Paper Sorcerer is a stylish single player turn based RPG focused on strategy, party-building, and environmental puzzles. Fight with the skills and spells you've learned in a battle system that emphasizes strategy over grinding. Assemble a party of monsters and dark creatures to fight alongside you.
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Muito positivas (453 análises) - 83% das 453 análises de usuários deste jogo são positivas.
Data de lançamento: 21/nov/2013

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Análises

“This looks like a very interesting combination of old-school turn-based RPG, with a very interesting modern first-person aesthetic, fantastic use of blank space and unreal design.”
Rock Paper Shotgun

“Come on people, it’s only FIVE BUCKS and it’s one of the best overall gaming experiences I've had in 2013. Pick this up; you won't regret it.”
Diehard Gamefan

“Paper Sorcerer nevertheless doesn't lose an ounce of its incredible gameplay and in this way maintains an incredible classic charm.”
Indie Locus

Sobre este jogo

Paper Sorcerer is a stylish single player turn based RPG focused on strategy, party-building, and environmental puzzles. Fight with the skills and spells you've learned in a battle system that emphasizes strategy over grinding. Assemble a party of monsters and dark creatures to fight alongside you. Explore and solve environmental puzzles to unlock secret paths and find extra loot! A double-sided adventure, an RPG with adventure game elements.

Initial Steam release is for PC, Mac and Linux are in the works.
If you'd like to play it on Mac or Linux right away, you can pick it up on the website http://ultrarunaway.com, and we'll send you a Steam key later.




Save files from the demo transfer to the full version!

A powerful sorcerer is on the cusp of dominating the land. A group of heroes bands together and seals him away inside a magical tome. Now as the sorcerer you must escape from this ancient prison and find a way to regain your magical powers using your wits and an array of summonable creatures to aid you. There may be more powerful forces at work as you navigate the dungeons and fight the heroes sent to subdue you...

Key Features


  • Play as a renegade sorcerer as he struggles to escape the book prison and regain his powers.
  • Escape a magical prison filled with heroes hunting you down at every turn.
  • Leave behind mana and to-hit rolls for an exciting new battle system that emphasizes strategy and tactics over grinding.
  • Strategically manage an energy pool to unleash devastating special attacks in battle.
  • Assemble a party of fiendish creatures to join you as allies in battle.
  • Numerous different creatures and fiends to unlock, further customizing your party; including a healer Witch, a trickster Imp, assassin Troll, and a berserker Minotaur.
  • Discover fiendish puzzles and solve them with a combinations of spells, items, and your wits.
  • Hand-drawn high-resolution sprites
  • All-inclusive game, promise to never make you pay for DLC content.

Requisitos de sistema

    Mínimos:
    • SO: Windows XP
    • Processador: Pentium 4 1300 MHz 1.3 GHz
    • Memória: 512 MB de RAM
    • Placa de vídeo: Geforce2 MX 400 64/128-bit SDR, 64-bit DDR or better
    • Armazenamento: 500 MB de espaço disponível
Análises de usuários
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Muito positivas (453 análises)
Últimas análises
PresaDePrata
30.1 hrs
Publicada: 4 de janeiro de 2015
Esse é um jogo indie financiado pelo Kickstarter (recentemente soube disso através dos comentários do Retina Desgastada) com uma ideia muito boa e uma execução não tão boa assim. Pra não ser demorado demais nessa análise, irei enumerar os principais pontos positivos e os negativos.

PONTOS POSITIVOS

+ Gráficos muito bons, desenhados e animados à mão (imagine o tempo que isso levou);
+ Jogabilidade decente;
+ Dungeon Crawler (Explorador de Calabouço) clássico com quase todos os elementos do gênero;
+ Vários ajudantes (minions) pra escolher com múltiplas funções e estratégias por conta disso;
+ Bom início de história;
+ Textos sobre como funciona a prisão onde o personagem se encontra.

PONTOS NEGATIVOS

- Longo e Repetitivo. Jogo que deveria durar no máximo 15 horas e não 30 ou mais para maiores dificuldades (joguei no Hard)
- Música irritante. Ela começa boa e depois de 4 horas jogando torna-se extremamente repetitiva e irritante;
- Não é possível configurar o áudio
- Jogo parece amador, incompleto até, embora não tenha bugs;
- Suporte a controle quase funcional, a exceção do fato de que não dá pra abrir porta alguma. Mais frustrante do que não ter suporte a controle, por incrível que pareça;
- História se perde do meio pro final;
- Ajudantes (minions) desequilibrados. Alguns são apenas melhores (em níveis elevados) que outros, substituindo suas funções primárias

O jogo é bom. O que faz com que eu não o recomende é sua duração e repetitividade. A história parece mais adjunta ao jogo, mas mesmo assim eu tentei acompanhá-la. Alguns textos sobre a prisão na qual o personagem se encontra foram bem pensados e elaborados, típico de quem já jogou RPG de mesa e se perguntou como deveriam funcionar.

Se tiver numa boa promoção, vale uns R$ 5,00 ($ 3.00), mas você tem que gostar bastante do gênero e ter paciência com a música (que não dá pra tirar, diga-se de passagem) até que vale.
retinadesgastada
20.4 hrs
Publicada: 11 de julho de 2014
Na minha visão, o Kickstarter existe para que criadores com uma visão única possam encontrar seu público e conseguir financiar suas produções sem a interferência de intermediários ou investidores. E acredito que sejam merecedores de meu dinheiro aqueles projetos que não passariam incólumes ou não passariam de forma alguma pela junta de aprovação de uma grande produtora.

Paper Sorcerer é um destes deliciosos casos de um produto que jamais encontraria espaço no portfólio de uma empresa ou seria descartado com facilidade como o projeto de um louco.

Esse louco atende pelo nome de Jesse Gallagher. Sem nunca ter trabalhado na indústria de jogos eletrônicos ou mesmo ter recebido uma única aula de programação, ele resolveu criar um RPG para computador inspirado em suas ideias e na sua arte. Pediu 5 mil dólares no Kickstarter. Ganhou 13 mil.

A arte é justamente o que se destaca em Paper Sorcerer, um título de RPG medieval que parece ter saído direto da literatura de cordel, com tons monocromáticas e clima sombrio. E este estilo visual sui generis, com nenhum objeto ou ambiente realmente em 3D, se justifica no enredo: você é um mago, aprisionado em um livro mágico, que precisa enfrentar seus guardiões e soltar as linhas que prendem as páginas para que possa encontrar a liberdade. Como quem folheia um livro amarelado pelo tempo e corroído, você enfrenta uma grande quantidade de perigos, todos desenhados à mão com maestria e com animações de combate que evocam as animações pioneiras que flipavam o papel.

Gallagher poderia ter parado por aí, satisfeito com a beleza poética de seu jogo. Mas bebeu intensamente na fonte dos RPGs táticos do passado e criou um sistema de combate de turnos que desafia e empolga com suas infinitas possibilidades. Uma escolha errada pode ser literalmente a diferença entre ter todo o seu time pulverizado sem chance de reação e uma vitória impecável, quase sem danos. Eu sei porque eu vi isso, mais de uma vez.

Em Paper Sorcerer você controla um Invocador, um feiticeiro que é capaz de invocar criaturas monstruosas para lutar ao seu lado. São 12 seres diferentes, mas você precisa escolher três que irão acompanhar o personagem central em todos os momentos. A diversidade de estratégias diferentes que você pode criar aumenta exponencialmente o fator replay e certamente haverá uma combinação que será matadora para seu estilo de jogar.

No meu caso, meu primeiro escolhido foi um Troll. Arrependi-me amargamente porque ele não é tão forte nem tão resistente como imaginava, sendo mais útil para ataques-surpresa e danos críticos. Mas o jogo permite que você desbloqueie outras chances de escolher novos companheiros e meu time fechou com um Minotauro como DPS (um titã capaz de fazer mais dano que os outros três personagens juntos), um Vampiro que servia como Healer/DPS (mantinha os demais personagens vivos com curas, mas também era meu segundo maior atacante) e o Esqueleto como Tank (uma esponja de dano que raramente morria). No final das contas, o próprio Sorcerer que é o protagonista exerceu pouca influência no combate, sendo o mais fraco da minha formação.

Com itens espalhados pelo cenário e um treinador de perícias, eu maximizei as potencialidades de cada personagem. O primeiro quarto do jogo foi difícil, o segundo e o terceiro foram muito fáceis, e o último quarto deu uma boa guinada na dificuldade, com batalhas hercúleas.

O maior defeito de Paper Sorcerer é sua extensão. Uma prova de que o Kickstarter pode ser uma faca de dois gumes, uma vez que uma das metas de faturamento atingidas era a promessa de níveis extras. Com 30% a menos de conteúdo, o título seria menos cansativo e repetitivo. No total, há 10 blocos de masmorras no livro-prisão, que seguem basicamente a mesma fórmula: três andares com múltiplas salas e uma penca de inimigos antes do confronto com um chefe de fase. Por volta do bloco 7 eu já estava mais enjoado do que encantado com a mágica criada por Gallagher. Não por acaso, apenas 4,4% dos jogadores desbloquearam o achievement no Steam de atingir o final da história.

Surpreendendo ainda mais, o título também traz um humor único, sem cair no deboche ou na sátira pura e simples. Há um certo ar de jogo infanto-juvenil, seja na caracterização de alguns NPCs (o vendedor de itens é... inusitado) ou na forma fantástica como o epílogo acontece.

Não satisfeito em criar um RPG desafiador, bonito e único, Gallagher ainda inseriu um enredo sutil que se revela aos poucos, salas secretas para serem abertas para os mais devotados jogadores e compôs uma trilha ímpar, que consegue ser uma homenagem aos clássicos RPGs da era dos midis e ser macabra ao mesmo tempo.

Paper Sorcerer é o único projeto, dentro daqueles que patrocinei no Kickstarter, que foi concluído até agora. Não é uma obra-prima. Mas fico imensamente feliz ao saber que apostei certo e com muito orgulho de saber que o nome do Retina Desgastada está lá, endossando os créditos.

Mal posso esperar pelo próximo projeto de Jesse Gallagher e sua Ultra Runaway Games.

Originalmente publicado em: http://blog.retinadesgastada.com.br/2014/07/jogando-paper-sorcerer.html#ixzz37DhNmwqK
Análises mais úteis  No geral
13 de 13 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
20.4 horas registradas
Publicada: 11 de julho de 2014
Na minha visão, o Kickstarter existe para que criadores com uma visão única possam encontrar seu público e conseguir financiar suas produções sem a interferência de intermediários ou investidores. E acredito que sejam merecedores de meu dinheiro aqueles projetos que não passariam incólumes ou não passariam de forma alguma pela junta de aprovação de uma grande produtora.

Paper Sorcerer é um destes deliciosos casos de um produto que jamais encontraria espaço no portfólio de uma empresa ou seria descartado com facilidade como o projeto de um louco.

Esse louco atende pelo nome de Jesse Gallagher. Sem nunca ter trabalhado na indústria de jogos eletrônicos ou mesmo ter recebido uma única aula de programação, ele resolveu criar um RPG para computador inspirado em suas ideias e na sua arte. Pediu 5 mil dólares no Kickstarter. Ganhou 13 mil.

A arte é justamente o que se destaca em Paper Sorcerer, um título de RPG medieval que parece ter saído direto da literatura de cordel, com tons monocromáticas e clima sombrio. E este estilo visual sui generis, com nenhum objeto ou ambiente realmente em 3D, se justifica no enredo: você é um mago, aprisionado em um livro mágico, que precisa enfrentar seus guardiões e soltar as linhas que prendem as páginas para que possa encontrar a liberdade. Como quem folheia um livro amarelado pelo tempo e corroído, você enfrenta uma grande quantidade de perigos, todos desenhados à mão com maestria e com animações de combate que evocam as animações pioneiras que flipavam o papel.

Gallagher poderia ter parado por aí, satisfeito com a beleza poética de seu jogo. Mas bebeu intensamente na fonte dos RPGs táticos do passado e criou um sistema de combate de turnos que desafia e empolga com suas infinitas possibilidades. Uma escolha errada pode ser literalmente a diferença entre ter todo o seu time pulverizado sem chance de reação e uma vitória impecável, quase sem danos. Eu sei porque eu vi isso, mais de uma vez.

Em Paper Sorcerer você controla um Invocador, um feiticeiro que é capaz de invocar criaturas monstruosas para lutar ao seu lado. São 12 seres diferentes, mas você precisa escolher três que irão acompanhar o personagem central em todos os momentos. A diversidade de estratégias diferentes que você pode criar aumenta exponencialmente o fator replay e certamente haverá uma combinação que será matadora para seu estilo de jogar.

No meu caso, meu primeiro escolhido foi um Troll. Arrependi-me amargamente porque ele não é tão forte nem tão resistente como imaginava, sendo mais útil para ataques-surpresa e danos críticos. Mas o jogo permite que você desbloqueie outras chances de escolher novos companheiros e meu time fechou com um Minotauro como DPS (um titã capaz de fazer mais dano que os outros três personagens juntos), um Vampiro que servia como Healer/DPS (mantinha os demais personagens vivos com curas, mas também era meu segundo maior atacante) e o Esqueleto como Tank (uma esponja de dano que raramente morria). No final das contas, o próprio Sorcerer que é o protagonista exerceu pouca influência no combate, sendo o mais fraco da minha formação.

Com itens espalhados pelo cenário e um treinador de perícias, eu maximizei as potencialidades de cada personagem. O primeiro quarto do jogo foi difícil, o segundo e o terceiro foram muito fáceis, e o último quarto deu uma boa guinada na dificuldade, com batalhas hercúleas.

O maior defeito de Paper Sorcerer é sua extensão. Uma prova de que o Kickstarter pode ser uma faca de dois gumes, uma vez que uma das metas de faturamento atingidas era a promessa de níveis extras. Com 30% a menos de conteúdo, o título seria menos cansativo e repetitivo. No total, há 10 blocos de masmorras no livro-prisão, que seguem basicamente a mesma fórmula: três andares com múltiplas salas e uma penca de inimigos antes do confronto com um chefe de fase. Por volta do bloco 7 eu já estava mais enjoado do que encantado com a mágica criada por Gallagher. Não por acaso, apenas 4,4% dos jogadores desbloquearam o achievement no Steam de atingir o final da história.

Surpreendendo ainda mais, o título também traz um humor único, sem cair no deboche ou na sátira pura e simples. Há um certo ar de jogo infanto-juvenil, seja na caracterização de alguns NPCs (o vendedor de itens é... inusitado) ou na forma fantástica como o epílogo acontece.

Não satisfeito em criar um RPG desafiador, bonito e único, Gallagher ainda inseriu um enredo sutil que se revela aos poucos, salas secretas para serem abertas para os mais devotados jogadores e compôs uma trilha ímpar, que consegue ser uma homenagem aos clássicos RPGs da era dos midis e ser macabra ao mesmo tempo.

Paper Sorcerer é o único projeto, dentro daqueles que patrocinei no Kickstarter, que foi concluído até agora. Não é uma obra-prima. Mas fico imensamente feliz ao saber que apostei certo e com muito orgulho de saber que o nome do Retina Desgastada está lá, endossando os créditos.

Mal posso esperar pelo próximo projeto de Jesse Gallagher e sua Ultra Runaway Games.

Originalmente publicado em: http://blog.retinadesgastada.com.br/2014/07/jogando-paper-sorcerer.html#ixzz37DhNmwqK
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Não recomendado
30.1 horas registradas
Publicada: 4 de janeiro de 2015
Esse é um jogo indie financiado pelo Kickstarter (recentemente soube disso através dos comentários do Retina Desgastada) com uma ideia muito boa e uma execução não tão boa assim. Pra não ser demorado demais nessa análise, irei enumerar os principais pontos positivos e os negativos.

PONTOS POSITIVOS

+ Gráficos muito bons, desenhados e animados à mão (imagine o tempo que isso levou);
+ Jogabilidade decente;
+ Dungeon Crawler (Explorador de Calabouço) clássico com quase todos os elementos do gênero;
+ Vários ajudantes (minions) pra escolher com múltiplas funções e estratégias por conta disso;
+ Bom início de história;
+ Textos sobre como funciona a prisão onde o personagem se encontra.

PONTOS NEGATIVOS

- Longo e Repetitivo. Jogo que deveria durar no máximo 15 horas e não 30 ou mais para maiores dificuldades (joguei no Hard)
- Música irritante. Ela começa boa e depois de 4 horas jogando torna-se extremamente repetitiva e irritante;
- Não é possível configurar o áudio
- Jogo parece amador, incompleto até, embora não tenha bugs;
- Suporte a controle quase funcional, a exceção do fato de que não dá pra abrir porta alguma. Mais frustrante do que não ter suporte a controle, por incrível que pareça;
- História se perde do meio pro final;
- Ajudantes (minions) desequilibrados. Alguns são apenas melhores (em níveis elevados) que outros, substituindo suas funções primárias

O jogo é bom. O que faz com que eu não o recomende é sua duração e repetitividade. A história parece mais adjunta ao jogo, mas mesmo assim eu tentei acompanhá-la. Alguns textos sobre a prisão na qual o personagem se encontra foram bem pensados e elaborados, típico de quem já jogou RPG de mesa e se perguntou como deveriam funcionar.

Se tiver numa boa promoção, vale uns R$ 5,00 ($ 3.00), mas você tem que gostar bastante do gênero e ter paciência com a música (que não dá pra tirar, diga-se de passagem) até que vale.
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