After a tragic accident, neurobiologist Dr. David Styles has become a recluse, rarely leaving his home, the Dread Hill House. One day, Samantha Everett, a street magician, appears at Dr. Style's doorstep just as he is seeking a new assistant.
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Data de lançamento: 1/abr/2014

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Análises

“This is a gorgeous game and certainly among the best looking in the genre. Lots of beautiful locations and well-designed characters.”
7.5/10 – IGN

“Overall, this is an exceptional game that will grab hold of your senses while you play and put you in a state of immersion that few games can match, much like the very best of its spiritual predecessors.”
90% – RPG Fan

Sobre este jogo

After a tragic accident, neurobiologist Dr. David Styles has become a recluse, rarely leaving his home, the Dread Hill House. One day, Samantha Everett, a street magician, appears at Dr. Style's doorstep just as he is seeking a new assistant.

Samantha's first task is to find six people to form “The Lamb's Club” of human guinea pigs for Dr. Style's tests at Oxford University. The experiment starts off innocently enough, but then a chain of inexplicable incidents begin to occur, one after another.

Are these experiments as innocent as they appear? What is the true aim of Dr. Styles' research? What secrets are waiting to cross over from the other side?

In Gray Matter, legendary game author Jane Jensen (creator of the Gabriel Knight series) tackles questions concerning the nature of reality and the power of the human mind in a mystery adventure that comprises 8 massive chapters. Jensen combines the elements of science and the supernatural, together with her acclaimed emphasis on character and story to create an unprecedented paranormal experience that will keep you riveted until the very end.

Features:


  • From legendary game author, Jane Jensen, GRAY MATTER combines the elements of science and the supernatural, together with character and story to create an unprecedented paranormal experience.
  • A dark story told in the gothic novel style in eight epic chapters
  • Play as Dr. Styles and Samantha
  • Innovative gameplay that combines science and the supernatural

Requisitos de sistema

    Mínimos:
    • SO: Windows XP/Windows Vista/Windows 7/Windows 8
    • Processador: 1.8 GHz Processor or faster
    • Memória: 1 GB de RAM
    • Placa de vídeo: DirectX 9.0 compatible 256 MB Graphics Card with Shader 2.0
    • DirectX: Versão 9.0
    • Armazenamento: 6 GB de espaço disponível
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Recomendado
5.2 horas registradas
Publicada: 20 de junho de 2015
Inicio esta análise dizendo logo que Gray Matter é um jogo de adventure único.

Para quem conhece o trabalho da Jane Jensen, sabe que suas criações (tanto no mundo literário quanto nos games) são clássicas, mas o seu foco principal mesmo são os games de adventure. Ou melhor, indo direto ao ponto: a série Gabriel Knight. A autora ficou famosa mesmo com a série do escritor e "detetive" - Gabriel Knight - que possui uma livraria no centro de Nova Orleans e enfrenta - diante dos três games da série - variados temas em se tratando do sobrenatural. Mesclando tramas que poderiam facilmente serem jogadas num filme B trash condensado, as histórias acabam sendo um complexo labirinto de investigações num mundo sombrio e adulto, com carismáticos personagens, diálogos e muita (mas muita!) investigação. Quem gosta de jogos de adventure sabe muito bem que esses títulos são indispensáveis.

Enfim, falei da autora e dos seus clássicos. Agora chego ao Gray Matter.

Comparar esse jogo com a série Gabriel Knight seria muita sacanagem, eu não poderia fazer isso. Primeiramente porque o contexto é totalmente diferente, a época é outra (tanto nos games quanto na vida real), e Gray Matter foi uma tentativa da Jane de fazer um game que fosse um mix entre os antigos adventures com os games mais atuais, e com uma trama mais "light" e "adaptável" ao que vemos nos dias de hoje, e também que se adequasse melhor às massas (sendo bem direto, ela queria vender um produto/game que hoje em dia infelizmente pouquíssimos têm o interesse de jogar - um jogo de adventure que sairia tanto no PC quanto num console).

Mas diante de tudo isso, Gray Matter não é, nem de longe, um jogo menor. Não temos o peso dos antigos Gabriel Knight - a tensão psicológica proporcionada pelos personagens e os diálogos muito bem construídos da série clássica - mas Gray Matter consegue ser um adventure que faz bonito na época em que se encontra. Eu diria que é um game relaxante, artístico e com uma trilha sonora impecável. A dublagem é perfeita, e sempre temos um feeling dos clássicos adventures presente em cada passagem entre os Capítulos.

Mesmo eu tendo adorado a história de Gray Matter (tanto que o comprei novamente, agora na Steam, para jogá-lo do início ao fim mais uma vez), eu tenho que admitir que é o único ponto fraco do game em si, infelizmente. Como eu mencionei, a Jane tentou encaixar este game para as massas num mundo que permeia o PC e os consoles, o foco é vender, claro (isso é um mercado), portanto dificilmente veríamos temas pesadíssimos e complexos como nos antigos Gabriel Knight, mesmo. Eu já esperava isso. Eu até acho que a autora conseguiu aqui fazer mágica (nem a protagonista de Gray Matter - a Samatha - faria melhor, haha!), afinal uma história assim seria vista atualmente - facilmente - como algo que não vende. E por isso eu bato palmas para o game e o elogio ainda mais, mesmo achando que a história poderia ser muito, mas muito melhor e profunda. E, principalmente, com personagens mais bem explorados. Talvez a Jane pensasse em fazer isso com continuações (como fez em Gabriel Knight, onde explorou até demais o "casal" protagonista).

Aqui temos um contexto parecido, onde um "casal" vive aos "trancos-e-barrancos", cada qual com suas personalidades e ideais, e desse encontro - surpreendentemente - encontramos uma perfeita harmonia e uma parceria incrível para explorar os mais diversos temas. E, realmente, haveria uma continuação. A Jane pensava em fazer um "Gray Matter 2" na sua campanha de arrecadação de fundos para um novo game no Kickstarter, porém ela criou uma enquete para ver os interesses do público e lançou novas propostas de games - incluindo uma para "Gray Matter 2". E disso saiu o Moebius, um adventure completamente novo que nada tem a ver com o universo de Gray Matter. Um game que parecia uma grande ideia inicialmente, mas que para mim foi uma grande decepção. Mas enfim, sem choradeiras. Eu participei da campanha no Kickstarter, mas queria mesmo o "Gray Matter 2". #desabafo

Resumindo: recomendo demais este jogo para os amantes de um ótimo adventure, e também para quem quer relaxar com uma deliciosa trama que envolve truques de mágica, neurociência e um bom suspense. E torçamos para que uma continuação surja algum dia! ;)
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5 de 5 pessoas (100%) acharam esta análise útil
1 pessoa achou esta análise engraçada
Recomendado
16.7 horas registradas
Publicada: 15 de junho de 2015
Terminei o jogo agora mesmo. E cara! Como é bom!
Infelizmente, sou péssima em analisar jogos sem dar spoilers. ç.ç
Mas precisava deixar registrado aqui o quanto gostei desse jogo!
Com certeza recomendo! ♥
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Recomendado
9.0 horas registradas
Publicada: 1 de junho
Great plot with a good denouement.
Liked how the story fits in the very last detail and some parts are speculations as the car accident and the past of XXXXXX.
What bothered me was that the characters move VERY slow, I read on the forum somethings that might help, but i just can´t fix it. The plot is really good cause if it were not so, i would have abandoned the game.
Really enjoy the OST and the concept art. 10/10
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Recomendado
20.2 horas registradas
Publicada: 17 de abril de 2014
Como um adventure de mistério, Gray Matter é um prato cheio para aquele friozinho na barriga de ~suspense no ar~. O ritmo às vezes lento, às vezes rápido funciona perfeitamente, principalmente por nos deixar ansiosos se os mistérios tem motivos palpáveis ou se há mesmo algo místico na história. Acho que uma coisa que sempre me irrita (sempre não, porque com certeza é algo perdoável em alguns casos) em histórias sobrenaturais é o quão os personagens aceitam que aquele "fantasminha camarada falando com você" é algo "ok", e em Gray Matter, graças a deus, isso non ecxiste. E, ironicamente, deixa a fantasia ainda mais acreditável!

No mais, poucos são os detalhes que ficaram abaixo das minhas expectativas. Os personagens são carismáticos (principalmente Sam e os estudantes de Edmund Hall), os cenários são lindos e a jogabilidade, para um point and click, é bem acima da média. Uma ideia divertida foi a utilização de truques de mágica para solucionar puzzles, de maneira que você de vez em quando vai ter que parar na lojinha de instrumentos mágicos na cidade para "manter o estoque de "parafernálias mágicas".Talvez o sistema fique cansativo com o decorrer do jogo, mas sinceramente, eu achei a ideia bem cuidadosa (gosto quando um jogo parece ter sido planejado em todos os mínimos detalhes).

Além disso, devo abrir um parênteses para algumas escolhas tristes de dublagem. Senti alguns atores beeeeem forçadinhos (Helena e Angela, sorry), mas como tenho um bom coração, consegui relevar por ser um jogo indie. Ainda assim, para tentar melhorar a parte sonora da obra, a trilha sonora de Gray Matter é maravilhosa! Sério, hands down! Até baixei a música deliciosa do The Scarlet Furies, que toca sempre no menu e é o teminha da Sam. <3
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Recomendado
21.0 horas registradas
Publicada: 13 de dezembro de 2015
Great game. Enjoyed a lot playing. You can see that a great amount of effort and thinking was put into it, since i was able to find lots of references to books, history and science. (And a small easter egg of the stargate franchise). I recomend it!
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Recomendado
32.8 horas registradas
Publicada: 12 de dezembro de 2015
Gray Matter foi uma surpresa agradável. Comprei o jogo sem expectativas grandiosas, por ocasião de uma promoção e, quando vi, estava passando horas e horas ajudando a Sam a resolver os mais variados puzzles. História envolvente, lindos cenários, cutscenes adoráveis. Pra quem gosta da jogabilidade point and click (sou dessas), esse jogo pode entreter por um bom tempo.

Nota-se a preocupação de Jane Jensen em entregar uma história bem escrita, cheia de pequenos detalhes que a enriquecem. O clima gótico que permeia o game se intercala com momentos interessantes de humor, porém não de forma pretensiosa. As reviravoltas não são poucas, e você se pega refletindo em como a fala desse ou daquele personagem se encaixará nos mistérios. A protagonista, Samantha, é cativante e parece ter caído perfeitamente no papel que lhe foi designado. E o que falar da trilha sonora? The Scarlet Furies se mostrou o balanço perfeito para dar aquele clima sombrio, porém ainda delicado e doce. Não conhecia a banda e curti muito.

O ponto baixo de Gray Matter, a meu ver, está na própria jogabilidade. O jogo é lento para carregar novos locais e a movimentação da personagem, mesmo utilizando o comando clique duplo para correr, pode ser desestimulante pra muitos jogadores. Outro aspecto (que já foi bastante trabalhado pelo que vi em discussões, mas que ainda tem bastante a melhorar) são os bugs. Alguns vão te fazer reiniciar o jogo para tornar possível a jogabilidade - e ainda bem que colocaram a opção de salvar o game em praticamente todo momento.

No mais, recomendadíssimo, especialmente para fãs de um bom mistério/suspense que não são tão exigentes com jogabilidade.
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