The Novelist asks one central question: can you achieve your dreams without pushing away the people you love? The game focuses on Dan Kaplan, a novelist struggling to write the most important book of his career while trying to be the best husband and father he can be.
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Ligeiramente positivas (741 análises) - 78% das 741 análises de usuários deste jogo são positivas.
Data de lançamento: 10/dez/2013

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Análises

“The Novelist affected me, deeply and painfully ... I frequently cried at the outcomes of the decisions I made for the Kaplan family.”
Rock Paper Shotgun

“While it arrives on the heels of other notable non-combat, story-based games, it still manages to feel fresh and emotionally resonant. This is thanks to sincere, realistic writing and an inspired approach to player choice, which has you picking sides and making difficult compromises in the context of family conflicts.”
Polygon

“The Novelist is the most personal and beautiful game I have ever experienced. The creator, Kent Hudson, has quite plainly poured his heart and soul into this game, and the outcome is genuinely something to behold. Never before have I felt so emotionally involved in the characters, their situation and potential future, as in this truly player-driven story.”
10 out of 10 – GameGrin

Sobre este jogo

The Novelist asks one central question: can you achieve your dreams without pushing away the people you love? The game focuses on Dan Kaplan, a novelist struggling to write the most important book of his career while trying to be the best husband and father he can be. The Kaplans have come to a remote coastal home for the summer, unaware that they’re sharing the house with a mysterious ghostly presence: you.

Read the family’s thoughts. Explore their memories. Uncover their desires and intervene in their lives. But stay out of sight; you can’t help the Kaplans if they know there’s a ghost in the house. It’s up to you to decide how Dan’s career and family life will evolve, but choose carefully; there are no easy answers, and every choice has a cost.

Dan’s relationships – to his work, his wife, and his son – react and shift in response to your choices. With a different sequence of events in every playthrough, The Novelist gives life to a unique experience each time you play.

The decisions you make will define the Kaplans’ lives, but they may also tell you something about yourself.

Requisitos de sistema

Windows
Mac OS X
SteamOS + Linux
    Mínimos:
    • SO: Windows XP SP2 or higher
    • Processador: 1.8 GHz
    • Memória: 2 GB de RAM
    • Placa de vídeo: 256 MB VRAM video card
    • Armazenamento: 800 MB de espaço disponível
    Recomendados:
    • SO: Windows 7
    • Processador: 2 GHz
    • Memória: 4 GB de RAM
    • Placa de vídeo: 512 MB VRAM video card
    Mínimos:
    • SO: OS X Lion (10.7) or higher
    • Processador: 1.8 GHz
    • Memória: 2 GB de RAM
    • Placa de vídeo: 256 MB VRAM video card
    • Armazenamento: 800 MB de espaço disponível
    Recomendados:
    • SO: OS X Mountain Lion (10.8)
    • Processador: 2 GHz
    • Memória: 4 GB de RAM
    • Placa de vídeo: 512 MB VRAM video card
    Mínimos:
    • Processador: 1.8 GHz
    • Memória: 2 GB de RAM
    • Placa de vídeo: 256 MB VRAM video card
    • Armazenamento: 800 MB de espaço disponível
    • Outras observações: Built with Unity 4.3.4, tested in Ubuntu 12.04 and 13.10
    Recomendados:
    • Processador: 2 GHz
    • Memória: 4 GB de RAM
    • Placa de vídeo: 512 MB VRAM video card
Análises de usuários
Sistema de análises de usuários atualizado! Saiba mais
Todas:
Ligeiramente positivas (741 análises)
Últimas análises
Gowhart
1.7 hrs
Publicada: 29 de janeiro
di.bat
0.7 hrs
Publicada: 28 de maio de 2015
bem louco, empolgante.
Egon Runner
6.9 hrs
Publicada: 4 de maio de 2015
8/10 ... uma história sobre família, decisões e suas consequências.
múltiplos finais de acordo com suas escolhas, o jogo me surpreendeu pelo envolvimento com os personagens e com a história sólida e bem desenvolvida.
BigCareer
0.4 hrs
Publicada: 13 de fevereiro de 2015
Chatão pacas, não jogue.
Lucas
1.0 hrs
Publicada: 10 de fevereiro de 2015
Esse jogo me deixa muito perturbado. Imagine um entidade , que pode ser satanica , te observando dia e noite e te influenciando em decisões importantes da sua vida. CREEEPY...
Lady_Ninja
6.0 hrs
Publicada: 26 de janeiro de 2015
Você é um fantasma que assombra uma casa de veraneio, onde um escritor e sua familia ficam para que ele saia do bloqueio artístico e consiga escrever. Você, passeando pelas lembranças e lendo cartas deixadas por ali, decidirá o que nosso "novelist" irá priorizar cada noite: tempo para o trabalho ou tempo com a família.

A maioria das análises fala que "para quem é escritor" é um jogo com o qual a pessoa se identifica, mas acho que ele é para qualquer pessoa que se dedica a alguma coisa que nos leva a tomar decisões difíceis - estudo, trabalho, sonhos, etc.
Recomendo!
Roberto
3.7 hrs
Publicada: 25 de dezembro de 2014
Ótimo jogo, hístoria envolvente e jogabilidade muito boa.
8/10.
thiago-capuano
3.6 hrs
Publicada: 2 de dezembro de 2014
AMEI!!!! Espero que façam um jogo igual, se houver um jogo igual, me fale o nome dele. Espero que haja o The Novelist 2.
nota: 100000000000000000000000/10
mlk
2.2 hrs
Publicada: 12 de outubro de 2014
Belíssimo. Faz você repensar suas decisões e a direção que está tomando na vida.
Nickor
3.5 hrs
Publicada: 1 de setembro de 2014
The Novelist é um curioso jogo que elevou minhas expectativas ao máximo ao apresentar sua mecânica, arte e conceito até então, belissimamente sólido e extremamente único. A possibilidade de trabalhar e se envolver com a família e suas vidas chamou rapidamente a minha atenção sobre o jogo e infelizmente, as minhas expectativas estavam não só erradas, porém completamente diferentes a experiência apresentada pelo o jogo.

Durante a história, o jogador deve se envolver com a família, observar seu cotidiano, suas vidas e aprender sobre elas. Lidar com decisões difíceis que criarão problemas ou soluções à família é o dever do jogador, este não bastando ser obviamente difícil porém extremamente repetitivo. As decisões não são esclarecidas ao jogador, levando a uma compreensão diferente da esperada pelo o mesmo e criando um caminho completamente contrário ao realmente desejado. Por conta das pouquíssimas informações apresentadas durante cada capítulo, aprender sobre a família, em si, é difícil, já que não existe a observação de comportamentos ou observações mais profundas sobre a família, existindo apenas notas espalhadas pelo o cenário que dizem, em pouquíssimas palavras, um problema, um acontecimento ou uma anotação. Em conjunto a história fraca e falha, minhas expectativas foram destruídas logo após o término do segundo capítulo, tornando a experiência difícil de suportar e até mesmo difícil de continuar.

A história, infelizmente, termina e começa da exata mesma forma como o jogo iniciou, sem maiores aprofundamentos ou esclarecimentos sobre os eventos apresentados. Isso determinou o tempo necessário para o término do jogo, sendo necessário apenas duas horas para o seu término. A dublagem tenta trazer emoção a história, esta sendo uma tentativa falha, já que a dublagem é mal construída e incorporada, deixando de ser parte e uma função fundamental à experiência e tornando-se apenas um adicional.

The Novelist não é um jogo ruim; ao contrário, apresenta um excelente conceito, uma excelente arte, uma mecânica única e uma boa trilha sonora que foram mal aplicados, com uma história fraca, sem eventos que demostrem em momento algum a sensação de progresso ao jogador. Infelizmente, para torná-lo uma obra ou um bom jogo, conceito e mecânica não serão suficientes para ser a experiência que o jogo prometia oferecer.
Análises mais úteis  No geral
24 de 25 pessoas (96%) acharam esta análise útil
Recomendado
3.0 horas registradas
Publicada: 20 de janeiro de 2014
NÍVEL DE DIFICULDADE: VIDA

Sou escritor, fui casado, tenho filhos, chego aos 40 em dois meses, já atravessei crises. Condição ideal para nutrir empatia pelos Kaplan, a família que protagoniza "The Novelist" (thenovelistgame.com ), de Kent Hudson.

O jogo acompanha três meses na vida de Dan Kaplan, o romancista do título, sua mulher pintora, Linda, e o filho pequeno do casal, o introspectivo Tommy.

O casamento não vai bem, e todos passam por momentos difíceis: Dan lida com um bloqueio criativo e com a pressão da editora, Linda ensaia voltar à carreira após ter se dedicado a cuidar do filho, Tommy anda com problemas na escola. A família aluga uma casa no litoral do Oregon para passar o verão, na esperança de que a temporada os ajude a resolver seus problemas.

É quase um jogo de estratégia em turnos: assumimos o comando de um fantasma que não atravessa paredes, mas observa o cotidiano dos ocupantes da casa, tem acesso às suas memórias e influencia diretamente suas vidas. Vagamos pelos cômodos lendo os pensamentos dos Kaplan, encontrando pistas em desenhos e cartas e conhecendo os dilemas de cada um.

Cada turno representa uma semana. Após tudo explorado é preciso tomar uma decisão, e é aí que entra a estratégia. É impossível deixar a família inteira feliz. Escolher os desejos de alguém sempre implica em deixar de lado ou minimizar as aspirações do outro, que acaba por se decepcionar.

Não existe certo ou errado no universo do jogo e, como num teste de Rorschach, as decisões acabam refletindo os valores e a balança moral de cada jogador. Cada mínima decisão importa e tem repercussões visíveis, mas o jogo não conduz a nenhuma delas. Fica por nossa conta escolher o que julgamos ser melhor. É complicado, assim como a vida é complicada.

A imersão é tamanha que logo começamos a tratar os Kaplan como seres humanos, demonstrando a eficácia dos games em construir paisagens mentais. A tendência inicial é se identificar com alguém e esquecer que somos um quarto elemento, externo aos dramas da família.

De início ignorei o casal, julgando que adultos são melhores em cuidar de si mesmos do que uma criança vulnerável. Logo percebi o erro, mas relutei em mudar de tática. Não estava preocupado com os dois como pessoas, mas em como podiam ajudar o filho.

Só mudei de atitude quando Tommy deu sinais de incômodo com o sofrimento dos pais. Também admiti o exagero de deixar ambos sempre disponíveis ao filho, que acabaria crescendo sem recursos internos para lidar com frustrações. E assim, pesando bem cada ação, fui encontrando o equilíbrio possível.

Não dá para fazer tudo. Claro, podemos reiniciar o jogo e tomar decisões diferentes para conhecer outras repercussões, outros finais. Mas joguei apenas uma vez e, mesmo curioso, pretendo parar por aí. Prefiro a responsabilidade de ter apenas uma chance de tomar cada decisão, como na vida. E é melhor assim.

Quanto ao que aconteceu com os Kaplan ao final do meu jogo, isso fica entre mim e eles. Convivi com a intimidade da família, o que torna essa questão um assunto particular. Por mais fora de moda que isso seja hoje em dia.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/danielpellizzari/2013/12/1388685-nivel-de-dificuldade-vida.shtml
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
14 de 17 pessoas (82%) acharam esta análise útil
Não recomendado
3.5 horas registradas
Publicada: 1 de setembro de 2014
The Novelist é um curioso jogo que elevou minhas expectativas ao máximo ao apresentar sua mecânica, arte e conceito até então, belissimamente sólido e extremamente único. A possibilidade de trabalhar e se envolver com a família e suas vidas chamou rapidamente a minha atenção sobre o jogo e infelizmente, as minhas expectativas estavam não só erradas, porém completamente diferentes a experiência apresentada pelo o jogo.

Durante a história, o jogador deve se envolver com a família, observar seu cotidiano, suas vidas e aprender sobre elas. Lidar com decisões difíceis que criarão problemas ou soluções à família é o dever do jogador, este não bastando ser obviamente difícil porém extremamente repetitivo. As decisões não são esclarecidas ao jogador, levando a uma compreensão diferente da esperada pelo o mesmo e criando um caminho completamente contrário ao realmente desejado. Por conta das pouquíssimas informações apresentadas durante cada capítulo, aprender sobre a família, em si, é difícil, já que não existe a observação de comportamentos ou observações mais profundas sobre a família, existindo apenas notas espalhadas pelo o cenário que dizem, em pouquíssimas palavras, um problema, um acontecimento ou uma anotação. Em conjunto a história fraca e falha, minhas expectativas foram destruídas logo após o término do segundo capítulo, tornando a experiência difícil de suportar e até mesmo difícil de continuar.

A história, infelizmente, termina e começa da exata mesma forma como o jogo iniciou, sem maiores aprofundamentos ou esclarecimentos sobre os eventos apresentados. Isso determinou o tempo necessário para o término do jogo, sendo necessário apenas duas horas para o seu término. A dublagem tenta trazer emoção a história, esta sendo uma tentativa falha, já que a dublagem é mal construída e incorporada, deixando de ser parte e uma função fundamental à experiência e tornando-se apenas um adicional.

The Novelist não é um jogo ruim; ao contrário, apresenta um excelente conceito, uma excelente arte, uma mecânica única e uma boa trilha sonora que foram mal aplicados, com uma história fraca, sem eventos que demostrem em momento algum a sensação de progresso ao jogador. Infelizmente, para torná-lo uma obra ou um bom jogo, conceito e mecânica não serão suficientes para ser a experiência que o jogo prometia oferecer.
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3 de 7 pessoas (43%) acharam esta análise útil
Não recomendado
0.4 horas registradas
Publicada: 13 de fevereiro de 2015
Chatão pacas, não jogue.
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Recomendado
7.8 horas registradas
Publicada: 15 de março de 2014
(Co)autoria
Duas fortes impressões me seguiram durante esse jogo: havia um grande vazio, desnecessariamente grande, na criação das personagens, mas eu estava, após me aprofundar, preenchendo parte desse vazio com minhas próprias palavras.
Meus sentimentos são ambiguos, pois eu esperava que as personagens fossem mais... amplas, que houvesse mais que umas poucas palavras que as descrevessem, e isso iria me ajudar a fazer melhor as minhas escolhas durane os capítulos. Mas esse truque (?), a ausência de histórias com as quais se relacionar ou ser tendencioso, foi aquilo que me obrigou a esoclher com base apenas em mim mesma.
Em pouco tempo, me vi dando desculpas cujo teor não estava de forma alguma relacionada com o que eu havia lido das proprias pernagens. Me peguei com frases esfarrapdas como: Ah, querida, você tem que entender como temos que encarar certas coisas sozinhos....
Acredito que o jogo teve sucesso em comover minha própria autoria (ao ponte de estar escrevendo uma review sobre ele..) E, mesmo que eu tenha achado meus resultados um tanto quanto surreais, o trajeto pareceu bastante verdadeiro, especialmente por me lembrar algo sobre o tempo, a família, a cumplicidade, as instabilidades e estabilidades. É bom e cruel que haja embates impossiveis de reasolver "perfeitamente", pois é isso que dá peso às nossas escolhas. Talvez seja isso sobre o que fale o jogo.
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Recomendado
2.9 horas registradas
Publicada: 23 de março de 2014
Ideia simplesmente brilhante. Jamais, em minha vida, pensaria em criar um jogo onde eu decido, num ponto de vista "fantasmagórico", o que acontece aos personagens. A estória de um romancista — que normalmente cria estorias —, é criada por mim.
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Recomendado
3.7 horas registradas
Publicada: 25 de dezembro de 2014
Ótimo jogo, hístoria envolvente e jogabilidade muito boa.
8/10.
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Recomendado
2.2 horas registradas
Publicada: 12 de outubro de 2014
Belíssimo. Faz você repensar suas decisões e a direção que está tomando na vida.
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Recomendado
3.6 horas registradas
Publicada: 2 de dezembro de 2014
AMEI!!!! Espero que façam um jogo igual, se houver um jogo igual, me fale o nome dele. Espero que haja o The Novelist 2.
nota: 100000000000000000000000/10
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Recomendado
1.0 horas registradas
Publicada: 10 de fevereiro de 2015
Esse jogo me deixa muito perturbado. Imagine um entidade , que pode ser satanica , te observando dia e noite e te influenciando em decisões importantes da sua vida. CREEEPY...
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
6.0 horas registradas
Publicada: 26 de janeiro de 2015
Você é um fantasma que assombra uma casa de veraneio, onde um escritor e sua familia ficam para que ele saia do bloqueio artístico e consiga escrever. Você, passeando pelas lembranças e lendo cartas deixadas por ali, decidirá o que nosso "novelist" irá priorizar cada noite: tempo para o trabalho ou tempo com a família.

A maioria das análises fala que "para quem é escritor" é um jogo com o qual a pessoa se identifica, mas acho que ele é para qualquer pessoa que se dedica a alguma coisa que nos leva a tomar decisões difíceis - estudo, trabalho, sonhos, etc.
Recomendo!
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