June 7th, 1995. 1:15 AM You arrive home after a year abroad. You expect your family to greet you, but the house is empty. Something's not right. Where is everyone? And what's happened here? Unravel the mystery for yourself in Gone Home, a story exploration game from The Fullbright Company.
Análises de usuários: Praticamente positivas (9,764 análises)
Data de lançamento: 15/ago/2013

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Recomendado por curadores

""Open the door, grab the defence baby, where do we want to go now?!""
Veja a análise completa aqui.

Atualizações recentes Ver todos (3)

14 de julho

Chris Remo's GH:OST now available on Steam!

It's been a long time coming-- but the Gone Home Original Soundtrack (the GH:OST) by Chris Remo is now available on Steam! You can either buy it as a bundle with the base game, or as DLC if you already own Gone Home. And as always, it's available DRM-free on Chris's Bandcamp page. Thanks for playing, and listening!

6 comentários Leia mais

2 de julho

Gone Home Boxed Special Edition Now Available!

Exciting news! The Fullbright Company has partnered with Headup and Merge Games to create a boxed special edition of Gone Home, including a ton of rad extras along with the game!



More details can be found on our company blog. But, the long and short of it is:

Gone Home Boxed Special Edition includes:

  • Gone Home DRM-free for PC/Mac/Linux on DVD, as well as a free Steam key
  • The full Gone Home Original Soundtrack (The GH:OST) by Chris Remo, plus all of the audio diaries from Gone Home in MP3 format!
  • A Gone Home cassette tape logo sticker
  • The 40-page “Designer’s Notebook” filled with notes and sketches from the development of Gone Home
  • Fold-out poster of the cover of Sam & Lonnie’s zine!
You can grab the Special Editon from our TopatoCo storefront or from Merge Games' site for $29.99 plus shipping.

Thanks for playing, and hope you dig this new special edition!!

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Análises

“Gone Home is the greatest video game love story ever told.”
The New York Times

“I never expected to see myself — or such a strong reflection of myself and my own life — in a video game.”
10/10 – Polygon

“Epic, personal and revelatory.”
5/5 – Giant Bomb

Commentary Mode now available!

Your copy of Gone Home now includes Developer Commentary Mode! More than an hour and a half of audio commentary from the developers of the game. Find it in the Modifiers menu when starting a new game! Enjoy!!

Sobre este jogo

June 7th, 1995. 1:15 AM

You arrive home after a year abroad. You expect your family to greet you, but the house is empty. Something's not right. Where is everyone? And what's happened here? Unravel the mystery for yourself in Gone Home, a story exploration game from The Fullbright Company.

Gone Home is an interactive exploration simulator. Interrogate every detail of a seemingly normal house to discover the story of the people who live there. Open any drawer and door. Pick up objects and examine them to discover clues. Uncover the events of one family's lives by investigating what they've left behind.

Go Home Again.

Key Features


  • A Personal Story: created by veterans of the BioShock series and the writer behind Minerva's Den, Gone Home offers the rich, nuanced details of one family's struggles to deal with uncertainty, heartache, and change.

  • An Immersive Place: return to the 1990s by visiting a home where every detail has been carefully recreated, and the sounds of a rainstorm outside wrap you in the experience.

  • No Combat, No Puzzles: Gone Home is a nonviolent and puzzle-free experience, inviting you to play at your own pace without getting attacked, stuck, or frustrated. This house wants you to explore it.

  • Fully Interactive Investigation: discover what's happened to the Greenbriars by examining a house full of the family's personal possessions, and the notes and letters they've left behind. Use your powers of observation to piece together a story that unfolds as you explore.

Requisitos de sistema

Windows
Mac OS X
SteamOS + Linux
    Minimum:
    • WindowsXP SP2 or higher
    • 1.80GHz Processor
    • 2GB Memory
    • Video card with 512MB of VRAM
    • (NOTE: Intel HD Graphic 4000 NOT CURRENTLY SUPPORTED on Windows 8)
    • 2GB HDD space
    Minimum:
    • OS X v10.7 Lion or higher
    • 1.80GHz Processor
    • 2GB Memory
    • Video card with 512MB of VRAM
    • 2GB HDD space
    • glibc 2.11 or newer
    • 1.80GHz Processor
    • 2GB Memory
    • Video card with 512MB of VRAM
    • 2GB HDD space
Análises úteis de usuários
50 de 78 pessoas (64%) acharam esta análise útil
2.3 hrs registradas
Publicada: 3 de julho
Todos os dias a gente acorda, sai pro trabalho, volta, dorme. Eventualmente a gente pode se envolver com outras pessoas, namorar, até casar. Depois ter filhos ou se divorciar. Eu já conheci gente que enfrentou doença terminal e não sobreviveu. Eu também já conheci gente que sonha em morar fora do país, trocar de emprego ou assumir a filha que um dia botou para adoção.

Independente da história dos outros, a gente sempre acha que a nossa é a mais especial, é cheia de significado, é profunda, é recheada de personagens reais e atitudes verdadeiras. Quando você está parado no ponto de ônibus enxerga o outro do seu lado como um figurante, porque o personagem principal da história é VOCÊ. Esse aí do lado, coitado, esperando o ônibus, esse não sabe por quantas eu já passei...

Agora, e se a gente ouvisse a história de todo mundo que a gente encontrasse na rua? Certamente a gente iria se entediar rapidamente. E sabe por quê? Simplesmente porque elas são todas chatas, com personagens rasos e, principalmente, porque ela é muito parecida com a sua. Entendeu o motivo das novelas não serem realistas? Imagine uma cena com os atores no banheiro ou passando horas no Facebook. Isso é chato demais.

O ponto que quero chegar é que nem toda história merece ser contada. Não é por que você um dia se apaixonou pela sua professora de matemática que você tem que escrever um livro sobre isso. Se você um dia resolver escrever um livro, ou um filme, ou uma peça de teatro, conte algo novo, algo que realmente mereça ser lido por outra pessoa.

E é aí que chegamos no principal problema de Gone Home, um game CHEIO de qualidades que conta uma história esquecível, abarrotada de clichês, supostamente direcionada para um público adulto, mas com um conteúdo adolescente.

Gone Home conta a história de Kaitlin Greenbriar, que retorna a sua casa numa noite chuvosa, depois de um ano fora do país. Ao chegar em casa ela encontra um bilhete e ninguém para recebê-la. A mensagem que ela deixou na secretária eletrônica ainda não foi ouvida. A partir desse momento cabe a você explorar a casa em busca de pistas para descobrir o que aconteceu.

A Fullbright Company, desenvolvedora do game, teve absoluta competência no desenvolvimento do game, quanto às suas mecânicas e interações, permitindo uma grande imersão no clima que o jogo propõe. Praticamente tudo na casa é permitido interagir, abrindo novas pistas, lembranças e textos que revelam o segredo por trás de tudo. Além disso o game se passa em 1995 e está totalmente tomado por referências daquela época, deixando o game extremamente crível quanto a sua ambientação.

Apesar do esforço dos devs, o game sofre de um grave problema de ritmo no qual a casa te conta uma história e a sua interação conta outra. Há uma falta de alinhamento que não posso contar para não gerar spoilers, mas uma coisa preciso alertar: Gone Home não é um game de terror ou suspense. Não julgue sua provável experiência pela capa do game ou pelos screenshots. Gone Home é basicamente um filminho da Disney que passa na Sessão da Tarde. Só chegando ao final do game, em torno de 2 horas, que dá pra entender que tudo não passava de uma historinha imbecil adolescente.

Mas pra fazer justiça, o game não é um desastre, sério e pode ter muita gente que goste dele. A intenção da Fullbright foi boa, a idéia magnífica, só que banhada por uma história pretensiosamente madura mas com conteúdo de um High School Musical. Definitivamente não é um game adulto, dá pra perceber que foi feito para adolescentes fãs de Violetta.

Outro ponto pra levantar a discussão. Alguém me explica isso:

- Polygon: Game of the Year - 10/10
- PC Gamer: Best Narrative Game of the Year - 85/100
- IGN: Best PC Game of the Year - 9,5/10

Huh? Game of the year??? 10/10??? Galera, sério, nota 10 é um game PER-FEI-TO.
Alguém sabe aí o significado da palavra "perfeito"? Você não pode dar nota 10 para um game só por que você gostou das musiquinhas ou por que adorou a referência com o Super Nintendo.

Sinceramente eu li os reviews de Gone Home da mídia "especializada" e creio que tudo isso foi absurdamente exagerado. Eu entendo que o game, além de ser uma produção independente, traz vários conceitos que estão fora do mainstream, mas nota 10? Não, me desculpem, Gone Home não merece tudo isso.

Agora por que não recomendar o game? Apesar dele estar fora do "padrão de mercado", ele não apresenta nada que valha seu tempo, e eu acho meu tempo muito valioso pra gastar com algo medíocre. E olha, tem tanta coisa diferente por aí, indie bem mais barato e que vai te trazer uma experiência narrativa mil vezes mais elaborada. Stanley Parable é um belíssimo exemplo que sai por R$ 25 e vai fazer você ficar pensando por semanas.

Se você for fã iCarly e Twilight, provavelmente vai se encantar pela história. Eu, infelizmente não sou o público para Gone Home.

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7 de 7 pessoas (100%) acharam esta análise útil
2.0 hrs registradas
Publicada: 29 de outubro
Infelizmente é um jogo bem curto, apenas 2h de jogo.

Mas vale cada minuto dessas 2h, a história, ambientação e música são fantasticas. Gone Home é um jogo bem parado, apenas explorando uma casa atrás de respostas, sem puzzles, sem ação frenética, quase um simulador da vida "como ela é", um pequeno mistério que esconde um final lindo e emocionante.

Além da história, o que mais chama atenção é a trilha sonora do jogo que é espetacular.

Eu até acho o valor do jogo meio alto dado ao tempo de "gameplay", mas vale pela história em si.
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10 de 15 pessoas (67%) acharam esta análise útil
1.6 hrs registradas
Publicada: 2 de julho
jogo muito bom, e ao longo das pistas que você encontra, dá mais vontade de continuar, e a Historia muito boa...
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5 de 6 pessoas (83%) acharam esta análise útil
2.3 hrs registradas
Publicada: 1 de outubro
Às vezes me esqueço como um jogo pode ser tão simples e ao mesmo tempo tão imersivo.

2 horas de jogo. Nenhum tiro, nenhum quebra-cabeça, nenhum inimigo. Só uma calorosa história.

Parece um livro, mas incrivelmente melhor. Porque aqui você escuta os personagens e sente verdadeiramente suas emoções.

E a geral falta de música, somente aparecendo nos momentos "certos" ou quando você escuta as fitas gravadas, é um toque bem interessante.

Recomendo esse jogo à todos que gostem de boas histórias. Em minha humilde opinião, um dos melhores que já joguei.
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7 de 10 pessoas (70%) acharam esta análise útil
1.3 hrs registradas
Publicada: 27 de setembro
Terminei a demo, quando sai o jogo full?
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3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
3.3 hrs registradas
Publicada: 10 de julho
Lembrou meu tempo de que a internet não influênciava na sociedade, dos tempo que não era fácil procurar e escutar a música que você queria, e tempos de festinhas realmente undergrounds. A intenção do jogo é essa, resgatar um tempo que não volta e ele faz isso de maneira extremamente poética. A história pode não comover muitas pessoas mas cada um que vivenciou essa época vai recordar de vivências. É uma história que precisa gostar e querer ler em inglês porque tem bastante coisa e esse é o maior trufo do jogo, vale MUITO a pena.

8/10
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5 de 7 pessoas (71%) acharam esta análise útil
3.5 hrs registradas
Publicada: 6 de setembro
Gone Home é um dos jogos mais belos que já joguei. É uma prova de que um jogo não precisa trazer narrativas épicas ou combates frenéticos para conquistar um jogador. Trata-se de um jogo curto com apenas 2 ou 3 horas de duração, em que você é uma jovem que chega em casa após um longo período de viagens.

Ao perceber que não havia ninguém em casa, a jovem passa a buscar pistas sobre o paradeiro de seus familiares. Inicialmente, o jogo aparenta se tratar de mais um título indie de terror, mas no decorrer das investigações, se perceberá que é algo muito mais profundo, algo simples, porém importante, e acima de tudo, algo que poderia acontecer com qualquer um, na minha ou na sua família.

A narrativa se desenvolve tão naturalmente que quando você se deparar com o final, certamente ficará surpreso. É por esse motivo que recomendo fortemente Gone Home a todos os jogadores que curtem uma boa história. Mas caso você não tenha sensibilidade suficiente para ver a beleza das pequenas coisas e ache que histórias simples não merecem ser contadas, melhor passar longe. EXCELENTE (9/10).
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
0.7 hrs registradas
Publicada: 6 de julho
Emocionante! S2
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
2.2 hrs registradas
Publicada: 9 de novembro
Uma bela história! É um jogo de exploração, não espere puzzles ou desafios complexos. Apenas explore bastante e se permita imergir na história.
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
2.4 hrs registradas
Publicada: 26 de junho
Um dos jogos mais imersivos que joguei.
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4.8 hrs registradas
Publicada: 30 de junho
Definindo em uma palavra: intenso. O que eu mais vejo pela internet, nos fóruns e comunidades, é que esse jogo não foi feito pra qualquer um. Total verdade. “Gone Home” é um daqueles jogos que te faz pensar, não pelo enredo (que na verdade nem é tão elaborado), mas por sua simplicidade e o modo como ele te envolve mesmo sendo “bobo”. Ele utiliza um elemento que faz muita falta no entretenimento visual de maneira geral hoje em dia: consegue construir um suspense psicológico, sem apelar pra gritaria, músicas aumentando o volume repentinamente ou imagens sugestivas (sombras, espelhos, etc.), simplesmente faz você temer o que nem viu, pra no final te mostrar que não era nada além de sua imaginação (lembrando nossos medos de infância). O título em questão faz menção à diversas obras de grandes autores da literatura mundial, além de vários outros artistas e em específico ao ofício do escritor. A cereja do bolo é o desfecho da história, onde finalmente você entende o seu título.
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
1.9 hrs registradas
Publicada: 5 de julho
Gone Home é um bom exemplo de narrativas interativas que estão voltando à ativa nos jogos independentes.

Indo totalmente ao contrário das últimas tendências de jogos 'esteróides explosivos', este jogo é uma viagem singela e bem feita de uma irmã que voltando de uma longa viagem, encontra um bilhete da sua caçula para não procurá-la.

A partir daí, o jogo e a própria narrativa se desenrolam a partir da exploração da casa e de todas as anotações, cadernos, fitas e apetrechos que você puder achar para descobrir o que desencadeou aquela situação.

Um bom exemplo de que os jogos não são só para tiros, pessoas decepadas ou torneios on-line guturais. Uma história de 2 horas que, com certeza, vale a pena comprar em alguma Steam Sale para sair da mesmice dos jogos atuais.
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
2.1 hrs registradas
Publicada: 17 de novembro
I kinda like this game, but it's not a big deal really.
It's not a bad game, but its too short, i beat the game in 2 hours.
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
4.6 hrs registradas
Publicada: 10 de julho
Simples, interativo, belo e emocionante. Pode parecer breve, porém tem medida certa.
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6 de 11 pessoas (55%) acharam esta análise útil
2.1 hrs registradas
Publicada: 26 de junho
Fico surpreso em saber que esse jogo bateu Papers Please... pois é extremamente fraco. E não digo isso pelo fato do jogo se limitar inteiramente a narrativa, pois eu sou muito fã de jogos assim. To The Moon é um jogo que também segue a mesma linha de raciocínio, e tem uma imersão, detalhes, e significância muito maior. ***SPOILERS COMEÇAM AQUI***. Você é a irmã da "protagonista" dessa bela estória, que por sinal não aparece. O jogo inteiro se baseia em explorar a casa e encontrar itens que vão descrevendo a narrativa. Com 20-30 minutos de gameplay (PARANDO PRA ANALISAR TODOS OS OBJETOS E DETALHES), você descobre que a protagonista (aka sua irmã) é lésbica e que está saindo com uma amiga da escola. E O JOGO PRATICAMENTE ACABA AQUI. Por quê? Porque nada depois disso é significativo pra estória de modo geral! Tudo que vem a seguir são declarações de amor e lamentações de como a sociedade não aceita muito bem esse tipo de relacionamento, e no final ela foge com a amiga. É ISSO. ***SPOILERS TERMINAM AQUI*** Infelizmente depois de 30 minutos, a próxima 1 hora (1 hora e meia se você for extremamente detalhista e ler tudo com muita calma e atenção) são de informações fúteis que não adicionam praticamente nada a narrativa. Não consigo acreditar que um jogo desses custe 37 reais. Eu paguei 5 reais e estou me sentindo indignado por ter gasto meu dinheiro numa narrativa tão fraca. O tema em si é bom! Poderia ser explorado de inúmeras formas, MAS NÃO FOI. Um absurdo esse jogo ter críticas positivas de sites "especializados" em reviews, e muito mais ter ganho um prêmio. Passe longe desse jogo a não ser que esteja por 1 real. Uma das maiores decepções que tive nesse ano em relação a jogos, se não a maior.
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1 de 2 pessoas (50%) acharam esta análise útil
4.6 hrs registradas
Publicada: 29 de junho
Perfeito, lindo, perfeito, joguem, perfeito.
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1 de 2 pessoas (50%) acharam esta análise útil
2.3 hrs registradas
Publicada: 1 de dezembro
Story telling excelente, sim, é bem curto mas é diferente de quase tudo que já joguei, e diferente de um jeito bom. É um jogo de exploração, se você aprecia esse tipo de jogo, vai gostar com certeza. O voice act é um dos melhores que já vi, e a história é totalmente crível, e é exatamente esse o ponto forte do jogo.

Diferente e muito interessante.
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1 de 2 pessoas (50%) acharam esta análise útil
1.9 hrs registradas
Publicada: 23 de setembro
Não entendi nada ta tudo em inglês
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319 de 439 pessoas (73%) acharam esta análise útil
0.1 hrs registradas
Publicada: 15 de outubro
(Note: This review contains spoilers for the whole game. I also purchased the game via the Humble Bundle and have played it all the way through. It took about 2 hours, so please excuse my Steam playtime.)

Suffers from a bad case of the Eight Deadly Words. "I Don't Care What Happens To These People."

I dislike leaving negative reviews on Steam products, especially for games like Gone Home. It's not an awful game, by any means. But I certainly didn't enjoy it either. Honestly, I wish Steam had an "Ehhhhh" option with a yellow, wiggly, indecisive hand for its icon 'cause that's how I feel right now.

I've got no objections to the gameplay (or lackthereof) in Gone Home. In fact there was something about being left on my own in such a detailed environment that I rather enjoyed. Rather than having puzzles in the traditional adventure game sense, the challenge of the game comes from piecing together the jigsaw-puzzle of a plot from the environment. Despite not having any mechanics to enforce progression (such as conventional puzzles), it still feels like you're accomplishing things.

Naturally this comes with a trade off: if you aren't interested in the details, then you're not gonna enjoy Gone Home.

But I think my biggest problem with Gone Home is that the atmosphere of the game just doesn't match the story. You arrive home late one night to find your house empty. There's a distraught message left on the answering machine, a note from your sister pleading your character not to "go snooping like [she] always does", and a turned-on TV playing a severe storm warning on repeat. All in all, it feels like the setup to a horror story, or at least a tragedy. I thought that something happened, something terrible, and caused whoever was at home at the time to leave in a hurry.

In reality, nothing even remotely tragic happened. The reality of the situation was a teenage romance story that, for me at least, bordered on glurge.

...Admittedly, I am not in the target demographic for love stories so I might be biased in that regard. But moving on.

Gone Home builds up a tense atmosphere, then doesn't do a whole lot with it. Presumably the "worst-case scenario" buildup was meant to make the main love story plotline feel like a relief, but it just doesn't work. Sam's narration throughout the game also detracts from the mood. Her stories contain very little conflict and are, to be honest, pretty sappy.

The entire narration mechanic just baffles me, honestly. Why bother letting Sam narrate her life story when you're just gonna rifle through her journal anyhow?

That said, the game is not totally without its charm. The object tooltips ("Grab Cup", "Read Note", etc) often changed to more personal observations ("Sam had this when she was like four" for a folder, "Gosh, Dad" for a dirty magazine, etc), which was a touch of detail that I absolutely adored. Even though the protagonist was silent for most of the game, it still felt like I was playing as a character with a personality. But these moments were few and far between, and the main character might as well have been faceless for what a pitifully tiny role she played in the plot.

TL;DR: this game is... somewhat enjoyable, but there's just not enough good parts for me to be able to recommend it.
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385 de 571 pessoas (67%) acharam esta análise útil
1.8 hrs registradas
Publicada: 21 de outubro
I don't get why this game was so hyped and received some game of the year awards. I will list the positive and negative aspects of it.
Positive:
1-Nice scenario
2-Great soundtrack
3-Bring back some of the 90s culture in a way it feels like you went back in time.
Negative:
1-Too short
2-Zero challenge
3-Cliché story, as well as not very developed.

Not the worst game, but definetely not worth what it costs and not remarkable. Brothers: A tale of two sons has a much better story than this and with zero dialogue.
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