The once peaceful Kingdom of Gorudo is threatened by an evil presence. The only hope for salvation is Cyrus!
Análises de usuários: Ligeiramente positivas (577 análises)
Data de lançamento: 14/mar/2012

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Recomendado por curadores

"An excellent fantasy themed indie gem dripping with charmed retro flavor complete with breakout gameplay, npc interaction, magic, and boss battles."

Steam Big Picture

Sobre este jogo

The once peaceful Kingdom of Gorudo is threatened by an evil presence. The only hope for salvation is Cyrus, a wizard versed in a secret magic art called Wizorb! Explore many strange places from the derelict monster infested town of Clover to Gorudo Castle atop Cauldron Peak. Danger lurks around every corner so you'll need to keep your wits about you and have quick reflexes in order to survive.

Key features:


  • An all-new block-breaking game set in a fantasy world.
  • Use your magic wand to bounce the orb and cast various magic spells.
  • Over 60 levels in 5 different Worlds.
  • Earn gold to buy charms or to help the citizens rebuild their homes.
  • Epic boss fights.
  • Multiple endings.
  • Character animation by Paul Robertson.

Requisitos de sistema

Windows
Mac OS X
SteamOS + Linux
    • OS:Windows XP or later
    • Processor:Dual-core processor (Intel Dual Core 2.0 GHz or AMD Athlon X2 5200+ 2.6 GHz)
    • Memory:1 GB RAM
    • DirectX®:9.0c
    • Hard Drive:250 MB HD space
    • Sound: DirectX 9.0c compatible sound card
    • OS:Mac OS X v10.6 or later
    • Processor:Intel Core™ Duo or faster
    • Memory:1 GB RAM
    • Hard Drive:250 MB HD space
    • Graphics:128 MB space
    • OS:glibc 2.15+, 32/64-bit. S3TC support is NOT required.
    • Processor:Dual-core processor (Intel Dual Core 2.0 GHz or AMD Athlon X2 5200+ 2.6 GHz)
    • Memory:1 GB RAM
    • Graphics:OpenGL 3.0+ support (2.1 with ARB extensions acceptable)
    • Hard Drive:250 MB HD space
Análises úteis de usuários
4 de 4 pessoas (100%) acharam esta análise útil
2.2 hrs registradas
Publicada: 2 de maio
Um bom joguinho de arcade estilo retro, serve muito para passar o tempo, costumo jogar ele quando tenho que esperar algum outro jogo terminar de baixar.
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3 de 4 pessoas (75%) acharam esta análise útil
1.9 hrs registradas
Publicada: 20 de junho
Variação de Arkanoid muito bacana, mas para alguns pode ser frustrante...
Pelo nível exagerado de dificuldade somente quem gosta muito deste tipo de jogo vai conseguir concluí-lo...

* Rodou perfeitamente no Ubuntu 15.04
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10 de 17 pessoas (59%) acharam esta análise útil
1 pessoa achou esta análise engraçada
2.5 hrs registradas
Publicada: 8 de junho
3/10 The bland plays on.
You know rice-cakes? They're cheap, they're mostly harmless, but they're no fun. After a while you just can't face any more. If rice-cakes were games, they'd be like this. It works, it's not outstandingly terrible, but neither is it good. It's a retro-looking RPG breakout game, but not enough RPG and not enough new features to the breakout. It's just like spitball sparky with a "mission hub" added. In short, there are a lot better ways to spend your time and money than this.
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8 de 14 pessoas (57%) acharam esta análise útil
1.5 hrs registradas
Publicada: 9 de junho
I can recommend this to you if you're a huge breakout fan. If you're not, you're going to be bored soon.
The game looks amazing, I really love the pixel art. But that's the only good thing I could find about it. Unfortunately, it raised some kind of expectations in me, it led me to think that there would be more to discover. So I played way too long to find out, it's just breakout.
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15 de 19 pessoas (79%) acharam esta análise útil
4.3 hrs registradas
Publicada: 28 de novembro de 2013
O meu celular atual foi o meu primeiro celular com joguinho. É um Motorola ancião do qual não consigo me livrar, mas veio com um passatempo interessante. Monocromático, é um jogo que lembra Pong, onde você controla uma barrinha na parte de baixo que rebate uma bolinha para cima para quebrar blocos. Tenho certeza de que existe um nome para este tipo de jogabilidade. Apesar de simples ou por ser simples, ele me salvou do tédio em filas de banco e salas de espera. Nunca fui além do sexto ou sétimo nível, não apenas porque o casual se transforma em um infernal exercício de concentração e reflexo mas também porque minha hora chegava.

Meu primeiro erro foi acreditar que meu filho poderia ter algum interesse em algo baseado em calcular ricochetes e em agilidade. Meu segundo erro foi acreditar que eu poderia curtir este gênero em um jogo completo.

Wizorb é uma boa tentativa de dourar a pílula, com uma historinha meia boca, gráficos retrô que lembram a geração DOS, música viciante e power-ups. Teoricamente, você encarna um feiticeiro que precisa livrar o reino de um terrível mal. Tem até vila de aldeões e mapa para andar, mas depois que o jogo engrena (meros minutos depois da abertura), o que você irá fazer em 99% do tempo é rebater bolinha pra cima. Mesmo os power-ups não são de muita valia se lhe falta jeito para manter a bola (ou Orb) na tela.

Coloquei meu filho em frente do teclado e expliquei a mecânica. Não há muito o que entender. Mas o pequeno prodígio dos jogos de plataforma teve dificuldades em movimentar a barrinha e não se animou para continuar tentando. O que não significa que sua curiosidade infantil não desejasse ver o pai jogando e acertando os ocasionais monstros que apareciam em cena. Algo que deveria ter sido um jogo para ele, ou pelo menos dividido, se tornou um desafio para mim.

Tardiamente, percebi que o que funciona por dez minutos se torna entediante depois de quinze, vinte minutos. Isso se refletia no meu filho indo para o sofá ver desenho ou sumindo no quarto para brincar. Wizorb tem várias fases diferentes, cada uma com DOZE níveis e, somente ao final de cada fase, aparecia um chefe final mais eletrizante. Pressuponho que não seja mesmo interessante observar a trajetória de uma bola que quica. Se daqui a vinte anos, ele se tornar fã de tênis, arranjar ingressos para um torneio e me chamar, irei jogar isso na cara dele.

Como minhas habilidades não são isso tudo também, gastava todo meu dinheiro comprando "continues". Wizorb se tornou uma obsessiva busca pelo próximo chefe, pela próxima fase, com urros de frustração a cada queda de bolinha (traduzindo, a cada quatro minutos). Não comprava mais poderes novos para economizar dinheiro. O garoto já reclamava quando eu carregava o título e dizia: "só uma fase, pra gente avançar, depois eu coloco outro jogo!". Tinha medo do que poderia acontecer se não tivesse mais moedas para pagar para continuar. Até que aconteceu: no décimo nível da quarta fase, o dinheiro acabou, a bola caiu e o jogo voltou para o nível um da fase. Com quatro horas marcadas no Steam, caiu também a ficha: não foram as melhores horas divididas entre pai e filho dos últimos meses. Desisti depois de ter alcançado o mapa 46 de 60, sem arrependimentos.

Isso significa que Wizorb é um jogo ruim? Longe disso. Para o que ele se propõe ele é perfeito! Era o jogo que eu queria que meu celular jurássico tivesse. Mas no PC? Com tantas outras opções? Sem chance. Adeus, bolinha.

Originalmente publicado em: http://blog.retinadesgastada.com.br/2013/05/nao-jogando-wizorb.html#ixzz2lyXk2V7D
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