The Cat Lady follows Susan Ashworth, a lonely 40-year old on the verge of suicide. She has no family, no friends and no hope for a better future. One day she discovers that five strangers will come along and change everything...
Análises de usuários: Muito positivas (1,111 análises)
Data de lançamento: 1/dez/2012

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Recomendado por curadores

"A dark, twisted, and violent horror point and click. To say the story is crazy would be an understatement, yet it still manages an emotional connection."

Análises

“Amazing story that maturely delves into raw human emotion”
4.5/5 – Adventure Gamers

“The Cat Lady is the finest horror adventure I've ever played. In fact, it's one of the finest adventure games I've ever played, period.”
A+ – Just Adventure

“The Cat Lady is a refreshing, intelligent and intriguing game and one of the best I have played this year”
9/10 – Bloody Disgusting

Sobre este jogo

The Cat Lady follows Susan Ashworth, a lonely 40-year old on the verge of suicide. She has no family, no friends and no hope for a better future. One day she discovers that five strangers will come along and change everything...

By author Remigiusz Michalski (Harvester Games) this suspenseful psychological horror game features stylized artwork, a simple keyboard control method and English voice acting, plus a compelling, atmospheric 70 minute soundtrack by micAmic and featured artists Warmer, 5iah and Tears Of Mars.

The Cat Lady contains strong adult themes and is recommended only for players over 18.

Requisitos de sistema

Windows
SteamOS + Linux
    Minimum:
    • OS: XP, Vista, 7
    • Memory: 500 MB RAM
    • DirectX: Version 9.0
    • Hard Drive: 2 GB available space
    Recommended:
    • OS: XP, Vista, 7
    • Memory: 1 GB RAM
    • DirectX: Version 9.0
    • Hard Drive: 2 GB available space
    Minimum:
    • OS: Debian 7
    • Memory: 500 MB RAM
    • Hard Drive: 2 GB available space
    Recommended:
    • OS: Debian 7
    • Memory: 1 GB RAM
    • Hard Drive: 2 GB available space
Análises úteis de usuários
30 de 31 pessoas (97%) acharam esta análise útil
13.9 hrs registradas
Publicada: 30 de outubro
The Cat Lady não deve ser considerado totalmente um jogo, a melhor definição para ele é Filme Interativo. De qualquer forma, ele é um point & click de terror psicológico com muito drama envolvido. Possui características únicas pra um gênero comum, que surpreende do começo ao fim, acompanhado de uma forte e envolvente história.

Sua jogabilidade é simples, você anda para a esquerda e para a direita e pode interagir com objetos ou NPCs. A ideia principal gira em torno disso, e assim você deve resolver os puzzles que cada capítulo possuí, usando objetos coletáveis e tudo que for possível interagir. A dificuldade desses desafios é enorme, sem nenhum guia, o jogador tem que explorar o máximo possível pra juntar as peças e entender o que deve ser feito para avançar durante a trama. São ótimos puzzles, que realmente traz um atrativo ainda maior pro jogo.

O enredo pode ser definido com apenas a palavra "perfeição". Abusando da temática pesada, The Cat Lady se torna um jogo absurdamente envolvente, que tende a passar os sentimentos da protagonista pro jogador. É uma experiência que poucos jogos sabem fazer com eficiência, e esse é um daqueles que sabe. Tudo gira em torno de depressão, tristeza e suicídio, mas ao longo da campanha é possível extrair mensagens extremamente positivas, mesmo com o terror psicológico constante.

A trilha sonora é o que complementa tudo. Cada faixa é maravilhosa, principalmente se tratando do contexto em que é aplicada. As músicas, desde originais do jogo como as de artistas e mesmo não aparecendo a todo o momento, são extremamente expressivas, causando um impacto muito maior nas situações. Essa é uma excelente qualidade pra esse gênero de jogo, o que acaba exaltando ainda mais a ideia de empatia entre protagonista e jogador.

A ambientação é muito bem feita, acompanhada de uma arte expressiva e uma dublagem excelente, o jogo usa e abusa de uma atmosfera profundamente sombria. Essa é uma ideia que traz uma imersão ainda maior pro universo da protagonista, um mundo sombrio e triste. Essa sensação irá te acompanhar do começo ao fim da aventura, que será de extrema importância para a experiência se destacar ainda mais.

The Cat Lady é um jogo que mesmo coberto de tristeza e coisas sombrias, consegue ensinar valores morais muito importantes para qualquer pessoa, tudo expressado de uma forma única. Extremamente recomendável para pessoas que buscam uma excelente história para apreciar e um grande desafio intelectual. Esse é com certeza um dos jogos com maior carga de humanidade já produzido.
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28 de 29 pessoas (97%) acharam esta análise útil
9.4 hrs registradas
Publicada: 15 de outubro
Nota: este jogo pode não ser recomendado para todos os públicos. O mesmo contém conteúdos que alguns jogadores podem considerar questionáveis ou ofensivos. Recomenda-se um bom domínio da língua inglesa para a compreensão dos diálogos e da história.

O gênero que mais chama-me a atenção é o de terror. Por mais que eu tenha um pavor enorme, é neste gênero que encontramos excelentes tramas e principalmente, experiências que pouquíssimos jogos conseguem oferecer. The Cat Lady é um jogo de terror, mas não como eu imaginava ser. Trata-se de um título cria uma pressão psicológica sobre o jogador, sem o uso desnecessário e abusivo de jumpscares para garantir tal imersão. O terror psicológico está em compreender a história e acompanhar os fatos de uma temática bizarra, constítuida por uma estranha e ainda sim excelente arte e uma trama excelente.

Standing by the river I wonder...

The Cat Lady foge das características atuais de jogos categorizados como terror, por utilizar-se de mecânimos mais inteligentes que jumpscares para surpreender o jogador. O foco de The Cat Lady está em garantir que o jogador sinta a experiência e tenha medo dela por conta de sua imersão, e não por conta de sustos programados. A trilha sonora, a arte e a dublagem trabalham magnificamente em criar esta experiência, que não só surpreendem, mas destacam-se logo no início por conta de suas qualidades.

Do I need a stone?

Assim como Gone Home e To the Moon, The Cat Lady apresenta um excelente enredo. O grande foco está na narrativa desta história, contando uma história constituída por sofrimento e agonia: uma agonia enfrentada Susan Ashworth, também conhecida como The Cat Lady - este o porquê do título do jogo. Depressiva, Susan narrará sua vida, seu cotidiano e todo o sofrimento que lhe aflige por todos estes anos. A história é dividida em capítulos em que, conforme suas decisões, apresentarão rumos e conclusões diferentes. Há uma grande quantidade de diálogos e textos que explicam cada objeto, item ou situação encontrada pelo jogador, que requerem paciência e atenção. Mesmo com uma atenção rígida dada a personalidade de cada personagem, senti-se que um certo aprofundamento na história não foi devidamente explorado, deixando certos fatos ou inexplicados ou apenas brevemente desenvolvidos. Isso permite a cada jogador criar expectativas ou conclusões diferentes relacionados ao subplot não explorado.

A arte, mesclando entre a realidade e a fantasia, a trilha sonora e a dublagem demonstram e narram perfeitamente esta história e garantem que cada diálogo tenha o seu devido efeito no jogador. Esta experiência aparenta ser curta, mas ela lhe garantirá ao menos 9hrs de jogo. A busca por múltiplas decisões e pelas conquistas do jogo podem estender esta experiência para até 13hrs de jogo, ou mais.

No... My heart is heavy enough...

Infelizmente, The Cat Lady não é perfeito e jamais será. Sua jogabilidade é estranha, com controles que não respondem exatamente ao seu comando; a dublagem apresenta uma baixa qualidade de aúdio e há um certo problema com as resoluções do jogo. Isto o torna um jogo peculiar, já que tais problemas tornam-se características - ou até mesmo elementos - do jogo, como se fossem ideais para a experiência - ou parte dela - que o mesmo oferece, já que não há nada que atrapalhe, arruine ou comprometa a experiência.

It will drag me down for sure.

The Cat Lady não é um jogo inovador, mas é um jogo que apresenta qualidades difíceis de serem encontradas. A complexidade dos puzzles o torna um jogo que não exatamente requer um bom raciocínio, mas atenção máxima aos detalhes dos cenários, que oferecem pistas suficientes para que o jogador consiga compreendê-los. Realmente, não há segredos na fórmula de The Cat Lady, mas definivamente há qualidade. Essa qualidade impressionou-me e provavelmente continuará a impressionar novos jogadores.

Poema "River" escrito por Agnieszka Surygala. Recitado por Susan Ashworth.
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8 de 8 pessoas (100%) acharam esta análise útil
24.2 hrs registradas
Publicada: 13 de julho
Susan Ashworth, a protagonista depressiva que tentou que suicidar teve uma experiência desagradável, onde acordou em um campo de trigo onde ela conhece uma senhora que se chama: The Queen of Maggots.
Ela diz que pode acabar com aquele sofrimento, mas para isso ela tem uma tarefa para Susan, matar 6 pessoas que aparecerão em sua vida onde a sexta pessoa que não pode morrer acabará com aquele seu sofrimento.
O jogo é feito sobre fotografias, que deixa o jogo mais sombrio, alguns cenários lembram até pinturas famosas. A trilha sonora e sombria e triste.
Seus gráficos 2D ajudam um pouco com a parte sombria do game.

Recomendado!
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4 de 4 pessoas (100%) acharam esta análise útil
4.5 hrs registradas
Publicada: 11 de agosto
No "Bardo Thodol", conhecido no ocidente como "Livro Tibetano dos Mortos", o termo "bardo" diz respeito a seis estados cíclicos de consciência, três dos quais ocorreriam durante e após a morte, antes do renascimento. No penúltimo deles, o Chönyid bardo, haveria o risco de a consciência experimentar a realidade como uma sucessão de alucinações assustadoras.

Essa experiência limítrofe, de nem vida nem morte, é uma condição familiar para quem sofre de depressão clínica, e de certo viés os bardos servem como analogia da evolução de um episódio depressivo. Isso é demonstrado com maestria no aventure "The Cat Lady" - em tradução livre para o português, "A Moça dos Gatos"-, disponível no Steam para PC (Windows e Linux).

Susan Ashworth, a protagonista, tem 40 anos, vive sozinha com seus gatos e se suicida logo no início.

Em seguida, separada enfim do corpo mas não da vida e de suas interconexões e consequências, sua consciência vaga atônita por um cenário entre tétrico e bucólico até encontrar uma cabana onde vive uma velha senhora, que se apresenta como Rainha dos Vermes.

Presenteada a contragosto com a imortalidade, Susan é enviada de volta à vida pela Rainha dos Vermes com a missão de se confrontar com cinco indivíduos sobre os quais nada sabe.

Após uma transição um tanto sanguinolenta, Susan aparece num hospital, sendo avaliada por um psiquiatra, e o jogo começa de fato.

"The Cat Lady" usa com inteligência elementos de horror como representação alegórica das agonias da mente deprimida.

Os "puzzles", elemento tradicional das mecânicas do gênero, são relativamente simples.

Além da construção detalhada de um cenário de pesadelo íntimo conhecido por milhões de pessoas, o forte do jogo está na caracterização. Quantos outros games poderiam ser chamados de "estudo de personagem" sem forçar a barra? Susan não é monodimensional e reativa como o protagonista de "Actual Sunlight", recente "visual novel" que também lida (de maneira muito mais pobre) com os temas depressão e suicídio.

Nas conversas e interações com os outros personagens e no enfrentamento com os cinco "parasitas", não apenas conhecemos mais a fundo as facetas da personalidade de Susan como assistimos à desconstrução do seu discurso.

E isso com bons diálogos, algo essencial num adventure, e uma dublagem de qualidade surpreendente para uma produção independente. Um game que surpreende e, como muito poucos, merece o termo "jogo adulto".

Quanto mais jogos lidarem de forma madura e direta com temas considerados difíceis ou não divertidos, melhor. A interatividade é uma linguagem poderosa, e acredito que favorece como nenhuma outra o investimento emocional, a internalização de experiências e a promoção de empatia (ou, no outro lado do espectro, da falta dela).

Assim, seria uma pena se ficasse limitada à diversão pura e simples. Nada contra a diversão, longe disso, mas tudo contra somente ela: para que os games saiam de vez da adolescência como forma de expressão, precisamos de jogos que reflitam toda a riqueza da experiência humana. Inclusive sua miséria.

***
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/danielpellizzari/2014/05/1452026-sofrendo-para-aprender.shtml
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4 de 5 pessoas (80%) acharam esta análise útil
15.0 hrs registradas
Publicada: 6 de outubro
O jogo trata temas como o suicídio, mutilação e a depressão (e outros temas bem pesados), por isso recomendo apenas para pessoas já maturas.

O que falar desse jogo, cara? Esse jogo é simplesmente fantástico, velho! Se você é o tipo de gamer ''PEW PEW, BOOM, MORREU, MORRI, QUE GRAFICO RUIM, AF'' pode passar longe desse jogo, acredite, você não vai gostar (talvez goste, vai saber).

Esse jogo conta a história de Susan Ashworth, uma solitária mulher de 40 anos que se suicida. A trama conta com uma história envolvente, e contém uma forte mensagem moral. Tem disponível no jogo três finais possíveis. Todos eles (na minha opinião) ótimos e com uma mensagem fantástica. Posso falar sem medo de me arrepender que foi o melhor jogo que já joguei na minha vida. Esse jogo me ajudou e me fez questionar sobre coisas do meu cotidiano e o modo como trato a vida. Esse é um jogo indie simples, com gráficos 2D, e mesmo assim é um jogo lindo, que prova que não é necessário gráficos exagerados e nem ''pew pew'' pra se fazer um bom jogo.
Recomendo fortemente! Precisamos de mais jogos como The Cat Lady. The Cat Lady é mais que um jogo 2D, é uma obra de arte.

Obs: Se você for daqueles que não entende o propósito de jogos como esse, melhor nem baixar, porque esse jogo não merece um voto negativo.
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
13.3 hrs registradas
Publicada: 30 de agosto
The Cat Lady conta a historia de Susan Ashworth, uma mulher bastante depreciva e que não ver mais motivos para continuar vivendo. Após tirar a sua propria vida tomando varios compimidos ela aparece um lugar estranho, nesse lugar ela conheçe uma senhora que se diz a Rainha das larvas, essa senhora fala que ela deve encontrar 5 pessoas, 5 pessoas que fazem coisas terriveis e que Susan deveria matalas, e enquanto essas pessoas estivessem vivas Susan seria imortal!

Durante o jogo você pode fazer escolhas, são varias, nem todas vão interferir na historia e o jogo segue mais ou menos 90% linear!

O jogo passa uma linda mensagem, ele nos mostra o quão complexa é a mente humana, mostra que necessitamos de amor em nossas vidas, e que sem ele nosso mundo não faz o mimimo sentido. E que sempre que estivermos mal, sempre que pensarmos que não tem mais jeito, Alguem pode entrar em sua vida, e fazer com que todo o seu mundo torne-se algo melhor!

Outra parte de grande destaque do jogo fica pela trilha sonora, simplesmente a melhor que eu ja vi em um jogo, musicas simplesmente lindas e que fazem qualquer um arrepiar no exato momento em que elas tocam!

Na parte dos graficos, vi muita gente reclamando, mas na minha opnião, eles são perfeitos, conseguem passar a sensação de cada lugar, mostra a tristesa de um certo comodo, como tambem a tensão, o medo, ou até mesmo a felicidade de outro. Eu particulamente gostei muito deles!


The Cat Lady foi um jogo que me emocionou muit e me fez pensar bastante sobre a vida!
Sem duvida um dos melhores que joguei até hoje.

Super-recomendo para quem quiser jogar!
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
11.4 hrs registradas
Publicada: 16 de agosto
O melhor indie que já joguei. Envolve depressão e suicídio, com cenas curiosas, trilha sonora e personagens envolventes, e uma história espetacular.
Recomendo.
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
12.2 hrs registradas
Publicada: 17 de novembro
Como dizem, The Cat Lady é mais um filme interativo do que um jogo, mas acredito que é exatamente por isso que eu fiquei tão envolvido jogando. A história e a trilha sonora são sensacionais!

Pagaria tranquilamente o dobro do valor desse jogo sabendo o quanto iria me diverti com ele e espero muito por uma continuação ou nova história com esse titulo.
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
12.0 hrs registradas
Publicada: 2 de dezembro
"A violência do jogo é extremamente forte. É um jogo extremamente perturbador, assustador e horrível. Não que seja ruim, a violência só trás uma emoção á mais no jogo, mas, não é aconselhável para qualquer um. Inclusive, The Cat Lady consegue colocar a violência, ás vezes, até como algo artístico (como mulheres mortas atrás de molduras, imitando obras de arte famosas).
O jogo, mostra também, como as pessoas podem enganar uma as outras, e como nem tudo é o que parece. Com certeza, em algum momento de sua vida, alguém fingiu que queria te ajudar, quando, de surpresa, essa mesma pessoa te apunhala pelas costas.
esse jogo, assim como alguns outros, é feito de escolhas á partir das falas. Você pode tanto ser a pessoa mais rude quando a mais doce. Pode ser extremamente verdadeira ou extremamente mentirosa. Insensível ou Compreensiva.
O fato de Susan ser imortal, não tirou meu medo do perigo. Mesmo eu sabendo que podia ser morta com um furo no peito, e logo iria acordar em algum lugar bizarro e voltar a ação, eu sentia medo. Nesse jogo, você quase nunca se sente seguro, em lugar nenhum, você sempre tem medo que algo possa acontecer ou o que está bom, levar uma mudança drástica e virar uma completa desgraça.Enfim, para terminar, eu repito.
The Cat Lady é um jogo perturbador e melancólico, que vê a beleza na tristeza e no vazio. É um jogo que é preciso que seja jogado. Sem dúvidas, uma experiência diferente e envolvente. Eu não tenho nada o que reclamar do jogo. Não é muito recomendado para pessoas sensíveis demais."

Faço das palavras dela as minhas. ;) Bom jogo, peoples!
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3 de 5 pessoas (60%) acharam esta análise útil
1.7 hrs registradas
Publicada: 2 de outubro
ameii
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1 de 2 pessoas (50%) acharam esta análise útil
10.0 hrs registradas
Publicada: 1 de novembro
I love this game <3
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1 de 2 pessoas (50%) acharam esta análise útil
1.6 hrs registradas
Publicada: 2 de outubro
The Cat Lady

Um jogo interessante, com uma história fascinante.
Pelo que eu joguei, e não sou muito bilingue, entendi:
Você é Susan, uma mulher que se suicidou, e ficou numa espécie de purgatório.
No começo do jogo você vai se sentir meio perdido, é oque o jogo quer.
Siga coisas estranhas, exemplo de animais, vão te levar a história.
O jogo é de horror game, mas não um terror muito pesado.
Tem puzzles também, não muito difícieis.
Você tem que seguir oque a Rainha das Larvas quiser, além da história fascinante.
A parte da ironia é bem legal, o ruim é que se você não entende muito bem inglês ou espanhol fica dificil entender.
Um ótimo jogo pra passar o tempo, você quer cada vez saber mais da historia, e tem escolhas a fazer como perguntas.
Recomendo jogar.
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76 de 83 pessoas (92%) acharam esta análise útil
11.7 hrs registradas
Publicada: 6 de agosto
Every once in a while you come across a game that strikes a chord unlike most others. A game that touches something profoundly deep in you and perhaps parallels your own life in many ways. I haven't found a lot of these games. In fact they can be counted on one hand, but The Cat Lady is among those few.

What I am about to write will be a somewhat biased review of this magnificent work of art. Biased because the game touches upon emotions and experiences all too real and haunting to me personally. But I will try to maintain some objectivity towards the game from a more general gameplay perspective as well. So a quick warning to you, dear reader, I may get quite sentimental and soppy writing this.

The Cat Lady is a 2D story driven psuedo-psychological horror adventure puzzle rooted in borderline depression, chronic loneliness and suicide. It puts you in control of Susan Ashworth, a 30-something year old woman who has taken her own life to end her emotional suffering. But instead of death's cold embrace she so longs for, a twisted fate has her waking up in a windswept corn field in Limbo, where she is forced into a mysterious pact with the Queen of Maggots; Susan must return to life and kill five evil psychopaths before she herself is allowed to finally die. Until then, she is gifted with immortality - much to her distress - for that is the last thing a suicidee could have wished for.

The bleak noir graphics and bone-chilling eerie music will plunge you into a dark and foreboding atmosphere with grotesque and nauseating visuals at every corner. Much of the game is portrayed in a borderline black-and-white style, and there is an everpresent gloom shrouding nearly every aspect of the game. It is unnerving and bizarre from start to finish. The bulk of the gameplay is done through ”find X and use on Y” type puzzles, most of which aren't too difficult to figure out.

The controls are a bit clunky and odd, and the volume on voiced dialogue and effects suffer from poor balancing. Although there are a few game-altering choices along the way, most of the story is very liniar and easy to complete. The real staying power of the game is its dialogues, character development and the exciting way the story unfolds. It draws you in and makes you want to continue onwards. The game dazzles you with its intense atmosphere, engaging social interactions and excellent writing. It is never boring; an interactive and gripping tale of fear, angst and a fair share of violence and gore with even some humor and laughs in the mix.

What strikes me the deepest about The Cat Lady is the gradual development of Susan's struggle against her depressive life. As the story progresses, she grows and develops so profoundly. More and more you begin to realize that beneath the haunting artstyle and horror, this is not just a story about monsters and murder; it is a story about conquering fear and negativity, a tale about heartfelt friendship and love. It is inspiring. It is empowering. And it is so vivid and genuine. Even if you have not been through the dark recesses of suicide and depression yourself, Susan's journey will still be a tear-wrenching tale of victory and self-enlightenment.

The Cat Lady is a hauntingly beautiful game that can be very scary to play. Not just because of its creepy visuals, atmosphere and effects - but moreso due to its brutal and genuine delving into the sickness of a broken human psyche. It is real. It is profound. I almost could not get past the first two chapters of the game for these reasons. But I am ecstatic that I pressed past my angst and stuck with it, because Susan's story unfolds into just a mindblowingly amazing telling of loneliness and tragedy turned to life and strength, love and friendship. She becomes an angel of vengeance, sent to kill demons in human disguise, but ultimately conquers her own demons as well.

Thank you, Harvester Games. You are gaming angels in disguise <3
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67 de 70 pessoas (96%) acharam esta análise útil
26.5 hrs registradas
Publicada: 21 de dezembro
This is a horror game about Susan Ashworth a 40 year old lady who is suicidal and suffers from depression.
The game is about the choices we make and the consequences from making those choices.
A very good story and voice acting. Worth your time.
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64 de 68 pessoas (94%) acharam esta análise útil
8.6 hrs registradas
Publicada: 28 de setembro
This is one sick twisted game. It's a noir adventure game, something that is pretty innovative I think-- At least I haven't played anything quite like this before. It is an interesting blend of genres and themes that makes for a novel and stimulating gaming experience that doesn't feel played out.

It really pushes the envelope with some twisted, demented scenes that are hard to not enjoy, and become immersed in... even if you aren't really a fan of adventure games, if you want something creepy, thrilling, and with good writing and immersion: then I think you will like this game.

The writing is amazing in my opinion... and voice acting is extremely solid for the most part -- it has some of the deepest, trippiest, creepiest stuff going on I have seen in a game. The noir art style works, even though the graphics are simple it just somehow fits well with the tone of the game. The truth is, all the pieces of the puzzle just work together perfectly to create an enjoyable experience.

It takes really good writing and solid acting to be able to create an immersive atmosphere in a simple side scrolling adventure game, but this game delivers and then some. I'll admit, the story gets a little ridiculous and/or confusing at moments but that is part of the atmopshere.

As far as the actual puzzle solving goes, its a pretty simple game. Theres really more of a focus on the story and just creating an eerie atmosphere then there is on solving puzzles... but there is some thinking to be done-- just the right amount for the tone of the game in my opinion.
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40 de 40 pessoas (100%) acharam esta análise útil
3.3 hrs registradas
Publicada: 25 de dezembro
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Click for Gameplay Trailer
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>>>>>>>>>>This is my review account, because the low playtime.<<<<<<<<<<<
Graphics:
+ well-drawn backgrounds
+ artistically challenging
+ atmospheric light and shadow
- animations are stiff
- getting used to

Atmosphere:
+ melancholic depressive mood
+ authentic-looking figures
+ gentle humor
+ depression can be understood

Sound:
+ quality soundtrack
+ synchronizes all characters
+ varied and atmospheric soundtrack
+ a solid effect noises

Balance:
+ pleasant game pace
+ demanding and fair
+ also suitable for adventure beginners
- sometimes too easy

Story:
+ exciting story
+ unforeseeable twists
+ captivating finale at the end of each chapter
+ profound exploration of human suffering

Characters:
+ susan as tangible deliverables and broken anti-heroine
+ excellent side characters
+ terrifying psychopathic opponents
- whose motives are often not clear enough

Dialogs:
+ taboos and honest discussions
+ places funny deposits
+ interesting discussions
+ we write Susan's story
+ dialogues have an impact on the end

Puzzles:
+ varied
+ fit well in the world
- play a minor role
- sometimes too easy
- only serve as a link between the story deposits

Game Size:
+ solo playtime around 12 hours
+ numerous puzzles
+ varying locations in seven chapters
+ high replay value
- sometimes idling in quiet passages

Multiplayer: no multiplayer

In Adventure The Cat Lady we head out on a dark and disturbing journey into the depths of the human psyche.
Right at the beginning of The Cat Lady Susan commits suicide so. Surprisingly, her spirit wakes but in a surreal and colorful world. They can not believe their eyes. A blue sky and amber wheat field. When was the last time they saw only their environment in such abundance of color? Is it in paradise? Are the torment over? Unsuspecting and full of hope for salvation she progresses through the dreamlike world.

Susan will get a second chance, but the price is high. You should kill five people on behalf of the old woman. They would indeed seem harmless and peaceful at first glance, but are in fact terrible monster.
So Susan can commit the murders, you want the old woman give immortality as long as is also only one of the five people alive. If the cat lady dies or kills himself, her spirit returns after a short stop in the intermediate world back into her human body back.

The Cat Lady is not a Point'n'Click adventure in the classic sense. The game is entirely controlled by the arrow keys and Enter and is decorated throughout in 2D. So Susan moves similar to a side-scroller exclusively to the left and right. We reach a relevant hotspot, can be opened with the upper arrow key to highlight the interaction menu is again selected an action from the and pressing the Return key.
To access the inventory, we press the down arrow key. The interaction and movement possibilities are so pretty limited, but reinforce the feeling of tightness and hopelessness on mechanical and optical level.
However, it is a pity that we can not combine multiple objects together within the inventory. This is the game only indirectly possible (eg by means of a workbench), what the puzzle fun but does not detract.

Adventure typically we have in The Cat Lady solve all kinds of puzzles and combine items together. The puzzles are mostly logical and comprehensible, and we rarely have trouble finding the right items. A boring walk is puzzling but not. So we have to flee for example, at one point in the game from the torture chamber of a brutal ♥♥♥♥♥♥. The problem here is that Susan is unarmed while their tormentors equipped with a gun in the next room holds a nap before settling his victim "take care" wants.

The Cat Lady also underlines visually and acoustically his adult character. Regularly be dark sections alternate black and white from colorful passages. The game is often decorated in muted colors or equal to black and white and rather reminiscent of an artistic and experimental comic than a game. Succeeded how Susan's psyche in the barren interior areas reflects: While it is at once beautiful around them, it remains in her and her home still dark and dreary. The backgrounds were incidentally composed of edited photos and painted elements. On her move the drawn and only rudimentary animated characters.

The Cat Lady uses the framework of a horror story to set up a truly mature and moving portrait of a woman attempting to claw her way out of pain and sadness.

Score: 83 / 100
gamestar.de

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43 de 49 pessoas (88%) acharam esta análise útil
7.8 hrs registradas
Publicada: 23 de outubro
"The Cat Lady" will hurt you. The story of Susan Ashworth, a failed suicide forced to take a different path, will cause you pain and a degree of mental anguish - and that's okay, because there are some things that *should* hurt when you experience them, even through the proxy of a video game.

The game can be thought of as having two halves that intertwine with each other throughout. One half deals with Susan Ashworth's confrontation with five "parasites" - serial killers whose exploits are depicted with unsparing detail. This portion of the game is suspenseful, gory, horrifying, and ultimately not all that interesting; the shocks and surprises are so over-the-top that they're easily dismissable as something that only happens in the world of make-believe.

The power of "The Cat Lady" comes from its other half. This part of the story is far more personal, dealing with the past trauma that led to Susan's suicide attempt; her growing friendship with a young boarder named Mitzi with a haunted past of her own; and their efforts to save each other from the inner darkness that threatens to consume them. Their stories are dark, but the game wisely introduces a lot of humor in their relationship as well ("think of a vegetable") that occasionally descends into outright farce (the babysitter scene comes to mind). This balance, along with the excellent dialogue and voice acting, make Susan and Mitzi seem very real, and that makes it impossible not to emphasize with them both.

And that makes the game's soul crushing scenes all the more devastating. The one that hit me the hardest involves an argument between a husband and wife, one that begins with petty accusations and descends into shouted accusations that visibly bludgeon the characters. There's no physical violence or over-dramatized threats, and the scene is all the more terrifying because of it. The situation is understated and real, as are the tragic consequences, and I was unable to shake the uneasy feeling that I was watching the lives of two real people fall apart.

"The Cat Lady" allows the players to make choices along the way that decide Susan and Mitzi's ultimate fate: whether they conquer their pain or fall prey to it. I'm oddly proud that I managed to achieve a measure of peace for them both. When I was done, I briefly thought about playing through the game again to view the other endings - but I quickly decided not to. It is wrong to play with human lives and cause idle grief, and by the time the credits for "The Cat Lady" rolled I was unable to think of Susan and Mitzi as anything other than real.
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49 de 60 pessoas (82%) acharam esta análise útil
7.6 hrs registradas
Publicada: 25 de outubro
This game is a masterpiece.

I had planned on writing a comprehensive review, but blergh.

Just play this game. It's incredible.
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36 de 40 pessoas (90%) acharam esta análise útil
14.6 hrs registradas
Publicada: 12 de outubro
Loved it! At times a bit slow maybe, specially at the start. But...

1. Awesome atmosphere
2. Interesting storyline
3. Sick and gruwesome
4. Did I mention sick?
5. Great voiceovers
6. In depth characters
7. Did i mention sick?
8. Low budget , but made in a way that it is just very artistic. Really well done.

Felt more like an interactive story for most parts as a game. ( like a story told with a picture book, not a movie.) But the game part was pretty decent too. Some nice puzzles. Not too easy, not too hard. Finished the game in one breath.

9/10
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28 de 31 pessoas (90%) acharam esta análise útil
4.3 hrs registradas
Publicada: 27 de setembro
A rare creation, a unique study on human behavior that exposes instincts, fears, desires that most of us would not even care to admit to ourselves ;)
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