The unique cyberpunk-meets-fantasy world of Shadowrun has gained a huge cult following since its creation nearly 25 years ago. Now, creator Jordan Weisman returns to the world of Shadowrun, modernizing this classic game setting as a single player, turn-based tactical RPG.
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Data de lançamento: 25/jul/2013

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Análises

“Diehard GameFAN: 2013 Game of the Year/Best PC Game/Best Digital-Downloadable Game/Best Tactical RPG, Softpedia: Best RPG 2013, Hardcoregamer: Nominated Best Strategy Game 2013, Gamezebo: Best Games of 2013, Gamasutra: Top Games of the 2013”
Best of 2013 Awards

“Shadowrun Returns drops players headfirst into this richly realized fiction, combining classic role-playing storytelling with modern tactical battles . . . running the shadows has never been more fun.”
8.5/10 – Game Informer

“This is one of the most satisfying and complete tactical roleplaying experiences to come out of 2013 and realistically the last few years.”
4.5/5 – HardcoreGamer

Sobre este jogo

MAN MEETS MAGIC & MACHINE. The year is 2054. Magic has returned to the world, awakening powerful creatures of myth and legend. Technology merges with flesh and consciousness. Elves, trolls, orks and dwarves walk among us, while ruthless corporations bleed the world dry. You are a shadowrunner - a mercenary living on the fringes of society, in the shadows of massive corporate arcologies, surviving day-by-day on skill and instinct alone. When the powerful or the desperate need a job done, you get it done... by any means necessary.

In the urban sprawl of the Seattle metroplex, the search for a mysterious killer sets you on a trail that leads from the darkest slums to the city’s most powerful megacorps. You will need to tread carefully, enlist the aid of other runners, and master powerful forces of technology and magic in order to emerge from the shadows of Seattle unscathed.

The unique cyberpunk-meets-fantasy world of Shadowrun has gained a huge cult following since its creation nearly 25 years ago. Now, creator Jordan Weisman returns to the world of Shadowrun, modernizing this classic game setting as a single player, turn-based tactical RPG.

Key Features

  • Gripping Tactical Combat: When you’re running the shadows, every turn matters. Choose your actions wisely - move to better cover, charge into melee, or lob a fireball into a crowd of enemies. With the variety of weapons and spells at your disposal, every turn is filled with meaningful choices. A successful run requires commanding a team of runners with the right balance of combat, tech, and magical abilities.
  • Skill-Based Character Progression: Choose a starting character archetype and build from there! Street Samurai and Physical Adepts use advanced combat skills to dominate the battlefield, Shamans and Mages summon powerful allies and cast deadly spells, while Riggers and Deckers provide critical technological support, projecting their consciousness directly into drones and computer systems. Shadowrun Returns’ classless skill system allows you to grow your character in any direction you choose. Want to start summoning spirits as an ork Shaman and evolve into a cybered-up weapon specialist? Do it!
  • Engaging 2D/3D Art Style: Shadowrun Returns mixes dynamic 3D characters and lighting with a vibrant, hand-painted environment. Illustrated character portraits bring every conversation to life. Explore a world filled with detail, from the slums of the Redmond Barrens to the extravagant offices of powerful corporations.

Requisitos de sistema

Windows
Mac OS X
SteamOS + Linux
    Minimum:
    • OS:Windows XP SP3/Vista/Windows 7
    • Processor: x86-compatible 1.4GHz or faster processor
    • Memory:2 GB RAM
    • Graphics:DirectX compatible 3D graphics card with at least 256MB of addressable memory
    • DirectX®:9.0
    • Hard Drive:2 GB HD space
    Minimum:
    • OS: OSX 10.6
    • Processor: Intel-based Macs only (x86-compatible, 1.4GHz or better)
    • Memory: 2 GB RAM
    • Hard disk space: 2 GB HD space
    Minimum:
    • Processor: x86-compatible 1.4GHz or faster processor
    • Memory:2 GB RAM
    • Graphics:Modern 3D graphics card with at least 256MB of addressable memory
    • Hard Drive:2 GB HD space
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Últimas análises
HikariCoden
18.6 hrs
Publicada: 22 de agosto
Shadowrun returns é um rpg tático de visão isométrica em moldes bem clássicos e é extremamente competente. Ele possui 2 estilos distintos de gameplay, o primeiro é durante a exploração onde você anda livremente pelo mapa, conversa com outros npc's e tem diversas escolhas diferentes de diálogos, algo que é uma tradição nos rpg's ocidentais, durante a exploração você também pode comprar e vender equipamentos e customizar o seu personagem. Já durante as batalhas o jogo muda para um estilo de gameplay tático, bem parecido com x-com e/ou outros jogos como fire emblem e final fantasy tatics, onde você tem alguns pontos de ação e pode usa-los se movimentando, atacando, usando habilidades ou itens.

O cenário do jogo é ambientado em um futuro cyberpunk baseado na obra de RPG de mesa de mesmo nome. A diferença de shadowrun para outros títulos com tematica futurista cyberpunk é que neste universo, os hackers e as megacorporações coexistem com alguns elementos clássicos de fantasia como elfos, anões, magos e dragões. Isso abre uma gama diversa de possibilidades e funciona muito bem dentro da temática do jogo. As centenas de linhas de diálogo que montam o enredo do jogo causam uma imersão incrível dentro do universo do jogo.

Além de tudo o jogo tem suporte para o steam workshop onde existem campanhas inteiras criadas por fãs, o que com certeza dá uma sobrevida ao titulo.

Shadowrun returns: 4/5
Exú Marabô
16.1 hrs
Publicada: 22 de agosto
RPG excelente e que traz a tona toda a potência do clima do RPG SHadowrun.
Não tenho muito o que falar: jogo de rpg, com uma trama muito bacana, gráficos lindos, personagens interessantes e que envolve um combate mais do estilo estratégia.

COmprem e se divirtam.
CyberNinja
12.0 hrs
Publicada: 8 de agosto
Um RPG cyberpunk em turno que exige certas estrategias para combate, uma história muito boa que faz querer mais...eu adorei
Orakio "O Gagá" Rob
56.4 hrs
Publicada: 26 de julho
Ah, Shadowrun Returns... bons tempos aqueles de kickstarter. Campanhazinha memorável, viu?

Tenho muito orgulho de ter ajudado a bancar esse jogo. Não só porque ele trouxe de volta uma das minhas franquias favoritas, que já estava quase esquecida nos videogames, mas também porque o jogo é sinceramente muito bom. Começa um pouco devagar, é verdade, mas do meio pro final a coisa engrena e fica super envolvente.

A trama é ótima e toma um rumo absolutamente inesperado. Coisa fina mesmo, os momentos finais são muito doidos. Os combates ao estilo X-COM são deliciosos, com a dose certa de complexidade (eu sou meio loser em jogos desse tipo, então quando são complexos demais eu me perco todo). Os gráficos têm uma personalidade enorme, adoro o estilo. A música então, uau, é nota mil.

Tem dezenas jogos ao estilo X-COM no mercado. Se você quer saber se este aqui é melhor que os outros, eu diria o seguinte: para fãs de Shadowrun, vale totalmente a compra e as horas investidas. O jogo reproduz com perfeição aquele clima delicioso que a gente adora dos livros, não tem como errar. Se você não conhece a franquia... é difícil eu me colocar no seu lugar, porque sou fã de carteirinha. Na dúvida, pegue a continuação, "Dragonfall": é um espetáculo de jogo, e tenho certeza que até quem nunca ouviu falar em Shadworun na vida vai curtir.
Red_Spartan_PG(BR)
25.2 hrs
Publicada: 16 de julho
Shadowrun Returns é um rpg rico em lore e um cenário perfeito, ótimo pra introduzir (ou reintroduzir) jogadores ao cenário de rpg antigo, mas apesar de tudo ele tem sua falhas: linear e cheio de ilusões de escolha, jogabilidade nem sempre é coesa e alguns elementos da estória são clichê, mas a estória tem varias reviravoltas (a primeira vez que achei estar terminando o jogo, ainda faltava 1/3 do total) e se apoia bem na lore, tornando tudo uma experiência divertida, imersiva e recomendável. As falhas devem ter sido resolvidas na sequencia, mas esse jogo tem sim seu falar, mas recomendo jogar a DLC Dragonfall no modo standalone, tudo foi melhorado em questão de jogabilidade, também existem achivements.
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Shadowrun Returns is a rich in lore rpg and with a perfect setting, great to introduce (or reintroduce) players to old rpg scenario, but though it has its flaws: linear and full of illusions of choice, gameplay is not always cohesive and some elements of the story are cliché, but the story has several twists (the first time I think to be finishing the game, there was still one third of the total to go) and supports well the lore, making it a fun, immersive and recommended. Failures should have been resolved in the sequel, but this game does have its say, I only recommend playing the DLC Dragonfall in standalone mode, everything has been improved in a matter of gameplay, there are also achivements.
Saquiel
22.9 hrs
Publicada: 15 de julho
Um ótimo game! Jogabilidade excelente, cenários perfeitos, história envolvente um ótimo sistema de desenvolvimento de personagem. Me senti jogando meus RPGs de mesa quando era mais novo.
Dinheiro muito bem investido e mal posso esperar pra jogar o próximo da franquia. Parabéns prós desenvolvedores.
O Bárbaro de Botas
17.7 hrs
Publicada: 3 de julho
A great and respectful turn based game.

The combat parts are amazing and your movements and decisions needs to bem carefully thought.

Nice story, which falls on the short side though.
BemLoko
18.0 hrs
Publicada: 26 de maio
Nota 10/10 Recomendadíssimo

Para quem acompanha o universo de Shadowrun, este jogo ficou no ponto.
As batalhas desafiam o jogador e a história ficou bem feita.
O som do jogo também está bom.

Vale a pena jogar, diversão garantida.
Rubem (LOBO)
10.8 hrs
Publicada: 22 de maio
Achei muito fraco.
Luciano
19.3 hrs
Publicada: 3 de abril
O jogo te prende na história, com uma dinâmica interessante. Têm alguns problemas na inerface, mas nada que atrapalhe muito. Têm a quantidade de horas de jogo ideal, você não chega a enjoar.
Análises mais úteis  No geral
41 de 42 pessoas (98%) acharam esta análise útil
Recomendado
57.2 horas registradas
Publicada: 29 de junho de 2014
57 horas depois, e três campanhas completas: Dead Man Switch (campanha original do jogo base), Dragonfall (expansão) e Nightmare Harvest (uma das mais bem avaliadas campanhas de usuário do workshop) eu creio que posso avaliar Shadowrun confortavelmente. Excelente jogo, tem lá seus problemas e em alguns aspectos nota-se que é um produto de orçamento limitado, mas a história e o universo de shadowrun foram tão magistralmente transportados para o jogo, que ele é simplesmente delicioso de jogar, especialmente se você gosta de um combate tático por turnos, parecido com XCOM, Frozen Synapse e muitos outros.

O jogo base é um tanto simples, a história é boa (nada de outro planeta entretanto), é bem linear... é um bom jogo, mas não se compara com a excelente e obrigatória expansão Dragonfall, que possui uma história muito mais elaborada, NPCs riquissímos e um final de tirar o fôlego, cheio de decisões bem difíceis de se tomar. Nada de escolhinhas fáceis, estilo renegade ou paragon (citando Mass Effect), mas escolhas difíceis de verdade, onde não há uma totalmente boa ou totalmente ruim, independente da sua decisão, você vai ficar se perguntando se ela foi a coisa correta a se fazer.

Recomendado com folga, lembrando que o Dragonfall é muito melhor que o vanilla e eu indico também que seja jogado no hard, o jogo é um tanto fácil no normal. Há também o bônus do conteúdo gerado por usuário, eu joguei a campanha intitulada "Nightmare Harvest" a qual eu recomendo (embora em alguns momentos ela seja um tanto criptica no seu andamento), o workshop agrega muito valor ao produto por aumentar sua durabilidade adicionando a possibilidade de um monte de conteúdo gratuito.
Você achou esta análise útil? Sim Não Engraçada
17 de 17 pessoas (100%) acharam esta análise útil
2 pessoas acharam esta análise engraçada
Recomendado
38.5 horas registradas
Publicada: 31 de dezembro de 2014
Watch your back, shoot straight, conserve ammo, and never, EVER, cut a deal with a dragon.

- Provérbio das ruas

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TL;DR: Mesmo sendo limitado em vários aspectos, SR é um belo jogo de setting único e com um propósito claro de contar uma história, aliado a um sistema de combate tático relativamente simples, mas geralmente agradável.
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Originalmente um RPG de mesa criado em 1989, Shadowrun é um universo único por fundir criaturas mágicas da alta fantasia, conhecidas como metahumanos aqui, com um cenário futurista no ano de 2054, levando a máxima “high tech, low life” muito a sério. E foi justamente através de Shadowrun Returns que tive o primeiro contato com a franquia. Como fã de cyberpunk, garanto que valeu a pena.

A primeira adaptação do título para os videogames foi em 1993, para o Super Nintendo. Trata-se de uma espécie de shooter point’n’click com visão isométrica em que seu personagem, Jake Armitage, acorda dentro de um necrotério após morto por uma gangue para, em seguida, ser ressuscitado com magia. Pelo que vi, parece que os fãs mais impetuosos dessa versão SNES (e talvez da do Mega Drive) não gostaram muito dos rumos que os criadores de Returns tomaram para o jogo.

SRR foi mais um título que conseguiu ver a luz do dia graças ao Kickstarter, e é visível o budget modesto pra um trabalho razoavelmente ambicioso. Os 1,9 milhão de dólares arrecadados não foi só para ele, mas também pra sua futura expansão, Dragonfall, como um stretch goal assim que alcançasse um milhão – mais os custos para a licença pertencente à Microsoft, KS, Paypal, Amazon e as recompensas físicas. Enxugado, o valor líquido cai para 1,2 milhão. Jordan Weisman, um dos responsáveis pelo Shadowrun original, disse em 2013 que o dinheiro já tinha acabado e o estúdio tinha esperanças de que aparecesse muito mais gente, além dos backers, interessada a comprar o jogo. Se esse foi mais um caso de mal planejamento financeiro e/ou excesso de conteúdo extra nos stretch goals eu não sei, mas como alguém que gostou de Returns e se apaixonou por Dragonfall, fico feliz que a Harebrained Schemes tenha superado as adversidades no final.

Na campanha do jogo, chamada “Dead’s Man Switch”, você recebe uma mensagem gravada de um antigo companheiro shadowrunner e beberrão, Sam Watts. Ele conta que está morto e explica como detectar seu cadáver, te levando a conhecer Dresden, um anão cirurgião ligeiramente… serelepe. Ele te deixa a par sobre um estripador solto pela cidade de Seattle, retirando órgãos de pessoas vivas sob o efeito de drogas e magia. Sam está entre suas vítimas, é claro. E é a partir da investigação desses assassinatos bizarros que a trama se desdobra, revelando um problema muito mais abrangente do que aparecia à primeira vista e cheio de conspirações e espíritos de insetos gigantes como brinde.

Todas as descrições de personagens, cenários e contextos no geral carregam uma forte sensação de estarmos jogando uma partida de RPG analógico, embora não é muito claro se isso acontece por pura limitação orçamentária, para se aproximar às origens desse universo ou ambos. É, também, uma das poucas formas de você manter a suspensão de descrença porque quase todas as animações dos personagens só aparecem nas batalhas; não há voice acting ou cutscenes, os character portraits nunca sofrem mudanças na expressão facial/corporal independentemente da situação, etc. Ainda assim, as abundantes paredes de texto do jogo são bem escritas e não demoram muito pra prender a atenção; mesmo que, às vezes, tornem-se meio cansativas.

Aliás, fica o aviso: o inglês do jogo é BEM avançado. Meu conhecimento da língua, creio, está entre intermediário e avançado, mas foram várias as vezes que precisei recorrer ao tradutor quando tinha paciência de pausar a jogatina. Existe também um mini dialeto próprio da franquia que é explicado em uma lista in-game para os novatos, apesar de não ser muito prático consultá-la.

Na criação do seu personagem, pode-se escolher entre cinco raças (humano, elfo, anão, ork e troll) e seis arquétipos: Samurai de rua, mago, decker (um tipo de hacker), xamã, rigger (capazes de controlar drones) e “adeptos físicos” (uma fusão dos dois primeiros). Se quiser mais liberdade na distribuição dos pontos, é bem tranquilo, tanto que minha última personagem era uma elfa especialista em armas de fogo aliada a um bom conhecimento de hacking e carisma suficiente que favorecesse nos diálogos. O jogo também conta com um sistema de etiquetas, desbloqueáveis à medida que você investe na carisma e ela pode facilitar (muito) a sua vida caso queira uma abordagem mais diplomática ou informações específicas de alguém.

Aí entramos na jogabilidade. Fora das batalhas, você pode andar livremente o quanto quiser, mas, ao começar uma luta, o jogo passa a ser tático em turnos cover-based, mais ou menos como em XCOM, só que numa versão um pouco mais enxuta. Essa relativa simplicidade foi muito bem-vinda pra mim porque Returns foi praticamente meu primeiro título do gênero. Embora ele esteja longe de ser muito intuitivo (mal há um tutorial e a UI é tão zoada que foi merecidamente remodelada em Dragonfall), foi um bom início. Além do mais, você também pode – e deve – contratar mais runners durante missões mais difíceis, criando estratégias e explorando possibilidades graças à razoável diversidade de raças e classes nos seus contatos. Mas é tudo bastante impessoal: contrate a galera, sobreviva da melhor maneira possível, complete a run e fim, cada um no seu canto. Repita. Não é possível trocar um pio entre os personagens, muito menos criar laços – algo que só percebi fazer falta vivenciando Dragonfall.

As visíveis limitações de Shadowrun Returns é o que compõe boa parte de seus pontos fracos. A trilha sonora é boa no geral, mas rapidamente repete-se MUITO em poucas horas – especialmente durante as lutas. É um problema chatinho, mas dá pra relevar. Há também o fator linearidade, o que não é inerentemente ruim e nem foi um real incômodo pra mim. A narrativa principal é bastante focada e há poucas distrações pelo caminho, o que me parece claro que a intenção do jogo não é virar um Borderlands da vida (aka com inúmeras sidequests enchendo linguiça e comprometendo a força da história central). Neste aspecto, ele me remete mais ao ótimo Batman: Arkham Asylum, que joguei recentemente.

Outra reclamação típica: a campanha é curta demais, durando cerca de 13~15 horas. Penso que essa crítica tem tanto sentido quanto querer que todo jogo traga multiplayer, quer que isso colabore na experiência como um todo ou não. Por isso, se você acredita que RPG só presta com centenas de horas (frequentemente) esticadas com N tarefas vazias, é certo que achará Returns uma bela porcaria. Se, por outro lado, quiser curtir uma narrativa futurista com bons personagens, compre-o numa promoção! Vale a pena dar uma chance a ele especialmente antes de jogar a expansão standalone para sentir com força a evolução que rolou de um título pra outro.

Por último, mesmo se acontecer de você não ir com a cara de Dead’s Man Switch, o Workshop no Steam traz uma abundância de novas campanhas, não só expandindo o universo pelas mãos dos jogadores como também recriando desde a história original de Shadowrun do SNES até recriações de Neuromancer e Ghost in the Shell. Vai, dá uma olhada lá.
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16 de 16 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
15.2 horas registradas
Publicada: 3 de outubro de 2014
Sempre me interessei bastante pelo gênero cyberpunk, mas até então não conhecia Shadowrun, apenas tinha ouvido falar vagamente. Foi uma surpresa muito agradável descobrir que o Shadowrun original não é só um marco do cyberpunk, mas também consegue misturar elementos de fantasia, coisa que até então jamais havia pensado ser possível. Shadowrun Returns traz uma experiência agradável para pessoas que gostam de RPGs táticos em turnos, com uma história bem feita e um mundo, que embora simples, consegue te deixar imerso. Minha única reclamação são os diálogos somente em texto, caso fossem dublados, a imersão na história do jogo seria absurdamente maior, mas mesmo assim, é um bom investimento do seu dinheiro caso goste do gênero.
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35 de 50 pessoas (70%) acharam esta análise útil
Não recomendado
9.9 horas registradas
Publicada: 1 de junho de 2014
Antes de tudo, eu fiquei em dúvida se recomendava ou não este jogo.

Não é que ele seja ruim, eu só acho que podia ser muito melhor.

Este é um rpg no estilo mais clássico da coisa. A visão isométrica é acompanhada por gráficos satisfatórios. O jogo é baseado nos rpgs antigos, onde você chega num mapa, resolve o que precisa e pula para outro mapa, sem liberdade real dentro daquele universo.

Tudo pode ser resolvido com um único clique. Apesar de ter o controle de um squad, a maior parte do tempo você controla apenas seu personagem principal. As lutas são por turnos, mas não são tão bem elaboradas como do XCom.

Existe muito diálogo em texto e nenhuma cutscene. Isso tirou muito da graça para mim. A música do jogo é boa, mas a falta de diálogos com voz, e a falta de animações torna o jogo simples demais.

Do ponto de vista da história, você está num mundo onde magia e tecnologia se juntam. É possível lutar com armas, com magias, e até mesmo "hackear" seu inimigos.

Existem possibilidades diferentes para resolver cada desafio, podendo fugir do atire em tudo.

Eu sinto claramente que o jogo foi feito para jogar com tablet, pois é possível jogar praticamente com um simples clique, em qualquer coisa.

Por fim, eu estou jogando mas não muito satisfeito. Eu esperava ver mais do Baldurs Gate, que é o melhor RPG deste estilo que já joguei e tem versão remasterizada lançada.

Se você curte jogos de RPG, onde a história é parte principal do jogo, ou se você gosta de jogos com combates por turnos, talvez você curta esse jogo.

Para o jogador que curte algo mais rápido, mais elaborado, é melhor ficar longe deste jogo.
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10 de 10 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
30.3 horas registradas
Publicada: 22 de junho de 2014
Shadowrun lembra muito a série Fallout, com várias adições cyberpunk. RPG obrigatório para fãs do gênero, possui diversas formas de customização de personagens, com variedades que vão de magia a hacker, passando por shamans, gangsters, etc. Comprei e recomendo!
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10 de 11 pessoas (91%) acharam esta análise útil
1 pessoa achou esta análise engraçada
Recomendado
18.0 horas registradas
Publicada: 23 de agosto de 2015
Total imersão e diversão garantidas

Logo de cara a sensação de nostalgia te atinge transportando você imediatamente para aquele mundo cyberpunk que você nunca conheceu mas já "considera pacas". Eu acordava e dormia pensando no jogo e joguei continuamente até finalizar.
Minhas considerações:
● Ótima história, desenvolvimento e personagens; há muito tempo não me sentia tão empolgada.
● A mecânica do jogo deixa a desejar algumas poucas vezes ao utilizar o mouse para realizar as ações mas não atrapalha.
● Tem um bom sistema de skill e recompensa.

No geral, é um ótimo jogo e quem curte RPG não vai se decepcionar.
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8 de 8 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
89.9 horas registradas
Publicada: 28 de junho de 2014
Sou um grande fã da franquia Shadowrun, (leve isso em consideração) e nem deu p/ jogar direito.. mas já é bem nítido o qnt os textos e a ambientação estão fiéis ao jogo de mesa. É tudo o que eu podia esperar do melhor cenário cyberpunk já feito.

O ano é 2051 e a magia voltou ao nosso mundo, ambientado num mundo cyberpunk e literalmente ''podre'' deixado às sombras pelas grandes empresas, que detem de muito poder, ainda mais do que o governo.
Tudo isso em um cenário muito rico em tecnologia, misturado com raças e poderes dos mundos de fantasia, com elfo hacker, um anão engenheiro, troll´s bounty hunter´s, dragões e espírtios shamanistas.

O Workshop vai agradar muita gente... quests, personagens... mods de interface.
Achei até o antigo jogo de Snes sendo trazido p/ essa versão 'returns'.
.
Pau no cú de empresas que fazem DLC´s... apoie empresas indies e comunidades livres. Em que todos podem compartilhar e criar novos conteúdos.

Sistema de jogo? Jogabilidade? Não sei de nada ainda... mas já recomendo!!!!

Shadowrun é MÍTICO!
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7 de 7 pessoas (100%) acharam esta análise útil
Recomendado
21.5 horas registradas
Publicada: 7 de janeiro
Shadowrun Returns é um RPG tático em turnos com visão isométrica para um jogador.
O jogo se passa num ambiente cyberpunk no ano de 2054. Você começa no seu apartamento e recebe um telefonema de um amigo; acontece que esse amigo está morto e ele vai pagar você pra descobrir quem matou ele e é a partir daí que a trama se desenrola.
No jogo você cria seu personagem com algumas (poucas) opções estéticas como cor de pele, cabelo, barba, etc; e outra opções que mudam as caracteristicas do seu personagem como raça (humano, elfo, anão, orc e troll) e classe:

- Street samurai, que seria um warrior moderno; aquele que é pau pra toda obra, que pode usar tanto armas melee quanto pistolas, metralhadoras e rifles.
- Mage, que podem usar tanto magias de dano, quanto de cura ou de suporte. Uma classe bem OP, porém a mais frágil de todas.
- Decker, que são os Hackers do jogo, possuem quase nenhuma habilidade no mundo real, mas o foco dessa classe é dentro da Matrix (irei explicar depois como funciona), invadindo o sistema inimigo e baixando suas defesas.
- Shaman, a segunda classe de magia, mais focada em suporte e controle de grupo; os shamans podem evocar criaturas e elementais.
- Riggers, que usam drones nas lutas, sejam drones de ataque ou de suporte, cada um com habilidades diferentes; Riggers geralmente são buildados junto com deckers.
- Physical Adepts, que poderia dizer que são como monks em jogos em geral, e aqui seriam uma mistura de mage e street samurai; usam o Chi para se fortalecer e suas armas são melee ou os punhos.

Cada classe possui uma arvore de talentos especifica, que na minha opinião são simples demais. Você não tem muita opção para buildar uma classe se for fazer ela pura por exemplo, mas todas as arvores são abertas, o que compensa a simplicidade delas. Por exemplo, todos os pure mages vão ter praticamente a mesma build, mas você pode fazer classes hibridas e aí que a customização é compensada, pois a liberdade de distribuição de pontos é total.

Conforme você evolui uma arvore de talento, você consegue liberar diversas ações dentro do jogo, seja interagindo com o cenário, ou com personagens. Um personagem com bastante força pode empurrar um objeto para descobrir uma passagem escondida, um com bastante inteligencia pode enganar NPCs e um com dominio em "decking" pode hackear um computador para destravar um elevador ou conseguir uma senha importante.
Falando em hackear, o jogo se passa em dois ambientes: o mundo real e a Matrix. Com a habilidade de decking e o equipamento necessario, você pode se conectar a Matrix. Lá dentro, a jogabilidade é a mesma do mundo real, exceto pelo fato de que dentro da Matrix você só pode usar as habilidades especificas da Matrix, que são os programs (spells) e os Expert Systems, que são tipo uns summons virtuais com habilidades proprias. Invadir um computador pela matrix tem inumeras vantagens e podem mudar o rumo de uma luta. Dá pra liberar portas travadas, elevadores, desligar cameras de segurança e transformar inimigos roboticos (turrets) em aliados.

Em relação a história do jogo, eu não vi nenhum ponto negativo; O ambiente, os personagens, a trama, é tudo muito bem construído e tudo vai evoluindo no tempo correto. Para ter aproveitamento total do jogo, é necessário um inglês relativamente avançado, pois o jogo possui muito diálogo, textos, perguntas e diversas opções de respostas. As respostas em sua maioria não vão influenciar em nada no desenrolar do jogo, apenas uma ou outra pode mudar alguma coisa no jogo. Se você é daqueles que joga RPG e sai pulando tudo que é diálogo, esse jogo não foi feito pra você, e vai perder 90% da graça.
A campanha do jogo pode ser feita em pouco menos de 12 horas e em momento algum fica cansativa ou arrastada. Pra ajudar você durante as missões, existe a possibilidade de contratar aliados; uma diversidade enorme de personagens, classes e habilidades diferentes, cada um com seu preço.

A jogabilidade é a unica coisa que ao meu ver poderia ser um pouco mais polida, as vezes você precisa clicar em algum objeto e não consegue, ou quer clicar em algum NPC e acaba não conseguindo também, mas nada que atrapalhe.
O menu também poderia ser um pouco mais suave e rápido; dá a impressão de que ele é meio "travado", onde você clica e espera um pouco até obter a resposta.
O som e a música do jogo são OK; não é nada espetacular, mas está longe de ser ruim. Algumas músicas são empolgantes, mas logo ficam meio repetitivas.

Considerações finais: Shadowrun Returns é um baita RPG em turnos, com uma historia muito interessante, personagens bem construidos e diversos niveis de dificuldade, feito pra agradar quem nunca jogou um RPG assim até os mais hardcore. Alem disso possui diversas campanhas feitas pela comunidade na oficina da Steam, o que aumenta em muito o Replay do jogo. Comprei na promoção de fim de ano o Returns e o Dragonfall e não me arrependi nem um pouco.
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11 de 15 pessoas (73%) acharam esta análise útil
Recomendado
13.1 horas registradas
Publicada: 11 de junho de 2015
Jogo estratégico bem amigável, com opções intuitivas e uma árvore de evolução bem feita, em que precisa liberar alguns atrubutos maiores antes de conseguir outros... a criação de personagem é bem interessante também, com várias raças e especialidades, aumentando bastante o fator replay pra diversas experiências

Legal dele é não ser uma sequencia de lutas, o jogo é bastante focado na história e diálogos, alguns deles até podem evitar combates ou liberar vantagens como mais dinheiro ou karma, e dependendo das especializações, pode conversar melhor com gente da rua, gente corporativa, etc

O combate em si é bem casual, dificilmente vai passar aperto, e não tem lá grande variedade de inimigos... o desafio ta na party que não é fixa, mas tem que ser contratada sempre antes da missão, o que faz com que tenha que lidar com os novos personagens toda vez ao invés de ter uma estratégia pronta

Além do combate armado tradicional, ele ainda herda o cover do XCOM e também tem magias, controle de drones, invocações ou um mundo matrix pra hackear máquinas

Mal vejo a hora de jogar o Dragonfall, e fico no hype pelo lançamento do Hong Kong
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8 de 10 pessoas (80%) acharam esta análise útil
Recomendado
54.7 horas registradas
Publicada: 7 de agosto de 2013
Facílimo de recomendar, principalmente pela escassez de RPGs desse tipo. Obrigatório pra fãs do universo Cyberpunk (Muito bem recriado em Shadowrun e um dos pontos altos do jogo, junto a excelente trilha sonora.), e RPGs clássicos como Baldurs Gate e Fallout; apesar de SR: Returns não ter metade do conteúdo ou profundidade dos jogos supracitados.
Profundidade é o maior problema do jogo, uma vez que a campanha (que é semi-linear, possuindo exploração apenas em alguns caminhos e niveis) ,combate, side-missios e equipamentos não estão a altura de outros jogos do genero.
Pra compensar o jogo tem um roteiro muito bem escrito com alguns Twists e personagens interessantes, além de uma ferramenta de mods ♥♥♥♥♥OSA, permitindo ao jogadores criar sua propria aventura, compensando de certa forma alguns problemas da aventura principal, umas vez que já existem mods de campanha "open-world", com novas mecanicas, aréas, rebalanceamto, e diversas novas opções, aumentando e MUITO e replay do jogo. Vale citar também que uma nova campanha está em produção, ambientada em Berlim e promete trazer mais "assets" para a ferramenta de mods, e aprofundar melhor as mecanicas criadas.
Pra quem curte um RPG de qualidade com alto valor de replay (graças a comunidade) ,competente combate tático por tunos e muito AMOR, compre!
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