Descubra o mundo de Transistor, um RPG de ação de ficção científica dos criadores de Bastion.
Análises de usuários: Extremamente positivas (7,180 análises)
Data de lançamento: 20/mai/2014

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Recomendado por curadores

"Supergiant remains consistent with a visually stunning narrative experience backed up by a surprisingly deep combat system. Short, but replayable."
Veja a análise completa aqui.

Análises

“Transistor is a wildly smart action-RPG that places all of its trust into your intelligence.”
9.0 / 10 – IGN

“The game’s vision is intoxicating, and its execution is inspired.”
8.5 / 10 – Polygon

“Its art style is divine, its soundtrack is remarkable, its combat is intricate, and the story of its odd-couple protagonists is both smartly written and deftly told.”
9 / 10 – Edge

Sobre este jogo

Dos criadores de Bastion, Transistor é um RPG de ação de ficção científica que convida você a empunhar uma arma extraordinária de origem desconhecida para lutar em uma cidade futurista. Transistor integra perfeitamente o planejamento estratégico bem pensado com uma experiência de ação rápida, combinando jogabilidade de ótima resposta com uma narrativa rica e envolvente. Durante o andamento da aventura, você descobrirá os mistérios que rondam o Transistor enquanto persegue seus donos anteriores.

Principais características
  • Um mundo completamente novo feito pela equipe que criou Bastion
  • Configure o poderoso Transistor com milhares de combinações possíveis de Funções
  • Combate em tempo real repleto de ação integrado com um modo de planejamento estratégico consistente
  • Ilustração viva feita à mão em resolução de 1080p
  • A trilha sonora original muda de acordo com a ação
  • Horas de narração reativa para criar uma história profunda e envolvente
  • A opção 'Recursão' introduz batalhas práticas e novas combinações de Função após a conclusão da história
  • Controles totalmente personalizáveis criados para o PC

Requisitos de sistema

Windows
Mac OS X
SteamOS + Linux
    Minimum:
    • OS: Windows 7 32-bit
    • Processor: Dual Core CPU - 2.6ghz
    • Memory: 4 GB RAM
    • Graphics: 1GB VRAM: Intel HD 3000 GPU / AMD HD 5450 / Nvidia 9400 GT
    • Hard Drive: 3 GB available space
    Minimum:
    • OS: 10.7.5
    • Processor: Dual Core CPU - 2.6ghz
    • Memory: 4 GB RAM
    • Graphics: OpenGL 3.0+ (2.1 with ARB extensions acceptable)
    • Hard Drive: 3 GB available space
    Minimum:
    • OS: glibc 2.15+, 32/64-bit
    • Processor: Dual Core CPU - 2.6ghz
    • Memory: 4 GB RAM
    • Graphics: OpenGL 3.0+ (2.1 with ARB extensions acceptable)
    • Hard Drive: 3 GB available space
Análises úteis de usuários
40 de 54 pessoas (74%) acharam esta análise útil
1 pessoa achou esta análise engraçada
12.5 hrs registradas
Publicada: 5 de agosto de 2014
#include<iostream>
#include<windows.h>
#include<tchar.h>
#include<conio.h>
using namespace std;

void Review(char Nome_do_Jogo[])
{
cout<<"\n\n--"<<Nome_do_Jogo<<"\n\n";
cout<<"Uma obra de arte... \n\n";
cout<<"...não, não é só isso. É um louvor à programação em si e à todos os seus detalhes.\n\n";
cout<<"Quanto a trilha sonora... certifique-se de adquirir o OST. Sério.\n\n";
cout<<"...\n\n";
cout<<"Sinceramente, é difícil descrever essa experiência. Há tanto o que dizer e, mesmo assim, eu não encontro palavras. Cheguei a conclusão de que ";
cout<<"simples palavras não são dignas para descrevê-la.\n\n";
cout<<"Acho que você vai ter que dar um salto de fé.\n\n";
cout<<"Boa sorte e... te vejo no Interior.";
}

main()
{
_tsetlocale(LC_ALL, _T("portuguese"));

char Game[] = "Transistor";
cout<<"Hey up there... Hello World... Look at all that.\n\n"; //Frase dita pelo Desconhecido no Transistor quando eles passam pela primeira ponte.

Review(Game); //Chama a função para o review.

getch();
}
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16 de 17 pessoas (94%) acharam esta análise útil
4.1 hrs registradas
Publicada: 2 de novembro de 2014
Jogo incrivel, gráficos perfeitos, um show pra quem joga, as cores são lindas, a trilha sonora nem se fala, perfeita!
recomendo muito este jogo para todos os amantes de RPG e estratégia, vale muito a pena, a história ainda estou jogando mas pelo pouco que joguei estou me apaixonando, muito boa história, so tenho a recomendar mesmo, comprem este jogo!
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11 de 11 pessoas (100%) acharam esta análise útil
16.9 hrs registradas
Publicada: 13 de janeiro
Ótimos cenários, trilha sonora e história. A Supergiant levou a sério o "quando tudo muda, nada muda" citado em Transistor e criou algo com todas as qualidades de Bastion, mas que se apresenta de uma forma bem diferente.

Transistor é uma bela homenagem a quem já se aprofundou com o mínimo de computação: funções(programação), gerenciamento de processos, uma insistência com números exatos e um ambiente em que "acontece tudo que queremos". Isso ajuda e muito na sua principal qualidade: o sistema de batalha.

Em Transistor você luta contra processos que ressurgem se não forem devidamente finalizados e para tal você usa suas funções. As funções podem ser associadas entre si, sendo ativa, passiva ou como um bônus a outra função. Isso torna o gameplay diferente para cada jogador, com várias possibilidades de estratégia, melhorando o fator replay e o jogo lhe incetiva a tal: Variando suas funções, você descobrirá mais fatos sobre o jogo e sua história.

Apesar de odiar o final, Transistor parece que achou uma fórmula para agradar tanto quem só quer jogar como quem quer profundidade na sua história e só isso já vale a experiência.
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10 de 12 pessoas (83%) acharam esta análise útil
6.6 hrs registradas
Publicada: 30 de dezembro de 2014
Pra quem espera um jogo no nivel de bastion vai se decepcionar, mas o ainda assim o jogo é bom, e se for pego no preço certo vale a pena!
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490 de 515 pessoas (95%) acharam esta análise útil
1 pessoa achou esta análise engraçada
14.2 hrs registradas
Publicada: 4 de outubro de 2014
Transistor is the second game from Supergiant Games, the developers of the critically acclaimed Bastion. Those who have doubts about whether this game lives up to Bastion's expectation can be at ease; Transistor delivers and more.

Story:
You play as Red, a famous singer in the city of Cloudbank. One night after a performance, a group of people, the Camerata, attempted to kill Red with a strange, green sword, but she was saved by someone.

Waking up, she found herself next to the corpse of a man, stabbed by that same sword; the Transistor. The sword starts speaking, and not only that, but seems to know her. Urging her to pull it out of the corpse, the two start tracking the Camerata down, seeking answers, while fighting what seems to be robotic creatures sent to hunt them down.

But things may not be as they seem.

The story of Transistor seem simple and straight-forward on the surface, but most of it isn't handed down to the player, instead inferred and concluded from various hints noticed in the environment, character interaction and character profiles. It encourages the player to seek answers along the main character, and leaves a lot up for interpretation; that's something I like in a game.

One downside to the story however, is how short it is. It's far too short, the game is far too short. You'll be left wanting more, even with "recursion", playing a second play through with your stats intact.

Gameplay:
The gameplay is a mix of Action RPG and traditional turn-based RPG, using the Turn() system that I will touch upon soon. Red is able to equip up to 4 slots of "Functions", essentially abilities, upgrade those functions with up to two functions a slot, and assign functions as passive abilities, for up to 4 passives.

In battle, Red wields the Transistor. In Diablo style, she can use the numbers 1, 2, 3 and 4 on the keyboard to select an ability, then the right-mouse button to use that ability. Abilities can be offensive, such as shooting a long-range beam or a destructive shockwave, or supportive, such as turning invisible for a period of time or turning enemies friendly.

The Turn() system adds a new depth to the action RPG. It allows Red to stop time momentarily in order to plan and input a certain number of commands: attacking, setting up traps, maneuvering around the map to escape enemy clusters or get behind obstacles, you can do all that. But once all commands are preformed and the Turn() bar is depleted, Red is left (almost) unable to attack until it recharges again; use Turn() at your own discretion, balancing attack and defense.

The game offers the choice of "limiters", handicaps that increase the difficulty of the game in return for better EXP awards. There are achievements you can only get by using limiters, the hardest achieved with all 10 limiters. In addition, there is a "sandbox" unlocked in-game that allows you to tackle specific-themed challenges, like a speed challenge, or a Turn-planning challenge.

Graphics:
Transistor uses an isometric point of view, being able to go in all 2D directions. The sprites are smooth and look good, but the highpoint of the game is the artwork. The character portraits, whether in-game or in profiles, are drawn beautifully. The artist, Jen Zee, did a brilliant, detailed job, and it shows even on the OST cover.

Sound:
Here is where Transistor really shines. The game's OST is amazing. From Ashley Lynn Barrett's beautiful voice in The Spine, In Circles, and other songs, to Darren Korb setting up poignant, melancholic instrumentals that fit the mood perfectly. Tracks play hand-in-hand with gameplay, showing up at specific times for maximum impact, further heightening the experience.

I highly recommend getting the OST along with the game, if you can. Well worth the extra bucks.

Summary:
Transistor is a beautiful, enjoyable game. It has a bittersweet, albeit short, story that forces the player to think. Brilliant soundtrack, and beautiful artwork. The gameplay won't last you long, but there is decent replayability in it. Try picking it up immediately whenever it's on sale.
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4 de 4 pessoas (100%) acharam esta análise útil
25.5 hrs registradas
Publicada: 29 de dezembro de 2014
Ok SuperGiant Games... qual o segredo para tanta criatividade?
Mais que recomendável. Esse jogo brilha tanto quanto Bastion. Sua arte é lindíssima, seu enredo é excepcional, o mesmo dublador de Bastion está presente como um dos protagonistas e o sistema de batalha é dinâmico e estratégico ao mesmo tempo. Fazia uns 2 anos que eu não chorava com um final de game e o último que me fez chorar levou game do ano, então amigo, tá fazendo o que lendo essa review ao invés de estar comprando o game? CORRE RAPAZ!
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3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
3.3 hrs registradas
Publicada: 30 de dezembro de 2014
Simplesmente perfeito, tão bom quanto Bastion... Vale muito ser jogado.
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3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
1.7 hrs registradas
Publicada: 30 de dezembro de 2014
Imagine um jogo com uma trilha sonora muito boa, mas muito boa mesmo.
Um jogo que tem uma dificuldade mediana mas que você pode relaxar jogando, sem ficar se matando pra conseguir passar de determinada fase.
Um jogo psicológico muito intenso e involvente, frases realmente impactantes dito de uma forma sutil e com muita precisão para a cena.
Um jogo que vale a pena comprar e manter em sua biblioteca, pois mesmo após terminar o jogo a musica é realmente uma das maravilhas deste obra de arte.
Sim obra de arte, pois ele não esbanja graficos para você somente ver sangue, e sim a beleza dos cenários e tudo aquilo que você tinha e que agora é passado.
Vale cada centavo e segundo investido.
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3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
4.7 hrs registradas
Publicada: 5 de dezembro de 2014
Transistor é aquele tipo de jogo "simples" que te impressiona, daqueles feitos não só para se jogar ou curtir a história, e sim para sentir como um todo.

É difícil de rotula-lo, mas se trata de um game de aventura isométrico(Diablo, sacred) com ótimos elementos de RPG, uma narrativa presente e única, onde o Transistor (Sua arma, uma espada inteligente e bem falante) narra todos os seus passos, revelando assim, os detalhes sutis da história e do universo do jogo.

Sobre a jogabilidade, o jogo é bem linear, você tem um caminho a seguir desde o princípio, com pouquissimos desvios, você basicamente avança por uma área derrotando todos os inimigos até chegar a uma porta que te levará para o próximo cenário, as vezes você encontrará os Terminais, onde pode interagir, ler notícias dos eventos recentes ocorridos na cidade de Cloudbank, ou ouvir gravações deixadas por outros personagens do jogo, em ambas as situações, podendo deixar ou não uma resposta, a batalha funciona de duas maneiras, você pode salvar quatro habilidades nos atalhos do teclado de 1 a 4 e pode usa-las em tempo real, de uma forma bem parecida com Diablo, ou então pode pressionar o botão espaço e entrar no modo Turn(), onde o sistema é parecido com jogos como XCOM e Shadowrun, aqui você terá uma barra de ação e poderá realizar os comandos de acordo com o tamanho disponível da barra, podendo por exemplo de mover para próximo do inimigo e realizar uma série de ataques, esgotando a barra, você terá alguns segundos de carregamento antes de poder utiliza-la novamente, não há limite de mana, Ap e etc.

Quando seus pontos de vida chegam ao fim, você pode ganhar um turno extra para destruir algum inimigo ou fugir, ou então perderá umas de suas habilidades (chamadas funções), até que não lhe reste nenhuma, e neste caso é game over, as funções podem ser equipadas em terminais específicos, onde podem ser colocadas como habilidades ativas, passivas ou então equipadas como sub-habilidades, tornando o sistema extremamente bem explorável.

A história e o universo são extremamente cativantes e bem apresentados, Red, nossa protagonista é uma cantora que perde sua voz, vítima de uma organização chamada Camaretta que estava manipulando o processo(uma espécie de raça robótica) para controlar a cidade, é então que conhece Transistor, uma espada cibernética inteligente que perfura o peito de um homem logo na intro, absorvendo assim sua personalidade, os dois então viajam por vários ambientes de Cloudbank procurando os membros da Cameratta e fugindo do processo, tudo isso regado a trilha sonora de gosto indiscutível do jogo.

Um último detalhe é que o jogo tem várias tiradas ótimas com elementos de programação, as habilidades se chamam funções e os combos funcionam exatamente como elementos da programação, onde você executa o que vai ser executado dentro de que, o que me deixou ainda mais animado com o jogo, visto que esta é minha profissão.

Se tiver que apontar um defeito, seria simplesmente que o jogo é curto demais, na sua segunda jogatina, valerá explorar as habilidades que serão mantidas e o modo de desafios opicional que se encontra dentro de Cloudbank.
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
18.3 hrs registradas
Publicada: 2 de janeiro
Transistor é uma obra de arte em todos os sentidos. Os cenários são lindos e muito bem trabalhados. As imagens das cutscenes são artes magníficas que podem virar lindos wallpapers.
A trilha sonora é o melhor! Boa demais!...A Supergiant sabe fazer uma ótima trilha sonora, já vimos isso em Bastion.
Em Transistor temos uma nova abordagem de gameplay com o planejamento de ataques, que no começo eu pensei que fosse acabar me entediando, mas no final percebi que esse novo estilo de gameplay acabou dando muito certo. Uma ótima inovação!

A história é meio confusa de certa forma e cada um pode acabar tendo sua própria interpretação, mas creio que essa seja a meta do jogo....Mesmo assim, é uma ótima história. Até porque creio que se a empresa revelasse tudo não seria tão brilhante assim....diversas pessoas discutindo suas visões em forums, talvez esse seja o objetivo: juntar a comunidade para chegar em alguma conclusão.


10/10
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
2.9 hrs registradas
Publicada: 3 de agosto de 2014
Jogo fantastico! Bela fotografia, trilha sonora, enredo... tudo o que se espera de um bom game. Para "programadores" então, ele é ainda mais divertido!
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
9.3 hrs registradas
Publicada: 3 de dezembro de 2014
Um louvor a programação, cujos personagens principais são uma cantora RUIVA e uma espada falante.
Mítico. Épico. Lindo.
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
29.3 hrs registradas
Publicada: 13 de dezembro de 2014
Um ótimo jogo, tanto o gameplay como a história.
O modo de batalha é bem interessante, dando para fazer várias combinações diferentes.
Recomendo :)
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
9.0 hrs registradas
Publicada: 9 de agosto de 2014
Bom,vou começar dizendo que esse é O JOGO DO ANO!!!!11!!
Comprei ele em uma promoção e pra mim seria mais um de vários jogos que eu jogaria por 2 minutos e nunca mais tocaria nele,mas foi totalmente diferente :D

Gameplay inovador,uma mistura de Hack'n Slash com batalha em turno com varias opçoes de combos e estratégias
Uma Soundtrack incrivel (uma das mais bonitas que ouvi)
Game bem polido com poucos bugs (na verdade não encontrei nenhum)
A História é muuuito boa (principalmente o final,pqp *-*)

O jogo é definitivamente uma obra de arte
Espero que começem a fazer mais jogos desse nível
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
1.4 hrs registradas
Publicada: 28 de dezembro de 2014
Transistor é ♥♥♥♥
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
5.0 hrs registradas
Publicada: 29 de dezembro de 2014
Sistema de combate inovador. Você pode alternar entre ação por turnos ou em tempo real. Nunca vi isso em nenhum jogo. Os gráficos são arte pura e a trilha sonora, maravilhosa.
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
11.4 hrs registradas
Publicada: 3 de janeiro
Dos mesmos criadores de Bastion, o visual e a trilha sonora (que conta com o mesmo narrador) seguem a mesma linha. Impecável, o jogo é bem caprichado em cada pequenho detalhe. A grande diferença entre ele e o Bastion é a mecânica, que mistura arpg com rpg de turnos e é bem adaptável ao estilo de cada jogador. A história (uma distopia cyberpunk) é relativamente curta e em 7 horas é possível terminar o jogo que conta com um modo "recursão", uma espécie de "new game+" que permite recomeçar a história com todas as habilidades conquistadas da primeira vez e dá outra dinamica para a jornada. A tradução para pt-br é bem feita e em meu pc foi configurado automaticamente durante a instalação. Recomendo sem medo.
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
2.5 hrs registradas
Publicada: 25 de dezembro de 2014
A arte e a musica desse jogo é do ♥♥♥♥♥♥♥, meu santo pai.

10/10
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
2.9 hrs registradas
Publicada: 28 de dezembro de 2014
Jogaço simplesmente épico, trilha sonora é tão boa que uso até no celular.
SUA LINDA :)
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
18.0 hrs registradas
Publicada: 8 de janeiro
Maravilhoso. Não muito longo, com um sistema de batalha interesantíssimo (lembra um pouco o de Parasite Eve) e com um enredo muito legal, em particular por conta das funções. Vale bastante a pena comprar a trilha sonora junto :)

Get ()
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