A family friendly, hand-animated, puzzle-filled adventure game with an all-star cast, including Elijah Wood, Jack Black and Masasa Moyo. Funded by a record breaking crowdfunding campaign and designed by industry legend Tim Schafer, Broken Age is a timeless coming-of-age story.
Análises de utilizadores:
Recentes:
Muito positivas (58 análises) - 86% das 58 análises de utilizadores nos últimos 30 dias são positivas.
No geral:
Muito positivas (5,297 análises) - 83% das 5,297 análises de utilizadores sobre este jogo são positivas.
Data de lançamento: 28 Jan, 2014

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Análises

“Act 1 of Broken Age is a gorgeous, impeccably written adventure that simultaneously tugs at my nostalgic core, while ushering in a new era for the point-and-click genre.”
9.5 – IGN

“...delightful, beautiful, utterly charming and you really should play it right this second.”
9 – Polygon

“I haven’t felt this surge of nostalgia and excitement about a game in a long time, and I truly think Broken Age will be looked back fondly as one of the greats.”
9.5 – Destructoid

Acerca deste jogo

Broken Age is a family friendly, hand-animated, puzzle-filled adventure game with an all-star cast, including Elijah Wood, Jack Black and Masasa Moyo. Funded by a record breaking crowdfunding campaign and designed by industry legend Tim Schafer, Broken Age is a timeless coming-of-age story of barfing trees and talking spoons.

Vella Tartine and Shay Volta are two teenagers in strangely similar situations, but radically different worlds. The player can freely switch between their stories, helping them take control of their own lives, and dealing with the unexpected adventures that follow.

Starring:

Elijah Wood as Shay
Masasa Moyo as Vella
Jack Black as Harm'ny Lightbeard
Jennifer Hale as Mom
Wil Wheaton as Curtis
Pendleton Ward as Gus

Requisitos do Sistema

Windows
Mac OS X
SteamOS + Linux
    Mínimos:
    • Sistema Operativo: Windows XP Service Pack 3
    • Processador: 1.7 GHz Dual Core
    • Memória: 2 GB de RAM
    • Placa gráfica: NVIDIA GeForce GTX 260, ATI Radeon 4870 HD, Intel HD 3000, or equivalent card with at least 512 MB VRAM
    • DirectX: Versão 9.0
    • Espaço no disco: Requer 2500 MB de espaço livre
    • Placa de som: DirectX Compatible Sound Card
    • Notas adicionais: Must have OpenGL 3 with GLSL version 1.3
    Recomendados:
    • Sistema Operativo: Windows 7
    • Processador: Intel Core 2 Duo at 2.2 GHz, AMD Athlon 64 2.2Ghz
    • Memória: 3 GB de RAM
    • Placa gráfica: NVIDIA GeForce GTX 460, AMD Radeon HD 6850
    • DirectX: Versão 11
    • Espaço no disco: Requer 2500 MB de espaço livre
    • Placa de som: DirectX Compatible Sound Card
    • Notas adicionais: Must have OpenGL 3 with GLSL version 1.3. Some users may need to disable Steam overlay.
    Mínimos:
    • Sistema Operativo: Snow Leopard 10.6.8 or later
    • Processador: Intel Core Duo
    • Memória: 2 GB de RAM
    • Placa gráfica: ATI Radeon HD 4850, NVIDIA GeForce GT 120, Intel HD 3000, or equivalent card with at least 512 MB VRAM
    • Espaço no disco: Requer 2500 MB de espaço livre
    • Notas adicionais: Must have OpenGL 3 with GLSL version 1.3
    Recomendados:
    • Sistema Operativo: Lion 10.7.X
    • Processador: Intel Core i series processor
    • Memória: 4 GB de RAM
    • Placa gráfica: AMD Radeon HD 6770, NVIDIA GeForce GTX 460
    • Espaço no disco: Requer 2500 MB de espaço livre
    • Placa de som: Compatible Sound Card
    • Notas adicionais: Must have OpenGL 3 with GLSL version 1.3. Some users may need to disable Steam overlay.
    Mínimos:
    • Sistema Operativo: Ubuntu 12.04 LTS
    • Processador: 1.7 GHz Dual Core
    • Memória: 2 GB de RAM
    • Placa gráfica: NVIDIA GeForce GTX 260, ATI Radeon 4870 HD, Intel HD 4000, or equivalent card with at least 512 MB VRAM
    • Espaço no disco: Requer 2500 MB de espaço livre
    • Notas adicionais: Must have OpenGL 3 with GLSL version 1.3
    Recomendados:
    • Sistema Operativo: Ubuntu 12.04 LTS or higher
    • Processador: Intel Core 2 Duo at 2.2 GHz, AMD Athlon 64 2.2Ghz
    • Memória: 3 GB de RAM
    • Placa gráfica: NVIDIA GeForce GTX 460, AMD Radeon HD 6850
    • Espaço no disco: Requer 2500 MB de espaço livre
    • Placa de som: Compatible Sound Card
    • Notas adicionais: Must have OpenGL 3 with GLSL version 1.3. Some users may need to disable Steam overlay.
Análises de clientes
Sistema de análises de utilizadores atualizado! Fica a saber mais
Recentes:
Muito positivas (58 análises)
No geral:
Muito positivas (5,297 análises)
Publicadas recentemente
Nuno Grilo
12.0 hrs
Publicada: 6 de Fevereiro
Point and click is not my genre but this game story and art kept me addicted!
alsilva
14.9 hrs
Publicada: 3 de Maio de 2015
Não devia ter jogado à parte dois.
Uma pena. Não posso recomendar.
Herr Flick
1.5 hrs
Publicada: 23 de Dezembro de 2014
Em 2012, a Double Fine de Tim Schafer anunciou que procurava um investimento de 400 mil dólares para produzir um jogo de “aventura”, um velho género que, aparentemente por conter texto em demasia, nenhum editor arriscava financiar. No final de uma campanha de "crowdfunding" recordista no site Kickstarter, angariou mais de três milhões de dólares com as contribuições de 87 mil pessoas, colocando um forte ponto de interrogação sobre a racionalidade das decisões tomadas na indústria dos videojogos.

O resultado dessa campanha é “Broken Age”, de que a primeira de duas partes está agora disponível. O primeiro "acto" apresenta duas histórias que correm em paralelo. Podemos ajudar Vella a escapar de um rito sacrificial de um planeta desconhecido que consiste na oferenda de raparigas locais para saciar um monstro marinho; ou podemos ajudar Shay, um rapaz que vive só numa nave espacial, a escapar à vigilância de uma espécie de "Hal 9000" maternal e excessivamente protector.

Tim Schafer é um dos grandes desconhecidos do humor contemporâneo. O trabalho que desenvolveu na LucasArts, juntamente com Ron Gilbert, durante a década de 90, num período em que os jogos de “aventura” eram bastante populares, será o mais próximo das avalanches de “gags” da MAD ou das comédias dos irmãos Zucker que os videojogos alcançaram.

“Broken Age” é mais sóbrio que esses clássicos excêntricos. O talento de Tim Schafer como escritor de diálogos humorísticos — como a conversa que temos com uma árvore que despreza a humanidade e os vícios de crueldade desta — permanece e é realçado pela qualidade das interpretações de voz, mas predomina no jogo uma atmosfera de desalento, através de personagens que se acham sós no meio da insanidade geral (um motivo já explorado por Schafer, em “Psychonauts”).

Schafer citou, em entrevista recente ao site Eurogamer, a influência do humor "um tanto triste" de Kurt Vonnegut que criou múltiplos mundos alegóricos, num esforço de conseguir abordar os absurdos e horrores do seu próprio mundo. Não espantaria que as narrativas de “Broken Age” fossem atribuídas ao prolífico escritor de ficção científica Kilgore Trout, personagem de vários romances de Vonnegut. A história de Shay, obrigado a existir num mundo de simulação em que a vigilância é constante, presta-se, sem dificuldade, a ser interpretada como alegoria da ubiquidade das tecnologias de vigilância nas sociedades contemporâneas, para benefício dos vigiados, segundo a presunção corrente. “Broken Age” poderia ter terminado nesta primeira parte que já seria um belo conto moral interactivo para tempos em que o humor, como diz Shafer, a propósito de Vonnegut, deve estar consciente de que “acontecem coisas horríveis às pessoas”.


(Publicado no P3.)
Nena
5.6 hrs
Publicada: 2 de Julho de 2014
Um point and click que me deixou revoltada durante o jogo, mas com um final supreendente! E o melhor terá sequencia!
vanessascahlert
15.4 hrs
Publicada: 1 de Julho de 2014
Overall disappointing
Kabrumbs
4.7 hrs
Publicada: 2 de Maio de 2014
As notas altas parecem mais um reflexo de nostalgia do que qualquer outra coisa.
A história é bacana o design interessante, mas é um jogo para uma nota 7 no máximo
DanGR
1.4 hrs
Publicada: 3 de Fevereiro de 2014
Perfeito!
Le Jibs
6.9 hrs
Publicada: 2 de Fevereiro de 2014
Um grande point and click, um bocado modernizado, mas genial na mesma. Puzzles inteligentes e história intrigante, recomendo a todos, pena ser so metade :\
Análises mais úteis  No geral
0 de 1 pessoas (0%) acharam esta análise útil
Não recomendado
14.9 hrs em registo
Publicada: 3 de Maio de 2015
Não devia ter jogado à parte dois.
Uma pena. Não posso recomendar.
Achaste esta análise útil? Sim Não Engraçada
1 de 5 pessoas (20%) acharam esta análise útil
Recomendado
1.4 hrs em registo
Publicada: 3 de Fevereiro de 2014
Perfeito!
Achaste esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
5.6 hrs em registo
Publicada: 2 de Julho de 2014
Um point and click que me deixou revoltada durante o jogo, mas com um final supreendente! E o melhor terá sequencia!
Achaste esta análise útil? Sim Não Engraçada
Não recomendado
15.4 hrs em registo
Publicada: 1 de Julho de 2014
Overall disappointing
Achaste esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
4.7 hrs em registo
Publicada: 2 de Maio de 2014
As notas altas parecem mais um reflexo de nostalgia do que qualquer outra coisa.
A história é bacana o design interessante, mas é um jogo para uma nota 7 no máximo
Achaste esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
6.9 hrs em registo
Publicada: 2 de Fevereiro de 2014
Um grande point and click, um bocado modernizado, mas genial na mesma. Puzzles inteligentes e história intrigante, recomendo a todos, pena ser so metade :\
Achaste esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
1.5 hrs em registo
Publicada: 23 de Dezembro de 2014
Em 2012, a Double Fine de Tim Schafer anunciou que procurava um investimento de 400 mil dólares para produzir um jogo de “aventura”, um velho género que, aparentemente por conter texto em demasia, nenhum editor arriscava financiar. No final de uma campanha de "crowdfunding" recordista no site Kickstarter, angariou mais de três milhões de dólares com as contribuições de 87 mil pessoas, colocando um forte ponto de interrogação sobre a racionalidade das decisões tomadas na indústria dos videojogos.

O resultado dessa campanha é “Broken Age”, de que a primeira de duas partes está agora disponível. O primeiro "acto" apresenta duas histórias que correm em paralelo. Podemos ajudar Vella a escapar de um rito sacrificial de um planeta desconhecido que consiste na oferenda de raparigas locais para saciar um monstro marinho; ou podemos ajudar Shay, um rapaz que vive só numa nave espacial, a escapar à vigilância de uma espécie de "Hal 9000" maternal e excessivamente protector.

Tim Schafer é um dos grandes desconhecidos do humor contemporâneo. O trabalho que desenvolveu na LucasArts, juntamente com Ron Gilbert, durante a década de 90, num período em que os jogos de “aventura” eram bastante populares, será o mais próximo das avalanches de “gags” da MAD ou das comédias dos irmãos Zucker que os videojogos alcançaram.

“Broken Age” é mais sóbrio que esses clássicos excêntricos. O talento de Tim Schafer como escritor de diálogos humorísticos — como a conversa que temos com uma árvore que despreza a humanidade e os vícios de crueldade desta — permanece e é realçado pela qualidade das interpretações de voz, mas predomina no jogo uma atmosfera de desalento, através de personagens que se acham sós no meio da insanidade geral (um motivo já explorado por Schafer, em “Psychonauts”).

Schafer citou, em entrevista recente ao site Eurogamer, a influência do humor "um tanto triste" de Kurt Vonnegut que criou múltiplos mundos alegóricos, num esforço de conseguir abordar os absurdos e horrores do seu próprio mundo. Não espantaria que as narrativas de “Broken Age” fossem atribuídas ao prolífico escritor de ficção científica Kilgore Trout, personagem de vários romances de Vonnegut. A história de Shay, obrigado a existir num mundo de simulação em que a vigilância é constante, presta-se, sem dificuldade, a ser interpretada como alegoria da ubiquidade das tecnologias de vigilância nas sociedades contemporâneas, para benefício dos vigiados, segundo a presunção corrente. “Broken Age” poderia ter terminado nesta primeira parte que já seria um belo conto moral interactivo para tempos em que o humor, como diz Shafer, a propósito de Vonnegut, deve estar consciente de que “acontecem coisas horríveis às pessoas”.


(Publicado no P3.)
Achaste esta análise útil? Sim Não Engraçada
Recomendado
12.0 hrs em registo
Publicada: 6 de Fevereiro
Point and click is not my genre but this game story and art kept me addicted!
Achaste esta análise útil? Sim Não Engraçada