Get Batman: Arkham City and all DLC for one low price with the release of the GOTY Edition!
Data de lançamento: 7 Set 2012
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Game of the Year includes Arkham City and all DLC!

$19.99

Sobre o jogo

Batman: Arkham City builds upon the intense, atmospheric foundation of Batman: Arkham Asylum, sending players flying through the expansive Arkham City - five times larger than the game world in Batman: Arkham Asylum - the new maximum security "home" for all of Gotham City's thugs, gangsters and insane criminal masterminds. Featuring an incredible Rogues Gallery of Gotham City's most dangerous criminals including Catwoman, The Joker, The Riddler, Two-Face, Harley Quinn, The Penguin, Mr. Freeze and many others, the game allows players to genuinely experience what it feels like to be The Dark Knight delivering justice on the streets of Gotham City.

Batman: Arkham City - Game of the Year Edition includes the following DLC:

  • Catwoman Pack
  • Nightwing Bundle Pack
  • Robin Bundle Pack
  • Harley Quinn’s Revenge
  • Challenge Map Pack
  • Arkham City Skins Pack

Batman: Arkham City - Game of the Year Edition packages new gameplay content, seven maps, three playable characters, and 12 skins beyond the original retail release:

  • Maps: Wayne Manor, Main Hall, Freight Train, Black Mask, The Joker's Carnival, Iceberg Long, and Batcave
  • Playable Characters: Catwoman, Robin and Nightwing
  • Skins: 1970s Batsuit, Year One Batman, The Dark Knight Returns, Earth One Batman, Batman Beyond Batman, Animated Batman, Sinestro Corps Batman, Long Halloween Catwoman, Animated Catwoman, Animated Robin, Red Robin and Animated Nightwing

Requisitos do sistema – PC

    • OS: Windows XP, Vista, 7
    • Processor: Intel Core 2 Duo 2.4 GHz or AMD Athlon X2 4800+
    • Memory: 2GB RAM
    • Hard Disk Space: 17 GB free hard drive space
    • Video Card: ATI 3850HD 512 MB or NVIDIA GeForce 8800 GT 512MB
    • DirectX®: 9.0c

Requisitos do sistema – Mac

    • OS: 10.7.5
    • Processor: Intel Core 2 Duo 2.0 GHz
    • Memory: 4GB RAM
    • Hard Disk Space: 16 GB free hard drive space
    • Video Card: 256MB VRAM
    • Other Requirements: The following graphics cards are not supported: ATI X1xxx series, ATI HD2xxx series, NVIDIA 7xxx series, NVIDIA 8xxx series, NVIDIA 9400, NVIDIA 320M, Intel HD3000 and Intel GMA series.
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4.0 hrs registradas
Concluí minha jornada por Arkham City com uma profecia. Azrael, a figura misteriosa que vigia Batman, fala sobre fogo, destruição e como o Cavaleiro das Trevas será aquele que fechará os portões do Inferno. Foi a última missão que estava disposto a completar. Uma conclusão macabra para um título repleto de presságios, tragédia e morte.

Se a Rocksteady Studios estava testando o terreno com Batman - Arkham Asylum, aqui ela está à vontade para criar uma história do Batman e do Coringa que entra para o rol dos grandes conflitos dos eternos rivais. O final do embate é de arrepiar e a cena no meio dos créditos sintetiza esta estranha simbiose. O Morcego completa o Palhaço e o Palhaço completa o Morcego. Caim e Abel em um paraíso perdido. E uma desenvolvedora de jogos, que já havia provado ser capaz de compilar décadas de referência em uma única obra, provou que tem talento de sobra para forjar sua própria lenda para ser contada em volta da fogueira.

A princípio, acreditei que o tema central do jogo seria o embate com Hugo Strange. O vilão frio e calculista parece ser o perfeito antagonista, pura lógica científica sem um traço de emocional, um Batman genocida com uma visão perturbadora sobre como lidar com o problema da criminalidade. E quando seu plano, o anunciado Protocolo 10, é colocado em prática, eu junto os pontos e vejo que é um plano tolo de histórias em quadrinhos que não resiste a dois minutos de raciocínio. Não por acaso, o nosso herói gasta boa parte do seu tempo em Arkham City tentando enrolar o novelo esticado pelo Coringa. Não por acaso, o Protocolo 10 só recebe a devida atenção quando ativado. Não por acaso, a história prossegue quando Strange é derrotado.

O palco é do Coringa e o que ele representa. Strange, Protocolo 10 e os demais são coadjuvantes.

Felizmente, as tramas paralelas ao enredo central sossegam bastante depois do início do jogo. É a Rocksteady apresentando todas suas armas no começo, mas depois habilmente movendo os holofotes para o conflito principal. Há tempo para resolver todas as pontas soltas depois. E, neste quesito, Zsasz tem a melhor das missões secundárias, um doentio jogo de gato e rato que culmina com o vilão humilhado. Quase dá para sentir pena do serial killer: ele também é uma vítima de si mesmo.

Não satisfeita com o que já seria perfeito, a Rocksteady traz a Mulher-Gato e ela funciona como um outro jogo dentro de Arkham City. Se ela sai de cena logo no começo, para só retornar mais para o final, também é porque o foco está no duelo Batman x Coringa. Mas eu compraria fácil um título baseado na ambígua personagem, dedicado à ação furtiva e roubos ousados. Fiz questão de recuperar todo o saque da felina antes mesmo de encerrar minha jornada com o verdadeiro herói do jogo.

Porém, Arkham City é mais fácil que seu antecessor. Não posso dizer se os enigmas do Charada estão mais complexos, uma vez que não tive paciência para eles antes e tampouco tive agora. Mas todo o resto da jogabilidade está mais tranquila. Apesar de adicionar novos tipos de inimigos nos combates corpo a corpo, Batman agora conta com tantos truques na manga que é capaz de agradar qualquer tipo de jogador. Havia apetrechos e combos do herói que eu quase nunca usei. O decifrador criptográfico virou um brinquedo, quando era uma fonte de irritação em Arkham Asylum. As sequências alucinógenas do Espantalho reaparecem na forma de confrontos com outros vilões, porém também são menos desafiadoras.

Em defesa da Rocksteady, posso dizer que fiquei com a impressão de que eles apenas corrigiram o que não estava funcionando muito bem em Arkham Asylum e não que estavam tentando baixar o nível da dificuldade. E a principal evolução é justamente o aumento de opções ao alcance do Batman. A jogabilidade de Arkham City pode ser resumida em uma palavra: "liberdade". Você decide como e quando vai derrubar a maioria dos seus inimigos, dentro de um amplo leque. Existem 12 táticas diferentes para você neutralizar o Sr. Frio, por exemplo. Você é livre para executar as missões secundárias na ordem e na forma que quiser. Você também é livre para ignorar o enredo principal, se for sua vontade, embora seja uma clara afronta ao trabalho excepcional dos roteiristas.

E Arkham City vive. Sua geografia se altera com o desenrolar dos eventos. Histórias múltiplas estão sempre sendo capturadas pelos ouvidos curiosos de Batman. Uma delas envolve a mãe de um bandido e um baile de formatura, começa de forma cômica e tem uma terrível reviravolta no final. Assim como Deus Ex e Mass Effect, vale a pena simplesmente parar e ouvir as vozes da cidade. Há algo sendo contado também em cartazes, jornais velhos ou lugares abandonados. Apesar de ser um mundo aberto fisicamente pequeno se comparado com seus irmãos na indústria dos jogos, ele é psicologicamente vasto e opressor. O Museu controlado pelo Pinguim e suas peças em exibição poderiam muito bem fazer parte de um jogo de survival horror.

Depois dos acontecimentos de Arkham City, para onde vai o Homem-Morcego? Quando será cumprida a profecia de Azrael? Enquanto a Rocksteady se afasta da franquia rumo a um destino ignorado, o próximo jogo do Batman irá contar uma história que se passa antes de Arkham Asylum.

Os atores saem do palco. A cortina desce. O mistério permanece.

Originalmente publicado em: http://blog.retinadesgastada.com.br/2013/09/jogando-batman-arkham-city-conclusao.html
Publicada: 28 novembro 2013
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62.1 hrs registradas
Game perfeito, sistema de luta espetácular, ótimo enredo, lindos gráficos. Jogo bem divertido e muito superior ao seu antecessor, apesar de ter gostado também do Arkham Asylum.
Publicada: 25 novembro 2013
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O que dizer de Batman? É o segundo jogo da série... INACREDITÁVEL seria pouco... FENOMENAL, quem sabe? Não foi eleito como um dos melhores jogos do ano por acaso. Gráficos excelentes, movimentação perfeita, nível de dificuldade, habilidade e perícia - "show de bola". O que mais se pode dizer...?? Comprem logo...
Publicada: 23 fevereiro 2014
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O cavaleiro das trevas surpreende novamente! Com um universo maior e mais completo que o jogo anterior, Arkham City apresenta consideráveis melhorias em relação ao primeiro. O jogo apresenta uma variedade muito maior de inimigos e armas, com um mapa de mundo aberto, que chama atenção pela grandiosidade e nivél de detalhamento, além da quantidade absurda de troféus do charada (que por sinal estão muito mais difíceis de coletar que em Arkham Asylum).

O jogo também está mais difícil, e os combates a partir da metade da trama principal já começam a apresentar hordas de inimigos, muitos deles com formas diferenciadas de se derrotar. Os super vilões estão mais diversificados e ainda existem missões secundárias para que outros sejam encontrados fora do enredo, além de missões a serem realizadas com a Mulher-Gato e com o Robin.

Outra coisa que impressiona pela profundidade e qualidade é a trama, que com todas as suas reviravoltas, pode ser considerada melhor que a do jogo anterior, principalmente pelo desfecho inesperado. Emfim, Arkham City é um jogo excelente, que deveria ser considerado por todos, mesmo que não tenham jogado o anterior. EXCELENTE (9/10)
Publicada: 26 dezembro 2013
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Pode até parecer exagero, mas a meu ver, eis aqui o melhor game da era Xbox 360 e PS3. Lindos gráficos, jogabilidade perfeita, ótimo sistema de combate, excelente fluidez da execução de combos e história espetacular. Esse game realmente te faz se sentir no filme. Ainda hoje vale a pena comprar. Obs.: como também tenho o Xbox 360, pude "provar" as duas versões, e desse modo posso afirmar que a versão pra PC é infinitamente superior à dos consoles: corre a 60 fps, além da qualidade gráfica que, quando no "talo", é absurdamente mais agradável aos olhos! Nota 10/10.
Publicada: 4 março 2014
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