Finalist - Outstanding Achievement in Story: 2014 DICE Awards Finalist - Gamer's Voice Award: SXSW Gaming Expo The Novelist asks one central question: can you achieve your dreams without pushing away the people you love?
Análises de usuários: Muito positivas (320 análises)
Data de lançamento: 10/dez/2013

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8 de setembro

On Sale for $5.99!

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Each purchase comes with a Steam key, so it's a good way to support the game, support charity, and still add the game to your Steam library.

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6 de maio

On Sale!

Hey, everyone, I wanted to quickly let you know the game is part of the Humble Spring Sale here.

I didn't know that the Humble Spring Sale was coming when I put the game on a Weeklong Deal here last month, and unfortunately there is a two-month waiting period for sales here on Steam. This means that I'm prevented from reflecting the same 50% discount here on Steam. :-/

That said, Humble sales do come with a Steam key, so you can buy it there and then activate your game on Steam via your Humble account.

Sorry for the confusion, but I hope you enjoy the deal!

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Análises

“The Novelist affected me, deeply and painfully ... I frequently cried at the outcomes of the decisions I made for the Kaplan family.”
Rock Paper Shotgun

“While it arrives on the heels of other notable non-combat, story-based games, it still manages to feel fresh and emotionally resonant. This is thanks to sincere, realistic writing and an inspired approach to player choice, which has you picking sides and making difficult compromises in the context of family conflicts.”
Polygon

“The Novelist is the most personal and beautiful game I have ever experienced. The creator, Kent Hudson, has quite plainly poured his heart and soul into this game, and the outcome is genuinely something to behold. Never before have I felt so emotionally involved in the characters, their situation and potential future, as in this truly player-driven story.”
10 out of 10 – GameGrin

Sobre este jogo

Finalist - Outstanding Achievement in Story: 2014 DICE Awards
Finalist - Gamer's Voice Award: SXSW Gaming Expo

The Novelist asks one central question: can you achieve your dreams without pushing away the people you love? The game focuses on Dan Kaplan, a novelist struggling to write the most important book of his career while trying to be the best husband and father he can be. The Kaplans have come to a remote coastal home for the summer, unaware that they’re sharing the house with a mysterious ghostly presence: you.

Read the family’s thoughts. Explore their memories. Uncover their desires and intervene in their lives. But stay out of sight; you can’t help the Kaplans if they know there’s a ghost in the house. It’s up to you to decide how Dan’s career and family life will evolve, but choose carefully; there are no easy answers, and every choice has a cost.

Dan’s relationships – to his work, his wife, and his son – react and shift in response to your choices. With a different sequence of events in every playthrough, The Novelist gives life to a unique experience each time you play.

The decisions you make will define the Kaplans’ lives, but they may also tell you something about yourself.

Requisitos de sistema

PC
Mac
Linux
    Minimum:
    • OS: Windows XP SP2 or higher
    • Processor: 1.8 GHz
    • Memory: 2 GB RAM
    • Graphics: 256 MB VRAM video card
    • Hard Drive: 800 MB available space
    Recommended:
    • OS: Windows 7
    • Processor: 2 GHz
    • Memory: 4 GB RAM
    • Graphics: 512 MB VRAM video card
    Minimum:
    • OS: OS X Lion (10.7) or higher
    • Processor: 1.8 GHz
    • Memory: 2 GB RAM
    • Graphics: 256 MB VRAM video card
    • Hard Drive: 800 MB available space
    Recommended:
    • OS: OS X Mountain Lion (10.8)
    • Processor: 2 GHz
    • Memory: 4 GB RAM
    • Graphics: 512 MB VRAM video card
    Minimum:
    • Processor: 1.8 GHz
    • Memory: 2 GB RAM
    • Graphics: 256 MB VRAM video card
    • Hard Drive: 800 MB available space
    • Additional Notes: Built with Unity 4.3.4, tested in Ubuntu 12.04 and 13.10
    Recommended:
    • Processor: 2 GHz
    • Memory: 4 GB RAM
    • Graphics: 512 MB VRAM video card
Análises úteis de usuários
12 de 13 pessoas (92%) acharam esta análise útil
2.2 hrs registradas
The Novelist é um curioso jogo que elevou minhas expectativas ao máximo ao apresentar sua mecânica, arte e conceito até então, belissimamente sólido e extremamente único. A possibilidade de trabalhar e se envolver com a família e suas vidas chamou rapidamente a minha atenção sobre o jogo e infelizmente, as minhas expectativas estavam não só erradas, porém completamente diferentes a experiência apresentada pelo o jogo.

Durante a história, o jogador deve se envolver com a família, observar seu cotidiano, suas vidas e aprender sobre elas. Lidar com decisões difíceis que criarão problemas ou soluções à família é o dever do jogador, este não bastando ser obviamente difícil porém extremamente repetitivo. As decisões não são esclarecidas ao jogador, levando a uma compreensão diferente da esperada pelo o mesmo e criando um caminho completamente contrário ao realmente desejado. Por conta das pouquíssimas informações apresentadas durante cada capítulo, aprender sobre a família, em si, é difícil, já que não existe a observação de comportamentos ou observações mais profundas sobre a família, existindo apenas notas espalhadas pelo o cenário que dizem, em pouquíssimas palavras, um problema, um acontecimento ou uma anotação. Em conjunto a história fraca e falha, minhas expectativas foram destruídas logo após o término do segundo capítulo, tornando a experiência difícil de suportar e até mesmo difícil de continuar.

A história, infelizmente, termina e começa da exata mesma forma como o jogo iniciou, sem maiores aprofundamentos ou esclarecimentos sobre os eventos apresentados. Isso determinou o tempo necessário para o término do jogo, sendo necessário apenas duas horas para o seu término. A dublagem tenta trazer emoção a história, esta sendo uma tentativa falha, já que a dublagem é mal construída e incorporada, deixando de ser parte e uma função fundamental à experiência e tornando-se apenas um adicional.

The Novelist não é um jogo ruim; ao contrário, apresenta um excelente conceito, uma excelente arte, uma mecânica única e uma boa trilha sonora que foram mal aplicados, com uma história fraca, sem eventos que demostrem em momento algum a sensação de progresso ao jogador. Infelizmente, para torná-lo uma obra ou um bom jogo, conceito e mecânica não serão suficientes para ser a experiência que o jogo prometia oferecer.
Publicada: 1 de setembro
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70 de 79 pessoas (89%) acharam esta análise útil
3.7 hrs registradas
This game made me confront the fact that I was slowly destroying my relationship with my partner through neglect. That it was able to speak to me on such a human level is probably the greatest accolade I could give it.
Publicada: 20 de maio
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12 de 13 pessoas (92%) acharam esta análise útil
2.2 hrs registradas
I just finished this, and all I can say is it is probably one of the best games I have ever played. People interested in intricate gameplay might be dissapointed with the simple controls and limited actions, but the story has tons of different outcomes, and i'm already halfway through my second playthrough! Oh god, the story is amazing. It is so real and so raw. The art style is also really beautiful, and the side-story of the ghost that you play as is really cool. I love this game and would recommend it to anyone.
Publicada: 28 de abril
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6 de 7 pessoas (86%) acharam esta análise útil
3.0 hrs registradas
Excellent storytelling, excellent voice acting, although not much gameplay - essentially fetch quests with an interesting plot. Was FAR too short in my opinion - took me 2 hours. THis is forgivable in my case, only payed £2.50 with Humble Bundle, however my friend payed £9. He has not played yet, but he thinks 2 hours is not worth that pricetag. If you can get it for <£5, go for it :)
Publicada: 13 de maio
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4 de 4 pessoas (100%) acharam esta análise útil
2.3 hrs registradas
A sort of "slice of life" simulator, where you play a nosy ghost with the ability to bend people to your will. Sort of.

Actually, it's like The Walking Dead, except your choices have actual impact. No, but really. It's also like Dear Esther or Gone Home, but with a little bit more actual gameplay (I highly recommend the "Stealth" difficulty level), and your decisions throughout impact the entire story and the Kaplans' relationships as well as the ending. You have to balance the father's career as a writer (side note: as a writer myself, Dan hit a little too close to home), the mother's stalled career as a painter, and their son's emotional turmoil--or you can fail miserably. Doom everyone to a life of misery, focus on one family member at the expense of the others, or flail around looking for a happy medium; the choice is yours.

I'd definitely recommend picking this up on sale--$15USD is unfortunately steep for such a short game--and then setting aside an uninterrupted 2-3 hours with a cup of tea or something to play it all the way through. It's well worth your time.
Publicada: 16 de setembro
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23 de 24 pessoas (96%) acharam esta análise útil
3.0 hrs registradas
NÍVEL DE DIFICULDADE: VIDA

Sou escritor, fui casado, tenho filhos, chego aos 40 em dois meses, já atravessei crises. Condição ideal para nutrir empatia pelos Kaplan, a família que protagoniza "The Novelist" (thenovelistgame.com ), de Kent Hudson.

O jogo acompanha três meses na vida de Dan Kaplan, o romancista do título, sua mulher pintora, Linda, e o filho pequeno do casal, o introspectivo Tommy.

O casamento não vai bem, e todos passam por momentos difíceis: Dan lida com um bloqueio criativo e com a pressão da editora, Linda ensaia voltar à carreira após ter se dedicado a cuidar do filho, Tommy anda com problemas na escola. A família aluga uma casa no litoral do Oregon para passar o verão, na esperança de que a temporada os ajude a resolver seus problemas.

É quase um jogo de estratégia em turnos: assumimos o comando de um fantasma que não atravessa paredes, mas observa o cotidiano dos ocupantes da casa, tem acesso às suas memórias e influencia diretamente suas vidas. Vagamos pelos cômodos lendo os pensamentos dos Kaplan, encontrando pistas em desenhos e cartas e conhecendo os dilemas de cada um.

Cada turno representa uma semana. Após tudo explorado é preciso tomar uma decisão, e é aí que entra a estratégia. É impossível deixar a família inteira feliz. Escolher os desejos de alguém sempre implica em deixar de lado ou minimizar as aspirações do outro, que acaba por se decepcionar.

Não existe certo ou errado no universo do jogo e, como num teste de Rorschach, as decisões acabam refletindo os valores e a balança moral de cada jogador. Cada mínima decisão importa e tem repercussões visíveis, mas o jogo não conduz a nenhuma delas. Fica por nossa conta escolher o que julgamos ser melhor. É complicado, assim como a vida é complicada.

A imersão é tamanha que logo começamos a tratar os Kaplan como seres humanos, demonstrando a eficácia dos games em construir paisagens mentais. A tendência inicial é se identificar com alguém e esquecer que somos um quarto elemento, externo aos dramas da família.

De início ignorei o casal, julgando que adultos são melhores em cuidar de si mesmos do que uma criança vulnerável. Logo percebi o erro, mas relutei em mudar de tática. Não estava preocupado com os dois como pessoas, mas em como podiam ajudar o filho.

Só mudei de atitude quando Tommy deu sinais de incômodo com o sofrimento dos pais. Também admiti o exagero de deixar ambos sempre disponíveis ao filho, que acabaria crescendo sem recursos internos para lidar com frustrações. E assim, pesando bem cada ação, fui encontrando o equilíbrio possível.

Não dá para fazer tudo. Claro, podemos reiniciar o jogo e tomar decisões diferentes para conhecer outras repercussões, outros finais. Mas joguei apenas uma vez e, mesmo curioso, pretendo parar por aí. Prefiro a responsabilidade de ter apenas uma chance de tomar cada decisão, como na vida. E é melhor assim.

Quanto ao que aconteceu com os Kaplan ao final do meu jogo, isso fica entre mim e eles. Convivi com a intimidade da família, o que torna essa questão um assunto particular. Por mais fora de moda que isso seja hoje em dia.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/danielpellizzari/2013/12/1388685-nivel-de-dificuldade-vida.shtml
Publicada: 20 de janeiro
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