Portal™ é um novo jogo para um jogador da Valve. Estabelecido nos misteriosos Laboratórios Aperture Science, Portal é aclamado como um dos novos jogos mais inovadores no horizonte e oferecerá aos jogadores horas de jogabilidade única.
Data de lançamento: 10 Out 2007
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Sobre o jogo

Portal™ é um novo jogo para um jogador da Valve. Estabelecido nos misteriosos Laboratórios Aperture Science, Portal é aclamado como um dos novos jogos mais inovadores no horizonte e oferecerá aos jogadores horas de jogabilidade única.

O jogo é projetado para mudar a forma com a qual jogadores se aproximam, manipulam e supõem as possibilidades num dado ambiente; semelhante a como a Gravity Gun do Half-Life® 2 inovou com novas formas de alavancar um objeto em qualquer situação.

Jogadores devem resolver quebra-cabeças físicos e desafios abrindo portais para manipular objetos, e eles mesmos, pelo espaço.

Requisitos do sistema – PC

    Mínimo: Processador de 1.7 GHz, 512MB de RAM, Placa de Vídeo com DirectX® 8.1 (Requer Suporte para SSE), Windows® Vista/XP, Mouse, Teclado, Conexão com a Internet


    Recomendado: Processador Pentium 4 (3.0GHz, ou melhor), 1GB de RAM, Placa de Vídeo com DirectX® 9, Windows® Vista/XP, Mouse, Teclado, Conexão com a Internet


Requisitos do sistema – Mac

    Mínimo: OS X versão Leopard 10.5.8, Snow Leopard 10.6.3, 1GB RAM, NVIDIA GeForce 8 ou melhor, ou ATI X1600 ou melhor, ou Intel HD 3000 ou melhor, Mouse, Teclado, Conexão com Internet
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Raríssimos foram os jogos de desafio ou puzzle de que eu gostei. E mais raros ainda aqueles que eu completei. O obstá♥♥♥♥ sempre foi o fator dificuldade. Apesar de ser considerado inteligente pelos meus pares, eu diria que meu intelecto está mais propenso a armazenar e digerir dados do que resolver problemas práticos. Nunca joguei xadrez. Nunca fui um mestre no jogo de damas. Enigmas com palitos de fósforos e outros similares em revistas sempre me deixaram frustrados. E frustração não é o nome do jogo. Os poucos títulos que me cativaram apresentavam uma rápida curva de aprendizado ascendente e se tornavam impossíveis para mim depois de três ou quatro fases.

Em Portal, a Valve acertou na medida exata para me prender em poucos minutos e continuar me desafiando progressivamente até a batalha final. É um título que, ao mesmo tempo em que não segura sua mão para cumprir os desafios também é habilmente construído para que você possa intuir as saídas, mesmo quando tudo parece impossível. Ao contrário de estressantes sequências de plataforma ou puzzle em títulos fora do gênero, aqui seu sucesso NÃO depende de reflexos de relâmpago ou saltos precisos (na maioria dos casos, pelo menos). Você pode analisar o ambiente, experimentar, inventar soluções, no seu ritmo, seja em duas horas e meia, seja em quatro, seja em seis.

O conceito do jogo é simples. Não há inventário. Não há estatísticas na tela, pontos de vida, munição. Uma única e excepcional arma faz parte do seu arsenal, um instrumento capaz de abrir portais de entrada e saída. É impossível de se explicar sem usar muitas palavras, mas, tantos anos após seu lançamento, imagino que todo mundo já conheça pelo menos a idéia. Entretanto, se você não jogou, nada do que foi escrito ou visto irá prepará-lo para a sensação que dá entrar por um destes portais. Um lado do seu cérebro irá assimilar o evento e o outro lado irá se apegar à velha forma de ver o mundo e se recusará a visualizar as possibilidades. Você chegará na metade do jogo e ainda se flagrará dizendo: "eu não acredito que estou fazendo isso!". O verdadeiro desafio do jogo não vem de GLaDOS ou das salas milimetricamente arquitetadas. Virá de sua própria resistência a compreender o que pode ser feito. E, quando você se libertar das amarras do que é "normal", você estará dominando o jogo.

A Valve poderia perfeitamente soltar o jogador em uma sucessão de desafios a serem vencidos usando a Portal Gun e ainda assim ter um título de sucesso. A jogabilidade vicia. Mas, ainda assim, como quase tudo vindo da desenvolvedora, era necessário algo mais. E esse algo mais chama-se Narrativa. Com N maiúsculo, por favor, esses são os caras que colocaram uma introdução sem tiros em um jogo de tiro, doze anos atrás.

Portal, em muitos aspectos, me lembrou a obscura franquia de filmes de terror O Cubo, mais especificamente o primeiro e o terceiro filme. O ambiente estéril e impessoal, mortífero e sem sentido seguido por uma estranha e insolúvel conspiração, cujos bastidores não são tão organizados ou ♥♥♥épticos quanto a fachada. Nesse cenário desolador, a protagonista sem voz ou nome é constantemente instigada, traída e atormentada por uma inteligência artificial sádica, manipuladora e, ao mesmo tempo, frágil e digna de pena.

A história não nos é contada diretamente de forma alguma e aparece lentamente, seja através da fala de GLaDOS, a única voz presente em todo o jogo, seja através de mensagens desconexas grafitadas fora dos limites controlados pela máquina. Através destes pedaços de informação, o jogador vai montando um quebra-cabeça ainda mais complexo do que os desafios físicos impostos pelo ambiente. Trata-se de uma história feita de mentiras, de loucura, de horror e que, de alguma forma, está relacionada ao hermético universo de Half-Life. Esta colcha de retalhos possui mais lacunas do que bordados, mas nestes vazios reside o grande enigma de Portal.

Uma outra empresa qualquer poderia se dar por satisfeita ao criar um jogo desafiador e com uma narrativa intrigante. Não a Valve. Entrando como a cereja deste bolo, está GLaDOS, o mais perturbador, sarcástico, detestável, adorável, insano, mentiroso e sádico vilão contemporâneo desde o Coringa.

GLaDOS é rainha do espetá♥♥♥♥, roubando todas as cenas em que se manifesta. A protagonista, que entra muda e sai calada, aqui é apenas uma mão virtual para segurar a arma para o jogador enquanto este se diverte e, ao mesmo tempo, tenta sobreviver à antagonista. Com uma voz feminina agradável, ela é capaz de dizer as maiores barbaridades sem perder a linha em quase nenhum instante. E, quando fica claro ao jogador que há algo muito errado com a máquina, os sorrisos vão se transformando em uma mistura de riso amarelo com riso nervoso. Parabéns ao time da Valve e seu texto exuberante, repleto de fina ironia. E parabéns à dubladora (e cantora) Ellen McLain, que emprestou sentimento e doçura nos momentos certos, e incerteza e loucura nos momentos de arrepiar a espinha. Eu ria enquanto pensava: "Meu Deus, esta coisa maldita está tentado me matar!".

Ao final do jogo, entram os créditos e a música "Still Alive", cantada pela mesma Ellen McLain personificando uma invencível GLaDOS e prometendo novos horrores. Em nome da ciência. A canção funciona em dois sentidos, atuando como catarse após longas horas de confronto graças ao seu ritmo pop e colante enquanto a letra (e a voz da máquina) assusta em contraste e confirma que o pesadelo não terá fim.

Não se deixe enganar pelo meme que diz que "The cake is a lie". Existe bolo. E ele é delicioso e molhado.

Originalmente publicado em: http://blog.retinadesgastada.com.br/2011/01/cake-is-not-lie.html
Publicada: 6 dezembro 2013
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5.8 hrs registradas
quando eu joguei pela primeira vez achei que era um joguinho bestas desses ai que era só pra ficar andando,só depois de alguns segundos,me toquei que era um JOGO super fodinha,mesmo sendo muito curto,nunca vi um bug nesse jogo, e tambem algumas coisas interessantes como a black mesa,borealis são citadas,mas esse jogo é 9.5 k
Publicada: 26 novembro 2013
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Esse é o exemplo de como um jogo deve ser feito. Mecanica simples, mas que vai evoluindo constantemente. No final, você naturalmente aprendeu diversas coisas e está usufluindo de todas para derrotar um dos melhores vilões já criados em games. Você deve jogar isso!
Publicada: 2 dezembro 2013
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Muito bom, pelo pouco tempo jogado e muito bom o jogo recomendo.
Publicada: 9 fevereiro 2014
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O jogo é muito bom, uma campanha single player é muito bem feita e divertida de jogar. Ainda não há campanha coop, nem workshop, mas é um ótimo jogo. Recomendo (recomendo o Portal 2 também)
Publicada: 8 fevereiro 2014
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