Behold Torchlight, a fresh new Action RPG franchise developed by Runic Games. Torchlight is being developed in Seattle by a veteran team composed of the designers and leads of projects like Diablo, Diablo II, Mythos, and Fate. Our team has spent many years honing and evolving this unique style of gameplay.
Análises de usuários: Muito positivas (2,641 análises)
Data de lançamento: 27/out/2009

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Recomendado por curadores

"A very fun arpg, Its like diablo 2 but you have a pet you can use to shop while in a dungeon, there are fewer classes but its still very replayable."

Sobre este jogo

Behold Torchlight, a fresh new Action RPG franchise developed by Runic Games. Torchlight is being developed in Seattle by a veteran team composed of the designers and leads of projects like Diablo, Diablo II, Mythos, and Fate. Our team has spent many years honing and evolving this unique style of gameplay.

The adventure is set in the mining settlement of Torchlight, a boomtown founded on the discovery of rich veins of Ember - a rare and mysterious ore with the power to enchant or corrupt all that it contacts. This corruptive power may have dire consequences however, and players set out into the nearby mountains and depths below to discover the full extent of Ember’s influence on the civilizations that have come before.

Runic Games will initially release Torchlight as a standalone Single Player game, Torchlight will be released in the latter part of 2009 as a download or in box. Following the single player release, work will commence on a fully-featured MMO version.


Single Player Version

Players will choose from among three character classes, and venture from the safety of the town of Torchlight into randomly generated dungeon levels, with a huge variety of creepy monsters, endless variations of loot to find, and quests to complete. The endless randomization ensures a long-lived gameplay experience.

  • Randomization - Our level layouts are randomly created, so each adventure is unique. Monsters, treasures, puzzles, and items are also different each time you embark on an adventure
  • Easy, approachable interface - Torchlight is designed to be easy to play right from the beginning. The intuitive interface gives players easy access to a rich and varied world
  • Retirement System - Once characters are sufficiently leveled up, they can “retire” and bestow specific benefits and perks to new characters
  • Pets - Players will choose a pet to accompany them. Pets can level up along with the player, and will help in battle, carry items, and perform a variety of helpful services
  • Character Classes - Players will create and customize a character from one of three classes available, and choose an animal companion. Through cosmetic choices, skill path decisions, and the treasures they acquire, each character will be custom-tailored and different
  • Fishing - Players can take a break from the high-energy pace of adventuring to visit one of the fishing holes and relax and see what they can catch. Fish have interesting benefits for the player and pet, and other rewards can also be discovered
  • Included Editor - Runic Games is embracing our modding community by including an editor so our players can create and design their own content
  • Steam Cloud - Save your game progress to the Steam Cloud and resume from another computer. However, save games are not cross platform; PC saves will not migrate to Mac and vice-versa.

Requisitos de sistema

Windows
Mac OS X
    • OS: Windows XP or later
    • Processor: x86-compatible 800MHz processor
    • Memory: 512MB
    • Graphics: DirectX-compatible 3D graphics with at least 64MB of addressable memory (such as an ATI Radeon 7200, NVIDIA GeForce 2, or Intel GMA 950)
    • DirectX®: 9.0c
    • Hard Drive: 400MB

    Minimum:

    • OS: OS X version Leopard 10.5.8, Snow Leopard 10.6.3, or later
    • Processor: Intel Mac
    • Memory: 1GB RAM
    • Graphics: OpenGL 2.0 compatible video card with 256MB dedicated RAM (ATI Radeon X1600 or nVidia equivalent)
    • Hard Drive: 800MB
    • Other Requirements:
Análises úteis de usuários
10 de 10 pessoas (100%) acharam esta análise útil
184.6 hrs registradas
Publicada: 24 de fevereiro
Eu Simplesmente amei o jogo, acho que é um dos jogos mais jogados da minha biblioteca.
O jogo tem uma dinâmica bem interessante e tambem é muito divertido, tambem gosto muito de MOBA, RPG e TD, por isso recomendo Torchlight.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
4 de 4 pessoas (100%) acharam esta análise útil
27.0 hrs registradas
Publicada: 21 de fevereiro
Análise de pré-lançamento
Para aproveitar o longo vácuo entre Diablo 2 e Diablo 3, surgiu Torchlight, desenvolvido pela Runic. É, até agora, o clone mais bem sucedido daquela franquia. Detalhe importante: a Runic é composta por ex-funcionários da Blizzard, que foram membros da equipe de desenvolvimento de Diablo 1 e 2. Poranto, pedigree Torchlight tem de sobra. Mas estará o jogo à altura de sua ascendência ilustre?

A resposta é positiva, com algumas restrições. O jogo esbanja charme, e a jogabilidade viciante não fica nada a dever - para bem ou para mal - à franquia que a inspirou. Praticamente tudo que nos acostumamos a ver em Diablo, nós encontramos em Torchlight. Mesmo. Dos familiares town portals ao combate clickfest, passando pelos habitantes da vila que só servem para tarefas básicas, como fornecer quests, encantar itens, transmutar objetos em outros, vender itens, etc. Até mesmo o vendedor de itens não identificados está lá, assim como a impossibilidade de salvar o jogo por conta própria - ele sempre recomeça de onde você parou. Torchlight é tão semelhante que até nos barulhos e efeitos sonoros ele é muito familiar. Experimente abrir uma arca com tesouros, por exemplo - a associação sonora e visual com Diablo será imediata. De fato, se não fosse pela direção de arte extremamente diferente, com um visual mais cartunesco - mas não infantil, ressalte-se - eu seria capaz de jurar que estava diante de um novo exemplar da série, independente do nome que leva.

A direção de arte, aliás, é um dos pontos fortes de Torchlight. Os visuais são simples, porém atraentes e variados, com grande nível de detalhe e de beleza. Apesar disso, o jogo roda bem, mesmo em placas gráficas low-end. Ele possui até mesmo um modo netbook. E se um título desses consegue rodar em um netbook, consegue rodar em qualquer outra coisa. Vale notar que eu estou jogando Torchlight sem problemas em uma humilde GeForce 8400 GS (minha placa titular queimou), em 1280 x 1024, com todos os recursos ativados, e o jogo não exibe travamentos ou lentidões, mesmo com muitos inimigos em cena e efeitos visuais a rodo na tela.

Se por um lado os visuais de Torchlight surpreendem positivamente, por outro a história é banal ao extremo: um fiapo de trama muito tênue, que apenas serve de pretexto para levar o jogador a seguir adiante. Entendo que em um jogo desse tipo a história é a menor das prioridades, mas nesse caso a coisa é tão fraca que, frequentemente, tenho a sensação de que estou jogando alguma versão mais sofisticada de Campo Minado ou de Tetris. Junte a isso uma jogabilidade um tanto repetitiva e chefes de fase não muito originais ou marcantes, e dificilmente o jogador diferenciará o início, meio ou fim do jogo. Todavia, o título inova um pouco ao apresentar um cenário que é uma mistura leve de fantasia medieval e steampunk, mais ou menos nos moldes de Arcanum, da Troika. Para viver essa aventura, Torchlight oferece três tipos diferentes de personagem para o jogador escolher. No caso, os três arquétipos básicos de jogos de fantasia: um guerreiro, um feiticeiro e uma espécie de amazona... essa última especializada em armas de longa distância, como arcos, carabinas e pistolas. Apesar da clara separação de habilidades, nada impede, por exemplo, que um guerreiro faça uso de determinadas magias especializadas, ou de armas de longa distância. O mesmo vale para os outros personagens.

Tal flexibilidade é muito bem vinda, já que os combates em Torchlight são intensos, frequentes e, não raramente, confusos, devido ao grande número de inimigos e feitiços em cena. O jogo utiliza (como já ocorria em Diablo) uma abordagem isométrica top-down, mas permite que o usuário aproxime ou afaste a câmera do seu personagem. A câmara mais afastada possibilita uma visão melhor dos arredores, porém dificulta a mira do jogador. Com tanta coisa acontecendo ao redor do cursor, fica difícil saber onde você está clicando, e isso muitas vezes pode ser fatal. Penso que seria interessante um esquema parecido com os RPGs da Bioware, onde o jogador clica num alvo, e a partir daí o personagem persegue e dispara golpes automaticamente no inimigo em questão, até este ser morto ou o jogador comandar alguma outra coisa - como o lançamento de um feitiço ou uma mudança de alvo, por exemplo. Facilitaria nosso trabalho e pouparia um bocado os nossos dedos. Sim, porque se o jogador não ficar clicando ininterruptamente, nada ocorre. Enfim, essa é a jogabilidade consagrada de Diablo - com todas as suas virtudes e problemas. Achei mais empolgante - e fácil - usar os feitiços ofensivos de área, que matam uma grande quantidade de inimigos, sem precisar mirar em cada um deles individualmente. Por fim, fica aqui um conselho: comece o jogo no nível "Difícil". O modo "normal" é fácil demais, talvez para atender às hordas de jogadores casuais que cada vez mais ditam os rumos do mercado de games.

Apesar de ser um clone descarado de Diablo, Torchlight procura ir além e implementa algumas (poucas) novidades que seriam muito bem-vindas se fossem adotadas também na franquia da Blizzard. A mais notável delas é o animal de estimação que acompanha fielmente o personagem do jogador, e que o auxilia nos combates. O animalzinho também serve como inventário extra para armazenar os despojos obtidos em combate. Melhor ainda, o jogador pode despachá-lo para a cidade, onde os itens presentes nesse inventário auxiliar serão automaticamente vendidos ao mercador local. Isso é ótimo, pois dispensa constantes retornos à cidade, apenas para se livrar o excesso de bagagem. Por fim, o pequeno pet pode ser transformado em criaturas bem mais poderosas por um curto período de tempo, caso ele seja alimentado com determinados tipos de peixes. Sim, peixes! Que podem ser pescados pelo jogador em pontos específicos dos dungeons, de forma francamente inspirada em Fable, o RPG da Lionhead.

Outra novidade interessante é o "baú compartilhado". Além do tradicional baú pessoal situado na cidade, onde é possível estocar itens do inventário, existe outro baú que é de uso comum aos três personagens do jogo. Nele, o jogador pode transferir itens que considera inúteis para o seu personagem atual, mas que podem ser de grande valia para um outro personagem, em um outro momento. Assim, se o seu personagem guerreiro encontrar um excelente arco, mas irrelevante para seu uso pessoal, ele poderá deixá-lo nesse baú de modo que seja aproveitado mais tarde por outro - como a amazona, por exemplo.

De resto, Torchlight é muito semelhante a Diablo. Qualquer fã da franquia da Blizzard se sentirá em casa aqui. Mas eu gostaria de ter visto mais variedade, mais novidades, mais evolução. O fato é que apesar de ser muito viciante, o jogo é muito acéfalo e esquecível também. E isso cansa depois de um certo tempo, de forma que o jogador perde o pique e o interesse após sessões mais demoradas. Mas para sessões curtas - quase casuais, eu diria - Torchlight diverte e relaxa, sem complicação. E é aí que está o seu principal trunfo, e o seu maior objetivo.
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
12.7 hrs registradas
Publicada: 5 de fevereiro
Apesar de ser uma variavél da série Diablo (Alguns ex membros da blizzard), o jogo propõe uma experiência boa para o jogador! com jogabilidade fácil de aprender sem complicações e distribuições de pontos bem didáticas ! pontos de skill também são bem simples de se entender, um lado negativo do jogo é a repetição de mapa...algumas missões que você faz é necessário ir para uma dungeon especifica pelo fornecedor da quest, quando você se depara você já passou por ela...o que torna um pouco massante, mas apesar disso a experiência ainda continua boa...nessas batalhas você pode ter um pet que inicialmente é um cachorro ou felino, dentro do jogo é possível pescar alguns peixes que fazem transformações no pet por exemplo transforma-lo em um elemental ! isso é bem legal mas não é um diferencial tão grande assim.
Uma das coisas que chama atenção é a rapidez que você se torna forte, por exemplo o alquimista ...após o nível 10 uma skill se torna simplesmente OverPower com a junção do sistema de poções MU (Citei esse jogo por que se você tem poder e 100000 de poções de vida você não morre NUNCA) é um ponto negativo mas não estraga o jogo.
Por final eu acredito que esse jogo é aquele famoso jogo casual que você joga para se divertir sem querer muitos detalhes já que o enredo é um pouco fraco e em diversos pontos você se lembra muito do Diablo principalmente os personagens como o Deckard...Por fim eu aconselho a compra do jogo caso você procure algo bem parecido com o Diablo mas que seja leve, gráficos agradavéis e diversão! :)

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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
1.4 hrs registradas
Publicada: 23 de junho
Um jogo simples, mas muito divertido. É bem parecido com Diablo, mas isso não o torna menos carismático, Torchlight tem sim uma identidade própria. Gostei muito e recomendo pra quem quer jogar algo mais com uma jogabilidade mais descomplicada que os jogos atuais e direta ao ponto, a diversão, esmagando inimigos dungeon a dentro...
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
0.2 hrs registradas
Publicada: 25 de julho
otimo recomendo
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