A Psychic Odyssey Through the Minds of Misfits, Monsters, and Madmen. This classic action/adventure platformer from acclaimed developers Double Fine Productions follows the story of a young psychic named Razputin.
Data de lançamento: 19 Abr, 2005
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Acerca do Jogo

A Psychic Odyssey Through the Minds of Misfits, Monsters, and Madmen.

This classic action/adventure platformer from acclaimed developers Double Fine Productions follows the story of a young psychic named Razputin. In his quest to join the Psychonauts--an elite group of international psychic secret agents--he breaks into their secret training facility: Whispering Rock Psychic Summer Camp. But this is no average psychic summer camp! A mysterious villain has kidnapped Raz’s fellow campers and stolen their brains. Now he must use his psychic powers of Telekinesis, Levitation, and most of all his ability to project himself into the minds of others--to find the loose noodles and keep them from falling into the wrong hands. Fight mental demons! Uncover hidden memories! Sort emotional baggage! Explore the fantastic realm of the inner mind! Join the Psychonauts!

Requisitos de Sistema (PC)

    • OS: Windows 98 SE/2000/XP
    • Processor: 1.0 GHz Pentium(R) III and AMD Athlon(tm)
    • Memory: 256 MB of RAM
    • Graphics: 64 MB GeForce (tm) 3 or higher or ATI(R) Radeon 8500 or higher (except GeForce 4 MX and Go series)
    • DirectX®: version 9.0 or higher (included with game)
    • Hard Drive: 3.75 GB minimum hard drive space
    • Sound: DirectX&reg 9.0 or higher compatible sound card
    • Controls: Windows-compatible keyboard and mouse
    • OS: Windows 2000/XP
    • Processor: 2.0 GHz Pentium(R) IV and AMD Athlon(tm)
    • Memory: 512 MB of RAM
    • Graphics: , 128 MB GeForce FX 5600 or higher or ATI(R) Radeon 9600 or higher
    • DirectX®: version 9.0 or higher (included with game)
    • Hard Drive: 6.0 GB minimum hard drive space
    • Sound: DirectX&reg 9.0 or higher and Sound Blaster Audigy 2 series sound card
    • Controls: Game Pad (optional)

Requisitos de Sistema (Mac)

    • OS: Snow Leopard 10.6.8, or later.
    • Processor: Intel Core Duo Processor
    • Memory: 2 GB of RAM
    • Graphics: ATI X1600 / NVIDIA 8600GT / Intel HD3000 or better card with at least 128 MB VRAM
    • Hard Drive: 4GB minimum hard drive space
    • Controls: Keyboard and Mouse
    • Leopard is not supported
    • OS: Snow Leopard 10.6.8, or later.
    • Processor: Intel Core i Series Processor
    • Memory: 4 GB RAM
    • Graphics: ATI HD 3870 / Nvidia 8800GT or better with at least 512 MB VRAM
    • Hard Drive: 4GB minimum hard drive space
    • Controls: Game Pad (optional)
    • Leopard is not supported
Análises úteis de clientes
4 de 4 pessoas (100%) acharam esta análise útil
12.5 hrs em registo
Pode ter já quase 10 anos mas é sem dúvida um dos jogos mais divertidos e interessantes de sempre ;)
Publicada: 25 Junho
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1 de 8 pessoas (13%) acharam esta análise útil
0.9 hrs em registo
Este Jogo é a maior seca de sempre, só o tenho porque veio com a bgamer, so joguei para ter as cartas colecionaveis da steam, mas nao aguentei mais a seca
Publicada: 7 Julho
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62 de 67 pessoas (93%) acharam esta análise útil
13.1 hrs em registo
Personally this is my favorite Double Fine game. Although it is about nine years old it still holds up as a good game with an interesting art style. Unlike most games built as an atempt at photorealism, the extremely cartoonish graphics and garish colour palette still looks good almost a decade after release. As all games from Tim Schafer the writing is magnificent, the voice acting is well done and the characters always have something important or hilarious to say. The setting of a Summer camp for Psychics not only influences the plot and gameplay but the dialogues actually sound like something children at summer camp would be saying, except that they are about the outlandish topics involved with a world surrounded by psychic weirdness. The gameplay is devided up into two sections, the overworld with some, but not much combat, sidequests, the one shop in the game, and most of the colorful non-essential dialogue, and the insides of the various character's minds. These minds serve as the various levels of the game, each with the same basic controlls but slightly different gameplay. The Meat Circus level is all about fast paced platforming, whilst Lungfishopolis is completely based on the combat system, and the Milkman level(BEST LEVEL EVER) is an old school inventory adventure puzzle mixed with a fever dream X-Files Plot. Throughout the game you gain psy powers that are used in combat and level navigation, some work as a long range attack with the need to collect ammo, and there is a bouncy ball/parachute power that makes platforming much more difficult and interesting.

Now that i have sufficiently gushed about all the things i freaking love about this game it is time to get realistic and talk about the flaws. Most of these flaws have to do with the fact that this was Double Fine's first attempt at an action game. the combat can be a bit annoying with enemy spamming getting overdone at times, that being said most of the basic enemies are too easy to dispatch and clearing the room becomes simply a chore without much actual difficulty. The controlls are somewhat soft and the platforming would be vastly improved by tighter controlls to allow for fine tuned navigation. and if you watch a let's play you can see that the dificulty scale starts off low but when it does ramp up it does so without telling you and later levels,(Milkman,Meat Circus) can become frustrating and take forever to get past, not allways from dificulty of combat or platforming but in the milkman level if you do not know what you are doing it can be almost impossible to figure some of the puzzles out organically.

All that being said these flaws are really not as bad as it sounds. the increased difficulty lends less to frustraton and more to angry inspiration to just beat this next level and prove that you are better than the game. and for the milkman, a quick glance at a gameFAQ can help if you get too badlt stuck, enough people have been frustrated by the level to have wonderfull walkthroughs made to relieve the tension. in the end the story and experience is so good it makes up for any akwardness in gameplay. 8/10, This game is a love it or hate it, and i love it, fantastic but not even close to perfect.
Publicada: 3 Abril
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19 de 21 pessoas (90%) acharam esta análise útil
10.9 hrs em registo
The story and level design certainly are original, and it was fun to play. However, wonky controls and sometimes horrendous camera control bring the score down a couple notches. 10 hours of game play make it definitely worth the money though.
Publicada: 24 Abril
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16 de 19 pessoas (84%) acharam esta análise útil
19.3 hrs em registo
Psychonauts is one of the most challenging platformers I've ever played. Finding and collecting secrets completely changes the game, so take the time to explore the environment and really enjoy the picture that Psychonauts paints. Overall, the experience is rewarding and you simply won't find another game quite like it.
Publicada: 2 Maio
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9 de 9 pessoas (100%) acharam esta análise útil
13.7 hrs em registo
Antes de ter jogado Psychonauts, eu conhecia Tim Schafer e a sua companhia Double Fine apenas pela reputação de criarem títulos extremamente criativos e com um grande sentido de humor, e Psychonauts é uma excelente prova de como esta reputação é bem merecida, mas será que este Platformer de 2005 ainda se aguenta hoje em dia? Veremos isso nesta análise.

Começando pelo mais óbvio, graficamente Psychonauts é um jogo que saio em 2005 para a Xbox original e como tal não esperem nada de alto nível nas texturas e afins, lado positivo disto é que qualquer PC actual ira correr com este jogo sem problemas. Agora apesar de pecar nos gráficos, em termos de estética é um dos títulos mais bonitos e criativos que já experimentei, cada mente em que mergulhas é uma paisagem única de loucura indo desde ruas mexicanas coloridas de preto e néon até os sonhos Bauhaus de um agente secreto, a equipa criativa da Double Fine esmerou-se nestes niveis e o melhor é que ao incio são bons mas ficam ainda melhores na segunda metade do jogo.

Mas existe um grande problema com o jogo, as cutscennes são prerendirizadas e estão com uma resolução baixa o que faz com tenham um aspecto estranho e desfocado, isto é uma grande falha na apresentação do jogo.O jogador ira entrar no papel de Razputin, um jovem acrobata de circo que foge dos seus pais para entrar no campo de Verão Whispering Rock para crianças psiquicamente dotadas, lá ele encontra outras crianças dotadas e com sorte tornar-se num Psychonaut, mas claro que nem tudo é tão simples quanto parece e rapidamente Raz encontra-se no meio de uma conspiração para dominar o mundo. Sim a história soa um pouco a desenho animado mas isto é um ponto forte do jogo, a história é simples de seguir logo qualquer membro da família a ira perceber e deixa muito espaço para a verdadeira estrela do jogo brilhar, os diálogos.No decorrer do jogo houve muitos momentos em que um sorriso brotou na minha cara e até houve alguns em que me ri bem alto porque o jogo tem muito humor e esse mesmo é bem utilizado, nunca houve um momento em que uma piada se repetira e nenhum do humor pareceu estúpido, sim existem piadas para os mais novos mas a verdade é que muito do humor é para o publico mais crescido, para não falar do facto que o jogo por vezes toca em assuntos bastante adultos, mas falo de uma maneira que uma criança ainda o possa jogar, muitos destes tópicos mais negros estão escondidos nas profundezas da mente das personagens ou então estão em plena vista mas é preciso ler entre as linhas para os perceber. Ao longo das 9 horas que precisei para terminar Psychonauts eu vi-me a preocupar com os habitantes deste mundo apesar de algumas deles serem vagamente humanóides e a razão por detrás disto é que estas personagens têm personalidade algo que infelizmente parece estar em falta em muitos títulos contemporâneos, também ajuda ter muitos actores reconhecíveis a dar a voz, como por exemplo Richard Horvitz no papel de Raz ou Tara Strong no papel de Sheegor.

Mas isto é um vídeo jogo e como tal também temos que falar da jogabilidade e Psychonauts é um excelente Platformer, utilizando apenas um teclado e rato não encontrei problemas de nota na jogabilidade a parte de o rato se mexer de uma forma estranha nos menus. Psychonauts é um Platformer da velha guarda, não é um título como Braid, aqui as platformas são rei e os puzzles quando os há são divertidos mas simples, logo não esperem um grande desafio mental. Psychonauts não é propriamente um título difícil mas lá para o final a dificuldade aumenta repentinamente o que ira causar alguma frustração com mortes baratas.

Então valera a pena jogar Psychonauts hoje em dia? Sim se se conseguir ver para além dos gráficos, Psychonauts é um daqueles títulos que se joga pelos diálogos e o facto de ter uma jogabilidade excelente faz com que seja um pacote ainda mais saboroso.
Publicada: 26 de Novembro de 2013
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