Uncertain of his sister's fate, a boy enters LIMBO
Análises de usuários: Extremamente positivas (8,197 análises)
Data de lançamento: 2/ago/2011

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Recomendado por curadores

"Simple, yet that won't trouble you. Deep, yet easy to play or let go whenever you want to. Limbo is a gorgeous dark experience."

Análises

“Limbo is as close to perfect at what it does as a game can get.”
10/10 – Destructoid
“The game is a masterpiece.”
5/5 – GiantBomb
“Limbo is genius. Freaky, weird genius. Disturbing, uncomfortable genius.”
5/5 – The Escapist
“Dark, disturbing, yet eerily beautiful, Limbo is a world that deserves to be explored.”
5/5 – Joystiq

Steam Big Picture

Sobre este jogo

Uncertain of his sister's fate, a boy enters LIMBO

Requisitos de sistema

Windows
Mac OS X
SteamOS + Linux
    • SO: Windows XP, Vista, 7
    • Processador: 2 GHz
    • Memória: 512MB
    • Espaço em disco: 150MB
    • Placa de vídeo: Deve ter sido lançada há 5 anos ou menos. Gráficos integrados e placas de baixo custo podem não funcionar. A placa precisa ter suporte ao Shader Model 3.0.
    • DirectX®: 9.0c
    Por favor, observe que LIMBO só funcionará em Macs produzidos de 2009 em diante.
    • Sistema operacional: OS X Snow Leopard versão 10.6.3 ou mais atual.
    • Processador: Intel Mac
    • Memória: 1 GB de RAM
    • Espaço em disco: 150MB
    • Placa de vídeo: Compatível com OpenGL 2.0 com 256 MB de memória RAM compartilhada ou dedicada (ATI ou NVIDIA)
    • OS: SteamOS, Ubuntu 12.04 or later, or otherwise compatible Linux distribution.
    • Processor: 2GHz
    • Memory: 1 GB RAM
    • Hard Disk Space: 150MB
    • Video Card: OpenGL 2.0 compatible video card with 256 MB shared or dedicated RAM
Análises úteis de usuários
46 de 47 pessoas (98%) acharam esta análise útil
11.5 hrs registradas
Publicada: 25 de fevereiro
Limbo é um game indie de aventura no estilo plataforma, desenvolvido e distribuído pela Playdead, lançado para Xbox 360 em 2010, chegando ao PS3 e PCs no ano seguinte. Posteriormente foi lançado para PS Vita, iOS e recentemente para Xbox One.

Limbo foi um dos primeiros games independentes que tive contato e o game me surpreendeu pelo seu estilo único e marcante O game não apresenta uma trama definida, não há nem mesmo uma única linha de dialogo ou narração, o jogador simplesmente assume um pequeno garoto que acorda em meio a uma floresta assustadora e sombria. Seu objetivo? Apenas avançar pelo cenário resolvendo puzzles e se livrando de armadilhas mortais. Para não dizer que o game não apresenta um enredo, na sinopse sobre o jogo é dito que o garoto esta em busca da sua irmão desaparecida, mas durante o gameplay isso só fica claro na parte final do game.

Mas a ausência de enredo não torna o game menos cativante, pois a surpreendente e impressionante ambientação faz com que o jogo conquiste o jogador já nos primeiros minutos. O game é inteiramente preto e branco, o que lhe dá uma identidade quase que única, já que a escolha de ausência de cor contribui em muito com a ambientação sombria e intimidadora do cenário. E acredite mesmo sem cores vibrantes, o game impressiona com cenários belos e sombrios, que brinca a todo momento com a percepção do jogador.

Além da excelente ambientação o game apresenta um ótimo level design, cheio de puzzles desafiadores que obrigam o jogador a prestar atenção ao máximo em cada detalhe, pois para resolve-los muitas vezes é necessário utilizar elementos que não estão visíveis em um primeiro momento, até mesmo o som do ambiente deve ser observado, uma vez que ele se torna fundamental para resolver determinados desafios. E prepare-se para ver um verdadeiro show de brutalidade, pois o pequeno garoto sem nome, é esmagado, queimado, desmembrado, decapitado e até mesmo empalado por uma aranha gigante, a cada erro que o jogador comete ao tentar resolver um puzzle ou escapar das incontáveis armadinhas presentes no game.

Limbo é um excelente game, com uma ambientação tão marcante e única que o deixa inconfundível, com uma jogabilidade acessível, mas extremamente desafiadora. Um game independente que surpreende e cativa o jogador, mesmo sem enredo algum, a tal ponto de tornar a experiencia de joga-lo inesquecível.

"..." - "..."

Informações adicionais:

Nota geral: 09.
Tempo dedicado ao game: 11 horas.
Conquistas liberadas: 11 de 13.
Dificuldade geral: de médio a difícil.
Imagens durante a jogatina: http://steamcommunity.com/id/luishq/screenshots/?appid=48000&sort=newestfirst&browsefilter=myfiles&view=imagewall.
Idioma: Menus em português do Brasil.
Análise publicada originalmente no Blog PortoHQ: http://portohq.blogspot.com.br/
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9 de 9 pessoas (100%) acharam esta análise útil
1 pessoa achou esta análise engraçada
4.3 hrs registradas
Publicada: 20 de abril
Um dos melhores indies que já joguei. Ele é um tipo de jogo que não precisa de nível de dificuldade, pois os puzzles e desafios são muito bem elaborados, confesso que fiquei travado e quebrei a cabeça em algumas partes, impossível não ter trollado pelo jogo e morrer várias vezes. O único contra é o tempo de gameplay.

Esse game apesar de possuir gráficos simples e preto e branco é divertido e desafiador do inicio ao fim, se fosse diferente não seria tão bom. Não é atoa que ele ganhou diversos prêmios em 2010, inclusive como melhor indie do ano.

Se fosse para resumi-lo em apenas uma palavra eu diria que é uma "obra de arte"

Pra quem não conhece ou não terminou o game eu recomendo :)
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4 de 4 pessoas (100%) acharam esta análise útil
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2.0 hrs registradas
Publicada: 9 de julho
Finalmente o sombra do Sílvio Santos decidiu fazer algo mais divertido. Bom jogo, te envolve a cada desafio.
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3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
4.0 hrs registradas
Publicada: 27 de fevereiro
Postado originalmente em:http://1048596.blogspot.com.br/
Limbo é um jogo indie lançado em 2010 e desenvolvido pela Playdead, uma empresa dinamarquesa que até hoje é reconhecida só por este jogo.

A ideia central é extremamente simples, e isso não quer dizer que é ruim, simplicidade é bom desde que seja aplicada com um objetivo bem definido. Limbo se trata de um puzzle game, os comandos são andar, pular e interagir com os objetos do cenário, o gameplay neste aspecto é bem simples, o que o diferencia é a sua magnifica direção artística.

Enredo

Não se sabe nada do enredo. Esse é um jogo que vai pro grupo dos interpretativos, porém não há muita coisa para se interpretar em Limbo, apesar de vários críticos dizerem que há muito mais do que se vê, fica claro que falta no jogo uma preocupação com o enredo.
Outros jogos seguem o mesmo tipo de narrativa de Limbo, uma totalmente focada através do que você vê ao longo do gameplay. Esse tipo de história é minimalista, usa o cenário e os sentimentos provenientes deste para passar algo ao jogador, dentro do ambiente do jogo geralmente há diversas representações de um local fascinante que são auto-explicativas, alguns usam até poucos diálogos para explicar algumas coisas. Um exemplo de um ótimo jogo assim é Shadow of the Colossus.O problema é que Limbo não liga para explicações, o cenário não é auto-explicativo e não existem diálogos, as coisas são confusas e você vai passar o jogo inteiro sem entender o lugar onde está.

A única coisa que a empresa falou da história é "Um garoto entra no Limbo para saber o destino incerto de sua irmã".

Gameplay

Limbo é totalmente em preto e branco e possui uma jogabilidade em 2D que usa disto para construir um dos melhores game designs que já vi. Diferente de alguns jogos de puzzle que escondem a última peça do quebra-cabeça a todo custo, fazendo você se frustrar por dezenas de minutos procurando uma chave ou você perceber que tinha um buraco invisível na parede, diferente de toda essa confusão proposital que frustra o jogador, Limbo simplesmente o expõe a um cenário muito limitado que a primeira vista pode não fazer sentido. Neste cenário existem dois ou três objetos e é só isso que você vai precisar, não existe enrolação ou sistemas complicados de puzzle, o contraste entre preto e branco é usado de modo a deixar bem claro onde está tudo que você precisa e isso é ótimo.

Um bom game design guia com maestria o jogador pelo cenário e o orienta sem ou com o uso de texto. Se você se perde com frequência na tela ou no mapa de um jogo o problema pode não ser você, o jogo que pode estar estruturado de uma forma que não seja prática, isto é um game design ruim.

O cenário não é preto e branco por motivos aleatórios, todo o jogo tem um toque artístico muito forte tanto que os críticos que defendem o jogo com garras e presas o classificam como uma obra de arte. As áreas são realmente fascinantes, usando algo tão simples como preto e branco foi possível criar cenários sinistros e muitas vezes bonitos e até contraditórios, preto e branco da um tom de morto para as coisas e conseguir trazer beleza dentro da morte é um dos trunfos de Limbo. Temos desde florestas macabras até cidades abandonadas, o mundo é totalmente desolado e hostil. O nome Limbo não veio ao acaso, querem que você se sinta entre a vida e a morte a todo momento do jogo.

Um aspecto essencial da jogabilidade são as mortes, cheguei até a pensar que o criador desse joguinho é um sádico pois vemos várias vezes uma criança morrendo de diversas formas diferentes, seja decapitada, estraçalhada ou afogada. Isso acontece pois um dos objetivos dos criadores era fazer um puzzle game com o elemento de tentativa e erro, é muito difícil passar dos desafios sem morrer e isso é bem legal até, você da risada de si mesmo vendo como o jogo é capaz de te destruir das mais diversas formas.

O tempo de jogo dura umas 3 a 4 horas, um tempo muito bom dado a proposta do jogo. Eu sou do tipo que não curte puzzle games pois na maioria dos que eu joguei senti que eles se arrastaram demais na sua reta final e que se torna maçante e frustrante continuar a resolver puzzles por mais de 5 horas, quando eu comecei a pensar que Limbo estaria me deixando com tédio o jogo acaba com um final aberto que tem a intenção de causar o sentimento de surpresa no jogador. É um final bastante interessante por causa da ênfase que o jogo da a ele, inicialmente você tem uma conclusão sobre o mesmo e depois outra e no final você não tem nenhuma. É um excesso de confusão e nada se conclui.

O valor de replay deste jogo é muito baixo, são quatro horas de campanha e depois a única tarefa que resta são alguns secrets escondidos nas fases que você demora pouco tempo para pegar usando um guia. Se você for extremamente hardcore pode tentar achá-los sozinhos mas não vejo nenhuma diversão em ficar revirando o jogo de forma incansável até achar algo escondido para se completar uma conquista.

Limbo é vendido em tudo que é plataforma mas tendo em vista que são quatro horas recomendo que esperem uma promoção, mas se você tiver dinheiro sobrando não faz mal também, no Steam ele custa só 16 reais.

Seja como arte ou jogo uma coisa é certa, Limbo é bom e uma experiência única, assim como um bom indie deve ser. Este jogo não é pra qualquer um, a menos que você não goste de arte no video-game, Limbo não é pra você.
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3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
1.5 hrs registradas
Publicada: 8 de fevereiro
Com uma atmosfera Noir, sem saber exatamente o que vai encontrar a sua frente, a única certeza é a morte. Demais esse game!
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