,
Bigbee KAMIzola
( 30.4 horas registradas )
Publicada: 3 de maio de 2014
Escrito e produzido por Ragnar Tørnquist, The Longest Journey é o início de uma maravilhosa saga lançada pela norueguesa Funcom, hoje um estúdio voltado para MMORPGs como The Secret World e Age of Conan. Trata-se de um adventure bem tradicional, com direito a puzzles muito sem noção, como o relativamente famoso Rubber Duck; eventual combinação de itens e inúmeras linhas de diálogo. Mas ele brilha na história e, principalmente, em seus personagens. O segundo título da sequência chama-se Dreamfall (2006) o terceiro, Dreamfall Chapters (2014), atualmente lançado no mesmo formato episódico que a da Telltale.

Comecemos pela April Ryan, uma garota do interior que vive numa pousada localizada dentro de uma metrópole do século 23 e é estudante de Artes Visuais (rolou até uma identificaçãozinha aqui, hahaha). Para mim, ela é uma das, senão a melhor e mais bem-escrita protagonista feminina já concebida para videogames. Sério. Embora cada vez mais estejamos presenciando protagonistas incríveis nos últimos anos, como as boas surpresas da E3 deste ano, poucas chegam a receber uma profundidade tão significativa de psiquê e personalidade exploradas.

Em menos de meia hora de gameplay, April faz a ponte necessária para o jogo tornar-se engajante, exprimindo muito de seu carisma e personalidade o qual se sustentará até o fim. Há momentos divertidíssimos em que ela faz algum comentário cheio de ironia ou espirituoso, mesmo em situações um tanto sérias. Ela é, sem dúvidas, uma jovem de 18 anos muito crível, do tipo que você gostaria de ter como amiga. E a qualidade da escrita fica mais ♥♥♥♥ ainda com a dublagem excepcional de Sarah Hamilton e a qual está participando na continuação, felizmente.

Quase todo mundo com quem você interage, por mais secundário que seja, é surpreendentemente carismático. Dentre eles, há dois dos melhores amigos de April, que frequentam a mesma faculdade: Charlie e Emma. Charlie é um cara adorável e gentil que trabalha no The Fringe Café como atendente e é estudante de dança. Já Emma é especializada em “holoescultura” e fica de altas fofocas com a April, além de flertar com frequência. Os três vivem juntos na mesma pousada, The Border House.

A história por trás desse título é tão bacana que merece um parágrafo à parte. Fiona, dona do local e campeã dos diálogos espirituosos, conta que ela e sua tímida namorada, Mickey, se inspiraram nas pousadas inglesas clássicas do interior e decidiram adotar o formato. A ideia é que ele serviria como refúgio pra jovens estudantes e artistas pobres, e o “borda” no nome se dá tanto pela dicotomia espírito/tecnologia quanto pela pousada estar entre Venice e Newport.

Contada como um enorme flashback, a história começa quando o chamado “guardião do Equilíbrio” some repentinamente do seu local. Em seguida, logo depois que April nos é apresentada, ficamos sabendo que existem dois mundos interconectados e os quais começam a passar por problemas justamente pela falta do receptáculo necessário pra manter o Equilíbrio nos eixos. April, por sua vez, se envolve no problema a partir do momento que viaja involuntariamente para o mundo mágico de Arcadia durante um sonho. Isso vai se intensificando com o tempo e mais informações são reveladas através de um homem excêntrico de sotaque carregado chamado Cortez. Sua postura com a garota nas primeiras horas do jogo é bem sintetizada quando diz: “You see, señorita, mystery is important”.

A partir daí, acompanhamos a protagonista com seu grande dilema de carregar uma responsabilidade absurda nas costas (de salvar dois mundos), arriscar a pele várias vezes em prol das outras pessoas/criaturas, lidar com seus demônios internos – especialmente envolvendo o pai, outrora violento – e com um poder de viajar entre as duas realidades que sequer tem domínio. Além de, é claro, ser vista por muitos como a provável nova guardiã do Equilíbrio, substituído a cada mil anos. A pressão vem praticamente de todos os lados.

Essa descrença diante de um mundo mágico, o atrito entre “ciência” (no sentido do senso comum) e magia, somado ao destino de mundos nas mãos de uma única pessoa pode soar bastante clichê (e soa mesmo). Mas confie em mim quando digo que o desenvolvimento da história vai muito além dessa humilde resenha, mostrando um lore riquíssimo para esse universo fantástico.

Nessa (realmente) longa jornada, durando pelo menos umas 20 horas e dividido em 13 capítulos, um monte de acontecimentos se desenrola no que equivale a cerca de uma semana no mundo de April. Mas é tanta coisa uma atrás da outra que eu, pelo menos, tive uma enorme dificuldade de acompanhar tudo =P o que eu escrevi aqui nada mais é do que uma mera fração do conteúdo do jogo.

Mesmo se a sua tolerância a adventures mecânica e graficamente datados não for das maiores, ou até mesmo se adventures não for sua praia, pegue um guia e dê uma chance ao jogo. De verdade. Ele é bom demais pra deixá-lo passar batido, e mais ainda se você também ama uma boa história salpicada de momentos engraçados.
Midnite
( 17.8 horas registradas )
Publicada: 12 de novembro de 2012
Brilhante. Uma das histórias mais bem escritas e contadas em um jogo. Os diálogos são ótimos, com muito humor sem ser forçado, a jogabilidade é estilo point and click, são muitos os personagens carismáticos e a evolução do jogo é perfeita. Para quem curte o estilo e não tem medo de gráficos antigos, The Longest Journey é obrigatório.
SirNiXXon
Publicada: 2 de julho de 2011
Provavelmente o melhor adventure "point'n'click" que já joguei.
Análises mais úteis  No geral
21 de 22 pessoas (95%) acharam esta análise útil
Recomendado
30.4 horas registradas
Publicada: 3 de maio de 2014
Escrito e produzido por Ragnar Tørnquist, The Longest Journey é o início de uma maravilhosa saga lançada pela norueguesa Funcom, hoje um estúdio voltado para MMORPGs como The Secret World e Age of Conan. Trata-se de um adventure bem tradicional, com direito a puzzles muito sem noção, como o relativamente famoso Rubber Duck; eventual combinação de itens e inúmeras linhas de diálogo. Mas ele brilha na história e, principalmente, em seus personagens. O segundo título da sequência chama-se Dreamfall (2006) o terceiro, Dreamfall Chapters (2014), atualmente lançado no mesmo formato episódico que a da Telltale.

Comecemos pela April Ryan, uma garota do interior que vive numa pousada localizada dentro de uma metrópole do século 23 e é estudante de Artes Visuais (rolou até uma identificaçãozinha aqui, hahaha). Para mim, ela é uma das, senão a melhor e mais bem-escrita protagonista feminina já concebida para videogames. Sério. Embora cada vez mais estejamos presenciando protagonistas incríveis nos últimos anos, como as boas surpresas da E3 deste ano, poucas chegam a receber uma profundidade tão significativa de psiquê e personalidade exploradas.

Em menos de meia hora de gameplay, April faz a ponte necessária para o jogo tornar-se engajante, exprimindo muito de seu carisma e personalidade o qual se sustentará até o fim. Há momentos divertidíssimos em que ela faz algum comentário cheio de ironia ou espirituoso, mesmo em situações um tanto sérias. Ela é, sem dúvidas, uma jovem de 18 anos muito crível, do tipo que você gostaria de ter como amiga. E a qualidade da escrita fica mais ♥♥♥♥ ainda com a dublagem excepcional de Sarah Hamilton e a qual está participando na continuação, felizmente.

Quase todo mundo com quem você interage, por mais secundário que seja, é surpreendentemente carismático. Dentre eles, há dois dos melhores amigos de April, que frequentam a mesma faculdade: Charlie e Emma. Charlie é um cara adorável e gentil que trabalha no The Fringe Café como atendente e é estudante de dança. Já Emma é especializada em “holoescultura” e fica de altas fofocas com a April, além de flertar com frequência. Os três vivem juntos na mesma pousada, The Border House.

A história por trás desse título é tão bacana que merece um parágrafo à parte. Fiona, dona do local e campeã dos diálogos espirituosos, conta que ela e sua tímida namorada, Mickey, se inspiraram nas pousadas inglesas clássicas do interior e decidiram adotar o formato. A ideia é que ele serviria como refúgio pra jovens estudantes e artistas pobres, e o “borda” no nome se dá tanto pela dicotomia espírito/tecnologia quanto pela pousada estar entre Venice e Newport.

Contada como um enorme flashback, a história começa quando o chamado “guardião do Equilíbrio” some repentinamente do seu local. Em seguida, logo depois que April nos é apresentada, ficamos sabendo que existem dois mundos interconectados e os quais começam a passar por problemas justamente pela falta do receptáculo necessário pra manter o Equilíbrio nos eixos. April, por sua vez, se envolve no problema a partir do momento que viaja involuntariamente para o mundo mágico de Arcadia durante um sonho. Isso vai se intensificando com o tempo e mais informações são reveladas através de um homem excêntrico de sotaque carregado chamado Cortez. Sua postura com a garota nas primeiras horas do jogo é bem sintetizada quando diz: “You see, señorita, mystery is important”.

A partir daí, acompanhamos a protagonista com seu grande dilema de carregar uma responsabilidade absurda nas costas (de salvar dois mundos), arriscar a pele várias vezes em prol das outras pessoas/criaturas, lidar com seus demônios internos – especialmente envolvendo o pai, outrora violento – e com um poder de viajar entre as duas realidades que sequer tem domínio. Além de, é claro, ser vista por muitos como a provável nova guardiã do Equilíbrio, substituído a cada mil anos. A pressão vem praticamente de todos os lados.

Essa descrença diante de um mundo mágico, o atrito entre “ciência” (no sentido do senso comum) e magia, somado ao destino de mundos nas mãos de uma única pessoa pode soar bastante clichê (e soa mesmo). Mas confie em mim quando digo que o desenvolvimento da história vai muito além dessa humilde resenha, mostrando um lore riquíssimo para esse universo fantástico.

Nessa (realmente) longa jornada, durando pelo menos umas 20 horas e dividido em 13 capítulos, um monte de acontecimentos se desenrola no que equivale a cerca de uma semana no mundo de April. Mas é tanta coisa uma atrás da outra que eu, pelo menos, tive uma enorme dificuldade de acompanhar tudo =P o que eu escrevi aqui nada mais é do que uma mera fração do conteúdo do jogo.

Mesmo se a sua tolerância a adventures mecânica e graficamente datados não for das maiores, ou até mesmo se adventures não for sua praia, pegue um guia e dê uma chance ao jogo. De verdade. Ele é bom demais pra deixá-lo passar batido, e mais ainda se você também ama uma boa história salpicada de momentos engraçados.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
1 de 2 pessoas (50%) acharam esta análise útil
Não recomendado
2.5 horas registradas
Publicada: 28 de setembro de 2014
Uma história interessante envolvida pelas piores práticas da jogabilidade do gênero 'point and click'. Jogos da Lucas Arts lançados muito tempo antes já tinham uma dinâmica mais fluida, uma pena.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
0 de 1 pessoas (0%) acharam esta análise útil
Recomendado
29.8 horas registradas
Publicada: 27 de dezembro de 2015
♥♥♥♥ the rubber ducky
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
Publicada: 2 de julho de 2011
Provavelmente o melhor adventure "point'n'click" que já joguei.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
29.5 horas registradas
Publicada: 24 de agosto de 2014
Comecei a jogar totalmente por acaso e me surpreendeu.
The Longest Journey é um jogo de aventura com uma das melhores protagonistas femininas que eu já vi, além de ter uma história detalhada e bem escrita, garantindo uma grande imersão. Longe de ser um jogo que faz apenas você ficar correndo do ponto A ao ponto B, em The Longest Journey você é quem toma as decisões, resolvendo puzzles que requerem MUITA atenção e descobrindo todo um mundo novo junto com April Ryan, a protagonista que também descobre seu próprio passado.

Não é um jogo de ação, então não há lutas muito menos a possibilidade de morrer, mas os quebra-cabeças que fazem você ficar preso ou conversando com os personagens por um bom tempo, a dificuldade na medida certa, a progessão da história e a personalidade de April e de todos os personagens, feitos com todo o cuidado, garantem toda a diversão.

Aliás, sem dúvida o ponto alto do jogo é o roteiro e a construção dos personagens. April é simplesmente uma protagonista fantástica, não é a toa que é reconhecida. Todos os outros personagens também tem suas pequenas histórias, personalidades únicas e jeito próprio de falar, agir e tomar decisões. A dublagem é simplesmente perfeita.

Uma pena o sucessor não ter nem 1/3 da qualidade, merecia uma continuação melhor.

Recomendo sem pensar duas vezes,
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
29.6 horas registradas
Publicada: 1 de janeiro de 2015
Probably the best game I have ever played. This game is a complete piece of art, from the soundtrack to the scenarios and from the dialogues to the characters. It is a very mature game and it was very ahead from its time, and in many aspects it continues to be. You do not know what is a game that completely takes advantage of what a game can be until you have played The Longest Journey.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
17.8 horas registradas
Publicada: 12 de novembro de 2012
Brilhante. Uma das histórias mais bem escritas e contadas em um jogo. Os diálogos são ótimos, com muito humor sem ser forçado, a jogabilidade é estilo point and click, são muitos os personagens carismáticos e a evolução do jogo é perfeita. Para quem curte o estilo e não tem medo de gráficos antigos, The Longest Journey é obrigatório.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
14.2 horas registradas
Publicada: 12 de setembro de 2015
Um dos melhores jogos de aventura que eu já joguei, talvez o melhor.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Não recomendado
2.7 horas registradas
Publicada: 11 de outubro de 2015
3/10
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
54.0 horas registradas
Publicada: 30 de dezembro de 2015
Melhor jogo de aventura que já joguei até agora. Suas sequências (Dreamfall e Dreamfall: Chapters) também não desmerecem a história criada aqui.
Com certeza, essa história é inesquecivel.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada