The "Perpetual Testing Initiative" has been expanded to allow you to design co-op puzzles for you and your friends!
Análises de usuários: Extremamente positiva (31,670 análises)
Data de lançamento: 18/abr/2011

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Portal 2 - The Final Hours is a digital book that takes you deep within the top-secret offices of Valve for an unvarnished look at the creative process behind Portal 2. Now with a free bonus chapter added!

 

Recomendado por curadores

"A challenging, hilarious, and mind-expanding puzzle experience for one or two—treasure your first time through."
Leia a análise completa aqui.

Atualizações recentes Ver todos (26)

17 de junho

Portal 2 Update Released

We have updated the public release of Portal 2. This update contains all the changes from the recent beta. We would like to thank the community for the testing and suggestions that have been provided.

Changes:

  • Linux / SteamOS beta is now available
  • Steam controller support beta
  • Some translation updates
  • Fixed bugs with triple-monitor displays
  • Some other bug fixes

211 comentários Leia mais

Steam Big Picture

Perpetual Testing Initiative




The "Perpetual Testing Initiative" has just been expanded to allow users to design co-op puzzles in Portal 2! This update also introduces a “Quick Play” feature, giving you quick access to the top-rated maps in various categories.

Sobre este jogo

Portal 2 origina-se da premiada fórmula de jogabilidade, história e música inovadoras que rendeu ao Portal original mais de 70 prêmios da indústria e criou uma legião cultural.

A parte para um jogador de Portal 2 introduz uma gama de novos personagens dinâmicos, vários novos elementos de quebra-cabeças e uma quantidade maior de desafiadoras câmaras de teste. Os jogadores explorarão áreas nunca antes vistas dos Laboratórios da Aperture Science e reencontrarão GLaDOS, a companheira robótica com certa tendência assassina que os guiou no jogo original.

O modo cooperativo para dois jogadores oferece uma campanha distinta com história, câmaras de teste e dois novos personagens jogáveis únicos. Este novo modo força os jogadores a reconsiderar tudo que achavam que sabiam sobre portais. O sucesso exigirá que não somente ajam cooperativamente, mas que pensem cooperativamente.

Características do produto
  • Extenso modo de um jogador: Oferece jogabilidade de próxima geração e uma história altamente envolvente.
  • Modo cooperativo de duas pessoas completo: Modo multijogador apresenta história, personagens e jogabilidade exclusivos.
  • Física avançada: Permite a criação de uma nova gama de desafios interessantes, produzindo um jogo muito maior, mas não mais difícil.
  • Trilha sonora original.
  • Grandiosa sequência: O primeiro Portal foi nomeado Jogo do Ano de 2007 por mais de 30 publicações ao redor do mundo.
  • Ferramentas de edição: Ferramentas de edição do Portal 2 serão incluídas.

Requisitos de sistema

PC
Mac
    • OS: Windows 7 / Vista / XP
    • Processor: 3.0 GHz P4, Dual Core 2.0 (or higher) or AMD64X2 (or higher)
    • Memory: 1GB XP / 2GB Vista
    • Hard Disk Space: At least 7.6 GB of Space
    • Video: Video card must be 128 MB or more and should be a DirectX 9-compatible with support for Pixel Shader 2.0b (ATI Radeon X800 or higher / NVIDIA GeForce 7600 or higher / Intel HD Graphics 2000 or higher).
    • Audio: DirectX 9.0c compatible
    • OS: MAC OS X 10.6.7 or higher
    • Processor: Intel Core Duo Processor (2GHz or better)
    • Memory: 2GB
    • Hard Disk Space: At least 7.6 GB of Space
    • Video: ATI Radeon 2400 or higher / NVIDIA 8600M or higher / Intel HD Graphics 3000
Análises úteis de usuários
30 de 33 pessoas (91%) acharam esta análise útil
45.4 hrs registradas
"Oh, it's you... It's been a long time. How have you been?"

Se fosse pra escolher uma palavra que definisse esse jogo, seria: Genial! Mas é óbvio que essa obra-prima da Valve merece mais, então, aqui estou eu refazendo minha análise ridícula de 3 linhas sobre esse jogo brilhante... Porque ele merece, me fascinou de uma forma que poucos fizeram.

Nessa sequência, mais uma vez no comando de Chell, além de mais uma vez se deparar com as conhecidas test chambers, você vai poder ter o prazer de caminhar por entre as instalações da Aperture Science, de vasculhar o cerne de um passado há muito esquecido, de imaginar como aquele lugar em ruínas foi um dia e como se tornou o que é, criar suas próprias teorias... sensação de déjà vu, e eu ADORO isso! Posso até dizer que foi essa sensação que me fez gostar de games, levando em conta os primeiros pelos quais me apaixonei. Portal já era considerado um grande game, mas diante de Portal 2, percebemos que era como um protótipo. E a Valve fez um trabalho maravilhoso, não somente dando continuidade a primeira ideia já vitoriosa, mas fazendo algo muito mais f*cking awesome, jogando bem no meio da sua cara, o tempo inteiro, a grandiosidade do título e uma história bem elaborada, cenários vastos e polidos de encher os olhos, e coisas que mal esperávamos ao jogar o primeiro. Além de sugerir o entrelaçamento com o universo de Half-Life, o que faz tudo ficar muito mais interessante! As dublagens foram muuuito bem trabalhadas e as falas são super cômicas, até hoje dou risada das coisas que a GLaDOS fala, como "Well done. Here come the test results: "You are a horrible person." That's what it says: a horrible person. We weren't even testing for that." XD E sobre jogar com um amigo, digo também que o modo cooperativo é realmente muito bom, é à parte da campanha mas não deixa nada a desejar, vai exigir muito de você e do parceiro, mas no final sempre vale a pena! E quando o instinto assassino bate, nada melhor do que jogar esse modo! 8D MWahahaha!
É isso, Portal 2 é um "must have", atinge um outro patamar no estilo "puzzle"! Recomendado, finalmente. XD
Publicada: 30 de junho
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25 de 33 pessoas (76%) acharam esta análise útil
21.3 hrs registradas
Uma experiência genial! Não recomendo à pessoas, cuja ignorância define-se a altos níveis.
Publicada: 27 de abril
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11 de 14 pessoas (79%) acharam esta análise útil
34.9 hrs registradas
Excelente jogo, mistura estrátegia e humor. Em coop é ainda mais divertido. Ótimas fases, a meu ver só tem pontos positivos.
Publicada: 29 de junho
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7 de 7 pessoas (100%) acharam esta análise útil
13.8 hrs registradas
GLaDOS é muito carismática, os Puzzles são demais e jogar Co-Op é muito divertido.
Portal 2 é uma Obra Prima!

10/10
Publicada: 10 de agosto
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7 de 7 pessoas (100%) acharam esta análise útil
124.2 hrs registradas
Recomendo e recomendo até de mais.

Jogar Portal 2 no SP é simplesmente ótimo. O enredo é bem bacana e a interação dos personagens é boa e os personagens em si são simplesmente hilários, principalmente GLaDOS.
O jogo tem uma coisa que muitas vezes é bem difícil de se ver, originalidade. Pode até parecer ser meio chato ou bobo no começo, mas é simplesmente épico.

Jogar em co-op é mil vezes melhor, é diversão pura. Você e o seu parceiro precisam pensar e trabalhar juntos, o que muitas vezes pode ser complicado. Um pequeno erro seu ou dele e já era, morte na certa... Vamos começar de novo.
Uma coisa crucial aqui nesse jogo (mais em modo co-op) é o timing, vocês precisam ter um timing muito bom e se quiserem ir atrás das recompensas, ai é que além do timing, precisam de uma sincronização impecável. Enquanto isso, você vai quebrar muito a cabeça, morrer talvez algumas vezes um pouco até de mais :P porém você vai rir muito.

Tenha certeza de uma coisa que você vai ter e muito nesse jogo... Diversão!

Enfim, a dificuldade do jogo é boa, é bem dividido, você tanto pode pegar testes em que vai resolver tudo em menos de 60seg, como você pode pegar outros que vão te fazer quebrar a cabeça por 10min, mas isso tudo sem te deixar cansativo ou frustrado com o insucesso. O gráfico mesmo sendo jogado em ‘low’ é muito bonito, a jogabilidade é ótima e a historia é muito boa, muito engraçada.

Para quem se interessa pelo enredo do jogo e gosta de saber e entender tudo detalhadamente, talvez jogar o primeiro Portal seja uma opção melhor, mas de qualquer forma você consegue jogar o 2 tanto em SP, como em co-op (que envolve pequenos detalhes da estória) sem problemas nenhum.

Ok. Zerei o jogo em sp e co-op, ganhei todas as recompensas, pronto, agora acabou o jogo. Ainda não! Existem uns desafios que você pode fazer tanto no sp, como no co-op. Esses desafios são alguns testes (que você provavelmente já deverá ter feito, se terminou o jogo em um dos modos) e que você deve refazer em certo tempo e usar certo números de portais, competindo com seus amigos da Steam que também jogam.
Além disso, existem os ‘community teste chambers’, que são feitos por jogadores como eu e você e não pela Valve, o que é muito engraçado e muito criativo. Você vai encontrar testes muito fáceis e chatos, mas em compensação vai encontrar testes bem difíceis, criativos, inusitados e engraçados.
O melhor é que você também pode criar seu próprio teste e envia-lo para que outros jogadores também possam jogar e avalia-lo.

Para vocês terem uma ideia, já peguei um teste desses em que era uma sala minúscula com vários laisers e um cubo, eu tinha que encontrar um modo de conseguir fazer o único laser ligado ir de encontro a vários outros. Eu fiquei ali, quebrando a cabeça por uns 15 min até que conseguir entender o que deveria fazer e quando fiz, não deu certo. Kkkkk
Pensei, pensei e pensei e finalmente consegui sair de lá, depois de um bom tempo quebrando cabeça. Pode parecer meio frustrante falando assim, mas seja lá quem criou aquele teste, soube organizar as coisas de uma forma bem dinâmica e leve, mas ao mesmo tempo bastante confuso e complicado. Assim o teste fica difícil, mas não fica cansativo.

Outro exemplo, mas bem diferente. Hoje (29/08/14), um pouco mais cedo eu estava jogando Portal 2 no modo co-op, quando eu e minha parceira encontramos um desses teste chambers onde o teste, na verdade não era bem um teste, era uma corrida feita com os elementos do jogo. Acho que foi o teste mais criativo que vi. Você pode escolher quantas voltas, pode colocar musica e enfim. Foi super divertido, fizemos apenas 4 voltas no total, mas foi o suficiente para embolarmos de rir!!

Portal é um jogo bonito, original, leve e bastante divertido. E o melhor, não é caro.
Publicada: 29 de agosto
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76 de 78 pessoas (97%) acharam esta análise útil
14.2 hrs registradas
Obra-prima. A única forma possível de descrever Portal 2, com os olhos marejados, ainda lembrando dos últimos minutos fechados no início de uma madrugada de sexta-feira. Não há outra forma. Fim de análise.

Como capturar em palavras a milimétrica perfeição? Saudações à conquista da Valve por aquele que certamente não apenas será o o Jogo do Ano como também o melhor título já criado pela desenvolvedora.

Uma empresa qualquer poderia ter se contentado em seguir as fórmulas das continuações: mais desafios, mais dificuldade, mais inimigos, mais vendas. Não a Valve. Portal 2 traz mais humor, mais enredo, melhores gráficos, novos enigmas, maior duração, melhor trilha sonora, melhor dublagem... não há um único aspecto do capítulo original que não tenha sido melhorado, não há um único defeito que possa ser apontado (exceto um bug ou outro, algo que irá sumir com o tempo e as atualizações). É notável que Portal 2 foi feito com paixão e atenção aos detalhes, muitos que poderiam passar despercebido por um jogador apressado: as telas de carregamento são dinâmicas e que também se carregam; as placas espalhadas no cenário que ilustram esta análise, verdadeiras peças raras de humor e arte; os próprios botões do menu que remetem às paredes da Aperture; a torre sentinela "defeituosa" que passa em uma esteira e fala "I'm different". Portal 2 transpira o trabalho de uma equipe devotada.

Os enigmas envolvendo a Portal Gun continuam lá, assim como as torres de sentinela, os cubos, os botões para serem apertados... O cerne do jogo não poderia ser diferente, ainda que o valor agregado ao núcleo é o que, no final das contas, transforma um conjunto de puzzles em uma experiência inesquecível. Volto a repetir que uma outra empresa poderia ter simplesmente pego os elementos do primeiro jogo, criado um pacote de novos desafios, amarrado tudo com um enredo qualquer, empacotado e vendido. Não a Valve. Há novidades na própria construção dos enigmas. O jogador é apresentado gradativamente a novos elementos que desafiam as leis da física e que, juntos, forjam testes capazes de enlouquecer qualquer mortal. Existem idéias em alguns deles que poderiam sustentar um jogo inteiro sozinhos. Existem idéias em alguns deles que me fizeram repeti-los e repeti-los apenas pelo prazer de desfrutar a sensação de curvar as regras do universo, como uma criança diante de um brinquedo novo. Eu ria de felicidade.

Anteriormente, o jogador era obrigado a navegar pelas câmaras assépticas e frias controladas por GLaDOS e, por um breve momento, conhecia os bastidores da Aperture Laboratories. Desta vez, a Valve te conduz por um longo passeio por todas as camadas da colossal instalação. Possivelmente, será um dos maiores cenários já vistos em um jogo, seja pelo seu tamanho, seja pelo permanente foco do título em lembrar o quão ínfimo é seu personagem diante de tudo aquilo. Esqueça a Citadel de Half-Life 2. Aqui, a Valve atinge o ápice da arquitetura opressora e usa toda esta vastidão para construir seus desafios. Simultaneamente, toda esta engenhosidade está se decompondo diante de seus olhos, tornando ainda mais perigoso um ambiente que já era hostil para os humanos. É uma paisagem combinada com o poder de evocar sentimentos. Eu oscilava entre o deslumbre diante do engenho da ciência, a tristeza diante de sua decadência e o horror diante do uso equivocado de tanto potencial.

Está claro também que a engine Source evoluiu. Do ponto de vista técnico, os gráficos estão mais nítidos, a carga entre os níveis está mais ágil. E agora temos o uso agressivo de sombras dinâmicas. O grande trunfo de Doom 3 sobre Half-Life 2 no distante ano de 2004 foi superado e existe uma sequência em que Portal 2 faz questão de exibir o seu poder, mostrando também que sombras nunca deixam de assustar os jogadores. Ainda assim, a "nova" Source ainda está muito atrás de monstros visuais como Crysis 2 ou o vindouro Battlefield 3. Nada que uma direção de arte consistente não possa compensar com diferentes estilos visuais e a clara diretriz de ignorar completamente o realismo e construir um universo surreal onde o impossível impera.

Concluí o jogo em 14 horas, mais do que o dobro da primeira aventura. Ainda que as sessões de jogatina tenham sido espalhadas ao longo dos dias, a imersão nunca foi prejudicada. Em parte, devido aos cenários envolventes. Mas grande parte disso se deve ao magnífico trabalho de dublagem.

No primeiro jogo, GLaDOS carregava no ombro a tarefa de ser o vilão, o narrador e o alívio cômico da história. Tarefa bem-executada, mas, desta vez, o elenco principal se amplia com dois novos personagens cujas vozes cativam e transbordam humor negro por todos os lados. Dezenas de frases ditas podem e se transformarão em memes nos próximos meses. Fique preparado. Mais do que fontes maniqueístas de frases de efeito, os atores interpretam a complexidade de seus personagens que oscilam entre o patético, o lunático, o malévolo, o tolo e o confuso. Em cada um destes momentos, os dubladores se adaptam e brilham, criando vozes que permanecerão em meus ouvidos por muito e muito tempo.

Eu admito que a Valve nunca se caracterizou por construir trilhas sonoras memoráveis. Apesar de "Still Alive". Apesar da tensão atmosférica de Left 4 Dead. Mas, com Portal 2, esta pequena falha é corrigida com delicadeza e urgência. Na maior parte do tempo, ela marca sua presença de forma sutil, lá no fundo da cena, como o ar que se respira. Em outros momentos, ela pontua a velocidade da ação e injeta adrenalina no ouvido, acelerando suas reações. E em outros, a música é a condutora, como na impressionante e inevitável cena do retorno de GLaDOS. Você sabe que a inteligência artificial assassina do primeiro jogo vai voltar, você sabe qual será o momento, com minutos de antecedência. E ainda assim... a música, ela congela sua espinha, ela empresta uma dramaticidade macabra àquilo que o jogador deveria estar preparado.

E, claro, Portal 2 também termina com música. Não da forma que você está imaginando. Na conclusão, a surrealidade invade de vez o espaço do jogo e seus olhos e ouvidos não acreditam no que estão testemunhando. Tudo que Portal 2 significa enquanto arte pode ser resumido na cena final: deliciosamente bizarro, assustadoramente doce.

A princípio, sufocado pela avalanche de risos despejada em minha cabeça em velocidade absurda, eu acreditei que estava diante de um jogo cômico. Não poderia estar mais errado. Portal 2 tem melancolia em altas doses, grandes revelações sobre a Aperture Laboratories, Chell e GLaDOS. O enredo tem reviravoltas, muitas delas previsíveis, outras não. Em certos momentos, talvez o ritmo seja prejudicado pelos enigmas. Mas, ficar impaciente com um desafio porque você deseja conhecer o próximo fragmento da história secreta dos personagens é um nítido sinal de que os escritores se superaram desta vez e a trama suplantou a jogabilidade.

Diversão, drama, jogabilidade viciante, trilha perfeita, personagens inesquecíveis, cuidado com os detalhes, paisagens de tirar o fôlego: perfeição. Ao final de tudo, restam muitas perguntas sem respostas, muitas possibilidades abertas e a sensação de que você foi testemunha de um evento na história dos jogos eletrônicos. Mesmo que não faça sentido. Ou justamente porque não faça sentido.

Originalmente publicado em: http://blog.retinadesgastada.com.br/2011/04/sobre-batatas-limoes-e-um-passaro.html
Publicada: 9 de dezembro de 2013
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