The Bridge é um jogo 2D de quebra-cabeças lógicos que força o jogador a reavaliar suas preconcepções sobre a física e a perspectiva. É Isaac Newton com M. C. Escher. Manipule a gravidade para fazer o teto virar o chão enquanto se aventura por arquiteturas impossíveis.
Análises de usuários: Muito positivas (1,909 análises)
Data de lançamento: 22/fev/2013

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Recomendado por curadores

"RPS's 24th best puzzle game ever"
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Análises

“I was simply flabbergasted at the complexity and simplicity they present at the same time.”
9/10 – The Indie Game Magazine

“One of the best puzzle games I've played in years...The Bridge is an experience that I haven't had since P.B. Winterbottom and Braid, and it gives both of them a run for their money”
90/100 – Destructoid

“The best of the PAX 10.”
VentureBeat

"I took more away from the experience than I have with any other game in recent memory”
The Escapist

Steam Big Picture

Sobre este jogo

The Bridge é um jogo 2D de quebra-cabeças lógicos que força o jogador a reavaliar suas preconcepções sobre a física e a perspectiva. É Isaac Newton com M. C. Escher. Manipule a gravidade para fazer o teto virar o chão enquanto se aventura por arquiteturas impossíveis. Exlore mundos cada vez mais difíceis, cada um unicamente detalhado e construído para dar ao jogador um sentimento de profundas conquistas intelectuais. The Bridge é um exemplo de videogame como forma de arte, com lindos cenários desenhados à mão no estilo de litogravuras em preto-e-branco.

Características-chave

  • 48 puzzles intrigantes, cada um diferente de todos os outros, todos exigindo soluções inovadoras.
  • Manipulações de gravidade, vórtices gravitacionais, dimensões paralelas, e muitos outros conceitos fascinantes num mundo onde as leis da física não são o que parecem.
  • Mundos à la M. C. Escher, com arquiteturas impossíveis, feitos como lindas gravuras litográficas em preto e branco, desenhadas à mão.
  • Uma versão alternativa do jogo é desbloqueada depois do fim da estória principal, incluindo desafiantes versões alternativas de cada um dos 24 quebra-cabeças, além de um final alternativo.
  • Um sistema de rebobinar o tempo para aliviar quaisquer medos de errar.

Requisitos de sistema

Windows
Mac OS X
SteamOS + Linux
    Minimum:
    • Processor:1.0 GHz
    • Memory:512 MB RAM
    • DirectX®:9.0
    • Hard Drive:400 MB HD space
    Minimum:
    • OS X 10.6 or newer
    • Processor:1.4 GHz
    • Memory:2 GB RAM
    • Hard Drive:400 MB HD space
    • GPU with 256MB cache with Open GL 2.1 recommended
    Minimum:
    • Processor:1.4 GHz
    • Memory:2 GB RAM
    • Hard Drive:400 MB HD space
    • GPU with 256MB cache with Open GL 2.1 recommended
Análises úteis de usuários
3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
1.4 hrs registradas
Publicada: 25 de abril
Jogo e otimo mas mega complicado.. A cada fase voce pensa que pegou a moral do jogo mas surpreende.. MEGA DIFICIL!
RACIOCIONO E INTELIGENTE TEM QUE ESTAR AFIADA.. Alem de um otimo jogo um mega exercico pra mente!!
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3 de 3 pessoas (100%) acharam esta análise útil
31.3 hrs registradas
Publicada: 21 de maio
Recomendado...

assim q tiver mais tempo faço uma ANALISE descente....

Jogo Zerado 100%
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2 de 2 pessoas (100%) acharam esta análise útil
1.7 hrs registradas
Publicada: 20 de agosto
O jogo The Bridge foi uma doação do camarada Helder JC, o que me coloca aqui (mais uma vez) no papel de ingrato ao tentar explicar porque o jogo foi largado na beira da estrada, sem olhar pra trás.

The Bridge ganha pontos ao fugir da normalidade e investir no preto e branco e cinza ao buscar inspiração nas obras do artista plástico M.C. Escher. O holandês tinha uma certa obsessão em brincar com a perspectiva e com a ilusão de ótica, criando obras que encantam tanto quem curte surrealismo como quem é apaixonado pelas possibilidades da geometria.

Indo na mesma vertente, o jogo arranca seu cérebro da caixa craniana, zomba de tudo que seus olhos acham ser real e traz um conjunto de puzzles de enervar monge budista. No meu caso, também tive uma certa dose de enjoo, ao perceber que já não tinha mais noção do que era em cima ou do que era embaixo em alguns desafios.

Se há uma história para alinhavar as charadas, não cheguei a perceber, ou ela é mais filosófica do que narrativa. O que não chega a ser um demérito.

Entretanto, para mim, puzzles tem que trazer alguma força motivadora, seja a história e a exploração (como em Portal e seus derivados, Portal 2 e Portal Stories: Mel) ou uma boa dose de simpatia (como Toki Tori, Toki Tori 2 e mesmo o recente Lilly Looking Through) para disfarçar que meus neurônios estão sendo açoitados por duendes lógicos concebidos em algum círculo infernal.

Abandono The Bridge por enfado. E incapacidade de seguir em frente.

Originalmente publicado em: http://blog.retinadesgastada.com.br/2015/08/nao-jogando-bridge.html#ixzz3jO44PP6f
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13 de 17 pessoas (76%) acharam esta análise útil
1 pessoa achou esta análise engraçada
2.4 hrs registradas
Publicada: 30 de abril
tl;dr -> Played this game on acid, and now I keep trying to tilt the world and see everything as an M.C. Escher painting. 11/10 life perspective changing.

If you like puzzle platformers, tilting the game world around, and M.C. Escher artstyle, then you will enjoy this game.

The aesthetics are very nice - everything is hand-drawn in black-and-white. The details in the scenery are good and varied enough to keep things interesting. The music is decent, but I quickly muted it in favor of my own.

Controls are simple and easy to learn - much of your playthrough will involve rotating the game world left or right. There is a brief tutorial and large tip popups are provided when necessary (like when you die). The learning curve is minimal to moderate depending on your experience with platform puzzlers. I found most of the level solutions to be fairly intuitive and solvable through a bit of trial-and-error.

Gameplay involves you trying to reach a door to the next level. To get there, you will have to navigate through the level, most likely rotating the world in different ways to assist you. The door may sometimes be locked, forcing you to first obtain a key. As you progress through the game, new elements are added to keep you on your toes. Without wanting to spoil any surprises, some of the first additions include a ball that instantly kills you on touch and a vortex that will keep anything that touches it suspended . You have the ability to reverse time as far back as you wish to correct any mistakes. Some levels require a light touch - you may have to slowly rotate the world to get things where you need them to be.

Inspired by M.C. Escher's artstyle, physically-impossible level layouts require a lot of world manipulation in order to navigate to the exit. For example, you may have to do a complete 360 of the world to manoeuvre your character through several flights of stairs/ledges. The store page screenshots can give you good indications of what type of levels to expect.

Overall, the game is a fantastic puzzle platformer with a nice mechanic and a great artstyle. If you are interested in the genre, then definitely check it out.

Recommend!

Cheers,
DJSF @DJSF's Rogue Reviews
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4 de 4 pessoas (100%) acharam esta análise útil
4.7 hrs registradas
Publicada: 11 de maio
I disagree with some of the other top reviews. It is not an absent minded puzzler, you really have to focus if you want to get through all the levels and enjoy it. Slow controls and giving you little introduction to the various mechanics are the game's way of trying to tell you that you should sit back and plan what you are about to do, rather than dicking about until something seems to click (Which is permitted by many games, and therefore is tempting, but will ultimately be frustrating and unsatisfying in this one). Like the mathematics this game's story hints at, if you do not pay attention you'll miss something, and it only takes missing one thing to be stumped completely. Once you get into your focus-groove, though, you'll understand the appeal. If you don't know what I mean by that last sentence, then this game is probably not for you, so get it for free or cheap if you get it at all.

TLDR: It's a very good game, but different.
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