Dying Light é um jogo de ação de sobrevivência em primeira pessoa. O jogo se passa em um vasto mundo aberto e perigoso. Durante o dia, você perambula por um ambiente urbano devastado por uma misteriosa epidemia, em busca de suprimentos e criando armas para derrotar as hordas de inimigos irracionais devoradores de carne humana, gerados...
Análises de usuários: Muito positivas (14,489 análises)
Data de lançamento: 27/jan/2015

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Recomendado por curadores

"Incredibly satisfying ground based traversal and excellent sound overcomes rote combat and average writing to make for a game worth playing."

Atualizações recentes Ver todos (15)

2 de junho

Patch 1.6.1

Patch 1.6.1 release notes:

· Fixed constantly spawning airdrops on slums area

· Blocked possibility to post leaderboards results with modded game

· Fixed hunter connection problems to 4 players coop games

· Minor bow related issues fixed

19 comentários Leia mais

26 de maio

Patch 1.6.0 release notes

Features:

· Parkour Fever - ten parkour challenges with online leaderboards

· Revamped Quarantine Zones

· Additional national outfits + community designed t-shirt

· Gold-tier fantasy weapons

· Three new trophies

· Various balance changes:

o Weapons adjustments

o Loot chests adjustments

o Gold-tier weapons drop rate increase

o Shops prices and selection adjustments

o Crafting adjustments

· Support for The Bozak Horde DLC



Be the Zombie:

· Entirely new progression system – three stages of mutation with additional, unique skills

· Various balance tweaks

· Spit not sticking to opponents fixed

· Ground pound bug fixed

· Flare damage to hives normalized



Fixes:

· Unlocking achievements issues fixed

· Various stability improvements, including co-op

· Weapon duplication eploit fixed

Linux specific:
- improved OpenGL performance,
- fixed SSAO,
- fixed antialiasing,
- fixed lip-sync issues,
- fixed zombie motion blur,
- some postprocess issues fixed

67 comentários Leia mais

Sobre este jogo

Dying Light é um jogo de ação de sobrevivência em primeira pessoa. O jogo se passa em um vasto mundo aberto e perigoso. Durante o dia, você perambula por um ambiente urbano devastado por uma misteriosa epidemia, em busca de suprimentos e criando armas para derrotar as hordas de inimigos irracionais devoradores de carne humana, gerados pela praga. À noite, o caçador se torna a caça, pois a força e a agressividade dos infectados aumenta. No entanto, ainda mais letais são os predadores noturnos inumanos, que saem de suas colmeias para se alimentar. Use todas as suas habilidades e meios disponíveis, para sobreviver até o amanhecer.

Good Night. Good Luck.

  • Bem-vindo à Quarentena – Viva uma história original e intensa, em uma cidade infectada e isolada do resto do mundo. Somente os mais aptos terão alguma chance de sobrevivência.

  • Vasto mundo aberto – Em Dying Light, você avança por um extenso mundo mergulhado no caos e na destruição. Neste complexo ambiente, você luta pela sobrevivência contra vários tipos de inimigos, pois os infectados não são a única ameaça: muitas vezes, você precisará enfrentar outros humanos desesperados, para obter os preciosos suprimentos.

  • À noite, as regras mudam – Durante o dia, você explora a cidade em busca de suprimentos e armas. Quando anoitece, o mundo infectado sofre uma dramática transformação, que traz uma nova dimensão ao jogo. Você, que é o caçador de dia, se torna a caça à noite. Os infectados se tornam mais fortes, mas algo ainda mais sinistro está à espreita na escuridão, para começar sua caçada.

  • Movimentação estilo parkour – Desloque-se pela cidade com rapidez e facilidade, enquanto caça ou foge dos caçadores. Pule de um telhado ao outro, escale muros e salte das alturas para atacar seus adversários. Dying Light dá aos jogadores uma liberdade de movimentação inédita em jogos com mundos abertos.

  • Combate brutal e visceral – Lute cara a cara, com várias opções de armas: facas, bastões, machados ou ferramentas destrutivas mais incomuns. Aniquile os inimigos, corte os braços e pernas deles, para se salvar!

  • Armas de fogo – Eficientes, porém barulhentas. Use pistolas, escopetas e rifles, para ganhar vantagem sobre os inimigos, mas lembre-se de que o barulho dos tiros atrairá atenção indesejada.

  • Crie suas próprias armas – Por que usar um cutelo comum, se você pode atar um isqueiro a ele, para causar dano de fogo? Ou enrolar arame farpado em um martelo? Em Dying Light, você pode criar suas próprias armas aprimoradas e construir ferramentas de combate cada vez mais eficientes.

  • Seja o herói da Quarentena – Dying Light reúne elementos de RPG que permitem que você desenvolva seu protagonista e ajuste-o de acordo como seu estilo. É uma longa e árdua jornada para se tornar o mestre do apocalipse.

  • Escolha seu estilo de jogar – Use armas, o ambiente ao seu redor e armadilhas deixadas por outros sobreviventes. Provoque grupos de inimigos para atacarem uns aos outros. Conclua objetivos de dia ou de noite. Aproveite a escuridão, nevoeiros e tempestades, para não ser visto. Obtenha vantagem sobre o inimigo, com invenções ofensivas e defensivas. A escolha é sempre sua!

  • Horas de jogabilidade – Viva uma história eletrizante, conclua mais de cem missões secundárias e teste suas habilidades em desafios especiais.

  • Modo cooperativo para 4 jogadores – Jogue com a ajuda de outros jogadores sob as condições extremas de um apocalipse zumbi. Mostre sua individualidade e personalize seu personagem.

  • Seja o zumbi – No modo online exclusivo, você joga como um zumbi. Se você sempre sonhou em caçar outros sobreviventes, esta é sua chance. Que comece a caçada!

  • Realismo e gráficos de tirar o fôlego – Dying Light é o primeiro jogo baseado no Chrome Engine 6; a mais recente tecnologia revolucionária da Techland. Desenvolvido especialmente para consoles de última geração e gráficos DirectX 11 avançados, o jogo apresenta um novo nível de qualidade visual, efeitos especiais e elementos climáticos dinâmicos, mantendo, ao mesmo tempo, uma eficiência sem precedentes.

Requisitos de sistema

Windows
SteamOS + Linux
    MINIMUM:
    • OS: Windows® 7 64-bit / Windows® 8 64-bit / Windows® 8.1 64-bit
    • Processor: Intel® Core™ i5-2500 @3.3 GHz / AMD FX-8320 @3.5 GHz
    • Memory: 4 GB RAM DDR3
    • Hard Drive: 40 GB free space
    • Graphics: NVIDIA® GeForce® GTX 560 / AMD Radeon™ HD 6870 (1GB VRAM)
    • DirectX®: Version 11
    • Sound: DirectX® compatible
    • Additional Notes: Laptop versions of graphics cards may work but are NOT officially supported.

      Windows-compatible keyboard, mouse, optional controller (Xbox 360 Controller for Windows recommended)
    RECOMMENDED:
    • OS: Windows® 7 64-bit / Windows® 8 64-bit / Windows® 8.1 64-bit
    • Processor: Intel® Core™ i5-4670K @3.4 GHz / AMD FX-8350 @4.0 GHz
    • Memory: 8 GB RAM DDR3
    • Hard Drive: 40 GB free space
    • Graphics: NVIDIA® GeForce® GTX 780 / AMD Radeon™ R9 290 (2GB VRAM)
    • DirectX®: Version 11
    • Sound: DirectX® compatible
    • Additional Notes: Laptop versions of graphics cards may work but are NOT officially supported.

      Windows-compatible keyboard, mouse, optional controller (Xbox 360 Controller for Windows recommended)
    MINIMUM:
    • OS: Ubuntu 14.04 and newer recommended
    • Processor: Intel® Core™ i5-2500 @3.3 GHz / AMD FX-8320 @3.5 GHz
    • Memory: 4 GB RAM DDR3
    • Hard Drive: 40 GB free space
    • Graphics: NVIDIA® GeForce® GTX 560 / AMD Radeon™ HD 6870 (1GB VRAM)
    • Additional Notes: JFS and XFS file systems are not supported
    RECOMMENDED:
    • OS: Ubuntu 14.04 and newer recommended
    • Processor: Intel® Core™ i5-4670K @3.4 GHz / AMD FX-8350 @4.0 GHz
    • Memory: 8 GB RAM DDR3
    • Hard Drive: 40 GB free space
    • Graphics: NVIDIA® GeForce® GTX 780 / AMD Radeon™ R9 290 (2GB VRAM)
    • Additional Notes: JFS and XFS file systems are not supported
Análises úteis de usuários
185 de 195 pessoas (95%) acharam esta análise útil
3 pessoas acharam esta análise engraçada
58.9 hrs registradas
Publicada: 1 de fevereiro
Sim, é verdade. O ceticismo que eu tinha com relação a este jogo vem da banalização dos jogos de sobrevivência, principalmente focados com a temática de mortos-vivos. Mais um jogo de zumbi ? Foi o que eu e muitos pensaram. O mercado está cheio deles. Desde DayZ, H1Z1, infestation survival stories e poderia continuar citando.

Entretanto, Dying light, desenvolvido pela Techland, mesmo estúdio que desenvolveu Dead Island (e por isto ainda era maior meu ceticismo) e publicado pela Warner Bros. Interactive é um título muito diferenciado e de alta qualidade. Você já perceberá isto na introdução do jogo, com o detalhamento exuberante na visão panorâmica da cidade. A trilha sonora e sons ambientes passam uma atmosfera apreensiva de imersão fantástica, deixando-nos sempre prontos para ficar cara-a-cara com zumbis.

História

Dying light se passa na cidade fictícia de Harran, na Turquia, que durante o ano de 2014 foi tomada por uma desconhecida epidemia viral, conhecida posteriormente como "Virus Harran". A cidade foi colocada em quarentena pelo governo. É neste cenário que Kyle Crane, um agente do GRE (Global Relief Effort) chega na cidade para desempenhar sua missão, que nada tem a ver com a contenção da epidemia, causada por uma variação di vírus da raiva.

A missão do protagonista é encontrar Kadir Sulaiman, o ditador sanguinário, que está com um documento confidencial do GRE. Entretanto, após a queda, você é infectado por uma mordida e salvo por um grupo de sobreviventes. A partir daí, você fica dividido entre ajudá-los, lutando por uma substância chamada "antizina", que impede a "transformação" dos infectados e sua missão original. Para complicar ainda mais, existe um grupo brutal de mercenários e bandidos que lutam para ter a hegemonia na cidade.

Gameplay

Dying light é fantástico. Ao contrário do jogo anterior, Dead Island, com um gameplay lento e desajeitado dos protagonistas, a inserção do sistema de Parkour o torna frenático, ágil e muito gostoso de jogar. Este sistema possibilita pular entre prédios, escalar sacadas, cercas e correr pela cidade sobre os telhados e prédios da cidade. Isto tudo para tentar escapar dos zumbis.

Com o desenrolar do jogo, ao destravar habilidades da árvore de evolução, você poderá usar "slide", "chute pulando", "pular por cima dos inimigos ao correr", entre inúmeras outras evoluções. O sistema de progressão é dividido em três partes: Agilidade, combate e sobrevivência. A primeira evolui executando manobras de parkour; a segunda matando inimigos e dá habilidades de combate novas e a terceira fazendo as missões da história do jogo e missões extras.

Outra grande inovação é o ciclo diurno/noturno, que coloca os Zumbis mais pacíficos e lentos durante o dia, sendo mais fácil lidar com eles. À noite, não só os zumbis se tornam mais ágeis e mortíferos, como surge um novo tipo de inimigo: Os voláteis, mais fortes e rápidos do que você mesmo. Este sistema, torna literalmente o caçador durante o dia a ser caçado durante a noite. Os voláteis além de serem violentos também chamam os inimigos ao redor. Se você os encontrar à noite, prepare-se. Será uma luta árdua. Mas, a vantagem é que você ganhará XP dobrada.

Gráficos, trilha sonora e sons ambientes

A parte gráfica de Dying light é muito linda. O nível de detalhamento das casa, ruas, telhados, becos, da água é fantástico. E o melhor ainda. Não exige computadores top end para rodar. Obviamente, placas mais antigas perderão em muito detalhes do jogo, mas deverão rodar sem problemas.

A trilha sonora, sons ambientes, dublagem dão uma imersão absurda ao jogo. São de excelente qualidade. Os gritos e ruídos dos zumbis, o barulho de garrafas quebrando e outros nos deixam sempre tensos e à noite, é um salve-se quem puder. Ainda há uma dublagem em português, de qualidade bem menor do que a americana, mas que ajuda bastante, e demonstra a preocupação da companhia com o mercado brasileiro.

Conclusão

Dying light é, sem dúvida, o melhor título de survival zumbie atualmente no mercado. A inovação fica por conta do Parkour e do ciclo dia/noite, que nos obriga a mudar completamente a estratégia. A tensão e a imersão do jogo são fantásticas. Além disto, você se perderá horas e horas fazendo "sidequests", correndo pelas ruas, escalando prédios e torres e matando zumbies. Título obrigatório para quem gosta de FPS.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
105 de 112 pessoas (94%) acharam esta análise útil
1 pessoa achou esta análise engraçada
90.5 hrs registradas
Publicada: 7 de fevereiro
Este game vinha trazendo grandes expectativas durante o marketing de lançamento e, todos ansiosos para colocar a mão nele e ver se era tão bom assim. De fato, um assunto já bastante explorado: um game de sobrevivência em um mundo pós-apocalíptico de infectados. Mas quem não gosta disso? O problema é que muitos títulos que tentam focar nisso não dão muito certo ou não são tão interessantes. O caso é que Dying Light soube como se aproveitar deste assunto muito bem! E este game superou todas as minhas expectativas.

Este me prendeu do início ao fim, me levando horas e horas de gameplay sem ao menos me cansar. Pelo contrário, eu não queria parar! Explorei cada canto do game em busca de suas mais de 80 missões, ou simplesmente, por pura diversão em enfrentar hordas de zumbis e as diferentes possibilidades de aniquilar com a raça deles. Fazia tempo que eu não me divertia tanto assim em um game.

Sobre o enredo, ao contrário do que muitos podem pensar, não é um “mundo” apocalíptico. É apenas uma cidade. Nela foi destacada a origem da epidemia e o governo conseguiu, à tempo, isolar a sua manifestação. O seu papel, como protagonista da história, é se infiltrar na cidade e buscar um homem chamado Kadir Suleiman, que era uma figura política contratada para manter ordem após o surto, mas ele se voltou contra o governo. Ele possui documentos confidenciais importantíssimos sobre a origem da contaminação e ameaça divulgar para o mundo todo, promovendo uma catástrofe em escalas sem precedentes. Essa é sua principal missão, mas você acaba se envolvendo em outras situações paralelamente. Há centenas de sobreviventes que dependem da ajuda do governo para sobreviver e, muitas das vezes, dependem de corajosas pessoas para realizar tarefas extremamente perigosas fora dos abrigos de segurança. E você é uma dessas pessoas. Vidas dependerão de suas ações dentro da sua cidade, bem como, o mundo lá fora, dependerá de você encontrar esses documentos.

Se a história não te interessou, Dying Light tem outras cartas na manga. Ele inovou ao inserir tantas características interessantes ao game, e não medirei palavras para fazê-lo entender do porque eu recomendaria este jogo à você:

  • Liberdade de movimentação: é absolutamente divertido aplicar manobras de agilidade ao longo de suas explorações. Seja para chegar até certo lugar ou para fugir de inimigos. E, o mais importante, muitas das vezes sua única alternativa é depender de suas habilidades de parkour, caso contrário, você morrerá. O cenário é totalmente propício para a prática de suas habilidades, até mesmo quando você está encurralado e sem saída. Escale paredes, postes, prédios, corra sob os telhados, carros, pontes, salte de lugares extremamente altos.. e procure sobreviver às quedas. Em pouco tempo de gameplay você consegue se adaptar.

  • Vasta exploração: há centenas de coisas para vasculhar e coletar: baús, armários, cavernas, lagoas, casas, o próprio terreno e até os corpos dos inimigos. Você sempre terá coisas interessantes para recolher e utilizar ao seu benefício. A cidade é enorme e você passará vários minutos percorrendo até chegar ao seu destino e, provavelmente, parando muitas vezes no meio do caminho por ter encontrado algo interessante para vasculhar ou alguma situação aleatória que pode roubar sua atenção. O game tenta trazer cenários diferenciados, missões secundárias e desafios, para não deixar sempre repetitivo, mas tem uma hora que acaba sendo. Normal como em qualquer outro game.

  • Criação de Itens: no meio de suas buscas e saques, você recolherá uma porção de itens que podem te ajudar a criar diversos apetrechos interessantes: novas armas, itens de recuperação, itens de distração e etc. Além disso, no game existem dezenas de projetos inusitados de criação de armas poderosas.

  • Combate: aqui, sim, é diversão garantida! Somada com suas habilidades de parkour, você se torna uma máquina de destruição em massa. Seu arsenal varia de armas de arremesso, armas brancas e armas de fogo, além de alguma variedade de granadas. Mas não é apenas você. O cenário é seu aliado também. Há tantas formas de matar um inimigo que você ficará admirado! Você pode chutar, socar, arremessar, derrubar, perfurar, esmagar, queimar, eletrocutar, explodi-los, afoga-los.. Quer mais? Corte-os ao meio (verticalmente e horizontalmente)! Quebre seus ossos! Quebre seus pescoços! Desmembre-os! Decapite-os! E, ora, vejam só, ainda tem as armadilhas! Você vai se divertir e muito! Vale ressaltar que, mesmo com essa grande variedade, é tudo executado de uma forma bem simples.

    Ah, e então você pensa que vai ser tudo tranquilo? Quero ver como você se sai ao anoitecer, quando os infectados estão muito mais agressivos e poderosos. Você vai fugir desesperadamente, e muito, até que se sinta realmente preparado para enfrentar a noite de igual para igual. Ou você vai preferir pular as noites ao invés de encará-las?

    Há também uma pequena variedade de inimigos, mas vou deixar para você se surpreender sozinho ao jogar.

  • Árvore de Habilidades: o game oferece um mecanismo RPG para desenvolvimento de suas habilidades. Separados em nível de Sobrevivência, Agilidade e Força. A cada nível alcançado você pode liberar, à sua escolha, novas habilidades que lhe ajudarão na sua sobrevivência. Então trate de matar muitos inimigos para ganhar força, utilizar muito bem suas habilidades acrobáticas para ganhar agilidade e complete muitas missões para ganhar pontos de sobrevivência. E, suas aventuras pela noite lhe renderão pontos de Agilidade e Força em dobro. Aproveite bem.

  • Coop: o modo cooperativo vai te render muitas risadas com seus parceiros e garantirá um ótimo fator replay ao game em si. Você pode acessar a partida de seus amigos e realizar as missões junto com ele, sem interferir na sua campanha solo. Ou seja, você pode participar de uma missão que já foi concluída ou uma que você ainda nem chegou, sem prejudicar a sua própria campanha. Bem como, você pode deixar que outros usuários entrem no seu game e lhe ofereçam apoio. Pode-se trocar itens também. No modo coop, você pode jogar com até 4 players e, se você habilitar o modo Invasão Zumbi, um quinto jogador poderá participar, controlando um super infectado. Este modo consiste de uma rápida batalha (que só é ativada durante a noite) entre os jogadores contra um super infectado.. cuja missão dos jogadores é destruir ninhos de infectados, e o do “Super Zumbi” proteger estes ninhos e aniquilar os heróis. Bem interessante.

  • Achievments: o game possui 50 conquistas, e para completar, te força a vasculhar cada canto do game e aproveitá-lo ao máximo, te oferecendo horas e horas de gameplay.

E, por último, e nem por isso menos importante, a qualidade gráfica e sonora são surpreendentes! O game oferece um cenário de texturas, cores, iluminação e detalhes de tirar o folego. O game também oferece dublagem em nosso idioma e é de excelente qualidade.

Somando tudo o que eu descrevi até o momento, garanto uma enorme imersão dentro do game.
Difícil não recomendá-lo, que tal você dar uma chance também?
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
92 de 104 pessoas (88%) acharam esta análise útil
1 pessoa achou esta análise engraçada
68.9 hrs registradas
Publicada: 27 de janeiro
Finalmente um jogo de zumbi que te traz uma sensação de apocalipse e insegurança ao explorar.
Desde que o jogo foi anunciado eu não me interessei e nem criei hype algum, achei que seria mais um Dead Island sem inovação alguma assim como foi com Dead Island Riptide, mesmo assim resolvi comprar e não me arrependo, DYING LIGHT tem sim aspectos de Dead Island, mas isso é inevitável já que é a mesma desenvolvedora e também os dois jogos possuem o mesmo gênero, porém Dying Light consegue ser trilhões de vezes superior à Dead Island e também ao tão comparado Mirror's Edge. Aquela grande falha em nos trazer emoção que Dead Island tentou e falhou o DYING LIGHT executa essa tarefa com total sucesso.
Esse jogo é daqueles que quando você pensa que não pode se surpreender mais ele vem e te surpreende, a história é perfeita e nada clichê, o vilão consegue ser memorável, profundo e mais insano do que o próprio Vaas de Far Cry 3, o mapa é extremamente grande e diversificado, não tem lugares identicos e repetitivos, lembrando que ele não tem só 1 mapa, quando você chega a certo ponto da história você viaja para outro lugar. As missões secundárias são extremamente divertidas e assim como a história principal, elas também nos traz aquele clima de suspense, terror e ação. A movimentação em geral tanto da vegetação, zumbis, personagens, estão impecáveis, a iluminação está muito bonita também, cabelo e expressão facial também estão bacanas, porém o que te deixará de boca aberta é a textura da pele dos personagens, muito realista mesmo.

obs.: O jogo está bem pesadinho, é algo estranho pois ele não apresenta ultra super gráficos para exigir o que exige pra rodar no máximo, eu estava com quedas de fps mas diminui a textura e vegetação para a qualidade média e agora estou rodando perfeitamente acima de 60fps. Uma coisa estranha é que ele pede 40GB livres e só ocupa 17GB, acredito que esses 40GB são para futuros DLC's.

Sem sombra de dúvidas é o melhor jogo de zumbis já lançado até hoje, recomendo muito.

Prós:
- Ótima sonorização
- Trilha sonora muito boa
- História cheia de surpresas e reviravoltas
- Conteúdo
- Inovação
- Gráficos
- Sistema de craft
- Coop divertido
- Multiplayer mais divertido ainda
- Personagens profundos
- Campanha longa

Contra:
- Não descobri nenhum ainda.


11/10 - Melhor jogo de zumbis de todos os tempos.
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57 de 61 pessoas (93%) acharam esta análise útil
1 pessoa achou esta análise engraçada
36.1 hrs registradas
Publicada: 28 de janeiro
Dying Light é um jogo de ação e aventura num mundo infestado de zumbis, com elementos de RPG e sobrevivência, onde seu principal objetivo é sobreviver fazendo missões para outros personagens, utilizando armas corpo-a-corpo e raramente encontrando armas de fogo. Isso parece familiar? Sim, é exatamente igual ao Dead Island, mas também não é por menos, pois são os mesmos criadores.

Depois da Deep Silver pressionar o pessoal da Techland, eles acabaram fazendo o jogo Dead Island fora do esperado, com um enredo fraco e movimentação travada, coisa que não aconteceu em Dying Light, pois a WB Games deu tempo suficiente para que eles pudessem fazer um jogo espetacular e que agradasse aos fãs do gênero.

Novidades em relação a outros títulos do gênero

Que o mercado de jogos de zumbi já está saturado todos nós já sabemos, mas para que Dying Light não fosse apenas mais um deles, a Techland resolveu colocar algumas novidades. Muito bacanas por sinal.

A primeira delas é a implementação do parkour, não um parkour simples e mal feito, mas sim um parkour a nivel Mirror's Edge onde você pode escalar e andar em praticamente qualquer tipo de local ou estrutura, como rochas, paredes, muros, casas, telhados, postes, etc. Isso deu muito mais possibilidades e opções de caminhos para o jogador. Além disso, a movimentação é muito bem feita e fluída, onde o personagem não trava ao escalar e também não fica "pensando" se pula ou não (como acontece em Assassin's Creed).

A outra novidade no jogo é o modo Seja o Zumbi a qual explicarei mais abaixo como ele funciona e falarei minha opinião.

Gráficos de nova geração

Diferente de outros jogos que saíram até agora, Dying Light vem com gráficos lindos nos consoles e espetaculares nos PCs, isso porque ele aproveita muito o potencial deles para conseguir um gráfico maravilhoso e ter um bom desempenho. Por que bom desempenho? Ele poderia ter um excelente desempenho se não fosse pelas quedas bruscas de FPS que o jogo apresenta (corrigido em 30/01/15), não são quedas constantes, são quedas que acontecem de vez em quando... Isso torna o jogo ruim? De jeito nenhum!

Modo "Seja o Zumbi"

O jogo Dying Light trouxe um modo muito interessante para os jogadores, que é o modo "Seja o Zumbi", onde na pele de um zumbi especial você invade a partida de outros jogadores para tocar o terror e é aí que entra um pequeno modo de competição... Humanos versus zumbi especial, isso lembra muito o jogo Evolve, só que com zumbis.

O problema desse modo, é que o zumbi tem poderes exagerados, enquanto os jogadores não tem habilidades especiais nenhuma, tanto é que para vencer o monstro na maioria dos casos somente é possível com armas de fogo, com armas corpo-a-corpo só se tiver muita sorte. Pois não são apenas os humanos que tem árvores de habilidades, o zumbi também tem, o que deixa muito mais forte que o normal, sem contar que o infectado controlado pelo jogador tem um ataque instantaneamente mortal chamado "bote".

Infelizmente este modo ficou desequilibrado para os jogadores, mesmo assim é divertido.

Enredo interessante e missões secundárias

Não vou colocar spoilers do enredo, mas a história vai muito na ideia de Avatar, onde um soldado é mandado para um local desconhecido para colher informações e acaba se identificando com os moradores do local. É basicamente isso.

Apesar de ser simples, o enredo é bem contado durante o jogo todo, além de haver muitas missões secundárias o que dá muito mais vida útil para o jogo e oferece mais diversão para o jogador.

Bugs e erros

Durante minha jogatina não presenciei nenhum bug que atrapalhasse, os poucos que encontrei até que eram engraçados, mas uma coisa me irritou muito... Mesmo tendo uma máquina potente, o jogo deu muitos crashes e erros - pesquisando no fórum vi que não era apenas comigo, muitas pessoas passaram pelo mesmo.

Os problemas de travamentos e crash foram corrigidos alguns dias depois do lançamento.
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38 de 41 pessoas (93%) acharam esta análise útil
1 pessoa achou esta análise engraçada
20.8 hrs registradas
Publicada: 27 de janeiro
Sabe aquela sensação de desespero conforme cai a noite... então, você vai sentir na flor da pele e correr como se não houvesse amanhã até o abrigo mais próximo.

Super recomendado!!!
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45 de 55 pessoas (82%) acharam esta análise útil
9 pessoas acharam esta análise engraçada
33.2 hrs registradas
Publicada: 30 de janeiro
Dead Island + Daiane dos Santos.
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30 de 31 pessoas (97%) acharam esta análise útil
1 pessoa achou esta análise engraçada
67.6 hrs registradas
Publicada: 28 de janeiro
Parece que Faith, protagonista de Mirror's Edge, saiu de férias para uma ilha. Ela bebeu, festejou e tudo mais, porém... Parece que era a ilha de Dead Island.

Ela fez o teste de gravidez e deu positivo e foi assim que nasceu Kyle Crane, personagem principal do jogo Dying Light.

Haha, tirando as zueiras de lado, o melhor meio de resumir esse jogo é "Parkour em Dead Island" - "Zumbis em Mirrors Edge".

Dying Light é um jogo open-world com algumas mecanicas survival tais como crafting, safe locations e co-op (online).

Sobre a história: Você é Kyle Crane, um agente da GRE que, ao que parece, é uma corporação que trabalha para o governo. Você foi enviado para encontrar os arquivos roubados da GRE e descobrir o porque dos desvios de suprimentos que ocorriam naquela região. Logo de cara você é abordado pelo grupo rebelde de Rais, mas é resgatado por Jade, que pertence a outro grupo de sobreviventes e que acolheu você. Você mantem seu disfarce, pois o traidor da GRE pode estar em qualquer facção deste mundo pós-apocaliptico.

E é isso que lhes falarei da história, porque eu não me aprofundei tanto e esse escopo é o mais que suficiente para te dar uma ideia do que se passa sem a necessidade de dar spoliers.

Gameplay

O gameplay parece mais fluído e "smooth" que Dead Island, o parkour também é mais simples, porém mais prático do que de Mirrors Edge.

Você corre, tem sua stamina, sua vida (Que só regenera até 25%). Para quem se preocupa sobre a coordenação Mouse-FPS não há o que encontrar de errado no jogo.

Você encontra armas como tacos, pás e há também armas de fogo como pistolas e fuzil de assalto, mas eles são bem raros de encontrar.

Crafting

Você encontra itens por toda parte. O jogo não te ajuda a achar "drop areas" ou coisa do tipo, mas você pode procurar em tudo: Lixeiras, Entulhos, Maletas, Porta-Malas, Orelhões, Caixas-Registradoras, Geladeiras, Caixa de Espólios.

Há muitos itens no jogo para se encontrar e há itens incomuns, raros e preciosos (As cores indicam isso, roxo, azul, verde e cinza).

O loot varia de cigarros, ervas, café até baterias, cordas, pregos e ferramentas. Há todo um crafting dedicado no jogo.

Você pode criar seringas, elixirs, poções, bombas, molotovs, sinalizadores, shurikens (sério), medkits e upgrades para armas (Attachments elétricos, de fogo, sangramento ou envenenamento).

Há blueprints, planilhas, planos (Ou sei lá, melhor ficar com os blueprints) que ensinam a fazer novas modificações ou criar itens únicos.

Survival

O jogo só possui o básico de survival: Seringas e medkits. Ambos você pode construir com ervas, plantas ou comprar direto de algum vendedor. Não há "risco" de ficar doente ou se sentir infectado.

Skills

Essa é uma parte interessante. Há 3 Skill Trees individuais no jogo, meaning: Cada skill garante seu próprio perk quando elevada.

Há a skill para perks de Survival, você consegue XP para ela completando missões principais e secundárias.

A Skill tree de Agilidade foca na sua... Agilidade (dur), resistencia a quedas, movimentos parkour e folego. Você ganha XP para Agilidade quando escala e realiza parkour.

A ultima Skill Tree é combate. Ela foca em habilidades que lhe dão chances criticas, mais dano, melhor manuseio das armas e golpes certeiros. Você ganha XP para combate quando confronta inimigos e os mata.


Atmosfera do jogo

Uma das coisas mais interessantes do jogo é esse marketing que fizeram: "A luz do sol você é quem caça, mas sobre o luar você vira a presa". O jogo é MUITO mais seguro durante o dia, nele não há perigo e há poucas chances de encontrar zumbis especiais, porém...

DON'T MINE AT NIGHT! Digo, não explore a noite!

Zumbis especiais estão a solta e vem de diversos tipos (AKA todos os clichés alá Left 4 Dead e Killing Floor). Sair a noite é quase que um suicidio no jogo... MAS

Você ganha o DOBRO de XP a noite do que de dia. Vamos ver se a sua ansiedade lhe da coragem para enfrentar os terrores da noite, certo? hahaha

Mas enfim, o que há para fazer no jogo?

Há vários eventos que ocorrem no jogo, seja na noite ou de dia (sem a necessidade de ativar quests). Você pode resgatar pessoas de ataques de zumbis ou de clãs, as vezes pode aparecer um outro explorador que vende itens únicos e raros ou um AirDrop aparece para você recolher os suprimentos.

Há várias zonas e casas para limpar e torna-las seguras para você.

Há torres de rádio para arrumar.

Há locais para recuperar energia.

Há Vans policiais, Ambulâncias e Vans de Rebeldes para arrombar.

Há Blueprints para se achar em depósitos, ferro-velhos.

Há missões de resgate de pessoas ou de itens.

Combinar novos itens e criar armas únicas com diferentes mods.

E há também "curiosidades" não-relacionadas com nenhuma missão. Onde você descobre certas coisas sobre o jogo, mas descobre ao acaso, sem o jogo te indicar.



Multiplayer

Para quem fez a Pré-venda, nós temos acesso imediato ao "Zumbi mode". Podemos entrar no jogo de alguém como zumbi só para atrapalha-los, como eu sou pau no cu eu irei fazer isso direto!

Mas há também o modo de 4 jogadores co-op, meio que estilo Dead Island. É ótimo jogar com os amigos nesse jogo, principalmente a noite.

ZOMBIE MODE Explicado

O líder da partida possui 3 opções quanto ao modo Zombie Mode: Ativar a Invasão à Noite, Ativar a Invasão a qualquer hora do dia, Desativar a Invasão.

Quanto ativada, todos os zumbis do mapa desaparecerão e ficará apenas você + seu grupo co-op Vs. o Zumbi Predador Noturno. Ele é um Zumbi que parece um Venom, pois se move com seus tentáculos "teias" sobre os prédios.

O Zumbi possui um golpe que se não for detido é Insta-kill, se chama "Bote". Ele derruba a pessoa e a enrola em seus tentáculos, após isso ele a mata. No Lore do jogo, os zumbis mais mutados odeiam a luz do dia, principal a luz ultra-violeta (UV). Se você possui equipamentos que emitem essa luz, ela irá drenar a energia e atordoar o Zumbi Predador. Isso é extremamente útil para mata-lo.

Além de dar o bote, o Zumbi Predador possui habilidades como: Invocar um horda de zumbis explosivos, cuspir gosma anti-UV (temporário), habilidades de correr mais rápido e ficar imune a luz UV (temporário, não pode usar o bote de for ativada).

Os humanos: Todo seu arsenal anti-zumbi! Tudo que você craftou deve ser utilizado na luta contra ele!

Humanos devem destruir os ninhos de zumbis volateis e o Predador deve impedi-los. O predador ganha XP para novas habilidades enquanto os humanos, se ganharem, ganham XP da habilidade survival (que é uma das mais chatas de upar).

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Enfim, esse é um ótimo jogo para começar seu 2015. Porque esse ano está cheio de lançamento grande e este jogo é, com absoluta certeza, um dos melhores desse ano. É meio cedo para falar, mas é impossível não se perder num FPS openworld tão imersivo quanto esse.

Dou um 7/10

Vale a pena!
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62.1 hrs registradas
Publicada: 15 de março
Sem sombra de dúvida a melhor aquisição dos últimos meses, demorei a comprar esse jogo pq tinha muito receio pelas semelhanças com Dead Island e sim elas realmente existem, em muitos aspectos o Dyng Light carrega caracteristicas do Dead Island mas o jogo em si é diferente a história é muito boa o cenário tb bem bacana e é mundo aberto coisa que aprecio muito nos games, em Dyng Light o jogador fica livre para passear no meio da zumbizada e fazer uns parkours legais !! Mas o que me fez gostar ainda mais do jogo é a experiência do cooperativo, que vc pode jogar a campanha toda acompanhado de amigos, muito bom!!
Confesso que o jogo me surpreendeu positivamente!!!!!!! :)
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24.0 hrs registradas
Publicada: 4 de abril
Durante o dia, os jogadores atravessam um ambiente urbano expansivo invadido por um surto vicioso, onde é possível elaborar armas para se defender contra a crescente população infectada. À noite, o caçador se torna caça, com os infectados muito mais agressivos e mais perigosos. Os predadores que aparecem após o anoitecer são os mais assustadores. Dessa forma, os jogadores devem usar tudo ao seu redor para sobreviver até a primeira luz do dia.

Essa é a ideia que Dying Light oferece aos jogadores, um jogo em um mundo aberto que é perigoso durante o dia, mas pode ficar ainda pior ao anoitecer, ou seja, a Techland oferece novas regras que ditam a maneira correta para que seja possível sobreviver nesse caos, onde somos forçados a correr, saltar e subir em locais altos para não sermos a próxima vítima.

A doença já atingiu a maior parte da população, incluindo o protagonista Kyle Crane, que depois de uma rápida adaptação às novas mecânicas de parkour deve se locomover sem problemas pelos telhados da cidade, a fim de recuperar recursos, completar missões e se livrar de infectados, na busca pelo Antizin, a única substância capaz de adiar a transformação dos sobreviventes em zumbis permanentes.

O enredo não é dos mais originais, onde estamos perante a uma propagação descontrolada de um vírus, mas a narrativa vai sempre tentar surpreender e evolver o jogador para que possamos sempre buscar alternativas para nos manter a salvo dessa epidemia. Vale lembrar que o jogo está localizado em português e como a narrativa tem um papel fundamental na tentativa de nos manter inseridos dentro do contexto, a dublagem faz o seu papel muito bem aqui.

Bem... é hora de sair pra rua em busca de recursos e durante o dia os telhados serão seu maior aliado, já que os infectados não sobem nos prédios. O que não é garantido ao anoitecer, já que durante a noite eles ficam mais expertos. No início do jogo seu arsenal é composto pela sua habilidade de se locomover e armas rudimentares como pedaços de pau e martelos, que foram abandonado pelo caminho. Ao longo do jogo, conforme vamos realizando nossas missões, nosso personagem vai adquirindo pontos de experiência que podem ser aplicados para melhorar sua capacidade de força, sobrevivência e agilidade.

A sobrevivência nos dá habilidades úteis para construir bombas, reparar armas, usar vários tipos de armadilhas e, no geral melhorar a adaptabilidade de Crane em diversas circunstâncias. Agilidade engloba uma série de movimentos acrobáticos úteis para evitar os zumbis como chutes e esquivas, enquanto a força derivada obviamente de técnicas muito diretas, deixam claro para os infectados quem é que manda aqui. Em relação as armas de fogo, vamos ter que contar com a sorte para conseguir algo que nos ofereça munições generosas para combater nossos inimigos.

Nossas armas podem ser reparadas um número limitado de vezes e podemos utilizar objetos para construção de machados, picaretas e muito mais. Esses objetos com os quais podemos construir nossas armas, felizmente estão em abundancia pela cidade e vamos encontra-los em lojas abandonadas, residências, carros e até mesmo latas de lixo. Qualquer tipo de peça pode ser útil e não deve se descartada.

Como citamos no início, durante o dia as coisas são tranquilas, mas a noite tudo muda de figura. Durante o dia os infectado são praticamente inofensivos, mas depois de algumas horas com o pôr do sol, eles ficam mais agitados e qualquer ruído pode ser detectado.

Além disso, eles também ficam mais ágeis, letais e realizam escaladas. Existem também infectados gigantes, que apesar de lentos, são mais difíceis de serem abatidos. Para evitar ser morto durante a noite a melhor saída é permanecer nos abrigos, a não ser que suas habilidades de sobrevivência permitam que você se aventure pelas ruas escuras. Além dos infectados, outros grupos sobreviventes também irão disputar por recursos. Aeronaves sobrevoam a cidade esporadicamente, deixando cair caixas de auxílio que se tornam imediatamente alvo de outros sobreviventes.

O mutiplayer mantém o fluxo normal do jogo, onde podemos criar partidas privadas, abertas apenas aos amigos ou para o público. Aqui podemos optar em sermos humanos ou zumbis e o objetivo é destruir o ninho dos infectados antes que nosso grupo seja eliminado.

Graficamente o visual do jogo é fantástico e apresenta detalhes incríveis. Quando estamos em locais altos somos presenteados com uma visão sensacional. O motor gráfico não está livre de falhas, principalmente quando está sobre grande carga de stress, mas isso é algo que será avaliado com mais precisão pela Digital Foundry. Na maioria das vezes os gráficos demonstram estabilidade e não comprometem a experiência geral, mas a maioria desses bugs já foram corrigido em alguns patchs lançados e corrigiram, tornado o jogo bem mais estavél. O jogo correu a 60 FPS cravados com gráficos no ''Máximo'' em meu PC depois dessas correções proporcionando uma ótima experiência de gameplay.

Podemos concluir que a Techland fez um bom trabalho com Dying Light e o elemento parkour se torna um diferencial aqui. Estamos em um jogo de sobrevivência localizado em um mundo aberto que não nos oferece um enredo tão original, mas que vai divertir a maioria dos jogadores, que se empolgam, quando o assunto é eliminar mortos-vivos.
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25 de 29 pessoas (86%) acharam esta análise útil
63.9 hrs registradas
Publicada: 13 de fevereiro
Dying Light é um jogo fantástico! Há muitos jogos de zumbis, porém este saiu da "mesmice". Pense em Mirror's Edge + Dead Island, o resultado é uma aventura totalmente viciante. O game é de mundo aberto em que o parkour é o ponto chave do jogo com uma história muito boa, cativante e envolvente e mais 44 missões secundárias, mas estas missões não são iguais, repetitivas e enjoativas, você curte cada missão. Além de minigames como teste de habilidade e trabalho de guarda-costas. Durante o dia os zumbis são lentos (inicialmente) e você tem certa liberdade para correr por Haram, mas à noite as coisas mudam, você se torna a caça. À noite os zumbis ficam mais agressivos e surgem os Voláteis que só aparecem a noite e são caçadores implacáveis, fugir sempre será a melhor opção (no ínicio). A customização das armas é um ponto forte já que você pode criar todo tipo de arma, lembrando um pouco a série Dead Rising. Horas e mais horas de diversão. E quem está em dúvida sobre adquirir o jogo, eu respondo: Vale cada Centavo!
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20 de 22 pessoas (91%) acharam esta análise útil
54.4 hrs registradas
Publicada: 30 de janeiro
Dos mesmos criadores de Dead Island? Pois bem, ao que parece eles souberam fazer a lição de casa.

Posso lhes dizer que isto sim é uma evolução de geração, e não apenas visual - apesar de que o game está muito bonito - mas sim da qualidade como um todo, gameplay, enredo, mecânicas e complexidade bem executada do mundo.

Essa é a melhor parte. Apesar de ter jogado pouco, já percebi que a trama está melhor indexada ao game, tu não te sente mais num "vai lá, volta para cá" frenético. As missões fazem mais sentido e os personagens realmente parecem estar vivendo o apocalipse zumbi, e você também sentirá.

Sensação de realidade como poucas vezes senti, o som ajuda bastante, está excelente. No fone de ouvido qualquer ventinho faz uma baita diferença e tu te esforça como nunca para ser silencioso e não alertar aos zumbis mais distraídos.

Os movimentos de parkour me surpreenderam, estão bem feitos e deram uma dinâmica nunca vista no gênero.

Como eu disse, a imersão é grande e por isso cada vez que tu vai correr de alguém e precisa escalar um prédio, ou mesmo uma pequena favela de 3 pisos, dá aquele calafrio na espinha.

A pouco saiu um patch, já que a versão inicial estava bem pesada. O game continua com um peso considerável, contudo, melhorou bastante.
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17 de 19 pessoas (89%) acharam esta análise útil
2 pessoas acharam esta análise engraçada
24.4 hrs registradas
Publicada: 29 de janeiro
No momento o jogo tem muitos PRÓS e um CONTRA, então quando e se o CONTRA for resolvido eu atualizo a review.

PRÓS:
A jogabilidade é excelente, controles fluídos, não tive problemas em jogar com teclado e mouse. A ambientação é fenomenal. Achei o jogo bem elaborado, a história é muito boa para um jogo assim (quando se envolve zumbis, dificilmente se consegue criar uma história inovadora ou algo que destoe do resto).

O jogo em si não foi feito para dar medo mas em algumas situações você se assusta e fica apreensivo, como quando a noite chega e você tem que fugir de zumbis que te perseguem (e eles são melhores do que você no parkour), escuta os gritos e sons que se tornam ainda mais assustadores por você não conseguir ver o que tem na sua frente.

A quantidade de variedade de armas é muito pequena, você possui armas brancas e de fogo mas são sempre as mesmas coisas só que mais poderosas (facas, canos, madeira, rifle, escopeta, pistola e etc), o que diferencia são alguns upgrades que você pode utilizar, como fazer uma faca eletrificada.

Conforme você cumpre missões, corre, pula e mata zumbis você ganha XP e level que permitem a você desbloquear habilidades que podem ser muito úteis.

Aparentemente todo o jogo pode ser feito em cooperativo com exceção da última missão e isso torna o jogo muito mais divertido e fácil (acredite, algumas vezes é MUITO difícil passar por uma missão sozinho). Esse sistema de COOP é praticamente perfeito, ele te mostra todas as salas disponíveis e cria um nível de compatibilidade com você. Por exemplo, você está na missão X e quer jogar cooperativo, supomos que você encontre uma sala com compatibilidade 4 (o máximo é 5) isso significa que a pessoa está muito próxima do seu progresso mas tem ainda alguma diferença, ainda nesta mesma missão você entra em uma porta para outra localidade e então você encontra uma sala com compatibilidade 5, isso significa que alguém está fazendo a mesma missão e naquela mesma área, depois de abrir a porta.

É difícil listar os movimentos por que você pode conseguir mais conforme evolui no jogo mas em resumo você pode correr, pulas, agachar, escalar e se pendurar.

Além das missões principais, você pode fazer diversas outras que vão garantir horas e horas de gameplay.

Alguns personagens são carismáticos e você torce por eles, isso é um ponto positivo. O ponto negativo nessa parte é que muitos dos personagens são praticamente os mesmos com excessão dos principais.

CONTRA:
A otimização do jogo é péssima, pelo menos para usuários AMD. Durante o prólogo seu FPS fica alto e quando começa o jogo cai, independente da qualidade que você coloque. Espero que saia algum update para consertar isso.


Em resumo, o jogo vale a pena ser jogado, um dos melhores que joguei recentemente.
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18 de 21 pessoas (86%) acharam esta análise útil
4 pessoas acharam esta análise engraçada
51.2 hrs registradas
Publicada: 27 de janeiro
Eu costumo dizer que quando você joga um jogo por 1 hora, não cansa e fica com vontade de jogar mais, deixando tudo o que tem para fazer de lado, o jogo é bom e provavelmente valera o seu investimento.

No caso do Dying Light eu tive essa sensação e não joguei apenas 1, mas 9 horas sem parar.

A mistura de Dead Island + "Mirror's Edge" ( Parkour) + Cenário Open World rico em detalhes, loots, missões secundárias, desafios e é claro zombies de todos os tipos, permite uma imersão profunda no game.

Mas é claro, esses elementos não são suficientes, se o gameplay e os gráficos não forem bons e compativeis com o que se espera da nova geração de games que veem sendo lançados.

Surpreendentemente o jogo conseguiu reunir de forma mais do que positiva todos os fatores citados acima.

Não posso deixar de recomendar o jogo e fazer elogios à Techland, que desta vez não deixou o market e a propagando em primeiro lugar e se preocupou em fazer um jogo bom, que irá fazer fama no boca a boca pela sua visível qualidade.
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19 de 23 pessoas (83%) acharam esta análise útil
55.1 hrs registradas
Publicada: 19 de fevereiro
Dying light é um game sensacional, na verdade ele é tudo que o Dead Island deveria ter sido, e mais um pouco. O game te transporta pra o cenário desolador e sombrio que ele tem, e desde o inicio, você percebe a tensão do game, e conforme vai passando, só piora ainda mais a mais, já a diversão aumenta a cada hora de jogo, você vai viciar, o game tem uma das missões finais mais frenéticas que eu já vi a mto tempo em um game, e o final é bem recompensador. O carisma dos personagens é mto bem trabalhada no game, ao ponto de vc passar a gostar de alguns e a odiar outros. O Crane faz o tipo do herói Bad ♥♥♥, sem cair no clichê. Você vai ter vontade de explorar cada canto do game, e quando n tiver mais nada a se fazer, vai desejar mais. O game tem alguns bugs, mas n tem mtos que te atrapalhem, os unicos bugs q atrapalharam a gameplay, aconteceu com um brother meu, que uma vez ele caiu pra debaixo do chão, e outra vez, em uma missao q um zumbi quebra uma porta, e a gente usa ela pra avançar, simplesmente respawnou uma porta no lugar bem na hora q o zumbi derrubou a outra, e n deu pra nós avançarmos na quest, eu presenciei pois estava ajudando ele no coop! Fora isso nada que qualquer outro game de mapa aberto n tenha. No mais o game vale cada centavo que você pagar nele.
https://www.youtube.com/watch?v=f-5ynqRhLkc
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1,360 de 1,450 pessoas (94%) acharam esta análise útil
3 pessoas acharam esta análise engraçada
46.8 hrs registradas
Publicada: 28 de janeiro
Glad to see the misinformed reviews have been thrown out of from the top page. For those who have said that Dying Light's day/night mechanic is not what they thought and that time doesn't actually change in the game clearly haven't played past the intro missions. The first two missions are obviously there to get you started, so they're not going to thrust a timed day/night cycle before you get the hang of the environment and the mechanics, and thus in the intro missions, time does not change if you don't progress the quest. Past those two missions, day/night becomes very real, and incredibly terrifying. /endRant


Gameplay:
I'm sure it's been said before, but this is what Dead Island should have been. Everything from the parkour to the combat just feels incredibly fluid. Running around is great fun, and jumping into abandoned houses and exploring/finding loot is constantly fun. And this is where I got caught in my first night phase. I was running towards my objective when "oh look another shelter, let me go secure it," then "oh look there's an air drop nearby, let me go grab it," then again another shelter nearby, on top of random houses and zombies (sorry, "biters") to loot, and before I knew it, I got my last radio call telling me I should get to a shelter quick (mind you, the Tower warns runners a few times before nightfall to get home, but I just have to keep scrounging for loot). I checked my map and realized I was pretty damn far from the closest shelter, so I just booked it. This is where freerunning gets exciting. With how seemless and smooth it is to run around/through buildings and across rooftops, the run to my shelter didn't feel annoying or like a chore, but more like a challenge to find the smoothest route (very similar to Mirror's Edge). Long story short, night fell, I ♥♥♥♥ my pants and crouched my way from rooftop to rooftop, listening to the horrifying screams of the nighttime biters as I eased my way into my little shelter. I've since tried to go out at night and see if I can tackle a nighttime bonus objective of a quest, and I can tell you, as of right now, I am definitely not prepared... but I'm damn excited to finally face the challenge.

+ Fluid, seemless parkour
+ Combat is fun
+ Enemy AI is surprisingly smart
+ Terrifying and exciting night cycle
+ Scavanging every nook and cranny for loot

Characters:
Some characters are well-performed while others just aren't. Gazi's performance, in my opinion, is laughably bad, but I began to think that it may have been intentional? And Rahim... he must have played a lot of Jak and Daxter back in the day, all he needs to do is dye his hair yellow. Brecken, Jade and Lena are among my favorite so far, with Lena reminding me a lot of Cassandra from DA:Inquisition with her hair and accent. Overall, characters are decent, and that's all that really needs to be said, so far at least.

+ Some interesting characters
- Some poor performances

Technical:
Graphics are gorgeous, and surprisingly undemanding even on my single GTX 970 with everything cranked to max and at 1920x1080. Though many report a huge framerate difference by changing the View Distance option, I can barely see much of a difference in-game with that option set to half or max. The only issue I've noticed is that very very rarely, when you're fighting biters with melee weapons, the game randomly hitches, then continues normally. It only happens in combat, but not often enough to be annoying and that might just be my system. Overall, everything looks great, and the graphics and effects are wonderful. For an ugly game, the visuals are surprisingly beautiful.

Sound:
Music is great, but my only comment is that the music that plays when you're outside has one part where a random singer begins to chant, and I swear it scares the crap out of me every time. Bashing biters with blunt weapons sounds very satisfying, and you can tell when you've hit the right spot, while hitting the chest is usually a muffled thump. I've yet to get a gun though (I've spent a lot of time just wandering around so I'm not too far into the campaign) so I can't comment on that. Also, make a little bit more noise and you'll hear bone-chilling screams in the distance of the more agile biters coming to get you. Very satisfying sound work overall.

Story:
I haven't gotten far into the story so I'll hold off until I've completed it to fill this section.

I basically wanted to come out and say how much I'm enjoying this game and to tell people to ignore the false statements about this game and give it a try. If you liked Dead Island, you'll like this game. If you hated Dead Island, you'll like this game. If you're a fan of first person, open-world games, then I'd bet you'll like this game.
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16 de 18 pessoas (89%) acharam esta análise útil
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105.4 hrs registradas
Publicada: 1 de fevereiro
Dying Light

Dying Light é um jogo de ação em primeira pessoa em um enorme mundo aberto. Foi produzido pela Techland e já ganhou mais de 50 prêmios. Inicialmente Dying Light era para ser uma continuação de Dead Island, mas devido a algumas inovações e funções a Techland resolveu criar o jogo separado da série. A princípio foi anunciado que Dying Light seria lançado em 2014, mas devido a possibilidade de expandir o jogo e incluir grandes inovações ao gênero de jogo de zumbi, o seu lançamento foi adiado para 27 de janeiro de 2015.

Dying Light é um next-gen de primeira qualidade, talvez o único jogo que mistura zumbis e parkour. A idéia foi simplesmente incrível, fazer parkour e matar zumbis, quem jogou a série Dead Island concerteza irá pirar ao jogar Dying Light. O mundo aberto de Dying Light é extremamente grande e diversificado, não há lugares repetitivos ou enjoativos, muitas casas também podem ser exploradas. No jogo ainda se pode criar armadilhas em carros, postes de luz ou elétricas afim de matar um maior número de infectados de uma só vez ou fugir mais rapidamente. Também é possível melhorar armas com incrementos encontrados em todo o jogo, estes incrementos aumentam os atributos de sua arma até quando for possível utilizá-la. As armas em geral possuem um certo número de reparos, quando as usamos elas vão se desgastando e quebrando, é ai que se deve repará-las utilizando algumas peças que são facilmente encontradas, mas isso só pode ser feito algumas vezes.

Um sistema de skills foi incrementado (assim como todo bom jogo de zumbis) onde a cada vez que sobe de nível, um novo ponto de atributo é ganho para ganhar novas skills. Vários tipos de itens podem e devem ser encontrados para melhorar as armas e criar novos projetos, se quiser sobreviver por mais tempo. O jogo tem um tempo médio de 1 hora em tempo real que equivale a um dia completo dentro do jogo, a iluminação é algo surpreendente, as sombras das árvores sobre o chão, cada folha é possível perceber com o decorrer do tempo que se move perfeitamente. Assim como Dead Island não se passou todo em uma ilha, Dying Light não se passa todo em uma Favela, também se passa em uma pequena cidade, nos esgotos.

Inicialmente quem comprasse o jogo na pré-venda receberia o modo Be The Zombie, mas agora este modo está disponível para todos que comprarem o jogo, a pré-venda também deu um mod especial a "Punk Queen" que é feito com um pé de cabras. Algumas Easter Eggs interessantes também estão em Dying Light, onde algumas dão itens valiosos e outras são apenas para ser engraçadas, como a de Plants VS Zombies, se quiser ver todas as Easter Eggs do jogo clique aqui.

Infelizmente o jogo se encerra muito rapidamente, com aproximadamente 5 horas qualquer um consegue finalizá-lo fazendo apenas as missões principais, mas mesmo depois de encerrá-lo ainda há muita coisa a se fazer. O modo Seja o Zumbi que não pode se passar por despercebido é onde você é o zumbi e entra no jogo de outros jogadores para tentar matá-los enquanto a meta deles é destruir ninhos de voláteis (zumbi especial), o modo é bem interessante e também possui um sistema de skills. Brevemente a Techland prometeu mais algumas DLCs para quem possuir a Season Pass de Dying Light, havendo mais missões, roupas e um novo modo de jogo.

O jogo possui poucos bugs, não há quela coisa de um personagem atravessar os outros ou suas armas passar por dentro de outras superfíceis. Muitos jogadores tiveram problemas com a performance do jogo, dando perca de FPS em alguns locais do cenário e aumento significativo em outros locais, eu não tive problemas relativo a isso já que os que enfrentavam isto eram os utilizadores dos processadores da AMD. O jogo conta com um suporte para 4K, que é uma resolução maior e pode ser jogado com mais de um monitor.

DICA: Se você está tendo problemas com quedas bruscas de FPS, mude a configuração de seu jogo, altere as Texturas para médio, já que a opção alta serve apenas para resoluções em 4K.

Imagens
Vídeos
Artes

Prós Contras
Gráficos magnificos Queda constante de FPS
Inúmeras missões Movimentação da água estranha
Estilo de jogo diferenciado Poucos bugs

É jogavel online, está totalmente em português do Brasil e possui sistema de conquistas.

4 coisas (comparado a Dead Island):

Coisa boa: Gráficos incríveis, movimentação rápida, modos de jogo online e está totalmente em português.
Coisa ruim: Queda brusca de FPS em alguns processadores, alguns poucos bugs e alto valor.
Coisa nova: Movimentos mais rápidos, gráficos de next-gen e novos tipos de infectados.
Coisa velha: Algumas armas em geral.

Metascore: --/100
Minha nota: 95/100
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1,683 de 1,828 pessoas (92%) acharam esta análise útil
17 pessoas acharam esta análise engraçada
23.5 hrs registradas
Publicada: 31 de janeiro
Imagine if Dead Island wasn't a wonky, glitch-filled mess. Imagine you could freerun, go anywhere, do anything, meet weird people, and occasionally judo throw a zombie off a roof. Imagine getting a running start and drop kicking a zombie so hard his body gets stuck in the geometry of the map. You don't have to imagine it, I've lived it. Follow me.

10/10
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14 de 17 pessoas (82%) acharam esta análise útil
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47.8 hrs registradas
Publicada: 6 de fevereiro
Bom refazendo a minha análise agora que eu zerei.
Dying Light foi um dos melhores jogos de zumbis que eu ja joguei na minha vida porque ?

*Primeiro: Jogabilidade incrivel cara, o parkour desse jogo é maravilhoso, mas não chega a superar o grande Mirror Edge.

*Segundo: A história é muito boa, claro que não é um The last of us da vida, mas nada que não de para aceitar. Um pouco previsivel mais quando chega na cena emociona do mesmo jeito.

*Terceiro: graficos lindíssimos ( embora o jogo seja bem pesadinho) as favelas,são muito bem feitas posso dizer isso com certeza porque eu moro em uma kkkk as paisagens, natureza tudo muito bem feito.

*Quarto: Dificudade bem alta, com varios tipos de zumbis que proporcionam grandes desafios.Como tambem os inimigos humanos do jogo.( bem que a inteligencia artificial deles é um pouco bugada)

*Quinto: A Noite... Bom sabe quando da aquela sensação, que você estar preste a se ferrar bonito. Bom meu amigo essa é a noite de Dying Light. Os inimigos param de ser apenas zumbis e viram os Pesadelos que sinceramente eu chamo de Bixos do Inferno. Quando eles chegam é melhor você correr muito... para caramba... como se não ou vesse amanhã.

*Sexto: O coop do jogo que é muito bom, com varias maneiras de você e seus amigos dilacerar os zumbis como tambem fazer parkou pela cidade juntos. E claro quando chega a noite nada melhor que fugir que nem um louco, todo mundo gritando que nem maluco, e cantando. "Deixa a vida me levar"

Finalizando foi um dos melhores jogos com o que eu ja gastei meu dinheiro, (e olha que eu não trabalho então é feio a coisa...) Com certeza vale muito apena, e se você tiver oportunidade de comprar compre porque você não vai ser arrepender.

Antes de acabar créditos a meu amigo, CheetosMan que me ajudou no jogo inteiro.Tamo junto mano =)

Obs: Se eu errei muito na ortográfia me descupe mais não manjo muito da Língua Portuguesa.(Só a do Acre...)
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12 de 14 pessoas (86%) acharam esta análise útil
46.5 hrs registradas
Publicada: 22 de fevereiro
Dying Light é um jogo de ação e aventura em "mundo aberto"
Você é um agende de uma agencia chamada GRE, você esta atrás de um arquivo confidencial que contem pesquisas sobre a cura da doença/contaminação que esta se espalhando em Harram(uma cidade afegã ou irã sei la, algo indiano), esta pesquisa foi roubado por um bobalhão que pretende revela-la ao mundo, e isso pode causar sério problemas, por que a pesquisa ainda esta incompleta, e a tal "cura" pode virar uma arma que pode acabar com o mundo!

Bom... vamos a gameplay.
A gameplay do jogo é fantástica, o jogo envolve muito parkour e ação constante e frenética, hordas de zumbis de perseguindo enquanto você sobe, desce, pula e desliza por cima e dos prédios.
De dia os zumbis não são tão desafiadores, mas quando a noite aparece, eles ficam mais fortes, em mais números e os mutantes mais fortes saem de suas tocas para te perseguir em enormes bandos com sangue nos olhos!
Existe também uma boa variedade de zumbis que vão aparecendo conforme você avança na história principal, um mais desafiador que o outro, tem um bruto que chega a dar raiva... Muito complicado de matar ele sem armas de fogo ;-;
O jogo possui um sistema Co-op de até 4 players, que te permite fazer TUDO junto com seu amigo, todas as missões/conquistas/colecionáveis... TUDO! isso torna o jogo extremamente recomendável para se jogar com mais pessoas em conjunto.
Existem zilhões de armas com diferentes forças no jogo, só ir procurando que você encontra, alem das armas existem os modificadores e os incrementadores, que você usa nas suas armas para deixa-las mais poderosas e colocar alguns efeitos adicionais a elas, como queimar e eletrocutar.
Para quem já jogou Dead Island, vai se familiarizar com o game, até por que ele é da mesma produtora.
O jogo possui uma boa quantidade de quests, então para completar ele 100% você irá precisar de BOAS horas de gameplay.
O jogo possui 50 conquistas no total, todas são fáceis de fazer, só precisam de boas horas de gameplay, então para quem é Archievement Hunter, vai adorar o game ;)

Pontos negativos:
O jogo ainda esta meio mal otimizado, ainda mais para usuário de AMD(eu), o jogo nem chega a usar 100% da placa em certas partes, e isso torna a experiencia de gameplay mais bosta.
Mas nada que vai estragar totalmente seu game, diminua um pouco as gráficas, principalmente no alance da visão e qualidade das sombras, que o jogo já da um bom UP nos FPS :D

Conclusão Final:
O jogo é IN-CRI-VEL! fazia tempo que não me apegava a um game de tal forma, ele tem me viciado muito e vale cada centavo pago ;)
Recomendo de mais!
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Publicada: 27 de janeiro
Primeiras impressões... (lembrando que posso mudar de opinião até o fim do jogo) mas que valem a pena serem ditas.
1 - Acho que vou amar esse game. A engine é parruda, pesada, mas... misturar a ação dos Dead Islands (são os mesmos criadores), com o parkour da Lara Croft e o survivor do I Am Alive, acharia quase impossível que saísse um jogo para rodar no talo. Mas nada que o comprometa. Não custa nada tirar as qualidades da textura do Ultra.
2 – Não vi o multiplayer ainda. Torço para que seja muito bom, sem bugs. Sou dos que jogam a história inteira para depois iniciar um coop. Acho noobismo você entrar de cara num multiplayer sem nem saber o que está jogando...
3 – O roteiro iniciou com um mote sensacional dos “sobreviventes caçadores” e experts em parkour, resolvendo também logo de cara o psicológico dos personagens principais, sem enrolações e, trazendo por incrível que pareça, uma nova visão para o tema “apocalipse zumbi”, tema este, muito batido mas que em Dying Light, já começam inovando com um grande mapa e dois grupos disputando o controle da cidade e outro (ainda oculto), sacaneando todos eles. Bem legal.

Claro que recomendo!!! Comprem logo. Estão esperando o quê? Um zumbi morder sua mão? rsrsrs.
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