Dreamfall: The Longest Journey, winner of multiple E3 awards as the best game in its genre, is the continuation of a saga that began in the award-winning The Longest Journey, considered to be one of the finest adventure games ever made.
Análises de usuários:
Todas:
Muito positivas (394 análises) - 87% das 394 análises de usuários deste jogo são positivas.
Data de lançamento: 17/abr/2006

Inicie a sessão para adicionar este item à sua lista de desejos, segui-lo ou dispensá-lo

Indisponível em Português (Brasil)
Este produto não está disponível no seu idioma. Confira a lista de idiomas oferecidos antes de comprar.

Comprar Dreamfall: The Longest Journey

Pacotes que incluem este jogo

Comprar The Longest Journey + Dreamfall

Inclui 2 itens: Dreamfall: The Longest Journey, The Longest Journey

Comprar Funcom Complete Pack

Inclui 4 itens: Dreamfall: The Longest Journey, The Longest Journey, The Park, The Secret World

 

Análises

Gamespy.com - Adventure Game of the Year - "Dreamfall stands so far out of the pack, we believe it would have been a stellar candidate no matter what year it was released". If gaming is ever to be more than merely colored lights and sensation, though, it needs these types of experimental projects to move forward. Gaming may not yet be "art," but with Dreamfall, we're one step closer"

Read the full review at gamespy.com (half-way down the page)

Gamespy.com - #8 Best PC Game of the Year - "An amazing trip with some of the most fascinating characters you'll ever want to meet through some of the most breathtaking and wondrous scenery you're ever going to see "



Sobre este jogo

Dreamfall: The Longest Journey, winner of multiple E3 awards as the best game in its genre, is the continuation of a saga that began in the award-winning The Longest Journey, considered to be one of the finest adventure games ever made. In Dreamfall, players are taken on an epic journey of exploration and adventure as they venture through a thrilling and emotional storyline. Dreamfall features a fully interactive world where beautiful music, stunning graphics, fascinating characters and unparalleled gameplay variety promises to bring the adventure genre into a new era. Prepare for a spiritual, fantastic and powerful gaming experience.

  • Unparalleled Gameplay Variety Never before has an adventure game brought this much gameplay variety! Use your brains or your brawn; sneak, fight or talk your way through the many challenges the game offers. Be polite or rude, threaten or sweet talk; in Dreamfall you make the choice, resulting in a game where you never quite know what to expect next.
  • Three Playable Characters Experience the story from three separate perspectives, and learn how their destinies blend together in an epic finale. Each character has unique abilities and world views, giving you constant gameplay variations.
  • Three Worlds Dreamfall spans three beautifully realized worlds, multiple chapters and a stunning amount of detailed locations. Travel across a futuristic version of our earth, journey into a magical fantasy realm and unravel the mysteries of the Winter.
  • Unique World Interaction Bridging the gap between the classic point and click adventure game, where you could click on any given point at the screen, and the action adventure, where you need to move up to an object to interact with it, Dreamfall introduces the brand new focus field feature. In this easy-to-use context-sensitive interface you can scan your entire visible environment as seen by the characters, and use it to get information on far away objects as well as triggering remote gameplay opportunities.
  • Mature "Thriller"-type Storyline Dreamfall delivers a mature and compelling storyline that mixes the futuristic, fantastic and spiritual with a tale of murder, deceit and a conspiracy threatening our very existence. Bringing the classic adventure game into the world of the modern action game, Dreamfall delivers a rare and special story experience.
  • Stunning Sounds and Soundtrack Listen to an emotional and epic soundtrack in 7.1 surround. Hear gripping voices as recorded by more than 50 professional actors, and enjoy soundscapes bringing players to the edge of their seats.
  • A game for everyone 50% of the players of the original The Longest Journey were women. With its cinematic approach, believable characters, mature storyline and easy-to- grasp interface, Dreamfall is a game that any teenager or adult can pick up and enjoy, regardless of their gaming background.

Requisitos de sistema

    • OS: Windows XP (with service pack 2) only
    • Processor: Intel Pentium 4 1.6 GHz or AMD Sempron 2800+ or higher required. Intel Pentium 4 2.5 GHz or AMD Athlon XP 3500+ Recommended
    • Memory: 512 MB RAM
    • Graphics: 3D Hardware Accelerator Card Required: 100% DirectX 9.0c compatible 128 MB with latest drivers.
    • Hard Drive: 7 GB free disk space
    • Sound: DirectX 9.0c compatible sound
Análises de usuários
Sistema de análises de usuários atualizado em setembro de 2016! Saiba mais
Todas:
Muito positivas (394 análises)
Tipo de análise


Forma de aquisição


Idioma


Exibir como:
5 análises correspondem aos filtros acima ( Positivas)
Análises mais úteis  No geral
17 de 18 pessoas (94%) acharam esta análise útil
1 pessoa achou esta análise engraçada
Recomendado
33.2 horas registradas
Publicada: 30 de setembro de 2014
TL;DR: não tem! Fica o aviso que a resenha ficou gigante, hahahaha!

---

Lembra de quando escrevi sobre The Longest Journey? Agora contarei um pouco sobre sua sequência-com-um-subtítulo-maldito-porque-atrapalha-nas-buscas.

Dessa vez, não jogamos apenas como April Ryan, protagonista de TLJ, mas sim com um trio incluindo Zoe Castillo e Kian Alvane. Zoe é uma jovem desiludida com a vida que largou a faculdade de bioengenharia, terminou com o namorado, não tem emprego e possui poucos amigos realmente próximos, morando em uma Casablanca futurista. Kian é um soldado de elite Azadi e detentor de uma fé fervorosíssima diante da Deusa, na realidade mágica de Arcadia.

Quem jogou TLJ (ou viu minha resenha, hue) deve se lembrar de como April nada mais era do que uma simples estudante, de espírito leve e meio ingênuo. Agora, dez anos depois, ela foi determinada como desaparecida pelos seus melhores amigos de Newport, onde morava, pois nunca mais saiu de Arcadia. Somado a isso, ela passa a tomar uma postura bem mais rígida, desconfiada, de poucos amigos. É agora uma guerreira, líder de um grupo rebelde contra a dominação dos Azadi em suas terras. Em outras palavras, April continua carregando o fardo do primeiro jogo de ter que proteger alguém por uma causa justa.

Devido à presença de três personagens, a história vai se intercalando à medida que revela o que acontece com cada um deles, em seus respectivos cenários. Vira e mexe se encontrarão cara a cara, dependendo das circunstâncias.

Tudo começa quando Reza, ex da Zoe e jornalista investigativo, está fazendo uma matéria bem TOP SECRET. Devido à carga de trampo, ele pede à garota que pegue um envelope confidencial na empresa em que trabalha. Mais tarde, ao se deslocar ao apartamento dele, se depara com uma mulher morta e é pega por soldados sinistros que a interrogam. Logo depois ela fica sabendo que Reza desaparecera. Saber do seu paradeiro é a principal motivação de Zoe do começo ao fim, obviamente botando-a em perigo com frequência. Paralelamente, Zoe é atormentada constantemente por um vídeo bizarro em que uma criança fantasmagórica aparece até mesmo em monitores desligados. Encontre a April, salve a April!, suplica sem parar. O bagulho é louco nesse nível.

Em TLJ, tão bom quanto a história são os personagens, incrivelmente carismáticos, mesmo os secundários. Em Dreamfall eu diria que eles são proporcionalmente menos interessantes e até mais rasos, mas alguns ainda prendem a atenção. Um deles é Olivia, uma amiga super hi-tech de Zoe. Ela, inclusive, te ajuda regularmente, fazendo coisas desde a botar um app no seu celular pra ficar "invisível" a desencriptografar dados deixados por Reza. É dessas que vende "software semi-ilegal", parafraseando Zoe, além de bugigangas eletrônicas como Watillas, gorilas-robôs de IA complexa particularmente atraentes pra crianças. Quase uma versão mais multifuncional do que os pandas de brinquedo em Remember Me, creio eu.

Falando agora sobre a jogabilidade, a Funcom botou algumas mecânicas novas em comparação ao jogo anterior. Uma delas é quaaaaaase o que vemos hoje em The Wolf Among Us: vira e mexe você poderá adotar uma fala mais suave ou ser mais grosseira, além de poder mentir quando for preciso. Nada muito absurdo. A diferença, quando há, afeta a situação exata em que aparecem: você pode lutar contra algum personagem ou evitar o conflito, por exemplo. Às vezes, o que você disser vai mudar a maneira que resolverá o "grande puzzle" de uma situação específica, como quando Zoe está em Tóquio e precisa chegar num museu.

Outros acréscimos, por outro lado, já não são tão bem-vindos. As lutas corpo-a-corpo são simplórias em termos de possibilidades e um horror na execução. Você tem um ataque fraco e outro forte, executados pelo mouse, mais um bloqueio na barra de espaço que sequer funciona direito. A outra mecânica é um stealth tão desengonçado e sofrível quanto, infelizmente inevitável de fazer, ao contrário de parte dos confrontos. Por último, existe um "modo focado" que cada personagem jogável possui que é ativado no botão direito do mouse. É um recurso raramente necessário e, por causa disso, é um problema nas vezes em que você REALMENTE precisa usá-lo pra resolver algum puzzle por ser contraintuitivo. Pra entender melhor, ele aparece como uma linha azul no chão que se estende e se sobrepõe aos objetos, daí se você quiser ver um quadro um pouco mais distante e alto que você, por exemplo, precisa usar esse negócio. Toda vez que você se aproxima de um objeto ou NPC, surge um "highlight" automático, sinalizando como e com o que é possível interagir.

Falando de maneira muito resumida, a parte "jogo" de Dreamfall é seu maior calcanhar de Aquiles, pois além dos problemas que apontei, os controles são meio truncados (ao menos pros padrões atuais) e os puzzles são frequentemente chatos. Alguns são mal-feitos, outros são banais (sabe mini-game típico de hacking? então...) e, se você ADORAVA fazer um puzzle atrás do outro em TLJ, provavelmente vai se decepcionar com Dreamfall. Da minha parte, até aprecio não ter que encarar a mesma caralhada de puzzles e nem de ficar presa com frequência como no primeiro jogo. Em compensação, os que existem dificilmente são BONS de verdade. Em última instância, é mais para dizer que “é um jogo sim!”.

No quesito gráfico, Dreamfall obviamente datou depois de tantos anos de lançamento, mas penso que o pior problema nesse sentido é as animações tanto corporais quanto faciais. É muito escroto. Quando os personagens estão parados, parecem estátuas falantes e eles costumam ficar com uma cara de bunda por padrão, principalmente quando estão preocupados/temerosos/etc. Atrapalha demais na imersão e tenho lá minhas dúvidas se é puramente problema de ser jogo velho ou por orçamento mesmo. Apesar disso, a direção de arte é BELÍSSIMA de um modo geral. Os cenários (especialmente naturais) são muito bonitos e gosto do design de algumas criaturas e estabelecimentos, como o interior orientalizado do The Fringe.

“Se o jogo tem tanto problema, por que você está recomendando?”, pergunta meu leitor hipotético.

Quem começou a série no TLJ, especialmente na época de lançamento, deve sentir uma mágica particular porque, ei, aquelas imagens pré-renderizadas ao fundo agora são 3D! E mais exploráveis! Quando aparecem aquelas tomadas panorâmicas apresentando um local novo, dá um certo fascínio em saber que, sim, agora eu posso apreciar o cenário nos seus mínimos detalhes (não dizendo necessariamente que ele é suuuuuper interativo). Além disso, é ótimo rever personagens antigos mudados depois de 10 anos, senão mais; e a história continua interessante. Pessoalmente aprecio o fato dela ser mais curta que a de TLJ, pois é mais fácil acompanhar os eventos.

Por último e não menos importante, o "final". Dreamfall termina de modo absolutamente abrupto, deixando inúmeras coisas sem explicação. O motivo? A Funcom iria lançar o resto da história em formato episódico. A ideia falhou miseravelmente e a série foi retomada de fato somente sete anos depois, a partir do momento em que o estúdio independente norueguês Red Thread Games é fundado por Ragnar Tørnquist. Se você tiver algum interesse em Dreamfall, leve isso em conta na hora de comprar, pois implica em adquirir a continuação também. No momento em que escrevo, a primeira parte está pra ser lançada em 21 de outubro desse ano.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
20.7 horas registradas
Publicada: 29 de dezembro de 2015
DreamFall conseguiu acertar em muitos elementos. A solução dos quebra cabeças ficou menos irracional como no primeiro game, e Isso acabou combinando com a estória do game, que é bem séria. No primeiro game, muitas vezes os quebra cabeças eram no estilo "monkey island" e isso quebrava completamente o clima da estória. Já em dreamfall eles conseguiram equilibrar esses elementos. Porém o jogo tem duas falhas: ele é muito curto e muito fácil. Mas mesmo assim, ele consegue ser melhor do que o primeiro game.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
11.6 horas registradas
Publicada: 9 de setembro de 2015
Great game, Very rich in story, very good playtrough, good puzzles (not annoying ones). Go play it, in my oppinion is better than Dreamfall chapters.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
21.1 horas registradas
Publicada: 9 de agosto de 2014
One of the best adventure games ever
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
14.6 horas registradas
Publicada: 11 de outubro de 2015
7/10
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada