The Longest Journey is an amazing graphical adventure, where the player controls the protagonist, April Ryan, on her journey between parallel universes. Embark on an exciting and original journey of discovery, where you will explore, solve puzzles, meet new people, face terrifying monsters, learn, grow, and live the adventure of a...
Data de lançamento: 17/nov/2000

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Análises

"The Longest Journey is not only the best adventure games in recent years, it's one of the best games ever"
- GamesDomain

Sobre o jogo

The Longest Journey is an amazing graphical adventure, where the player controls the protagonist, April Ryan, on her journey between parallel universes. Embark on an exciting and original journey of discovery, where you will explore, solve puzzles, meet new people, face terrifying monsters, learn, grow, and live the adventure of a lifetime!
  • Over 150 locations spanning two distinct and detailed worlds
  • More than 70 speaking characters
  • 40+ hours of gameplay
  • 20+ minutes of high-resolution pre-rendered video footage
  • Cinematic musical score

Requisitos de sistema

    Minimum: Windows 2000/XP, Pentium 166 MMX , 32 MB RAM, Mouse and Keyboard, 640x480 SVGA high colour (16bit) video card with 2 MB RAM, Windows compatible sound device, 300 MB free hard drive space
    Recommended: Pentium II, 266 mhz, 64 MB RAM , 3d accelarator card ( Direct 3d compatible ) with 4 MB RAM, 1GB free hard drive space
Análises úteis de usuários
11 de 12 pessoas (92%) acharam esta análise útil
18.2 hrs registradas
Agora que acabei de zerar TLJ pela segunda vez (sendo que a primeira foi uma versão non-steam), creio que posso falar segurarmente um pouco sobre o jogo e por que você deveria jogá-lo, mesmo se a sua tolerância a pont'n'clicks mecânica e graficamente datados não for das maiores.

Primeiro, uma apresentação clichê: The Longest Journey é uma série que começou em 1999, escrito pelo norueguês Ragnar Tørnquist e produzido pela Funcom - mais conhecida por causa de The Secret World. É um adventure bem típico, com direito a puzzles muito sem noção (procure sobre Rubber Duck e terá uma ideia), eventual combinação de itens e inúmeras linhas de diálogo. Mas ele brilha na história e, principalmente, nos personagens. O segundo jogo chama-se Dreamfall (2006) e o terceiro, que finalmente amarraria as inúmeras pontas soltas do seu antecessor, ainda está pra ser lançado neste ano ou no próximo.

Comecemos pela April Ryan, uma garota do interior que vive numa pousada localizada numa metrópole do século 23 e é estudante de artes visuais (até rolou uma identificaçãozinha aqui, hahaha). Ela é uma das, senão a melhor e mais bem-escrita protagonista feminina já concebida para videogames. Mesmo comparando com títulos mais atuais. Em menos de meia hora de gameplay, April faz a ponte necessária para o jogo tornar-se engajante, exprimindo muito de seu carisma e personalidade do qual se sustentará até o fim. Há momentos divertidíssimos em que ela faz algum comentário cheio de ironia ou espirituoso, mesmo em situações relativamente mais sérias. Ela é, sem dúvidas, uma jovem de 18 anos muito crível, do tipo que você gostaria de ter como amiga. Aqui a qualidade da dublagem é imprescindível, dando mais brilho ainda na escrita tanto dela quanto dos outros personagens - muitos deles tão interessantes quanto.

Tudo começa quando o chamado "guardião do Equilíbrio" some repentinamente do seu local. Em seguida, logo depois que April nos é apresentada, ficamos sabendo que existem dois mundos interconectados e dos quais começam a passar por problemas justamente pela falta do "receptáculo" necessário pra manter o Equilíbrio nos eixos. April, por sua vez, se envolve no problema a partir do momento que viaja involuntariamente para o mundo mágico de Arcadia durante um sonho. Isso vai se intensificando com o tempo e mais informações são reveladas através de um homem excêntrico de sotaque carregado chamado Cortez. "You see, señorita, mystery is important" é uma ótima maneira de resumir sua postura nas primeiras horas de jogo. A partir daí, acompanhamos a protagonista com seu grande dilema de carregar uma responsabilidade absurda nas costas (de salvar dois mundos), arriscar a pele várias vezes em prol das outras pessoas/criaturas, lidar com seus demônios internos - especialmente envolvendo o pai - e com um poder que sequer tem domínio. Além de, é claro, ser vista por muitos como a provável nova guardiã do Equilíbro, substituído a cada mil anos.

Essa descrença diante de um mundo mágico, o atrito entre "ciência" e magia e destino de mundos nas mãos de uma única pessoa pode soar bastante clichê (e soa mesmo). Mas confie em mim quando digo que o desenvolvimento da história vai muito além desse resumo, mostrando um lore riquíssimo para esse universo fantástico. Nessa longa jornada, com cerca de 20 horas de duração (que, segundo a página do steam, tem mais de 40 sabe-se lá como) e dividido em 13 capítulos, um monte de acontecimentos se desenrola no que equivale a cerca de uma semana no mundo de April. Eu, pelo menos, tive dificuldade de acompanhar tanta coisa, heh =P

Espero que eu tenha conseguido algum sucesso em convencer algum de vocês em jogar TLJ após essa paredinha de texto. É um jogo que recomendo sem pensar duas vezes. Torço, inclusive, que ele se popularize quando Dreamfall Chapters finalmente sair.
Publicada: 3 de maio
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35 de 39 pessoas (90%) acharam esta análise útil
17.3 hrs registradas
A true gamer would care not for the graphics quality but for the game's true quality.
The story is beautiful, and the characters are very easy to relate to. The puzzles are not too difficult, but also fairly challenging. There is also humor in the game. It's one of those games that are long and they grow on you and after you finish it, it's a shock. I still wish to stay in that world. I wish the longest journey were a longer journey.
Publicada: 23 de abril
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22 de 24 pessoas (92%) acharam esta análise útil
13.2 hrs registradas
Best point and click adventure game I’ve ever played. Up there, if not more enjoyable than The Curse of Monkey Island, Broken Sword: The Shadow of the Templars and The Walking Dead - I can see now why it is scored so highly.

First of all The Longest Journey no doubt requires a lot of patience. The game shares more familiarities with a novel, having an extraordinary amount of dialogue to go through and numerous objects to click on and explore. Story felt refreshingly unique and flows well. It is split into thirteen Chapters of varying length and themes. The voice acting is brilliant – characters feel natural, not samey and often time’s humorous (mature content).

Puzzles on reflection were mostly straight forward, logical and challenging – and only had to use a guide for small sections of the game that didn’t make sense or where I forgot one piece of dialogue (you need to complete certain things in order to continue with the plot). Graphics and cut scenes look dated at first impression but soon becomes part of the games charm. Musical soundtrack does a fantastic job at conveying the different moods throughout the journey.

Chapter Three is the funniest, and cements the fact that this is now one of my favourite point and click games. Definitely a masterpiece.

10/10
Publicada: 2 de abril
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9 de 9 pessoas (100%) acharam esta análise útil
18.3 hrs registradas
The Longest Journey is a LONG journey of our main protagonist, April Ryan. She's confused, clumsy, ♥♥♥♥♥y, and sometimes can be manipulative too (well it's the nature of the point and click genre), but you'll love her! You'll get absorbed into the witty, funny, and deep story about "Balance", it's just like reading a really good novel that you can't put down once you started reading it. The writing is just so good, it's worth mentioned again, it's so good! And the voice cast is seriously GREAT, they not just speak, they 'live' the role. Sometimes the dialogue can be so long and take a lot of time, but I enjoy every single of it (Hell I feel guilty if I skip the dialogue!). It's one of main strongest point beside the story of this game, simply amazing. If you play the game and reach the point where you meet Crow, the most narcissist bird you've ever seen, you'll know what I meant.

The art is masterpiece in concept, but when getting compared to modern games, it's still good but you can see some limitations in the execution, especially in the character department. The character's polygon still rough, sometimes the animation get glitch and weird, but hey what games in that year doesn't? If you see the art concept by their artist, you just can't imagine, how great the visual will be if its getting remade with technology that we have now. Thank God it's happening right at the moment!

The puzzle is cool, some are smart and fun, some just aren't. In some points you need to go back and forth one place to another, moreover if you miss one dialog with one character, or miss examined that one tiny point of the scenery, sometimes it can be exhausting. Some people simply just attracted to the story and get annoyed easily when get stuck, it's understandable. If you want to take the 'fast lane' I recommend the guide of UHS Hints because it reveals the only information that you need at the time, one by one, so you will not be spoiled. I still recommend to solve the puzzle by yourself though, because of its rewarding feeling.

The game has one of the most satisfying ending, the feeling you got from finished that Bioshock game, it's there. I don't want to spoil too much, but I just want to say, whatever made you stop and not finishing this game, for god's sake just-finish-it. Even it takes a long time, just like me :) English is not my first language; I reopened the game after have better vocabulary, and it's the right decision

Well, here I am, 14 years later, finished the game, and now I can confirm when people said that this game is one of the best adventure game ever made by human, it's true.
Publicada: 3 de agosto
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4 de 4 pessoas (100%) acharam esta análise útil
22.5 hrs registradas
this is game is awesome. the story is very good and it has challenging gameplay. also at 20 hours long it is an epic journey. totally worth it.
Publicada: 28 de março
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