The once peaceful Kingdom of Gorudo is threatened by an evil presence. The only hope for salvation is Cyrus!
Análises de usuários: Praticamente positivas (449 análises)
Data de lançamento: 14/mar/2012

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Steam Big Picture

Sobre este jogo

The once peaceful Kingdom of Gorudo is threatened by an evil presence. The only hope for salvation is Cyrus, a wizard versed in a secret magic art called Wizorb! Explore many strange places from the derelict monster infested town of Clover to Gorudo Castle atop Cauldron Peak. Danger lurks around every corner so you'll need to keep your wits about you and have quick reflexes in order to survive.

Key features:


  • An all-new block-breaking game set in a fantasy world.
  • Use your magic wand to bounce the orb and cast various magic spells.
  • Over 60 levels in 5 different Worlds.
  • Earn gold to buy charms or to help the citizens rebuild their homes.
  • Epic boss fights.
  • Multiple endings.
  • Character animation by Paul Robertson.

Requisitos de sistema

PC
Mac
    • OS:Windows XP or later
    • Processor:Dual-core processor (Intel Dual Core 2.0 GHz or AMD Athlon X2 5200+ 2.6 GHz)
    • Memory:1 GB RAM
    • DirectX®:9.0c
    • Hard Drive:250 MB HD space
    • Sound: DirectX 9.0c compatible sound card
    • OS:Mac OS X v10.6 or later
    • Processor:Intel Core™ Duo or faster
    • Memory:1 GB RAM
    • Hard Drive:250 MB HD space
    • Graphics:128 MB space
Análises úteis de usuários
15 de 20 pessoas (75%) acharam esta análise útil
7.1 hrs registradas
This game is very hard to love. It is one where the distinction between recommending it and saying it isn't worth it is hard. The visuals are very nice, considering they are done by paul robertson, this is a given. The gameplay itself is where the issues fall. You have magic powers, such as the ability to teleport the ball or control where it floats. While these powers are nice, the game is incredibly difficult. Blocks which need to be broken are almost always behind unbreakable objects and the further you venture into the game, the more often this occurs. If you enjoy a challenge and like brick breaking games, go for it if this game is on a good sale. I enjoyed the challenge of the game so I give it my approval, but this game is definately not for everyone.
Publicada: 11 de julho
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6 de 9 pessoas (67%) acharam esta análise útil
17.2 hrs registradas
Quick review:

Short Verdict: Recommended if you like arkanoid and RPG theme. Don't expect anything awesome. Has a lot of room for improvement. It was a disappointment compared to what I was expecting, but still a good game!

Pros:
  • Nice retro graphics
  • Fun arkanoid with solid 8-bit RPG theme
  • Even has some generic story going on
  • Good BGM

Cons:
  • Low replay value, since replaying a level means it's gonna be exactly the same, even the drops from bricks
  • Should be able to collect power-ups from destroyed bricks (you just get them by buying them, lose them when you die and can't buy a second of the same power-up to use it if you die)
  • Most enemies are just basically the same, just with different graphics
  • You end up not using magic as much as desired
Publicada: 20 de julho
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3 de 4 pessoas (75%) acharam esta análise útil
1.6 hrs registradas
Arcanoid clone, that is not very well done and painfully difficult to play. Its graphics and music are supposed to bring up NES nostalgia, but all I can remember is the frustration of constantly losing.
Publicada: 26 de setembro
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9 de 16 pessoas (56%) acharam esta análise útil
8.2 hrs registradas
Breakout style games and I go way back. They're a ton of fun and there's something 'zen-like' in their simplicity. These types of games work well for me, in that I can zone out, turn the brain off and it serves really well to make me concentrate on that keeping that little ball moving when I need to tune out.

Wizorb fits the bill quite nicely for it's $1.49 sale price. Heck, it would suffice at its full price of $2.99 if you Breakout and Arkanoid are your thing. The game play is the same, move paddle, bounce your balls, break blocks. Wizorb gives the formula a bit of spice though by adding in magic elements and a quest mode where you try to rebuild a city. Heck, there's even boss fights, which is a pretty cool change.

I'll be honest...the RPG elements are largely kind of pointless. You get fireballs and 'wind' that doesn't do a whole heck of a lot. The village bit you're saving up to rescue? You'll finish that off right quick. But, that's okay. As I said, these elements are here for flavor and nothing more. The core gameplay, the important part, is straight up breakout, challenging, and a lot of fun.
Publicada: 28 de junho
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1 de 1 pessoas (100%) acharam esta análise útil
1.4 hrs registradas
Long levels and slower gameplay than other games of the genre, which can be a good or bad thing depending on the player.
Can actually see what's going on on the screen.
Publicada: 18 de outubro
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13 de 17 pessoas (76%) acharam esta análise útil
4.3 hrs registradas
O meu celular atual foi o meu primeiro celular com joguinho. É um Motorola ancião do qual não consigo me livrar, mas veio com um passatempo interessante. Monocromático, é um jogo que lembra Pong, onde você controla uma barrinha na parte de baixo que rebate uma bolinha para cima para quebrar blocos. Tenho certeza de que existe um nome para este tipo de jogabilidade. Apesar de simples ou por ser simples, ele me salvou do tédio em filas de banco e salas de espera. Nunca fui além do sexto ou sétimo nível, não apenas porque o casual se transforma em um infernal exercício de concentração e reflexo mas também porque minha hora chegava.

Meu primeiro erro foi acreditar que meu filho poderia ter algum interesse em algo baseado em calcular ricochetes e em agilidade. Meu segundo erro foi acreditar que eu poderia curtir este gênero em um jogo completo.

Wizorb é uma boa tentativa de dourar a pílula, com uma historinha meia boca, gráficos retrô que lembram a geração DOS, música viciante e power-ups. Teoricamente, você encarna um feiticeiro que precisa livrar o reino de um terrível mal. Tem até vila de aldeões e mapa para andar, mas depois que o jogo engrena (meros minutos depois da abertura), o que você irá fazer em 99% do tempo é rebater bolinha pra cima. Mesmo os power-ups não são de muita valia se lhe falta jeito para manter a bola (ou Orb) na tela.

Coloquei meu filho em frente do teclado e expliquei a mecânica. Não há muito o que entender. Mas o pequeno prodígio dos jogos de plataforma teve dificuldades em movimentar a barrinha e não se animou para continuar tentando. O que não significa que sua curiosidade infantil não desejasse ver o pai jogando e acertando os ocasionais monstros que apareciam em cena. Algo que deveria ter sido um jogo para ele, ou pelo menos dividido, se tornou um desafio para mim.

Tardiamente, percebi que o que funciona por dez minutos se torna entediante depois de quinze, vinte minutos. Isso se refletia no meu filho indo para o sofá ver desenho ou sumindo no quarto para brincar. Wizorb tem várias fases diferentes, cada uma com DOZE níveis e, somente ao final de cada fase, aparecia um chefe final mais eletrizante. Pressuponho que não seja mesmo interessante observar a trajetória de uma bola que quica. Se daqui a vinte anos, ele se tornar fã de tênis, arranjar ingressos para um torneio e me chamar, irei jogar isso na cara dele.

Como minhas habilidades não são isso tudo também, gastava todo meu dinheiro comprando "continues". Wizorb se tornou uma obsessiva busca pelo próximo chefe, pela próxima fase, com urros de frustração a cada queda de bolinha (traduzindo, a cada quatro minutos). Não comprava mais poderes novos para economizar dinheiro. O garoto já reclamava quando eu carregava o título e dizia: "só uma fase, pra gente avançar, depois eu coloco outro jogo!". Tinha medo do que poderia acontecer se não tivesse mais moedas para pagar para continuar. Até que aconteceu: no décimo nível da quarta fase, o dinheiro acabou, a bola caiu e o jogo voltou para o nível um da fase. Com quatro horas marcadas no Steam, caiu também a ficha: não foram as melhores horas divididas entre pai e filho dos últimos meses. Desisti depois de ter alcançado o mapa 46 de 60, sem arrependimentos.

Isso significa que Wizorb é um jogo ruim? Longe disso. Para o que ele se propõe ele é perfeito! Era o jogo que eu queria que meu celular jurássico tivesse. Mas no PC? Com tantas outras opções? Sem chance. Adeus, bolinha.

Originalmente publicado em: http://blog.retinadesgastada.com.br/2013/05/nao-jogando-wizorb.html#ixzz2lyXk2V7D
Publicada: 28 de novembro de 2013
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